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quarta-feira, 31 de maio de 2017

Conheça Passos

Sob as bênçãos do Senhor Bom Jesus dos Passos, o município carrega consigo o status de Cidade Polo do Sudoeste Mineiro, o que torna a cidade uma referência para o turismo, ou seja, o portal do Circuito Turístico Nascentes das Gerais, com todas as diversidades de recursos naturais e culturais aqui presentes. A poucos quilômetros do centro, na estrada que leva a Serra da Canastra, no Rio Grande, está o Porto Passos-Glória; trecho em que o rio já se encontra represado pela Usina de Peixoto. (foto acima e abaixo de Douglas Arouca)
O por do sol é uma atração imperdível; dezenas de bares e restaurantes fazem do “Porto” um dos mais agitados pontos turísticos de Passos. Esportes náuticos e a pesca são praticados constantemente e favorecem o clima de amistoso do lugar; nas belas margens concentram-se também diversos ranchos de veraneio.
Passos conta com uma boa estrutura na hospedagem. Uma variada rede de restaurantes, bares, churrascarias, pizzarias, choperias e boates fazem da cidade um centro regional gastronômico e de muita agitação noturna. 
O patrimônio religioso-histórico-cultural é bastante preservado e fomentado, como a Capela de Nossa Senhora da Penha, em forma octogonal (na foto acima de Douglas Arouca). A Igreja Matriz do senhor Bom Jesus dos Passos, com policromias famosas dos séculos XVI e XVII; a Casa da Cultura com o acervo permanente do artista Wagner de Castro; Estação Cultura e Centro de Memória, uma antiga estação ferroviária restaurada e tombada abriga o acervo histórico municipal e espaços para exposições artísticas.
O lado cultural de Passos não e feito somente pela parte da história arquitetônica de suas igrejas e obras de arte, o Teatro Rotary é palco de constantes apresentações de peças teatrais locais e nacionais. (foto acima de Douglas Arouca) Exposições e mostras artísticas e fotográficas, lançamentos de livros fazem parte do intenso movimento cultural da cidade, que é dotada de excelente infraestrutura de espaços de pequeno, médio e grande porte elevam o nome de Passos como cidade dos eventos. Convenções, feiras e shows são regularmente realizados aqui. (na foto abaixo do Douglas Arouca, o cinema da cidade)
 O visitante ainda tem a opção do turismo de compras. A cidade possui um vasto parque confeccionista com 100 fábricas que concentram-se na Av. Com. Francisco Avelino Maia, conhecida também como Avenida da Moda. A indústria mobiliária (móveis rústicos e finos) vem se destacando e ganhando expressão nacional pela sua qualidade de acabamento, design diferenciado e durabilidade. Comércio forte, infraestrutura de serviços institucionais e privados, aliados com a tradicional hospitalidade mineira fazem do turismo de compras em Passos realmente um diferencial para quem visita a cidade.
Passos tem tudo para conquistar você!
Fonte da matéria, exceto fotos:Site da Prefeitura Municipal

terça-feira, 23 de maio de 2017

Formiga, o Portal do Mar de Minas

Situada a aproximadamente 200 km de Belo Horizonte no centro-oeste do estado, a cidade de Formiga possui quase 70 mil habitantes e é conhecida como o “Portal do Mar de Minas” pelo fato de ser a primeira cidade banhada pelo Lago de Furnas na rota de MG 050 para quem vem da capital mineira. Também é conhecida como a “Cidade das Areias Brancas”.
Fotografia de Kelvim Marden
O município possui o Distrito Turístico de Pontevila, que sedia o Festival do Peixe e que é banhado pelo Lago de Furnas e que possui diversos loteamentos e condomínios com casas de veraneio, como o Balneário Furnastur que foi o primeiro empreendimento turístico do Lago, além de clubes e meios de hospedagem conhecidos em todo o estado como o Clube Náutico Formiguense e o Furnas Náutico Clube e de um resort que conta inclusive com pista de pouso, o Furnaspark Resort. 
Fotografia de Paulo Pacheco
No Lago de Furnas podem-se destacar locais de beleza ímpar como as Ilhas das Pedras, o Triângulo do Sol e o Farol da Boa Esperança, criado e idealizado para ajudar os navegantes e que funciona todos os dias desde sua criação.
Na área urbana destacam-se a parte histórica da cidade, em especial o conjunto arquitetônico da Matriz de São Vicente Férrer, igreja erguida em 1765 e reconhecida em 1873, que conta com arquitetura que encanta todos os visitantes e que possui o segundo maior órgão do país em quesito de potência. Além disso a cidade possui duas lagoas e um Parque Municipal e o “Mirante do Cristo” dentro da cidade e que estão em fase de revitalização. (Fotografia acima de Evaristo Gomes Guerra Neto) Outro destaque a ser dado é na gastronomia da cidade, representadas por uma boa variedade de bares e restaurantes para se frequentar nos finais de semana e por pratos típicos e de produção local como a famosa linguiça de formiga, que possui até um evento que é o Festival da Linguiça.
Na área rural destaca-se não só pela produção de queijos e doces, mas também pelas cachoeiras e pelos belos mirantes, como por exemplo a Cachoeira da Usina e o Morro da Melancia.
Formiga é uma cidade que merece ser visitada por quem quer conhecer seus mais variados encantos e ser acolhido por um povo hospitaleiro.

Texto e fotos enviados por Thadeu Alencar/furnas.com.br

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Barco a vapor Benjamim Guimarães

     Foi construído no ano de 1913 pelo estaleiro James Rees & Com no Mississipi, Estados Unidos, chegou a navegar pelo Rio Mississipi antes de ser adquirido pela empresa da família do patriarca Benjamim Guimarães, na década de 1920, por isso o nome do barco. (foto abaixo de Sérgio Mourão)
     O Benjamim Guimarães foi trazido para Pirapora para navegar nas águas do Rio São Francisco, em viagens longas e continuas pelo rio e em seus afluentes, transportando passageiros e principalmente cargas. Saia de Pirapora no Norte de Minas, passando por várias cidades às margens do rio e ia até a Bahia.  
       Com a ampliação da malha férrea para transporte de cargas e surgimento de estradas pavimentadas, bem como o aquecimento do  mercado de venda de automóveis e caminhões, a navegação pelo Rio São Francisco começou a entrar em decadência e se tornando cada vez menos frequente como embarcação de transporte de cargas e passageiros, até parar a partir da década de 1970. Ficou por anos abandonado.  Foto acima de Lucas Vieira) 
        A partir da década de 1980, o Benjamim Guimarães passou a fazer apenas viagens turísticas. Devido a sua importância cultural e histórica para Minas, em 1985, foi tombado como Patrimônio Histórico de Minas Gerais, pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico (IEPHA). Em 1986, já todo reformado e adaptado somente para viagens de turismo, foi reinaugurado com toda pompa em Pirapora MG.
        Com a reforma feita, o Vapor passou a transportar 170 pessoas, entre tripulantes e passageiros. O barco possui três pisos: no primeiro, encontra-se a casa de máquinas, caldeira, banheiros e uma área para abrigar passageiros. No segundo piso, estão instalados doze camarotes e no terceiro, um bar e área coberta. Atingia a velocidade de 15 km por hora. (foto ao lado de Rhomário Magalhães) Essa velocidade baixa permitia ao turista contemplar as paisagens pelo trajeto e aproveitar mais a viagem.
        O combustível que movimenta o Vapor é simplesmente lenha. Consome um metro cúbico de lenha por hora, que faz com que o caldeirista tenha que abastecer constantemente a fornalha. É um trabalho duro, mas nenhum tripulante da embarcação reclamava. Todos tinham o maior prazer e orgulho em trabalhar no velho Benjamim Guimarães. 
        O Benjamim Guimarães sempre foi a principal atração turística de Pirapora. Não há um morador da cidade que não tenha alguma lembrança, história para contar ou fotos do Benjamim Guimarães. Quando se fala em Pirapora, vem logo à mente, o barco navegando pelo Rio São Francisco. O vapor está incorporado à cidade, faz parte da identidade local e do povo que vive às margens do Rio São Francisco. É um cartão de Minas, orgulho do povo piraporense e mesmo se tornando apenas barco para turismo, ajudou a movimentar a economia local por décadas, já que o barco atraia todos os meses, centenas de turistas para a cidade.
          O Benjamim Guimarães (na foto acima de Lucas Veira) será totalmente restaurado e voltará a navegar em breve nas águas do Rio São Francisco, com destinação de verba equivalente a 3,7 milhões, oriunda do Ministério do Turismo, por meio do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), e pela Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult), por meio do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG). O acordo foi assinado em dezembro de 2019 com previsão de 12 meses para conclusão das obras. A expectativa é que a partir de 2021 o velho barco a vapor Benjamim Guimarães volte às águas do Velho Chico. (Por Arnaldo Silva)

terça-feira, 16 de maio de 2017

10 melhores cidades para observar as estrelas

Há um consenso de que o céu de Minas Gerais é mais azul, é mais limpo e mais lindo. Quem vem a Minas percebe isso logo de imediato. (foto acima de Joelmir Barbosa em Poço Fundo MG, Sul de Minas) Observar estrelas é um dos prazeres do ser humano. Ver a via láctea, a lua e o céu em Minas é uma emoção inexplicável. Temos várias cidades onde podemos observar melhor as estrelas no nosso Estado, listamos apenas 10 dessas cidades onde você pode observar o céu e as estrelas aqui em Minas Gerais.
01 - Aiuruoca
Aiuruoca tem aproximadamente 8 mil habitantes. (fotografia acima de Marcelo Legramandi) É uma cidade pacata, bem cuidada, com um belo casario, bem conservado e uma natureza exuberante em sua volta. Localiza-se no sul de Minas Gerais na Serra da Mantiqueira, a 989 m de altitude, ao pé do Pico do Papagaio, numa região de topografia bastante acidentada.
Altitude média: gira em torno de 1000 metros. As encostas mais elevadas localizam-se no sul Morro da Mitra do Bispo (2.149 m) e ao sudoeste Pico do Bandeira (2.357 m). O Pico do Papagaio possui 2.105 metros de altitude e o Retiro dos Pedros, 2.200 metros. A cidade está a 989 metros de altitude.
02 - Itabira
A cidade fica a 110 km de Belo Horizonte com aproximadamente 120 mil habitantes. (foto acima de Glauco Umbelino) É considerada pela Revista Galileu como uma das 10 melhores cidades do Brasil para se observar as estrelas.
O relevo do município de Itabira é predominantemente montanhoso. Aproximadamente 70 % do território itabirano é coberto por mares de morros e montanhas, enquanto em cerca de 20 % há o predomínio de terrenos ondulados, e os 10 % restantes são lugares planos. A altitude máxima está no Alto da Mutuca, na Serra do Espinhaço, divisa municipal com Jaboticatubas e Nova União, que chega aos 1 662 metros, enquanto que a altitude mínima é de 540 metros e encontra-se no lago formado pela construção da Usina Hidrelétrica de Dona Rita, no Rio Tanque, na tríplice divisa municipal entre Itabira, Itambé do Mato Dentro e Santa Maria de Itabira.
Além de se relevar no setor de exploração mineral, Itabira também se destaca por ser terra natal de Carlos Drummond de Andrade, contista, cronista e poeta modernista que se inspirou em sua cidade-natal para algumas de suas obras. Também há uma série de atrativos naturais, tais como a Mata do Limoeiro, a Pedra da Igreja, a Serra do Bicudo e a Serra dos Alves, além das cachoeiras dos Cristais, do Campo, da Boa Vista, do Limoeiro e do Meio.
03 - Bocaiuva

Bocaiuva possui uma das melhores infra-estruturas sanitárias do Norte de Minas, asfaltamento em mais de 80% das ruas e tem a segunda melhor arrecadação norte-mineira. Conta com cerca de 55 mil habitantes. (foto acima de Eduardo Gomes)
A cidade ficou famosa no mundo a partir de 1947 quando cientistas e militares Norte Americanos foram para a cidade observar e pesquisar o eclipse lunar que aconteceu naquele ano. Segundo os Americanos, Boicaiuva é o melhor local do mundo para se observar o eclipse.
Em 20 de maio de 1947 ocorreu um eclipse do Sol que teve sua faixa cruzando o território brasileiro. A cidade de Bocaiuva (MG) recebeu diversas expedições científicas para a realização de observações, coleta de dados e posteriores estudos sobre o fenômeno. As circunstâncias do imediato pós-Segunda Guerra Mundial conferiram um grande destaque na imprensa nacional e internacional a este evento, produzindo registros em diferentes mídias, Bocaiuva – cidade que recebeu a maioria das expedições científicas para a observação do fenômeno – e para a auto-afirmação de sua identidade como um local de produção de conhecimento.
Bocaiuva recebeu uma expedição de importantes pesquisadores e cientistas para o estudo do fenômeno, como o engenheiro e físico estadunidense Lyman James Briggs, diretor do National Bureau of Standards e que liderou a equipe do National Geographic Society, e o astrônomo belgo-americano George Van Biesbroeck, que confirmou a Teoria da Relatividade, em 1952. A vinda do físico Albert Einstein até Bocaiuva, nesse período, é controversa e polêmica. Não há confirmação de que o famoso físico alemão esteve na cidade.
04 - Brasópolis

Observatório do Pico dos Dias em Brasópolis MG. Foto de Joelmir Barbosa, um dos mais brilhantes fotógrafos da atualidade.
Brasópolis tem aproximadamente 20 mil habitantes e fica no Sul de Minas, na Serra da Mantiqueira. Cidade pacata, bonita, bem cidade, dotada de uma ótima infraestrutura urbana e uma natureza exuberante em sua volta. Na cidade existe o Observatório do Pico dos Dias, coordenado pelo Laboratório Nacional de Astrofísica, que, além de ser um dos símbolos da cidade, é um ponto turístico.
05 - Serra da Piedade
A Serra da Piedade é uma formação rochosa situada na Microrregião de Belo Horizonte, município de Caeté, no Brasil. Possui uma altitude de 1.746 metros. Pertencente à região metropolitana de Belo Horizonte, é um divisor de águas, contribuindo para a formação do Rio Doce, entre outros. É a continuação da Serra do Curral e localiza-se no limite norte do Quadrilátero Ferrífero, sua altitude chega aos 1746 metros de altura, por isso os ventos são constantes na região, e durante o inverno é comum a formação de geada.(na foto acima  de Elvira Nascimento)
Abriga o Observatório Astronômico da UFMG e os radares do CINDACTA, que monitoram os céus da região. O santuário de Nossa Senhora da Piedade, a padroeira do estado de Minas Gerais, é um local tradicional de romarias e está vinculado a muitas lendas.
Pode ser feito pela BR-381, e seguindo pela rodovia MG-435 (entrada no trevo de acesso a cidade de Caeté), e acesso ao Santuário com percurso de aproximadamente 5 Km. É o primeiro ponto de visitação turística da cidade de Caeté.
Com acesso também pela cidade de Sabará, MG, com duração aproximada de 1 hora e 15 minutos, partindo do centro de BH, com uma estrada bastante sinuosa.
06 - Ipuiuna

Observar a estrelas em Santa Rita de Caldas, Poço Fundo, Caldas e em Ipuiuna, na foto acima do Joelmir Barbosa, é um privilégio. Essas cidades ficam no Sul de Minas. São propícias para o Ecoturismo, já que possuem belas montanhas, lindas paisagens, inúmeras áreas naturais e picos que possibilitam uma visão maravilhosa, como o morro da Boa Vista, em Ipuiuna, com 1558 metros. 
07 - Alto Caparaó
A cidade tem aproximadamente 8 mil habitantes. (foto acima de Diego Sanches) É bela, singela e pacata. Pertence a Zona da Mata Mineira próximo a divisa com o Espírito Santo no município ficam localizados o Pico do Cristal com 2.770 metros de altitude e o lado mineiro do Pico da Bandeira, com 2.891,98 metros de altitude, o ponto mais alto de Minas Gerais e o 3° mais elevado do Brasil, localizado na divisa com o município capixaba de Ibitirama. A Serra do Caparaó tem a segunda maior cota de altitude do Brasil, perdendo apenas para a Serra do Imeri, sendo a menor cota de altitude de 997m, nela se localiza o maior desnível do Brasil.
08 - São Tomé das Letras
São Tomé das Letras tem em média 8 mil habitantes. (foto acima de Robson Rodarte) É uma localidade tipicamente serrana, edificada sobre um largo depósito mineral de quartzito do neoproterozoico, que é conhecido como "pedra de são tomé" e que é utilizado largamente na pavimentação de bordos de piscinas, na construção de algumas casas no município, no calçamento das ruas e na elaboração do artesanato local.
Seu ar rústico, típico do interior de Minas Gerais, e sua localização montanhosa e elevada a 1 440 metros acima do nível do mar (permitindo a observação de praticamente toda a região ao redor) fazem com que a cidade seja destino preferido de muitos turistas entusiastas da natureza e de gentes ligadas às artes em geral, tendo sido inclusive cenário para a minissérie Filhos do Sol da extinta Rede Manchete. A cidade também atrai visitantes em busca de supostas aparições de ovnis na cidade.
Existem diversas opções de visita obrigatória, como a Gruta São Tomé, Gruta do Carimbado, Casa da Pirâmide, formações rochosas (a Pedra da Bruxa é a mais famosa), as cachoeiras Eubiose, Véu de Noiva, Paraíso, Lua, Antares entre outras, e corredeiras como Shangri-lá, Sobradinho e inúmeras outras em toda região.
As estradas da região são de terra em boas condições. Há muitas trilhas para bicicletas e encontros periódicos de praticantes de motocross e off road. Entre os caminhos mais interessantes, estão as estradas até Carrancas e Aiuruoca.

Alguns acreditam que São Tomé seja um dos sete pontos energéticos da Terra, o que atrai, para o lugar, místicos, sociedades espiritualistas, científicas e alternativas, o que dá razão a outro nome da cidade: "Cidade Mística". (foto acima de Jerez Costa)
Além disso, a cidade tem o centro histórico tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais desde 1996. Embora adulterado, ainda possui grande significado cultural e ecológico. A Igreja Matriz começou a ser construída em 1785 e possui retábulos do período rococó e o forro marcado pela excelência da pintura do artista colonial Joaquim José da Natividade. A Igreja de Pedra, tombada em 1985, também é do século XVIII. 
09 - Serro e Santo Antônio do Itambé
Os municípios do Serro e Santo Antônio do Itambé, abrigam um dos mais belos picos de Minas Gerais: o Pico do Itambé com seus 2002 metros de altura, na Serra do Espinhaço. O céu, as estrelas e a lua tem uma vista linda, nesses municípios mas do alto do Pico do Itambé, a noite estrelada é deslumbrante. (foto acima de Glacuco Umbelino no alto do Pico do Itambé)
Também chamado de “teto do sertão mineiro”, o Itambé é um dos pontos mais altos da Serra do Espinhaço e do interior mineiro. De cima, a vista domina mais de uma centena de quilômetros ao redor do pico. Toda a região tem o Itambé como guia e referência. Nos primórdios de Minas Gerais, chegou a ser considerado o mais alto do estado. Foi o marco referencial para os naturalistas, exploradores e bandeirantes que passaram pela região, desde o século XVI. A cadeia de elevações que o cerca é de fundamental importância para Minas, por ser a vertente de três das principais bacias hidrográficas do estado: as bacias do São Francisco, do Jequitinhonha e do Rio Doce.
10 - Poço Fundo
Poço Fundo é um município brasileiro do estado de Minas Gerais. Sua população estimada em julho de 2016 era de 16 841 habitantes.
Localizado no sul de Minas Gerais, fica a 395 km de Belo Horizonte. (na foto Zona rural de Poço Fundo MG, fotografado por Joelmir Barbosa) O município é cortado pela rodovia MG-179 e é delimitado pelos municípios de Machado, Espírito Santo do Dourado, São João da Mata, Carvalhópolis, Turvolândia, Campestre, Ipuiúna e Caldas.
Com área de 475 km², clima tropical-temperado, temperatura média anual de 20 °C e altitude máxima de 1435m, Poço Fundo é muito procurado por suas cachoeiras e pelos encantos da noite, das estrelas, da lua. É maravilhoso contemplar as noites de lua cheia e céu estrelados.
O município faz parte do circuito turístico Caminhos Gerais e é servido pela rodovia MG-179. O acesso ao distrito de Paiolinho é feito pela rodovia AMG-1555. 

(Por Arnaldo Silva, com fontes de algumas informações: Wikipédia)

quarta-feira, 10 de maio de 2017

16 lindas e charmosas praças de Minas Gerais

Minas Gerais tem milhares de lindas praças em seus 853 municípios. Muitas delas, não são apenas cartões postais das cidades, mas também do Estado como por exemplo a Praça da Liberdade em Belo Horizonte e a Praça da Matriz de Santa Maria do Salto, no Vale do Jequitinhonha, na foto acima de Davi Porto. Não dá para colocar todas as nossas lindas praças num só post. Selecionamos apenas 16 para mostrar o encanto e charme de nossas belas praças de Minas. 
01 - Praça da Matriz de Santa Maria do Salto
Abraçada por uma cadeia de montanhas de pedras ai está Santa Maria do Salto no Vale do Jequitinhonha (na foto acima enviada por Márcia Porto). Quem chega à cidade Mineira se encanta ao avistar da estrada as enormes pedreiras que destacam um lindo visual à cidade! Envolvida por uma linda praça, lá está a igrejinha de Nossa Senhora da Conceição, inundando de saudável orgulho os fiéis do catolicismo local.
02 - Praça da Matriz de Santana dos Montes
Santana dos Montes fica a 130 km de Belo Horizonte, na região central de Minas Gerais. A praça (foto acima do Barbosa) está localizada em frente a Igreja Matriz, tombada pelo patrimônio histórico (IEPHA). A cidade é bem calma, tranquila e pacata.Tem menos de 4 mil habitantes e um rico casario colonial e fazendas centenárias também tombados pelo Iepha.
03 - Praça Prefeito Ronaldo Dutra Borges em Rio Novo
A Praça Prefeito Ronaldo Dutra Borges (na foto acima de Thelmo Lins) é uma das mais belas de Minas. Faz parte da história de fundação do Município de Rio Novo, na Zona da Mata Mineira. Na praça se encontram diversos casarões com uma arquitetura bem eclética. É o local mais importante, do ponto de vista afetivo por ser uma linda praça, muito bem cuidada e por fazer parte da história de Rio Novo.
04 - Praça Cônego Ulisses de Campo Belo
Corredor de árvores na Praça Central de Campo Belo (na foto acima de Rafael Cevidanes), na Região Oeste de Minas. O centro da cidade é dotado de praças lindas, bem cuidadas
05 - Praça da Estação de Curvelo
Curvelo é uma tradicional e linda cidade da Região Central de Minas. Tem tradição religiosa e belas paisagens urbanas, entre elas, a Praça da Estação Ferroviária. (na foto acima de Luiz Gustavo de Assis Moreira)
06 - Praça Clarimundo Carneiro em Uberlândia
A Praça Clarimundo Carneiro (na foto acima de Eduardo Afonso), está localizada entre as avenidas João Pinheiro, Afonso Pena e rua Bernardo Guimarães, bairro Fundinho, região Central de Uberlândia, sendo uma das principais praças da cidade. No centro da praça, há um coreto e o Palácio dos Leões, que era a antiga Câmara Municipal da cidade, e que hoje é o Museu Municipal.
07 - Praça Tiradentes em Teófilo Otoni
A Praça Tiradentes (na foto acima de Sérgio Mourão) conta com atrações imperdíveis de Teófilo Otoni. No local podem ser vistas e compradas as famosas gemas brutas e lapidadas que deram o título à cidade de “Capital Mundial das Pedras Preciosas”. Estes minerais podem ser encontrados nas bancas e com os corretores autônomos que ficam na praça. Outra atração única deste espaço são os simpáticos bichos-preguiça que habitam as copas árvores e, vez por outra são vistos e até descem para fazer a alegria de moradores e turistas. A “Tiradentes” também guarda outra relíquia do passado da região: a Poxichá. Trata-se da primeira locomotiva que puxava os vagões da extinta Ferrovia Bahia-Minas, que ligava o Nordeste Mineiro ao Sul da Bahia. Aos domingos a Praça recebe no seu anfiteatro apresentações de músicos locais. Os horários das apresentações são de 11:00h as 14:00h e das 20:00h as 22:30h. (informações da Prefeitura)
08 - Praça da Matriz de Bom Despacho
Bom Despacho é uma bela cidade do Centro Oeste de Minas, a 150 km da capital, pela BR 262. Seu mais importante cartão postal é a Igreja Matriz datada de 1927 e sua bela praça, construída na década de 1970. (na foto acima de Pedro Couto)
10 - Praça dos Dinossauros em Coração de Jesus
Achados paleontológicos colocam a cidade de Coração de Jesus, no Norte de Minas, como a cidade dos Dinossauros. O local dos achados tem o nome de Vale dos Dinossauros. No perímetro urbano, a Praça dos Dinossauros, que contém esculturas de Dinossauros criadas  por Markus Moura e pinturas de Daniel Arthes, inaugurada em fevereiro de 2014, é hoje um dos pontos mais visitados da cidade. (na foto acima de Bezete Leite)
11 - Praça Gomes Freire em Mariana
Construída em 1747 no Governo do Conde de Assumar, para ser palco de cavalhadas, touradas, festas religiosas e reais, a Praça Gomes Freire é uma das mais antigas praças de Minas Gerais. Já se chamou Largo da Cavalhada e Largo do Rócio. No século XIX, depois da Proclamação da Independência do Brasil, passou a se chamar Praça da Independência e por fim, já na metade do século XX, o nome atual,  Praça Gomes Freire (na foto acima de Sônia Fraga) , em homenagem ao Dr. Gomes Henrique Freire de Andrade, famoso médico e político local. É um dos locais mais visitados de Mariana por sua beleza, lindo casario do século XVIII no entorno e tranquilidade que proporciona.
12 - Praça Cônego Victor em Três Pontas 
A Praça Cônego Victor (na foto acima de Cristina Pimenta Krauss) está no centro da cidade de Três Pontas, no sul de Minas Gerais.Nela encontra-se a Igreja Matriz Nossa Senhora da Ajuda, o Coreto e uma herma em homenagem a Padre Victor. A praça, também chamada simplesmente de Praça da Matriz, é um dos espaços mais conhecidos na cidade. Este logradouro marca o local onde iniciou-se a vila que se tornaria cidade sendo, portanto, palco de importantes acontecimentos da história do município.
13 -Praça Monsenhor Mendes em Catas Altas
Catas Altas é uma das mais belas cidades históricas de Minas Gerais. Fica a 137 km de Belo Horizonte.É onde está a Serra e o Santuário do Caraça, um dos lugares mais visitados em Minas. A praça principal é um dos cartões postais de Minas Gerais. (na foto acima de Elvira Nascimento)
14 - Praça Mário Zucato em Monte Sião
A praça Mário Zucato (na foto acima de Marcos Pieroni) é uma das mais belas praças de Monte Sião, no Sul de Minas e um dos cartões postais do Estado de Minas. O nome da praça é em homenagem ao primeiro prefeito da cidade e inaugurada em 1941. Além de jardineiros, artistas cuidam da praça, dando formato de animais às diversas árvores do local, o que faz da praça o ponto turístico mais visitado da cidade.
15 - Praça da Liberdade em Belo Horizonte
É um dos locais mais visitados de Belo Horizonte e cartão postal de Minas e do Brasil. Segundo consta na Wikipédia a construção da praça foi iniciada na época da fundação da nova capital mineira (1895-1897). Situada no ponto mais alto da área inicial da cidade (circunscrita à Avenida do Contorno) a praça foi feita para abrigar a sede do poder mineiro, os prédios do Palácio do Governo e das primeiras Secretarias de Estado obedecem a tendência da época - estilo eclético com elementos neoclássicos . Ao longo dos anos, o complexo foi recebendo construções de diferentes estilos arquitetônicos. (foto acima e abaixo de Paulo Braz)
Instalado em prédios públicos do entorno da Praça da Liberdade, o Circuito Cultural Praça da Liberdade, um dos maiores complexos do gênero do país,e formado por dez espaços culturais que integram arte, cultura popular, conhecimento e entretenimento.
Compõem o Circuito Cultural Praça da Liberdade, o Centro Cultural Banco do Brasil de Belo Horizonte, o Espaço do Conhecimento UFMG, em parceria com a UFMG; o Museu das Minas e do Metal, em parceria com a Gerdau; o Memorial Minas Gerais, com patrocínio da Vale e o Centro de Arte Popular, da Cemig; a Casa Fiat de Cultura, em parceria com a FIAT; o Centro de Formação Artística, em parceria com a Fundação Clóvis Salgado, o Horizonte SEBRAE, em parceria com o SEBRAE. Ainda integram o complexo cultural, outros quatro espaços públicos que passaram por recente processo de revitalização: o Palácio da Liberdade, a Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa, o Arquivo Público Mineiro e o Museu Mineiro. Recentemente incorporou ao Circuito as instalações do BDMG Cultural.
16 - Praça Pedro Sanches em Poços de Caldas
É uma das mais belas praças de Poços de Caldas e também de Minas. Construída em 1928, preserva ainda suas características originais. Fica bem no centro da cidade. Seu nome foi em homenagem ao Doutor Pedro Sanches, um dos mais importantes médicos da cidade. (foto acima de Joelmir Barbosa) É um dos principais pontos turísticos da cidade, rodeada por por um complexo arquitetônico charmoso como o complexo hidro-mineral hoteleiro e turístico da cidade, bem como é palco para eventos culturais e artísticos como a Sinfonia das Águas, eventos da Terceira Idade, serestas, chorinhos e outros.   Nas noites dos finais de semana, acontecem apresentações de seresta e chorinho. 

terça-feira, 9 de maio de 2017

Águas que jorram das serras e o Jardim do Brasil

Serra da Canastra e Serra do Cipó. Suas águas matam a sede, unem cidades, pessoas e geram vidas.
Com uma área de 200 mil hectares, o Parque Nacional da Serra da Canastra foi criado em três de abril de 1972, com o objetivo de proteger as nascentes que formam o que nasce de um simples filete d’água no alto de uma serra em São Roque de Minas, na Região Oeste do estado. (na foto acima de Raul Moura) Um cenário de belezas espetaculares, com paredões e cachoeiras fenomenais, como a Cascadanta, com seus 186 metros de queda livre. Estamos falando do mais famoso rio brasileiro, o Rio São Francisco, que de sua nascente até sua foz, percorre 521 municípios, em cinco estados brasileiros. 
O paredão da Canastra, que deu nome a serra, é um das mais belas formações rochosas de Minas. É visível de longe. Tem a forma de uma canastra, por isso o nome. No entorno do Parque, além de São Roque de Minas, temos Vargem Bonita, São João Batista do Glória, Medeiros, Piumhi, Sacramento, Capitólio e Delfinópolis, municípios com belezas naturais que atraem amantes do ecoturismo de todo o Brasil. Você pode conhecer a região numa 4x4, de bike ou pelo alto com passeios de balão, que duram cerca de uma hora.(na foto de Arnaldo Silva, a Cachoeira da Cascadanta)
Além da aventura e passeios pelas trilhas e cachoeira da Canastra, o visitante tem à disposição a típica culinária mineira, preservada há séculos. A iguaria mais famosa da região é sem dúvida o queijo Canastra, feito de leite cru, da mesma forma que 200 anos atrás. O queijo Canastra tem sabor forte, denso, um pouco picante e encorpado. Isso porque a altitude, o clima, as pastagens nativas e as águas cristalinas que brotam da serra são os ingredientes especiais que dão sabor ao queijo Canastra. (foto abaixo de Arnaldo Silva do queijo Canastra Real)
Não irá encontrar outro queijo igual no mundo. O queijo feito na Serra da Canastra tem origem, historia e sabor único. Por isso, recebeu em 2008, o título de Patrimônio Imaterial do Brasil, concedido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
A Serra do Cipó " é o jardim do Brasil" 
Essa frase é do paisagista Roberto Burle Marx, por ser a Serra do Cipó um santuário onde existem 1700 espécies da nossa flora, sendo uma das maiores diversidades de flora no mundo. (na foto acima de Marcelo Santos, Sempre-Vivas da Serra do Cipó)
Essa é a nossa Serra do Cipó. As flores da Serra e o sorriso simpático do Juquinha, eremita imortalizado em estátua no coração da Serra do Cipó e às margens da MG-010, te dão boas vindas (na foto ao lado de com Sila Moura). Juquinha era um senhor simples, bondoso, que vivia pela região distribuindo flores e sorrisos, se tornando uma das figuras mais carismáticas e populares de Minas. As duas estátuas do Juquinha são atrações no parque. Todos que visitam a Serra do Cipó fazem questão de visitar as estátuas e fazerem selfies.
Na Serra do Cipó você não pode deixar de conhecer os sítios arqueológicos, com pinturas rupestres da nossa pré-história, o cânion das bandeirinhas, o mirante, a cachoeira Véu da Noiva, a Cachoeira Grande (na foto abaixo de Marcelo Santos) o povoado de Fechados e a Lapinha da Serra, um pacato distrito de Santana do Riacho a mais de mil metros de altitude. 
O parque Nacional da Serra do Cipó fica apenas 100 km de Belo Horizonte entre as cidades de Jaboticatubas, Morro do Pilar, Santana do Riacho e Itambé do Mato Dentro. É um santuário que guarda cerca de 1700 Além de paisagens maravilhosas, cachoeiras fabulosas, o visitante pode apreciar a típica comida mineira, as nossas mais diversas quitandas, doces, queijos, cafés especiais, queijos, artesanato mineiro e vinhos e cervejas artesanais. (Por Arnaldo Silva)

sábado, 6 de maio de 2017

Conheça Marliéria

Cercada de montanhas e verdes paisagens, com um clima agradável, habitada por uma gente simples, alegre e acolhedora. Assim é nossa pequena e típica cidade mineira de Marliéria. (na foto acima de Elvira Nascimento)
Mirante do Jacroá. Fotografia de Elvira Nascimento
Visitar Marliéria é sentir a magia quase intacta do interior de Minas Gerais. Ainda respiramos um ar puro e, por onde olhamos, vemos muito verde. Ainda caminhamos preguiçosamente, dia e noite, com tranqüilidade pelas ruas. Puxamos dedo de prosa ou longa conversa nos bancos da praça, nas cadeiras das varandas ou, ainda, sentados nas calçadas. Conhecemos uns aos outros quase que totalmente.
Parque do Rio Doce. Fotografia de Elvira Nascimento
O progresso não nos atropela. Pelas ruas marlierenses há construções modernas e históricas, transitam carros e carroças, bicicletas e motos, labutam empresários, operários, agricultores, trabalhadores, estudantes, artistas e visitantes.
Vista parcial de Marliéria.  Fotografia de Elvira Nascimento
E as nossas festas! Temos vocação para a alegria, para a dança e para a música. Quem participa da nossa animação não esquece e quer voltar. Nas ruas, nos bares, nos eventos... tem gente que dança, que ri, que faz arte, que canta, que encanta!
Lagoa Silvana. Fotografia de Elvira Nascimento
Marliéria é um pedacinho de Minas Gerais, um pontinho do Brasil, mas é inteira no coração da sua gente que tem orgulho de ser marlierense, mineira e brasileira.
Texto e fotografias acima de Elvira Nascimento
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Marliéria localiza-se a leste da capital do Estado, distando desta cerca de 190 km. Faz parte da Região Metropolitana do Vale do Aço. Sua população em 2019 era de 4039 habitantes.

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