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domingo, 28 de agosto de 2016

Saiba como colocam frutas inteiras numa garrafa

(Por Arnaldo Silva)
          Muita gente fica intrigada ao ver frutas inteiras, dentro de garrafas.
          Como que eles faziam para passar uma maçã, coco, laranja, por exemplo, por um buraquinho daqueles?
          Eles não contam a "mágica". Mas agora irá saber direitinho como fazem isso.
          Primeiro eles cortam a parte debaixo da garrafa com aquela serrinha usada pelos vidraceiros.
          Colocam as frutas inteiras dentro da garrafa, como a pera por exemplo.
          Em seguida colam o fundo com uma cola especial com mistura de vidro. 
          Essa cola depois de seca, não entra em contato com o líquido e nem vaza.
          Em seguida colocam a cachaça e tampam. 

          Para dar o acabamento final, passam um barbante, onde foi feito o corte com a cola. 
          É porque fica uma "cicatriz" e o barbante não é decorativo, é para tampar a "cicatriz" deixada pelos corte.
          Pronto, enfim desvendado o mistério. 

sábado, 27 de agosto de 2016

Conheça Monte Verde: cidade encantada dos namorados

(Por Arnaldo Silva) Um pequeno lugar em Minas, com jeito, clima e estilo europeu em sua arquitetura, vem se tornando a cada dia um dos lugares mais procurados por turistas, principalmente casais, já que o lugar é carinhosamente conhecido como “a cidade dos namorados” e por “Suíça Mineira” pela semelhança com os Alpes Suíços. (foto acima enviada por Mônica Milev/Chocolate Montanhês)
Estamos falando de Monte Verde (na foto acima de Ricardo Cozzo), distrito de Camanducaia, no Sul de Minas Gerais, distante 480 km de Belo Horizonte e 170 km de São Paulo. O acesso é pela BR 381. É o ponto mais alto de Minas Gerais, com cerca de 1600 metros de altitude. Isso faz com que o inverno em Monte Verde seja bastante rigoroso, com geadas frequentes e temperaturas negativas.
Com uma população de cerca de seis mil habitantes e uma ótima infraestrutura para receber turistas, com hotéis, pousadas e restaurantes sofisticados, Monte Verde é um convite ao sossego e ao amor. Casais em lua de mel ou que queira viver momentos românticos a dois, preferem o charmoso distrito.
 Além de ser a “cidade dos namorados”, é também a terra do chocolate em Minas. São várias chocolatarias. (uma delas é Chocolate Montanhês na foto ao lado/Divulgação) No inverno, um dos atrativos para casais é a pista de patinação no gelo. Para os amantes da boa cerveja, tem também cerveja artesanal de primeira.
A culinária de Monte Verde é especial. (foto acima de Ricardo Cozzo) A rica culinária mineira está presente nos restaurantes, bem como a cozinha europeia. Tem opção para todos os gostos. 
Os chefs de cozinha dos restaurantes do distrito são especialistas em preparar pratos saborosíssimos, principalmente os famosos pratos da cozinha de Minas Gerais como o tutu de feijão, tropeiro, frango com quiabo e angu, pão de queijo, leitão a pururuca, queijos, doce mineiros, etc. (foto acima de Ricardo Cozzo) 
Pelas ruas e lojas da cidade, encontrará com facilidade a nossa legítima cachaça, os licores, doces variados, queijos, vinhos, geleias (na foto acima de Ricardo Cozzo), cafés especiais, muito chocolate e famosa cerveja artesanal Fritz, para você levar de lembrança. Se preferir pratos europeus, no cardápio dos restaurantes encontrará um saboroso cardápio da cozinha europeia.
Isso sem contar os passeios pelas lojas e pelos encantadores casarios no estilo europeu, já que sua origem vem de imigrantes da Letônia, país do Leste da Europa (na foto acima, de Ricardo Cozzo, músicos vindos da Letônia presentes no aniversário do distrito). 
À noite em Monte Verde é inspirativa ao amor, a um bom chocolate e claro, tomar vinho nos bons restaurantes, à meia luz, aquecido por lareira. (foto acima de Ricardo Cozzo)
Não é só de comida que vive Monte Verde. A natureza foi generosa com o local. Paisagens lindas que o visitante pode conhecer passeando pelas trilhas de bike, a cavalo ou em quadriciclos. Nesses passeios, poderá conhecer alguns picos da Serra da Mantiqueira, que proporcionam uma visão espetacular (na foto acima de Ricardo Cozzo). Para quem gosta de emoção, uma mega tirolesa é um atrativo e tanto. O turista conta com o apoio de guias para orientar nos passeios e trilhas de Monte Verde. 
As lojas da avenida principal de Monte Verde (na foto acima de Marcelo Santos) oferecem uma variedade enorme de produtos naturais, bem como artesanato em cerâmica, ferro batido, roupas em vários estilos, artigos de lã e couro como bolsas, sapatos, etc.
Por tudo isso, vale a pena conhecer Monte Verde. Um passeio maravilhoso em meio ao clima das montanhas de Minas, um ar puro, que propicia um sossego e relaxamento total do corpo e mente. 

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

As belas paisagens da cidade de Buritis

Situada às margens do rio Urucuia, um dos principais afluentes do rio São Francisco, Buritis é a terceira cidade mineira mais próxima da Capital Federal, a 213 km de Brasília. Possui cerca de 25 mil habitantes, povo caloroso e hospitaleiro. O município que tem a economia voltada para agricultura e pecuária, é o terceiro maior produtor de grãos do Estado de Minas Gerais.
A região desenvolveu-se a partir da influência da igreja católica, religião predominante desde o século XVII, através das expedições bandeirantes no cerrado mineiro e de nomes importantes como Fernão Dias, Lourenço Castanho Taques, Matias Cardoso de Almeida e de Joaquina de Pompéu. Buritis está situada no Vale do Urucuia, tem clima tropical e faz parte do bioma do cerrado, que apresenta grande variedade de espécies em todos os ambientes e recursos naturais. (fotografia acima abaixo de Pedro Guerra)
O Vale do Urucuia
O Vale formado por cima do aquífero do Urucuia é rodeado por serras e possui grande potencial hídrico, que deve ser preservado. Este vale integra a Bacia do São Francisco, fazendo parte de seus afluentes os rios Urucuia, São Domingos e São Vicente, além de outros córregos e rios importantes que nascem e passam pelo município, como os córregos Fetal, Passa Três, Barriguda, Confins, Ponte Grande, entre outros ribeirões e riachos. (na foto abaixo de Gilberto Valadares, veredinhas de Buritis)
Dentre os principais rios, córregos e cachoeiras, selecionamos cinco dos que possuem maior volume de água, belezas naturais exuberantes e encontram-se a poucos quilômetros da cidade.
Cachoeira da Barriguda
Há 35 km de Buritis sentido região da Barriguda (na foto acima de Marcilei Farias), esta cachoeira possui 120 m de altura. Na sede da propriedade, o Sr. Gonçalo oferece área com quiosque de palha e  
churrasqueira, tudo de modo bem rústico. Mais 700 metros de caminhada, chega-se a cachoeira. O turista pode ainda aproveitar o rio que passa na frente da casa.

Cachoeira dos ManguesUma das mais altas cachoeiras da região e dona de uma beleza peculiar, a Cachoeira dos Mangues (na foto de autoria de Marcilei Farias) é composta por duas quedas, que juntas agregam mais de 135 metros de altura e um grande volume de água. Esta maravilha está localizada a 30 km do centro de Buritis, na Fazenda Minuano, próximo a região da COOPAGO.
Cachoeira do Confins
Conhecida como uma das mais belas cachoeiras da região, a Cachoeira do Confins (na foto acima de Gilberto Valadares) é composta por 3 quedas, onde a principal delas tem altura de 50 metros e grande volume de água. Localizada a 25 km de Buritis, a cachoeira fica dentro de uma propriedade privada. Para chegar até a primeira parte e mais alta queda é necessária uma caminhada com cerca de 3 km pelo cerrado da região.
Cachoeira do Passa Três
Localizada a 45 km do centro de Buritis próximo ao distrito de São Pedro, são 40 km percorridos na MG-400 e 5 km em estrada de chão. (na foto acima de Gilberto Valadares) A cachoeira possui cerca de 70 m de altura em uma área totalmente preservada, localizada em uma propriedade particular.
Cachoeira do Retiro
A cachoeira do Retiro (na foto acima o córrego da Cachoeira de autoria de Marcilei Farias) também conhecida como Cachoeira da Dona Nazinha, proprietária da Pousada Monte Horebe, oferece além de belezas naturais, momentos de descanso e lazer. Está localizada a 14 km da cidade com saída pela Avenida Frei Pio Bars. A proprietária oferece ao turista comida típica e hospedagem.Pousada Monte Horebe: (38) 99994-5207
Urucuia
O Vale do Urucuia leva o nome deste grandioso rio (na foto acima de Gilberto Valadares), principal cursor d’agua da cidade de Buritis e importante afluente do Rio São Francisco. A cachoeira fica há 25 km da cidade e é pública, disponibilizando espaço para Camping e lazer. A cachoeira do Urucuia, como conhecida por aqui, é uma cascata rochosa com grande volume de água e extenso comprimento do rio.
A cidade
Em seus 57 anos de emancipação comemorados no dia 1 de março, Buritis (na foto de Gilberto Valadares da Prefeitura de Buritis) tem comércio bem desenvolvido, lojas diversas, hotéis, bares e restaurantes. A parte histórica está localizada na parte baixa da cidade com construções antigas, o centenário Pé de Jatobá na Praça Dom Elizeu e a centenária Igreja de Nossa Senhora da Pena (na foto abaixo Leonardo Scherer) Todos os anos, desde 1805, na semana do dia 8 de setembro comemora-se a “Festa de Setembro“, comemoração dedicada Nossa Senhora da Pena, padroeira de Buritis. A festa concentra grande número de visitantes, barraquinhas e devotos da padroeira.
O município possui dois distritos, São Pedro do Passa Três e Serra Bonita, faz divisa territorial com Arinos, Formoso, Unaí, Cabeceiras, Formosa, Vila Boa e Flores de Goiás. Possui em sua extensão uma parte do Planalto Central brasileiro e por sua proximidade com Brasília, Buritis é um dos quatro municípios (ao lado de Unaí, Arinos e Cabeceira Grande) de Minas Gerais, que integra a Região Metropolitana do Distrito Federal.
A natureza de Buritis favorece a prática de esportes radicias como o rapel, a tirolesa, as trilhas e o motocross, como fazem os trilheiros da Equipe Terremoto Buritis e o grupo Trilheiros de Buritis. (foto acima de Gilberto Valadares) A natureza local favorece ainda a prática do ciclismo aventura e Mountain bike, esporte que ganha cada vez mais adeptos e atletas, com ciclistas que destacam-se no cenário nacional.
Visite Buritis! A cidade é conhecida pelo seu povo hospitaleiro, pelas festas tradicionais (como na foto acima, de Lívia Alves, a Festa do Carro de Bois), pelo comércio desenvolvido com grandes mercados e variedade de produtos, bares, restaurantes, o conhecido Mercado do Produtor Rural no centro da cidade, pela feirinha do bairro Israel Pinheiro nas tardes de quarta-feira, pela famosa culinária mineira e além de tudo isso, é repleta de natureza ao seu redor.
Texto: Gilberto Valadares-  TV Rio Preto Buritis e Trilhas Urucuianas - Imagens enviadas por Gilberto Valadares

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

17 de Agosto: Dia Nacional do Pão de Queijo

(Por Arnaldo Silva) Não se sabe ao certo a origem dessa quitanda mineira. Acredita-se que sua origem é do século XVIII e começou na região Sul de Minas. Há quem diga que a origem é na região do Serro, na Serra do Espinhaço. A única certeza é que o pão de queijo é criação genuinamente mineira.
         A invenção dessa quitanda foi mais por necessidade, já que comida à época era bastante escassa, numa terra ainda em povoamento. Não existia trigo no Brasil à época da Colonização e trazer de Portugal ficava muito caro e demorava muito para chegar. Numa região em povoamento, a necessidade de comida era urgente. A mandioca era um tubérculo nativo do nosso país bastante apreciado pelo índios.
          Os escravos passaram a comer mandioca cozida e a partir de então foram criando novos alimentos e ingredientes a base de mandioca, como a farinha. Ralavam a mandioca bem fininha e peneiravam. Torravam a farinha também às vezes. As escravas, nas cozinhas das fazendas, começaram a amassar a mandioca, até que ficasse com textura de goma. Colocavam para ressecar ao sol. Desidratada virava um pó branco.
          Descobriram que sem fermentar, o sabor era meio adocicado.
 Fermentado, o sabor era azedo. Assim, das senzalas e cozinhas dos casarões, pelas mãos das escravas, no século XVIII, surgiu o polvilho doce e azedo.

          Os portugueses que aqui viviam, careciam de uma alimentação melhor. Necessitavam de pão e outros alimentos que consumiam na Europa. Mas para fazer o pão, não tinha trigo aqui à época. Da necessidade de se fazer pão, o polvilho começou a ser usado como substituto do trigo e dai foi se desenvolvendo o nosso próprio pão.Diferente do que era comido na Europa, mas era pão.    
          Não tinha trigo, tinha polvilho e para melhorar o sabor, acrescentavam queijo. Daí surgiu o nosso pão de queijo e também o biscoito de queijo. Antes um ingrediente não muito nobre, hoje é finíssimo, encontrado em todos os supermercados do nosso país e do mundo. Polvilho doce não é fermentado. Polvilho azedo é fermentado. Ai a diferença entre um e outro.
          Foi então, da necessidade urgente de comida, que surgiu boa parte de nossas receitas, como o nosso pão de queijo, hoje popularíssimo, apreciado por todos. Mas foi somente a partir da década de 1950 que o Pão de Queijo começou a ser conhecido em todo o Brasil e hoje é famoso até no mundo.
O dia do Pão de Queijo
          No dia 17 de agosto, comemora-se oficialmente, o Dia do Pão de Queijo. Como citei no texto acima, pão de queijo surgiu no século XVIII, isso é fato, mas precisar o dia exato que foi feita o primeiro pão de queijo em Minas é impossível devido a falta de dados época. Comidas eram criadas, e não havia muita preocupação naquela época em registrar o fato.
          Pela importância do Pão de Queijo para a gastronomia e identidade mineira, criaram uma data específica para comemorar o dia do Pão de Queijo, como existe também o dia do queijo, que é em 20 de janeiro. 
          Dia de pão de queijo para os mineiros é todo dia, mas essa data surgiu em 2007, num concurso nacional para eleger o melhor pão de queijo do Brasil, lançado pela apresentadora Ana Maria Braga. O concurso reuniu incontáveis receitas com todos os tipos possíveis de pães de queijo, de gente de todo o Brasil, cuja finalíssima foi em 17 de agosto. Pelo sucesso do concurso e variedades de pães de queijos apresentados, o dia 17 de agosto ficou como o Dia do Pão de Queijo e desde então é comemorado.  
          O pão de queijo está presente nas mesas mineiras há 300 anos. O pão de queijo feito em Minas Gerais é imbatível, não tem igual em lugar algum do mundo, mesmo usando a receita original. Mineiro sabe sovar a massa e preparar um autêntico pão de queijo, famoso no mundo inteiro, já que existem empresas que exportam nosso pão de queijo para vários países europeus, Estado Unidos e até para a China.  
          A partir dos anos 80 o pão de queijo tradicional passou por variações. Hoje existe o pão de queijo com recheios (que podem ser doces ou salgados) e até pão de queijo light, à base de soja. Alguns estados como a Bahia e Goiás criaram seus pães de queijos, baseados na receita original de Minas. Mas pão de queijo autêntico e de verdade é o original, o Pão de Queijo de Minas Gerais e não tem outro.É patrimônio Imaterial de Minas, do povo mineiro. Pão de Queijo é identidade do povo de Minas Gerais!
VIVA O PÃO DE QUEIJO! NOSSA IDENTIDADE!
Confira a seguir algumas receitas dessa maravilha:
Pão de Queijo Tradicional
Você precisa de:
.5 ovos
.1 xícara de óleo
.1 xícara de leite
.1 xícara de água
.1 Kg de polvilho azedo
.1 colher de chá de sal
.500 gramas de queijo Minas meia cura ralado
Modo de preparo:
- Esquente o leite juntamente com o óleo. 

- Em outro recipiente, misture o polvilho com o sal e um pouco de água, até que vire uma espécie de farelo. 
- Despeje aos poucos o preparado de leite com óleo no farelo, amasse e adicione os ovos. 
- Coloque um pouco mais de leite até que a massa fique com uma consistência boa, sem estar grudenta demais. 
- Junte o queijo e faça bolinhas com as mãos. 
- Espalhe por cima dos pãezinhos queijo ralado. Ficará mais gostoso ainda.
- Coloque os pães num fôrma untada e leve ao forno pré-aquecido a 200º C por aproximadamente, 30 minutos ou até que fiquem dourados.

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Aprenda a receita do nosso biscoito de polvilho assado

(Por Arnaldo Silva) Típico da culinária mineira, o biscoito de polvilho (também conhecido como biscoito de vento, peta, biscoito voador, ou biscoito cascudo), é junto com o pão de queijo, as mais populares quitandas mineiras. Sua origem é do século XVIII, preparado pelas cozinheiras das fazendas e servidas aos senhores. Sua popularidade rompeu as fronteiras do estado mineiro e está presente hoje em todo o Brasil, principalmente nos estados da região Centro Oeste e outras regiões do país. A base do biscoito de polvilho é a água, leite, óleo e polvilho doce ou azedo, parecido com os ingredientes do pão de queijo mas o modo de fazer, deixa o biscoito mais firme e cascudo. 
Aprenda a receita do biscoito de polvilho assado:
Ingredientes
350 gramas de queijo Minas ralado meia cura

3 colheres de sopa manteiga
1 copo de óleo frio
1 copo de leite frio
5 ovos 
Sal a gosto

1 quilo de polvilho doce*
Doce ou azedo? O polvilho doce deixa o biscoito mais macio. Já o azedo, mais crocante, mas com tendência a endurecer se demorar a consumi-lo. Fica a sua escolha. Para este biscoito, eu prefiro o polvilho doce
Modo de preparo
- Em uma bacia coloque o polvilho, a manteiga, o óleo, o sal a gosto e misture bem.
- Em seguida acrescente o leite e os ovos um a um, sove bastante com as mãos e por fim acrescente o queijo ralado e sove mais um pouco
- Faça os biscoito no formato de meia lua ou se preferir em formato de ferradura ou redondos.
- Coloq
ue os biscoitos numa fôrma untada com manteiga e leve para assar em forno pré-aquecido a 200ºC, até dourar. 

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