sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

O charme de Ipoema e o Museu do Tropeiro

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Ipoema é distrito de Itabira e está apenas 110 km de distância de Belo Horizonte. É um dos mais belos distritos de Minas Gerais.(na foto acima de Alessandro Bastos, um pouco da paisagem rural de Ipoema) Suas paisagens naturais são encantadoras, impactantes e impressiona pela beleza singular. Seu povo tem uma simplicidade e hospitalidade marcantes. 
A vila é rodeada por montanhas e muito verde. Seu casario se destaca pela simplicidade e elegância. (foto acima de Sérgio Mourão) Seu povo é simples e adoram uma boa conversa, recebendo com muita simpatia os visitantes. O distrito possui também bons restaurantes com a típica cozinha típica mineira e pousadas aconchegantes. 
Em Ipoema, um lugar imperdível para ir é no Morro Redondo (na foto acima de Elvira Nascimento). A vista é maravilhosa!
Ipoema é um refúgio para os amantes das cachoeiras. O distrito possui diversas cachoeiras, sendo as mais procuradas as do Patrocínio Amaro, e a Cachoeira do Macuco ou Cachoeira Alta, uma das mais belas de Minas Gerais. (na foto ao lado de Sérgio Mourão)
Com cerca de 110 metros de queda d’água e boa estrutura  para prática de esportes radicais, A Cachoeira Alta faz a alegria dos praticantes desse tipo de esporte, que procuram a cachoeira para vivenciar suas emoções Para quem gosta de um bom banho, já que em torno da queda, um poço de água cristalina é um convite para um banho refrescante e relaxante.
O Museu do Tropeiro 
Construído onde foi um antigo rancho de tropeiros e casa paroquial, o Museu do Tropeiro em Ipoema, é um dos mais importantes museus de Minas Gerais, por seu valor cultural e sentimental para o povo mineiro. (foto abaixo de Sérgio Mourão)
A ideia é justamente essa, reviver e resgatar a memória dos tropeiros, que cortavam o sertão do Estado, conduzindo suas tropas em mulas e burros, no século 18, no início do Ciclo do Ouro, transportando alimentos e outros outras necessidades da população que cada vez mais chegava ao Estado, criando povoados, vilas e cidades. (a imagem abaixo, de Sérgio Mourão, mostra o distrito de  Ipoema)
Neste museu, encontra-se cerca de 500 objetos usados no dia a dia da vida dos tropeiros, como roupas, peças e costumes de vida, dos tropeiros. Cada item tem sua história, a seu tempo revivendo mais de dois séculos de história. 
A tela cima de autoria do artista plástico Rui de Paula, não faz parte do museu, é apenas para ilustrar um momento marcante do dia a dia dos tropeiros, quando as tropas paravam para descansar. Neste descanso, uma prosa em torno de uma fogueira, café quente, batata assando na brasa ardente e roda de viola era constantes, que virou tradição. Essa tradição da roda de viola é revivida no Museu do Tropeiro em noites de lua cheia, geralmente aos sábados. Uma gostosa e nostálgica lembrança. (Por Arnaldo Silva)

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