sábado, 15 de junho de 2019

A produção de bananas em Minas Gerais

Minas Gerais responde hoje por 11% da produção de bananas no Brasil, com uma produção de 760 mil toneladas da fruta, segundo dados disponibilizados pelo IBGE e Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa/MG). Segundo os dados disponibilizados, o Estado é hoje o terceiro maior produtor da fruta no Brasil, atrás apenas da Bahia e de São Paulo, primeiro e segundo colocados, respectivamente. 
O maior produtor de bananas de Minas Gerais é a região Norte de Minas, com cerca de 380 mil toneladas, destacando nessa região a cidade de Jaíba, a maior produtora da fruta em Minas Gerais. O segundo maior produtor é a região Sul de Minas, que produz 175.896 toneladas, destacando a cidade de Delfinópolis responsável pela produção de 80 mil toneladas da fruta. Delfinópolis é a segunda maior produtora da fruta no Estado. E por fim, o Triângulo Mineiro, responsável pela produção de 63 mil toneladas de bananas. 
Esses dados de produção podem ser maiores hoje, já que os dados apresentados agora em 2019 foram do último censo agrícola, feito em 2017.

Jacutinga: a Capital das Malhas no Brasil

Jacutinga é uma encantadora cidade do Sul de Sul de Minas a 839 metros de altitude. É uma estância hidromineral de Minas Gerais, possui praças e jardins pitorescos, um povo bom e hospitaleiro e uma natureza em redor espetacular. 
É reconhecida nacionalmente como a Capital Nacional das Malhas (foto acima de André Daniel). A cidade sozinha, é responsável pela produção de 27% das malhas no Brasil. Segundo o IBGE, o município contava com 25.684 em 2018. Faz divisa com os municípios de Albertina e Andradas a norte; Ouro Fino a leste; Monte Sião a sul e os paulistas Itapira e Espírito Santo do Pinhal a oeste. Fica distante 480 km de Belo Horizonte e 200 km de São Paulo pela BR 381 e 590 km do Rio de Janeiro, pela BR 040.
O nome do município é porque na região é comum a espécie de ave jacutinga,  da ordem dos Galiformes, da família Cracidae. (foto acima de Thelmo Lins) O povoamento da região começou em 1835, quando foi construída a primeira capela, no então povoado de Ribeirão de Jacutinga, posteriormente chamado de Santo Antônio do Jacutinga. Por fim, Jacutinga, a partir de sua emancipação em 16 de setembro de 1901. A partir de então, o município alçou um  desenvolvimento rápido graças ao cultivo do café, em seu grande período de expansão, até 1930.
No início do século 20, a cidade começou a receber imigrantes italianos, para o cultivo do café e para trabalhos nas indústrias do município, atividade que estava crescendo no Brasil. (foto ao lado de Thelmo Lins) 
Os italianos dominavam muito bem a técnica de tecer e bordar, sendo os responsáveis pelo incremento da qualidade e solidificação da vocação para a tecelagem em Jacutinga tornando o município hoje em  referência nacional na fabricação de malhas e tricô. A maioria dos moradores do município carregam sobrenomes italianos.
Hoje Jacutinga é um dos maiores potenciais econômicos do Brasil com mais de mil pequenas empresas, popularmente chamadas de malharias.
Esse potencial favorece o turismo de negócios que recebe a cada ano, milhares de visitantes de todo o Brasil. (foto acima de André Daniel) São cerca de 500 lojas a varejo na cidade que comercializam a produção local, em média dois milhões de peças por mês, gerando milhares de empregos, principalmente na alta temporada, de março a julho. 
Feira da Malhas
Na cidade acontece anualmente a tradicional Feira das Malhas, que já está em sua 42ª edição (foto acima de André Daniel). É o maior evento de moda e malha retilínea do Brasil com variadas opções de modelos de malhas e tricôs expostos em dezenas de estandes. Na feira acontece desfile de modas, shows musicais e culturais, além de espaço para entretenimentos de crianças. Esse ano a feira acontece entre os dias 7 e 30 de junho. (Por Arnaldo Silva)

sexta-feira, 14 de junho de 2019

A Catedral Metropolitana de Montes Claros

A Catedral Nossa Senhora Aparecida (na foto acima de autoria de Sérgio Mourão), é um dos mais belos templos católico de Montes Claros e do Norte de Minas.
Situada na Praça Pio XII, no centro da cidade, foi construída entre 1926 e 1950. O projeto da catedral, de origem belga, chegou à cidade entre os anos de 1900 e 1905 e é um raro exemplar de união grandiosa entre dois estilos: O românico e o gótico.(foto ao lado de autoria de Lucas Vieira)
A Paróquia Nossa Senhora Aparecida foi criada em 29 de janeiro de 1950, no mesmo ano de conclusão da catedral, tombada pelo Patrimônio Histórico do Município desde 28 de setembro de 1999. Possui três torres, sendo que a mais alta impressiona pela altura de 65,08 metros, equivalente a um prédio de 20 andares, sendo uma das maiores de Minas Gerais, com uma nave central capaz de abrigar até 3.000 pessoas. 

É considerada hoje um dos mais belos cartões-postais do município.(fonte das informações: Wikipédia)

quinta-feira, 13 de junho de 2019

Desvende as belezas da Serra dos Alves

Um pequeno vilarejo no limite do Parque Nacional da Serra do Cipó, a leste da Serra do Espinhaço, vem atraindo a atenção por sua beleza, simplicidade e natureza exuberante. É a Serra dos Alves, distrito de Itabira, na Região Central de Minas, apenas 110 km de Belo Horizonte. O  acesso fica é próximo ao trevo de Ipoema, outro charmoso distrito Itabirano.  
A pequena vila é de um charme e beleza impressionante.(fotografia acima do PauloZaca)  Sua arquitetura é simples e ao mesmo tempo elegante, principalmente a Capela de São José, construída por volta de 1860, com traços coloniais com sua estrutura em madeira. A vida social e religiosa dos moradores da vila gira em torno dos eventos culturais e religiosos em torno da charmosa capela como por exemplo a Festa de Nossa Senhor do Rosário e do Divino Espírito Santo.
 Como a maioria das vilas no interior de Minas, Serra dos Alves também tem seu conjunto histórico com os trações característicos de Minas Gerais. Uma pequena capela, em seu redor, o casario em estilo colonial, Em destaque, na Serra dos Alves a simples, porém elegante Capela de São José (na foto acima de Elvira Nascimento). Construída por volta de 1860, a capela carrega traços coloniais, com suas bases construídas em madeira maciça a pequena capela abriga diversos eventos festivos na cidade, como a festa de Nossa Senhora da Conceição, Nossa Senhora do Rosário, Divino Espírito Santo entre outras.
As belezas naturais da Serra dos Alves (foto acima de Sérgio Mourão) como cânions como Boca da Serra com paredões de 100 metros de altura, pequenas quedas d´água, sendo uma com 15 metros de altura, formando em sua base um ótimo poço para banhos. Ao longo do cânions, pode se encontrar piscinas naturais. Além dos cânions, em redor do distrito o visitante encontrará várias cachoeiras como a Cachoeira da Lucy, que é espetacular. A cachoeira do Bongue, com cerca de 50 metros de queda, cujas águas escorrem de um paredão. A Cachoeira dos Cristais ou da Esmeralda, cujas águas cristalinas e geladas despencam formando grandes poços para banhos é um dos atrativos a mais para quem ama cachoeiras. 
Outra cachoeira, conhecida por Cânion dos Marques é formada pelo Rio Tanque e afluentes. Ao longo do percurso do Rio Tanque, pequenas quedas d´água, com poços de águas cristalinas, surgem pelo caminho, ideal para um relaxante banho (na foto acima de Sérgio Mourão). A região é muito procurada também para práticas de esportes radicais como rapel, canyoning, escalada, rafting, trekking, moutain bike e passeios a cavalo. Por ser bem montanhosa, na Serra dos Alves o visitante encontrará mirantes com vistas espetaculares. (na foto abaixo, de Andréia Gomes, vista parcial do povoado)
 Para chegar a esses locais, recomenda-se contratar um Guia de Turismo, pois o acesso a determinados lugares é bem difícil. Em Itabira o turista encontrará bons hotéis e aconchegantes pousadas.(Por Arnaldo Silva) 

terça-feira, 11 de junho de 2019

Conheça Bocaina de Minas

Com pouco mais de 5 mil habitantes, Bocaina de Minas, no Sul do Estado, é uma das mais belas cidades mineiras. (foto acima de Jerez Costa) Seu povoamento começou por volta de 1790, tendo sido emancipada em 12 de dezembro de 1953.  
O município faz divisa com Aiuruoca, Alagoa, Carvalho, Itamonte, Liberdade, Passa Vinte em Minas Gerais e Itatiaia e Resende, no Rio de Janeiro. 
Suas belas naturais atraem cada vez mais turistas em busca de um contato maior com a natureza.  O município é rodeado por montanhas, matas nativas e com várias cachoeiras como a de Santa Clara, Barra das Antas, da Prata, Toca da Raposa, Parque ecológico Cachoeiras do Santuário, Alcantilado, Paiol (na foto ao lado de Jerez Costa), Rio Grande. Conta ainda com várias nascentes, entre elas, as que formam o Rio Grande, um dos formadores da bacia do Rio Paraná e do Rio Preto, que divide Minas Gerais do Rio de Janeiro. 
Além de suas belas cachoeiras, um dos maiores atrativos de Bocaina de Minas é o Parque Nacional do Itatiaia. 60% do Parque estão em território Mineiro, em Itamonte e Bocaina de Minas, os outros 40% em Resende e Itatiaia, no Rio de Janeiro. Do lado mineiro está o Pico das Agulhas Negras na divisa com Resende RJ e parte da Pedra do Sino de Itatiaia, já na divisa com Itamonte MG.
A Matriz de Nossa Senhora do Rosário, datada de 1862, possui traços arquitetônicos interessantes. (foto acima de Jerez Costa) Suas torres lembram as torres de um castelo medieval, diferente da torres das igrejas construídas no século 19, normalmente em estilo barroco. 
Além do turismo ecológico, Bocaina de Minas se destaca por sua gastronomia e artesanato, presente principalmente no distrito de  Maringá de Minas, um dos mais charmosos, românticos e pitorescos distritos mineiros. (Por Arnaldo Silva)

domingo, 9 de junho de 2019

Conheça a cidade de Ingaí

Ingai é uma pequena e linda cidade do Campo das Vertentes, distante 230 km de de Belo Horizonte e com menos de 3 mil habitantes. Ingai é referência por ser um município de excelente qualidade de vida e dotado de natureza exuberante. A cidade é adornada por serras, cânions, cachoeiras, grutas, rios, poços, lagos e trilhas. 
Ingai tem o privilégio de ter em suas terras  três rios. O mais importante é o Rio Ingaí (foto acima) que nasce em Aiuruoca, Sul de Minas e deságua no Rio Capivari. O Rio Ingai não fica somente nas divisas, ele adentra e divide o município.  Além dele, tem o Rio Capivari. Esse rio faz divisa de Ingaí com Itumirim e também com Itutinga. E também, tem  o Rio do Cervo, que faz divisa de Ingai  com Carmo da Cachoeira.
Toda essa beleza natural proporciona ao seus moradores descanso e contemplação, bem como aos turistas, que vão para o município curtir as belezas de Ingai e também praticar também a prática de esportes como rapel, rafting, trekking, pesca, entre outros.
Sua produção agrícola é diversificada e pelas terras de Ingai podemos contemplar belas plantações de trigo (na foto acima), de gado com construções belíssimas e centenárias.
História
Existem relatos históricos de que Ingaí já era povoada na segunda metade do século 17,as primeiras casas surgiram por volta de 1775 por liderança do padre e pároco Inácio Franco Torres. Em 1846 se tornou distrito de Lavras. Em agosto de 1890 aconteceu o famoso incidente: após a municipalidade,um sério desacordo entre os moradores do ainda povoado conhecido como Arraial da Ponte. 
Um grupo de 14 moradores mais elitizados liderados pelo capitão Francisco Pinto de Souza resolveram sair do Arraial da Ponte e foram instalar-se num novo local, conhecido como "Aliança". 
Construíram uma igreja no novo local e as pessoas começaram a edificar as casas delas, e, mais tarde, o local ficou conhecido como Pinheirinho e a igreja matriz como Igreja Matriz de São Sebastião, pois a criação do povoado se concretizou no dia 20 de janeiro (dia do mártire São Sebastião). Com o desenvolvimento do local, famílias se mudaram do antigo Arraial da Ponte para o povoado de Pinheirinho que mais tarde pertenceria ao município de Itumirim.
Significado do nome
O nome Ingaí teve sua origem graças ao nome de uma árvore que, de acordo com relatos, era abundante na região, a árvore do Ingá, que é muito encontrada próxima de rios ou riachos, além de ter uma fruta com um sabor muito doce.
Turismo
Além das belezas naturais, Ingai se destaca por sua Festa de São João.
É uma das mais tradicionais festa junina do Brasil e como atração maior a fogueira de São João que tem cerca de 40 metros de altura.  
É um espetáculo para o turista! Vale a pena conhecer a festa!
Vale a pena conhecer Ingai! 
Todas as fotografias da reportagem são de autoria de Gilson Nogueira
Fontes das informações; Wikipédia e IBGE

Conhecendo Ouro Preto

A cidade fica a 97 km de Belo Horizonte, com fácil acesso e estrada em bola qualidade. Por sua importância histórica e arquitetônica, é Patrimônio da Humanidade desde 1980. 
Fundada em 1711, Ouro Preto foi a cidade mais população da América no século 18, no auge da extração do ouro em Minas, chegando a 80 mil habitantes, superior a Nova York, na época. Quem vem a Ouro Preto sente algo diferente, uma sensação de volta ao passado. Não é por menos. Cada canto, cada esquina, cada ladeira, cada pedra em suas ruas, tem uma história para contar. É um museu a céu aberto. São mais de 300 anos de história, arte e cultura pura. Os primórdios da extração de minério, da identidade da arquitetura barroca mineira, em especial as obras de Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho e do Mestre Ataíde, presentes principalmente nas igrejas barrocas ouro-pretanas e guardadas também nos museus da cidade, podem ser vistas e contempladas por todos. 

O que visitar em Ouro Preto? 
Chegando a Ouro Preto, de carro ou de ônibus, a primeira vista que terá será a Igreja de São Francisco de Paula, descendo mais um pouco, tem a Igreja de Nossa Senhora das Mercês e Misericórdia. Ambas proporcionam linda vista de todo o casario histórico ouro-pretano.

O ouro-pretano valoriza a sua culinária. Em todos os restaurantes da cidade você encontra a autêntica e genuína cozinha mineira, feita em panela de pedra sabão e em alguns restaurantes, no fogão a lenha. As dezenas de pousadas da cidade, seja a mais simples a mais requintada, oferecem aos hóspedes um café tipicamente mineiro. 

Aproveite a noite ouro-pretana. Os bares centrais oferecem cardápios variados como tira gostos, pizzas e claro, a deliciosa culinária mineira. Não falta também, cervejas, licores e diversos drinks preparados no capricho. As cervejas artesanais mineiras são de alta qualidade e as de Ouro Preto não fogem à regra. Experimente as cervejas artesanais de Ouro Preto.  

 O Museu da Inconfidência é uma verdadeira aula de história. Pertinho do Museu tem a Casa do Inconfidente Tomaz Gonzaga, em frente à Igreja de São Francisco de Assis. Em frente a essa igreja tem a feira de artesanato em pedra sabão. São milhares de obras de arte mostrando o mais genuíno artesanato mineiro. 

As igrejas são pontos de visita obrigatórios, pela história e beleza arquitetônica. São espetaculares! As igrejas de Nossa Senhora da Conceição, São Francisco de Assis e Nossa Senhora das Mercês e Perdões, que tem obras do Mestre Aleijadinho, são as mais procuradas pelos visitantes. Essas três igrejas compõem o Museu Aleijadinho, criado em 1968. As três igrejas guardam 250 peças da arte sacra e documentos gráficos, com história do período colonial e imperial Brasileiro. A Matriz de Nossa Senhora da Conceição guarda os restos mortais do Mestre Aleijadinho. 
Se você gosta de uma boa caminhada, uma boa dica é subir a ladeira para a Igreja de Santa Efigênia. A vista de Ouro Preto do alto é impressionante.

Ao lado do Museu da Inconfidência está à belíssima Igreja de Nossa Senhora do Carmo. Descendo a escadaria, numa pequena ruela, encontra-se a Casa da Ópera de Ouro Preto. Foi o primeiro teatro das Américas. Nos palcos da Casa da Ópera, nos 300 anos de sua existência, artistas famosos de todas as épocas se apresentaram. Diferente da arquitetura barroca, o teatrinho, como é chamado, tem em sua arquitetura a influência italiana. É um espetáculo! 

O casarão da Casa dos Contos é um dos mais importantes monumentos do barro mineiro. Impressiona pela construção imponente e por sua importância histórica para Minas Gerais. Quem quer conhecer a história do ciclo do ouro em Minas, as moedas de cada período brasileiro, bem como uma senzala e os instrumentos usados para castigos dos escravos, esse é o lugar. Estar na Casa dos Contos é estar em uma verdadeira sala de aula de história. 
Seguindo a rua de acesso a Casa dos Contos, passará pela Rua São José onde estão os bancos, restaurantes finos e lojas diversas. A rua é plana e o casario é lindo. É a rua mais fotografada em Ouro Preto. Ao fim da rua, estará próximo das Igrejas do Pilar e de Nossa Senhora do Rosário. 
A Igreja de Nossa Senhora do Pilar é outra igreja que não pode deixar de ser visitada. Seu altar é ornado com belíssimas obras de arte do período barroco, talhados em ouro. Foram usados 400 quilos de ouro puro.
No subsolo da igreja tem o Museu de Arte Sacra, com valiosas peças do século XVIII. Um balcão em madeira bruta com gavetas, montado sem usar um prego sequer, chama muita a atenção dos visitantes pela qualidade do trabalho e imponência do móvel.

Próximo a Igreja do Pilar está a Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos. O visitante não deve deixar de conhecer esse impressionante templo e vislumbrar o casario em torno da igreja.
No perímetro urbano de Ouro Preto o visitante tem a oportunidade de entrar dentro de minas de extração de ouro desativadas, que são abertas ao público. Uma oportunidade única de conhecer por dentro como eram as técnicas rudimentares de extração de ouro. As mais visitadas são: Mina do Jeje (foto acima) Mina Chico Rei, Mina Du Veloso, Mina Felipe dos Santos e Mina Santa Rita. É cobrada taxa de entrada.

Passeio de trem
O trem que faz o percurso de 18 km de Ouro Preto até a vizinha Mariana é um das melhores opções de passeios para turistas e moradores. Até Mariana, são cerca de 30 minutos de viagem passando por belas paisagens. O trem é confortável e circula nas sextas, sábados, domingos e feriados. A passagem pode ser comprada nas bilheterias da Estação. Tem vagão convencional e panorâmico.

Festivais
Além do privilégio de estar em Ouro Preto, conhecer sua arquitetura, museus, igrejas, seus belos e preservados casarios, Ouro Preto é uma cidade que respira cultura e arte por toda parte. 

Além dos festejos religiosos, preservados desde os tempos do Brasil Colônia, Ouro Preto oferece a seus moradores e visitantes um diversificado calendário cultural com grandes festivais de música, cinema, eventos artísticos, gastronômicos e culturais, praticamente o ano todo.

Durante o ano, algumas festividades se destacam na vida ouro-pretana. Uma é sem dúvida o Carnaval, considerado um dos melhores do Brasil. Outra festividade é o Festival de Inverno de Ouro Preto e Mariana, que acontece em julho. Outro evento é a Festa do 12, criada para marcar a fundação da Escola de Minas, em 12 de outubro de 1876. A festividade se caracteriza pela presença de ex-alunos da universidade às suas repúblicas de origem. Nesse período a cidade fica repleta de turistas num clima quase que carnavalesco. 
Outra festividade é a Mostra de Cinema de Ouro Preto que atrai milhares de amantes da bela arte, no mês de junho. 

Pra quem gosta de música de qualidade quem vier à Ouro Preto em setembro poderá conhecer o Festival Ouro-pretano de Bandas. Para quem gosta de jazz, no fim do ano acontece o Festival Tudo é Jazz.
Dicas importantes
Um passeio pelo Centro Histórico de Ouro Preto, para ser completo leva no mínimo dois dias. 

A melhor forma de conhecer Ouro Preto é andando a pé pela cidade e claro, ter em mãos um mapa ou com acompanhamento de um guia credenciado pela Prefeitura. 

Todas as igrejas do período barroco em Ouro Preto são verdadeiros museus, sendo abertas à visitação. As igrejas e museus em Ouro Preto não abrem às segundas-feiras. Também não é permitido fotografias no interior das principais igrejas e museus, além de ser cobrada uma taxa de manutenção por visitante. 

Ouro Preto tem muita ladeira. Poucas ruas da cidade são retas. Tem ainda o calçamento em pedra. Mulheres devem evitar salto alto e usar calçados confortáveis. Tanto para homens, quanto para mulheres, o mais indicado são sapatos ou tênis com solado antiderrapante. (Texto e fotografias de Arnaldo Silva)

sexta-feira, 7 de junho de 2019

Os 10 pores do sol mais bonitos de Minas

Por Arnaldo Silva
Se o sol nasce para todos, o pôr do sol se põe pra todos também, mas com um detalhe: não existe pores do sol iguais no mundo, nunca são os mesmos, mesmo sendo um sol para todos. Só que em alguns lugares no mundo o crepúsculo é um verdadeiro espetáculo, coisa de deixar qualquer um extasiado. Mas por que em alguns lugares o pôr do sol é mais intenso, mais bonito, mais impressionante que em outros? Um dos motivos é a localização das cidades, por exemplo, em pontos mais altos, o que possibilita uma vista melhor do pôr do sol. Outro motivo, mais importante, são os fenômenos físicos da atmosfera que favorecem os espetáculos do pôr do sol em determinados lugares do mundo, em especial em Minas Gerais, estado montanhoso e com grande concentração de minerais.

O céu de Minas é mais azul, a noite é mais estrelada e o pôr do sol é mais impactante, emocionante e único no Brasil. Isso é devido aos fenômenos físicos da atmosfera e a formação geológica do nosso Estado, que favorece o beleza de nosso céu, principalmente, do pôr do sol. Eu particularmente sou apaixonado por pores do sol. Por isso fiz essa matéria, para que vocês conheçam a beleza do pôr do sol em Minas Gerais. Não dá para mostrar todos, mas escolhi 10. Vejam que obras primas!

01 - São Tomé das Letras - Sul de Minas

O pôr do sol na mística cidade das pedras é pra cair o queixo. Um espetáculo divino registrado pelo Jerez Costa nas duas fotos acima.

02 - Manga - Norte de Minas
A beleza do Cerrado do Norte de Minas, com a magia impactante do Rio São Francisco, formam um cenário perfeito para a beleza do pôr do sol no município, registrado pelo fotógrafo Manoel Freitas.

03 - Belo Horizonte
A nossa capital não pode estar fora da lista. É magnifico o pôr do sol na nossa querida "beagá". Também né, o nome Belo Horizonte não é por menos. Veja só que esplêndido registro feito pelo Thelmo Lins.

04 - Pirapora - Norte de Minas
O pôr do sol em Pirapora é de tirar o fôlego, principalmente tendo como plano de frente, o Rio São Francisco o rei sol ao fundo como mostra o fotógrafo Rhomário Magalhães.

05 - Ouro Preto - 100 km de BH
A cidade Patrimônio da Humanidade, além de sua beleza arquitetônica e histórica, oferece aos moradores e visitantes um pôr do sol impressionante, como podemos ver na imagem de Ane Souz.

06 - Bom Despacho - Centro Oeste de Minas
"A cidade Sorriso" de Minas tem um anoitecer deslumbrante, como mostra o fotógrafo Wilson Fortunato.

07 - Carrancas - Campo das Vertentes
Incrível, deslumbrante, mágico, magnífico, esplêndido e todos os adjetivos que existem não descrevem toda a beleza rubra da paisagem de Carrancas, registrada pela fotógrafa Marselha Rufino.

08 - Santos Dumont - Zona da Mata

As lentes do fotógrafo Marcos Lamas captam com maestria uma das mais belas paisagens da Zona da Mata, a Represa da Ponte Preta, que fica no belo município do Caminho Novo da Estrada Real, nossa querida Santos Dumont, cidade em que nasceu o pai da aviação. A paisagem já é linda e com a beleza rubra do pôr do sol, a paisagem se torna divina.

09 - Mateus Leme - Região da Grande BH
Em Mateus Leme tem a Serra do Elefante e avistar o pôr do sol do alto desta serra é simplesmente mágico e encantador. Mateus Leme Recordações mostra isso na imagem. Um show de beleza!

10 - Lagoa Formosa - Alto Paranaíba

O encontro da cor rubra do pôr do sol, com as águas de Lagoa Formosa é extasiante, como podemos ver na fotografia do Deocleciano Mundim.