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sábado, 29 de abril de 2017

A Basílica de N. Senhora do Pilar em São João Del Rei

(Por Arnaldo Silva) A Catedral Basílica de Nossa Senhora do Pilar, mais conhecida como Igreja do Pilar, é um dos mais atraentes charmosos e belos templos de São João Del Rei e da arte colonial brasileira. Com uma riquíssima ornamentação interna e suas talhas douradas e pinturas em estilo Rococó, encanta e impressiona os visitantes pela riqueza de seus detalhes. Na Matriz, tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), está instalada ainda a sede da Diocese de São João Del Rei, uma das mais importantes cidades históricas de Minas Gerais, distante 190 km de Belo Horizonte, na região do Campo das Vertentes, com via BR-040, pegando a BR-383. (foto acima de Deividson Costa/@deividsoncosta)
          Sua construção teve início em 1721, pela Irmandade do Santíssimo Sacramento. Foi concluída em 1750 em estilo arquitetônico típico das igrejas mineiras do século XVIII, com nave única, separando-a da capela-mor por um arco, teto em abóbada rebaixada, altares nas laterais e coro sobre a entrada. A Basílica do Pilar, erguida em alvenaria e pedra teve sua fachada desenhada por Francisco de Lima Cerqueira. (fotografia acima de Matheus Freitas/@m.ffotografia)
          Devido ao crescimento da cidade e aumento do número de fiéis, houve necessidade de ampliar o espaço do templo para acomodar os fiéis que aumentavam. Com esse objetivo, no início do século XIX, a igreja passou por uma reforma, começando por sua fachada, com a construção de um adro, pavimentado em pedra, escadaria de acesso, pilastras em pedras e por fim, tempos depois, cercada por grade de ferro. Ainda no século XIX foram feitas reformas no forro interno, no assoalho, na sacristia, ampliação do espaço interno e construção de um cemitério novo. Com as reformas, a Igreja só foi concluída em 1863. 
  Devido ao longo tempo entre o início de sua construção em 1721 até a conclusão final de sua obra e reformas em 1863, a Basílica do Pilar (foto acima de Matheus Freitas/@m.fffotografia) recebeu traços arquitetônicos de épocas diferentes, podendo ser notado em sua arquitetura e talhas, traços do estilo chão e Joanino, que predominou no início do século XVIII, antes do desenvolvimento da identidade arquitetônica mineira, o Barroco, passando por traços do Rococó e finalmente, os traços do estilo neoclássico,  que passou a ter influência em nossa arquitetura a partir de meados do século XIX.  
  Um dos destaques da Basílica do Pilar (na foto acima de Wellington Diniz) é sua decoração interna. É impressionante sua riqueza, detalhes e brilho das talhas douradas que mesmo com as reformas feitas, foi preservada das influências neoclássicas da fachada. Em seu interior, principalmente, seu altar, predomina o estilo Barroco Joanino e Rococó de sua origem, destacando o altar-mor e duas grandes telas, representando a Última Ceia de Jesus e Jesus na Casa de Simão, que vieram de Portugal em 1732, compõem o cenário o altar da Basílica. 

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Vesperata de Diamantina

(Por Arnaldo Silva) A Vesperata é um evento único em Minas Gerais e um dos mais importantes eventos musicais do país. Sua origem é do século XIX, onde os músicos tocavam seus instrumentos das sacadas dos casarões para as pessoas que passavam nas ruas da cidade histórica, no período das vésperas, uma parte da Liturgia das Horas, também chamada de Ofício Divino. Vésperas é a tradicional oração pública e comunitária oficial da Igreja Católica, celebrado à tarde, entre 15 e 18 horas. (foto abaixo de Elvira Nascimento)
A tradição da Vesperata ressurgiu a partir de 1998, quando a cidade ganhou o título de Patrimônio Cultural da Humanidade. O formato do evento, que antes era religioso e a tarde, passou a abranger a cultura popular e valorizando a vocação musical da cidade, com apresentação de músicas de qualidade, para todos os gostos e idades, à noite.
O evento acontece na Rua da Quitanda com músicas tocadas pela Banda Mirim Prefeito Antônio de Carvalho Cruz e Banda do 3º Batalhão da PMMG. Nas sacadas dos casarões ficam os músicos e sobre tablados, cercados pelo público (como podem ver na foto acima de Elvira Nascimento), ficam os maestros, que revezam na regência. Na rua, são colocadas mesas e cadeiras para o o público que curte e canta as canções, tendo ainda a oportunidade de experimentar a culinária tipicamente mineira diamantinense, preparada pelos chef´s locais e os vinhos finos produzidos em Diamantina. 
O ministério do Turismo reconheceu a Vesperata como importante produto turístico-cultural do Brasil, premiando o evento com o Troféu Roteiros do Brasil, por promover a Sustentabilidade Cultural no Município. (foto acima de Elvira Nascimento)
Veja a programação da Vesperata para 2020
Abril: 18 e 25
Maio: 16 e 23
Junho: 06 e 20
Julho: 04 e 11
Agosto: 01, 15 e 29
Setembro: 05, 19 e 26
Outubro: 10 e 17
A Vesperata é um evento único, emocionante, ímpar e sem igual. Por isso atrai todos os anos milhares de turistas à Diamantina. É imperdível e emocionante!

quinta-feira, 27 de abril de 2017

1985 - Ano em que nevou em Minas Gerais!

(Por Arnaldo Silva) Sim, já nevou em Minas. Foi em 10 de junho de 1985 quando as temperaturas chegaram a 15 graus negativos e em 1988 com 6 graus negativos, na Região do Parque Nacional do Itatiaia em Itamonte, Sul de Minas, na divisa com o Rio de Janeiro que também nevou. 60% do Parque Nacional do Itatiaia está em Minas Gerais e 40 % no Rio de Janeiro. A altitude na região varia de 600 a 2.791 metros, sendo o ponto culminante, o Pico das Agulhas Negras.
Foi uma festa só tanta neve e tanto frio. Segundo os meteorologista, nesse dia, 10/06/85, as temperaturas oscilaram entre 8 e 15 graus negativos, sendo seu ápice na madrugada desse dia, por volta das 3 da manhã alcançando o pico de -15º C, diminuindo gradativamente ao longo do dia. Quando souberam que estava nevando no Itatiaia,  quem estava nas redondezas subiu para o Parque, para ver de perto o fenômeno e brincar com a neve, além de fotografar e registrar esse momento raro para os mineiros. 
Veja fotos e a reportagem do Jornal Nacional da neve em 1988 que está nesse link no youtube: https://www.youtube.com/watch?v=QmbaKmDiFVQ
 
Neve no ano de 1985 - Parque Nacional do Itatiaia
Copyright ©: Benedito Augusto Alves (Seu Benedito, ourives);
Acervo: Jorge Lus Nogueira

Neve no ano de 1985 - Parque Nacional do Itatiaia
Copyright ©: Benedito Augusto Alves (Seu Benedito, ourives);
Acervo: Jorge Lus Nogueira

Itamonte - Sul de Minas - 10 de junho de 1985 - 15 graus negativos
Neve no Parque Nacional do Itatiaia no ano de 1985. 
Copyright © - Márcia Jardim
Neve no Parque Nacional do Itatiaia no ano de 1985.
Copyright © - Márcia Jardim

Neve no Parque Nacional do Itatiaia no ano de 1985. 
Copyright © - Márcia Jardim
Neve no ano de 1985 - Parque Nacional do Itatiaia
Copyright ©: Benedito Augusto Alves (Seu Benedito, ourives);
Acervo: Jorge Lus Nogueira

Neve no ano de 1985 - Parque Nacional do Itatiaia
Copyright ©: Benedito Augusto Alves (Seu Benedito, ourives);
Acervo: Jorge Lus Nogueira
Neve no ano de 1985 - Parque Nacional do Itatiaia
Copyright ©: Benedito Augusto Alves (Seu Benedito, ourives);
Acervo: Jorge Lus Nogueira
Abrigo Rebouças
Neve no ano de 1985 - Parque Nacional do Itatiaia.
Copyright ©: Benedito Augusto Alves (Seu Benedito, ourives);-
Acervo: Jorge Lus Nogueira

Mesmo com 15 graus negativos, ao saberem da notícia de que estava nevando em Itamonte, centenas de pessoas foram para o Parque do Itatiaia ver a neve pela primeira vez. Foi um espetáculo. 
Quem presenciou esse fenômeno em Minas Gerais, não economizou nas brincadeiras e nas fotos. 
Neve no Parque Nacional do Itatiaia no ano de 1985. 
Copyright © - Márcia Jardim
Neve de 1985, proximo ao Hotel Alsene. Ao fundo torres de Furnas.
Na foto: Vicente Zaccari. Foto: Gabriel Fichter Zaccari
Fotos gentilmente autorizadas para publicação na Conheça Minas pelo José Paulo, Administrador da página https://www.facebook.com/ItamonteMG/, com concordância dos detentores dos direitos patrimoniais das imagens.

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Pitangui:Sétima Vila do ouro de Minas Gerais

(Por Arnaldo Silva) 1715 marca o surgimento da Sétima Vila do Ouro de Minas Gerais, com a chegada da bandeira de Bartolomeu Bueno da Siqueira em Pitangui, no início do Ciclo do Ouro, para explorar as minas da região. Elevada a cidade em 1855, Pitangui, distante 125 km de Belo Horizonte, na Região Centro Oeste do Estado, guarda relíquias e história dos tempos do Brasil Colônia, fazendo parte da Associação das Cidades Históricas de Minas Gerais e Circuito Verde – Trilha dos Bandeirantes. Segundo o IBGE, em 2019, eram 27.989 moradores na cidade que faz divisa com Conceição do Pará, Pompéu, Papagaios, Onça do Pitangui, Maravilhas, Leandro Ferreira e Martinho Campos.(foto abaixo de Vicente Oliveira) 
Considerada a "Mãe" do Centro Oeste Mineiro, foi a primeira cidade da região e a sétima Vila do Ouro de Minas Gerais. Berço de outros de 42 novos municípios, que eram seus distritos, transformando-se em cidades ao longo dos mais de 300 anos da historia de Pitangui.
A cidade tem um rico acervo histórico e arquitetônico preservados, que conta a história do Brasil Colônia. (foto acima de Vicente Oliveira) Ao longo de seus mais de 300 anos de história, Pitangui esteve presente nos principais acontecimentos do Brasil, seja na política, na cultura, nas artes, na educação e na televisão, cedendo notáveis talentos, que muito contribuíram para Minas Gerais e o Brasil como Domingos Rodrigues Prado, que liderou a primeira revolta na colônia contra os abusos na cobrança do quinto entre 1713 e 1720. O Padre Belchior Pereira de Oliveira que como confidente e conselheiro de Dom Pedro I, teve grande participação na Independência do Brasil. Gustavo Capanema, que foi ministro da Educação de 1934 até 1945, sendo o mais longevo ministro no cargo da história da República, dentre outras personalidades. (na foto abaixo de Eliane Torino, a Capela de Nossa Senhora do Carmo e São José)
            Além de políticos influentes tanto no Império, quanto na República, em Pitangui se destacou duas das mais importantes matriarcas mineiras do século XVIII e XIX. Dona Maria Felisberta da Silva, a Maria Tangará e Dona Joaquina Bernarda da Silva de Abreu Castelo Branco, a Dona Joaquina do Pompéu. Duas mulheres de grande notoriedade, riqueza e poder que deixaram um pouco de suas histórias na cidade. Dotadas de personalidades fortes, liderança e enorme poder econômico, influenciaram em muito a sociedade mineira naquela época, principalmente Dona Joaquina, que teve sua vida e fama enraizada em Nossa Senhora da Conceição de Pompéu, distrito de Pitangui na época, hoje cidade de Pompéu.      
         
          Um dos patrimônios de Pitangui é o casarão onde Maria Tangará viveu, construído nos primeiros anos do século XIX. (foto acima de Nicodemos Rosa) Um imponente e luxuoso sobrado com três andares. Construído por seu marido, Inácio Joaquim da Cunha para ser o Paço Governamental da Província de Minas Gerais, acabou virando residência do casal.
          O casarão foi sede do Fórum, do Externado Municipal, do Colégio Padre João Porto, da Casa da Intendência e em 1930 transformado em Grupo Escolar Benedito Valadares. Atualmente funciona no casarão a Escola Estadual José Valadares. 
          Conhecer Pitangui (foto acima de Nicodemos Rosa) é fazer uma volta ao tempo e na história do Brasil Colônia, do Império e da República. Em Pitangui, podem-se conhecer os traços arquitetônicos que marcaram a arquitetura brasileira nos três últimos séculos, como construções do século 18, dos primórdios da chegada dos bandeirantes no século XVIII, com os suntuosos sobrados do século 19, na época do Império e as construções ecléticas do início do século 20, nos tempos da República. Esses traços podem ser percebidos em capelas, igrejas, destacando a Igreja de São Francisco de Assis, datada de 1850 em estilo Barroco  e de Nossa Senhora do Pilar, em estilo neogótico, datada de 1920, além de fazendas centenárias e construções dos séculos XVIII e XIX, presentes no município, como pode ver na foto abaixo do Nicodemos Rosa.
          Destaca-se nessas construções e merece vista a quem visitar Pitangui, o Instituto Histórico de Pitangui, prédio histórico, com mobília dos tempos coloniais, guardando peças sacras dos séculos 18, 19 e 20, livros e arquivos judiciais da sede e de outras 42 cidades do Centro Oeste Mineiro, antes distritos de Pitangui, fotografias dos séculos 19 e 20, relíquias indígenas, peças dos tempos da Escravidão, máquinas tipográficas, dentre outras peças. O local é uma verdadeira sala de aula sobre nossa história. 
No município, encontra um pequeno trecho da Estrada Real, aberta no século 18, que ligava a Vila até Paracatu, seguindo até Goiás Velho. 
          Tem ainda o Cristo Redentor, junto à capela da Serra da Cruz do Monte quer proporciona uma vista muito bonita das redondezas. Atrativos naturais como a mina d´água da Gameleira, as Matas do Céu, da Rocinha e da Pedreira, o Rio São João e o Rio Pará (na foto acima de Nicodemos Rosa), afluente do Rio São Francisco, são atrativos além de sua arquitetura histórica. 
Pitangui oferece bons restaurantes, lanchonetes e bares a seus visitantes, bem como hotéis e pousadas que cabem em todos os bolsos, incluindo hotéis fazendas, com casarões históricos (como a Fazenda Ponte Alta, na foto acima do Nicodemos Rosa).

quarta-feira, 19 de abril de 2017

As cidades da Região Oeste de Minas

(Por Arnaldo Silva) A região do Oeste de Minas é formada por 44 municípios, divididos em cinco microrregiões com sedes nas cidades de Piumhi, Divinópolis, Formiga, Campo Belo e Oliveira, contando atualmente com cerca de 1.100.000 habitantes. É uma das regiões mais desenvolvidas e industrializadas de Minas Gerais e de grande potencial turístico, com IDH-M, (Índice de Desenvolvimento Humano) bem alto, com bom padrão de renda e setor de serviços de boa qualidade.A região tem sua origem no século XVII, durante a busca de ouro pelas bandeiras, e conta com cidades históricas e de grande importância para Minas Gerais.
          Na foto acima da Nilza Leonel, aos pés da Serra da Canastra, Vargem Bonita, cidade com apenas 2.148 habitantes. É a primeira cidade banhada pelo Rio São Francisco e abaixo, São Roque de Minas, na foto do Arnaldo Silva, feita do alto da Portaria do Parque da Canastra. Cidade com pouco mais de  7 mil habitantes, pacata, tranquila, aconchegante, bom uma ampla rede hoteleira, com pousadas rurais charmosas, além de excelentes restaurantes, é a principal entrada para o Parque Nacional da Serra da Canastra, onde está a nascente do Rio São Francisco. 

Vamos conhecer agora um pouco de cada microrregião do Oeste Mineiro.
01 - A microrregião de Oliveira
          Conhecida como "Princesa do Oeste, Oliveira (na foto acima do Saulo Guglielmelli), conta hoje com cerca de 42 mil habitantes e está a 150 km de Belo Horizonte. Sua história começa nas primeiras décadas do  século XVIII, com a chegada de viajantes portugueses, que pousavam nas terras onde é hoje é cidade, vindos pelo Caminho de Goiás. Alguns ficaram, foi formando um arraial, que prosperou, foi elevado à freguesia, vila e por fim, cidade emancipada em 19 de setembro de 1861. Oliveira guarda relíquias arquitetônicas dos tempos do Brasil Colônia, e também da arquitetura eclética e neo-clássica dos séculos XIX e XX, além de algumas construções, com traços germânicos em sua arquitetura, já que na cidade está instalada a Kromberg & Schubert, uma multinacional alemã, que desenvolve produz sistemas complexo de fiação para a indústria automotiva.
          Destaque na cidade, além de seus belos casarões, praças e monumentos atraentes, a Catedral de Nossa Senhora de Oliveira, construída em estilo gótico e traços romanos e a antiga matriz do século XVIII. (Fotografia acima de André Saliya) E ainda  tem como atração seu carnaval, a Semana Santa, o Reinado de Nossa Senhora do Rosário, uma festa muito bonita e tradicional na cidade, a estátua do Cristo Redentor a Casa da Cultura Carlos Chagas e outra belezas arquitetônicas e naturais do município.
         Conta uma ótima estrutura urbana, um variado comércio, indústrias de pequeno, médio e grande porte, e uma rede de prestação de serviços excelente, destacando seu pronto socorro, o maior da região. Além disso está numa região privilegiada, cortada pela BR-494, BR-369 e BR-381, cortada ainda pela ferrovia Barra do Paraopeba, antiga Estrada de Ferro Oeste de Minas, hoje sobre concessão da Ferrovia Centro Atlântica. A cidade conta também com um aeroporto, com terminal para embarque e desembarque, com pista de 1.180 metros de comprimento por 20 de largura, para aviões de pequeno e médio porte.
          Além de Oliveira, a microrregião é formada pelos municípios de Bom Sucesso, Carmo da Mata, Carmópolis de Minas, Ibituruna, Passa Tempo, Piracema, Santo Antônio do Amparo e São Francisco de Paula.
Ibituruna  
           Ibituruna (na foto acima do Marcelo Melo), município hoje com 3 mil habitantes, distante 220 km de Belo Horizonte. A cidade é conhecida como "Berço da Pátria Mineira" por ter sido o primeiro povoado que Fernão Dias, o mais importante dos bandeirantes, fundou em nosso território. Ibituruna foi fundada por Fernão Dias em março de 1674, sendo essa data, considerada como da fundação da cidade. Antes de Ibituruna, foram fundadas, por outras bandeiras, os povoados que deram origem às cidades de: Matias Cardoso, no Norte de Minas, fundado em 1660, Ouro Branco, na Região Central, em 1664, Sabará, em 1665, São Romão, em 1668 e Ibituruna, em 1674, sendo o quinto povoamento a surgir em Minas Gerais e o primeiro que o bandeirante Fernão Dias fundou em nosso território. 
          Ibituruna é de grande importância para Minas por ter sido o berço da formação do Oeste Mineiro e um dos berços da formação do Estado de Minas Gerais, bem como uma das mais antigas povoações do Estado. 
          De Fernão Dias, a cidade guarda o marco da fundação do arraial, uma pedra que demarcava a sesmaria, muito visitada por quem vem à cidade, conhecer sua história, arquitetura e belezas que ainda tem como atrativos a Matriz de São Gonçalo do Amarante, datada de 1769; Igreja de Nossa Senhora do Rosário, a Igreja de São Sebastião; a Praça Fernão Dias; a antiga Estação Ferroviária,  construída em 1887, dentro outros. Seu povo é hospitaleiro e muito acolhedor. 
Passa Tempo
          Passa Tempo é uma charmosa joia histórica do Oeste Mineiro, (na foto acima de Saulo Guglielmelli), distante 145 km de Belo Horizonte, contando hoje com pouco mais de 8 mil habitantes. Sua origem é do século XIX, tendo sido elevado à cidade em 30 de Agosto de 1911. Cidade tipicamente mineira, guarda em sua rotina, o estilo mineiro de viver, bem como valoriza e preserva sua religiosidade e a típica culinária mineira.
          A cidade é calma, tranquila, pacata, seu povo muito acolhedor, além de ser uma cidade charmosa e atraente. (foto acima de Saulo Guglielmelli) Seu moradores vivem do pequeno comércio, da agricultura, pecuária de corte e leiteira, de indústrias familiares e do artesanato, destacando a confecção de tapetes arraiolos, que são vendidos para todo o Brasil e exportado, devido a qualidade e bom acabamento dos tapetes.  
          A cidade tem fortes ligações com os cavalos, desde o século XIX, com destaque para a fazenda colonial Campo Grande, do Coronel Gabriel Andrade, benfeitor da cidade. A fazenda é hoje uma das relíquias da arquitetura barroca mineira e um dos lugares mais visitados na região. (foto acima de Saulo Guiglielmelli)
          Além da Fazenda Campo Grande, Passa Tempo, tem como atrativos a Casa da Cultura, o Observatório Ufológico, o primeiro na América Latina, construída pelo Ufólogo Antônio Faleiro, seu carnaval, seu casario em estilo colonial, a Matriz da cidade com seu charmoso coreto e seu bem conservado casario, em seu entorno, bem como belas paisagens rurais, fazendas centenárias charmosas, cachoeiras e outras belezas. 
São Francisco de Paula
          Cidade pacata, tranquila, charmosa, povo hospitaleiro, com cerca de 6.5007 mil habitantes, São Francisco de Paula (na foto acima do Aender Mendes) é uma das maiores produtoras de café do Brasil. São várias fazendas no município, cuja economia tem como base, principalmente a indústria cafeeira, destaque pela qualidade de seu café. A cidade organiza anualmente uma das mais importantes festas da região, a Festa do Café, com a presença de milhares de turistas e pessoas ligadas ao ramo do café, no Brasil. São Francisco de Paula se destaca ainda por suas tradições e vida típica das pequenas cidades mineiras, valorizando suas tradições culturais, religiosas e a gastronomia típica de Minas Gerais em seus restaurantes e pousadas pitorescas, além do município contar com belas paisagens, cachoeiras e montanhas, propícias para os amantes de esportes radicais. 
02 - A microrregião de Campo Belo           
          Cidade bem cuidada, origem histórica, do século XIX, tendo sido emancipada em 28 de setembro de 1879, Campo Belo (na foto acima do Fernando Protásio) é uma das mais belas, charmosas e atraentes cidades da região. Suas igrejas são belas, seu casario charmoso e bem cuidado, praças arborizadas, como a Praça Cônego Ulisses, uma das mais belas de Minas Gerais, além do município contar com belas paisagens naturais. É a quinta maior cidade do Oeste de Minas, com uma população de 55 mil habitantes, atualmente Está situada no entroncamento entre duas rodovias federais (BR-354 e BR-369), estando a 30 km da Rodovia Fernão Dias e a 226 km de Belo Horizonte. 
          Campo Belo (na foto acima de Fernando Protásio) é uma cidade com ótima estrutura urbana, uma boa malha viária, possui um aeroporto, com pista de pouso asfaltada, com 1420 metros de comprimento, além de um excelente comércio, com lojas diversas, colégios, faculdades, bares, hotéis, pousadas, pizzarias, supermercados, etc., além de um ótimo setor de serviços, atividade agrícola, com destaque o cultivo de café, feijão e arroz, a pecuária e derivados do gado, como laticínio, carne, couro, além de um parque industrial variado, com a mineração de granitos, argilas e calcário, indústria cerâmica, de base e destaque para as indústrias têxteis, sendo a cidade um polo nesse ramo.
          Além de Campo Belo, a microrregião é formada pelos municípios de Aguanil, Campo Belo, Cana Verde, Candeias, Cristais, Perdões e Santana do Jacaré.
Cristais

          Uma charmosa, atraente e aconchegante cidade, com origem no século XIX e ainda guardando, em sua arquitetura e paisagens, traços dos tempos do Brasil Colônia. Seu nome é tão atraente quanto a cidade, hoje com cerca de 13 mil habitantes. Estamos falando de Cristais, distante 255 km de Belo Horizonte. A origem do nome vem de um cristal de rocha (quartzo hialino), um mineral abundante na região, por isso o nome da cidade, Cristais. A cidade é bem estruturada, com um bom comércio, prestação de serviços de qualidade, além do charme de sua arquitetura e beleza de sua Matriz, dedicada à Nossa Senhora da Ajuda (na foto acima de Maurício Soares). 
          Na cidade, o cruzeiro do Morro da Boa Vista é um ótimo ponto para visitas, bem como as Montanhas dos Cristais, a Serra do Garimpo, a Pedra Misteriosa, caminhos reluzentes com restos da exploração de cristais, quando do auge na mineração, remanescentes do Quilombo do Ambrósio I e o Porto dos Mendes, que faz a travessia nas águas do Lago de Furnas até o município vizinho de Guapé.
Perdões
          Cidade histórica, com origens no inicio século XVIII, um casario colonial, eclético e neoclássico, bem preservado e elegante, cidade charmosa, às margens da BR 381. Essa é Perdões, cidade com cerca de 22 mil habitantes, distante 211 km de Belo Horizonte. Além de seu belíssimo casario, bem preservado, destaque para sua Igreja Matriz (na foto acima de Rogério Salgado) e a Igreja de Nossa Senhora do Rosário, datada  de meados do século XVIII, seu comércio variado, sua cultura, pitorescas e charmosas pousadas e restaurantes, a Represa do Funil, praças e monumentos, dentre outras atrações. 
03 - A microrregião de Piumhi
          Piumhi, (na foto acima de Nilza Leonel) tem suas origens no século XVII, tendo origem em um pequeno arraial, que prosperou, foi elevado à Vila em 1841 e emancipada em 20 de julho de 1868. Conta hoje com cerca de 35.000 habitantes e está distante 300 km de Belo Horizonte. Conhecida popularmente como a "cidade carinho", é a porta de entrada para o Parque Nacional da Serra da Canastra, estando apenas 80 km da Serra da Canastra, berço da nascente do Rio São Francisco e a 25 km do município de Pimenta e do distrito de Santo Hilário (na foto abaixo da Nilza Leonel), cidade e distritos banhados pelo Lago de Furnas, uma das opções de lazer na região. Piumhi conta ainda com igrejas, um charmoso casario com traços coloniais, eclético e moderno, mirantes, a Serra da Pimenta, do Andaime e do Cromo, bem como as manifestações religiosas e folclóricas preservadas.
          A cidade é charmosa, atraente, seu povo acolhedor e hospitaleiro, tanto é que foi eleita, em 2017, uma das 10 cidades mais hospitaleiras do Brasil, ficando em quinto lugar, segundo votação feita com os usuário da plataforma Airbnb. A base de sua economia é a pecuária de corte, de leite e agricultura, com destaque para o cultivo de milho, feijão, gado de corte e café, sendo o município, o quinto maior produtor de café do Estado, além de grande exportador de café.  Seu comércio é variado, contando a cidade com uma boa infraestrutura urbana e prestação de serviços eficientes. 
           O município faz parte da região queijeira da Canastra e vem vem se destacando nos últimos anos pela pela qualidade de seus queijos, com destaque para o Queijo Dinho (na foto acima, enviada pelo Igor Messias, a queijaria do Queijos Dinho em Piumhi), premiado no Brasil e recentemente com medalha de bronze no último Mondial du Fromage, concurso internacional de queijos, que acontece a cada 2 anos em Paris - França, o último foi em 2019.      
          A microrregião de Piumhi é formada pelos municípios de Bambuí, Córrego Danta, Doresópolis, Iguatama, Medeiros,  São Roque de Minas, Tapiraí e Vargem Bonita.
Iguatama
          Iguatama (na foto acima de Maurício Soares) conta hoje com cerca de 8 mil habitantes e está a 258 km de Belo Horizonte. Cidade tranquila, pacata, seu povo muito acolhedor e bem organizada. O município é rico em lagoas, nascentes e tem o privilégio de ser cortado pelo Rio São Francisco, por isso a origem indígena do nome da cidade, Iguatama, sugerido pelo farmacêutico Albertino Ferreira de Oliveira. Iguatamae significa "lugar onde o rio se abre em curvas", ou "enseada de minha terra" ou ainda "lugar onde o rio se abre em lagamar", em alusão às curvas do Rio São Francisco, que serpenteia as terras iguatamenses.
          Além do Rio São Francisco, suas belezas naturais e paisagens de Cerrado, em Iguatama, chama atenção a Igreja de Nossa Senhora da Abadia, a Estação Ferroviária, no bairro de Garças de Minas (foto acima do Aender Mendes) e seu belo casario urbano e rural, em estilo colonial e eclético.
Bambui
Bambuí, (na foto do Dener Ribeiro), tem sua origem no século XVIII, tendo sido emancipada em 10 de julho de 1886. Ainda guarda traços da arquitetura colonial do século XIX  e eclética do século XX, em seu casario e construções. Conta com cerca de 25 mil habitantes e está distante 270 km da Capital. Em seu território, está um dos principais acessos para o Parque Nacional da Serra da Canastra, estando Bambuí, inserida também na Região da Queijeira da Canastra. O acesso à cidade se dá pela MG-050, BR-354 e BR-262. 
          Bambuí possui uma boa estrutura urbana, um comércio variado e prestação de serviços de boa qualidade como escolas, tanto de ensino médio, fundamental e superior, tendo na cidade um campus do Instituto Federal de Minas Gerais, com vários cursos. Festas religiosas e folclóricas, como as Congadas e Folias de Reis estão presentes na cidade, bem como o carnaval, os festejos de aniversário da cidade em 10 de julho, e sua rica culinária, com destaque para as quitandas e queijo Canastra. 
04 - A microrregião Divinópolis:
          Distante 120 km de Belo Horizonte, cortada pelo Rio Pará e Rio Itapecerica, Divinópolis (na foto acima de Jad Vilela) é uma das maiores e mais ricas cidades do interior de  Minas Gerais. Conta com um comércio bem variado, com lojas de pequeno, médio e grande porte, shoppings, bares, pizzarias, museu, teatro, cinema, hotéis e pousadas de qualidade, uma variada rede gastronômica, além de ter uma excelente estrutura urbana, com aeroporto, linhas rodoviárias para várias cidades do país, linha férrea e acesso fácil para BR-381, BR 354 e BR-262. Conta hoje com cerca de 241 mil habitantes, sendo atualmente a cidade mais populosa da região. A cidade conta com escolas públicas e particulares em todos os níveis com ótima qualidade de ensino, bem como um parque industrial variado, com destaque para siderurgia, metalurgia, indústria alimentícia, da confecção, dentre outros ramos. 
          Além de Divinópolis, a microrregião é formada pelos municípios de Carmo do Cajuru, Cláudio, Conceição do Pará, Igaratinga, Itaúna, Nova Serrana, Perdigão, Santo Antônio do Monte, São Gonçalo do Pará e São Sebastião do Oeste.
Nova Serrana 
          Desde a década de 1990, Nova Serrana (na foto acima de @newdronens) vem crescendo de forma meteórica e fenomenal. Nos anos 1970, era uma das menores cidades da região, hoje, 2020, segundo o IBGE, tem 105.520 habitantes, sendo uma das mais populosas do Estado, com tendências, a crescimento alto e constante. Esse crescimento é devido ao seu parque industrial, em especial, a indústria de calçados, que atrai mão de obra de todo o Estado e do Brasil, para o município. A cidade é atualmente o terceiro maior polo calçadista do Brasil, considerada a Capital do Calçado Esportivo. É uma cidade tipicamente industrial, inovadora e com bom desenvolvimento tecnológico. 
          Contando com uma ótima estrutura urbana, cortada pela BR-262, com excelentes condições para o turismo de negócios, a cidade conta também com uma variada rede de bares, boates, lanchonetes, pizzaria, churrascaria, shopping e uma boa rede hoteleira e gastronômica, além de atrativos, como a Serra da Capelinha (na foto acima de @newdronens), a Igreja Matriz e sua bela praça, a Igreja de Nossa Senhora do Rosário, a Praça Jardins do Lago, além de eventos religiosos, como a Festa do padroeiro São Sebastião e a Festa do Reinado. Conta também com outros eventos, como o aniversário da cidade, a Feira do Calçado e da Moda, a Festa do Peão, a Festa do Migrante, a Febrac - Feira de Máquinas e Componentes para Calçados, dentre outros. 
Itaúna
          Além de fazer parte do Oeste de Minas, Itaúna (na foto acima do Clésio Moreira), compõe o chamado colar metropolitano da Região Metropolitana de Belo Horizonte, estando ainda inserida no quadrado minerador de Minas Gerais, o Quadrilátero Ferrífero. Está apenas 76 km da capital e conta hoje com cerca de 93 mil habitantes. Sua origem é do século XVIII e antes de se emancipar, foi distrito de Sabará: 1711, Pitangui: 1715, Pará de Minas: 1848, de Pitangui novamente: 1850, mais uma vez de Pará de Minas: 1858, outra vez de Pitangui: 1872, novamente de Pará de Minas: 1874, até sua emancipação, em 6 de setembro de 1901. 
          Sua economia é alicerçada na indústria metalúrgica, siderúrgica, mineração, fundição, tecelagem, dentre outros ramos, além do setor de serviços e comércio, variados e eficientes. A cidade se destaca ainda por sua excelente estrutura urbana e qualidade de vida, bem como seu ensino público e privado de alto nível e qualidade, principalmente o ensino superior.  
05 - A microrregião de Formiga 
          Considerada o "Portal do Mar de Minas, com parte da Represa de Furnas a 20 km do Centro da cidade, Formiga (na foto acima do Jefferson Souza) conta atualmente com cerca de 68 mil habitantes e está a 196 km de Belo Horizonte. Sua origem é das primeiras décadas do século XVII, sendo 16 de março de 1839, a data em que o arraial, surgido no século anterior, foi elevado à Vila e cidade, sendo esta a data oficial de sua fundação. 
          A cidade guarda ainda em sua arquitetura, traços do período colonial brasileiro, principalmente na Praça da Matriz (na foto acima do Arnaldo Silva), com seus belíssimos e bem preservados casarões. Sua Igreja, dedicada a São Vicente Ferrer, foi recentemente eleita entre as 20 mais belas de Minas, pelo Portal Conheça Minas, ficando na sexta posição. 
           Formiga conta com uma ótima estrutura urbana, um comércio muito bom, além de setor de serviços excelentes, sendo a cidade polo regional de saúde, além de uma ótima rede hoteleira, gastronômica e turística. Além da Matriz, datada do século XVIII, conta como atração o órgão de tubos da Igreja de São Vicente Ferrer (na foto acima do Arnaldo Silva), do início do século XX, o Museu Municipal, a Cristo Redentor, o Parque Municipal Dr. Leopoldo Corrêa, o Horto Florestal, o Centro de Artesanato, o Rio Formiga, cachoeiras, lagoas, dentre outras atrações. 
          Além de Formiga, a microrregião é formada pelos municípios de Arcos, Camacho, Córrego Fundo, Itapecerica, Pains, Pedra do Indaiá e Pimenta
Itapecerica
          Cidade histórica mineira, com origem no início do século XVIII com a chegada de bandeirantes em busca de ouro na região. Formaram um arraial, chamado de Arraial de São Bento, que cresceu e foi elevado à vila em 20 de novembro de 1789, data que se comemora o aniversário de Itapecerica (na foto acima, a Matriz de São Bento, de autoria de Maurício Soares). A cidade conta hoje com cerca de 22 mil moradores e está a 180 km distante de Belo Horizonte. Sua economia tem como base a agricultura, a pecuária leiteira e de corte, a indústria de calçados, extração mineral de grafite, o comércio variado, o setor de serviços e o turismo. Cidade tranquila, charmosa, que preserva construções da época do período colonial e com grande potencial turístico. 
          Como atrações arquitetônicas, além da Matriz de São Bento, datada de 1912, destaque para a Igreja de São Francisco, datada de 1801(na foto acima do Jad Vilela), a Igreja de Nossa Senhora do Rosário, datada de 1819, a Igreja de Nossa Senhora das Mercês, datada por volta de 1862, além de várias praças e vários casarões do período colonial e do início do século XX, construídos no estilo eclético. (foto abaixo de Wilson Fortunato)
          Além do Carnaval, que é uma festa muito popular na cidade, dois eventos atraem milhares de turistas à Itapecerica. Um em junho e outro em julho. O primeiro evento é o Festival Gastronômico, em junho, que reúne os mais deliciosos pratos da culinária mineira e local. Já o segundo, é o Festival de Inverno, que acontece em julho, em frente a Igreja Matriz, com apresentação de diversos eventos culturais e artísticos. Destaca ainda na cidade as tradições religiosas mineiras, manifestadas por seu povo nas celebrações da Semana Santa, na encenação das sete dores de Maria, que é o Setenário de Nossa Senhora das Dores e a Festa de Nossa Senhora do Rosário, presente na cidade desde 1818.  
Pimenta 
          Cidade turística, banhada pelo Lago de Furnas, Pimenta (na foto acima de Aender Mendes) conta com cerca de 9 mil habitantes, distante 218 km de Belo Horizonte. Cidade pequena, atraente, acolhedora e muito bem organizada e estruturada, com sua economia baseada em pequenos comércios, empresas familiares, setor de serviços, agricultura e pecuária. O município conta com hotéis e pousadas aconchegantes, bons restaurantes, tranquilidade e belezas naturais e pitorescas, como no distrito de Santo Hilário.
          Santo Hilário, (na foto acima do Pedro Beraldo) é uma pequena vila, com cerca de 150 moradores, margeada pelo Lago de Furnas. É um dos lugares mais visitados em Minas por amantes da natureza, do sossego, das trilhas, cachoeiras ou simplesmente pelo que querem curtir o charme do casario, a simplicidade do povo da vila, o aconchego das pousadas locais, fazer passeios de barcos pela represa ou mesmo, experimentar a culinária mineira e local, com destaque para pratos feitos com peixes de água doce. 

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