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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021

As águas quentes e medicinais de Minas Gerais

(Por Arnaldo Silva) Minas Gerais é conhecida no mundo inteiro pela arte barroca e suas cidades históricas, mas também é considerada a caixa d´água do Brasil, por seus rios, milhares de cachoeiras e nascentes e por suas águas medicinais, que brotam naturalmente de suas terras. Em Minas não tem mar, mas nas profundezas do seu nosso subsolo, brota um mar de águas que curam e rejuvenescem. O subsolo mineiro sempre foi rico em minerais. Das terras mineiras, brotavam em abundância ouro, prata, diamantes, esmeraldas e outras pedras preciosas, que ainda continuam saindo de nossas terras, hoje em maior escala, o minério de ferro, o nióbio e outros minerais. (na foto abaixo, o Parque das Águas da Estância Hidromineral de São Lourenço, no Sul de Minas)
          Hoje, a grande riqueza que brota do nosso subsolo são as fontes de águas medicinais. São as águas gasosas, sulfurosas, alcalinas, carbonatadas, ferruginosas, radioativas, magnesianas, minerais e outras mais, além de lama vulcânica, com variadas composições químicas, que brotam diretamente da terra. Águas mineiras atraem turistas do mundo inteiro, em busca das propriedades curativas de nossas águas.
          As fontes de águas minerais começaram a ser descobertas em Minas Gerais, a partir do no início do século XIX, numa época de bem pouco conhecimento sobre os poderes curativos das águas. Não sabiam porque elas curavam, apenas sabiam que curavam. Antes mesmo da chegada dos portugueses, os índios já conheciam os benefícios de beber e se banhar nas fontes naturais. Era prática comum entre os indígenas. Naquela época, por desconhecimento científico, as pessoas atribuíam os poderes de cura das águas, a presença de divindades no local e milagres inexplicáveis. Hoje, com o avanço da ciência, os benefícios e propriedades curativas das águas termais e lama vulcânica, foram confirmados pelos cientistas, com estudos realizados ao longo do século passado.
          Águas termais são águas puras, ricas em substâncias naturais e livres de impurezas e bactérias, dispensando assim, tratamento. As águas absorvem os minerais, oligoelementos e nutrientes do solo e das rochas. Essas substâncias são benéficas à saúde humana, renovam as células, são ricas em cálcio, manganês, ferro, zinco e selênio, além de conter até 2.000 mg de sais minerais naturais. Brotam da terra em temperaturas que variam de 37°C a 50°C, dependendo da variação do calor nas profundezas da terra.
          Beber ou banhar-se nas águas e lamas medicinais, comprovadamente, ajudam no complemento de tratamentos contra problemas de pele, porque repõe os sais minerais e antioxidantes perdidos pela pele, hidratam a pele ressecada, além de diminuir sua oleosidade. Equilibram o PH da pele, combatem o estresse, auxiliam em tratamentos estético, alergias, distúrbios do intestino e estômago, dores musculares, hipertensão arterial, arteriosclerose, dentre outras doenças. Além disso, as águas e lama promovem bem estar, descanso para o corpo e mente, além de relaxamento. Isso porque, onde estão as fontes, são lugares rodados por vasta natureza, com espaços aprazíveis, bem cuidados, propícios para quem quer fugir da correria do dia a dia. (foto abaixo de Arnaldo Silva)
          Onde estão as principais fontes de águas termais em Minas Gerais? No Vale do Jequitinhonha, Norte de Minas e principalmente no Sul de Minas. Você vai conhecer algumas dessas cidades mineiras, onde brotam águas medicinais, que curam e rejuvenescem.
Felício dos Santos MG
          Vamos começar nosso roteiro por Felício dos Santos, no Vale do Jequitinhonha, a 370 km distante da Capital, com acesso pela BR-259. Faz divisa com os municípios de Senador Modestino Gonçalves, Itamarandiba, Rio Vermelho, Couto de Magalhães de Minas e São Gonçalo do Rio Preto. (na foto abaixo, a Praça da Matriz da cidade e um dos mais belos artesanatos mineiros, feito com papel de jornal reciclado, pela artesã Márcia Rodrigues/@marciaartescomjornal, que também fez a foto) 
          Uma pequena, charmosa e acolhedora cidade tipicamente mineira, com pouco mais de 5 mil habitantes. Se destaca no artesanato, nas festas folclóricas e religiosas, por suas belezas naturais e exuberantes, como a Cachoeira do Sampaio, a Mata do Isidoro, o Lajeado e a impressionante Cachoeira do Sumidouro, onde suas águas despencam de um enorme penhasco, com 80 metros de queda. (na foto abaixo do Marcelo Santos)
          Tem ainda sua rica culinária, com pratos do Cerrado, como o pequi. Está se tornando conhecida em toda Minas Gerais e Brasil, por suas águas quentes e medicinais.
          As fontes de águas de Felício dos Santos brotam da terra quentes, (como podem ver na foto acima do Luís Carlos da Silva/Divulgação). Saem quentes da rocha,  a uma temperatura de 37 graus centígrados. São medicinais, minerais, hipotermais e radioativas. 
          Estão apenas 9 km do Centro da cidade. O local onde estão as fontes, conta com uma boa infraestrutura para receber os turistas, com pousada com quartos e chalés, restaurante e estacionamento (foto acima e abaixo de Luis Carlos da Silva/Divulgação)
          A área onde estão as fontes de águas quentes, possui 780 hectares, com matas nativas, nascentes, trilhas, uma rica e variada flora e fauna, além de muita água. Tem todo o conforto para que o turista possa relaxar e aproveitar as águas quentes que brotam direto da terra.
Montezuma MG           
          Saindo do Vale do Jequitinhonha, nosso destino agora é Montezuma, no Norte de Minas, a 700 km distante de Belo Horizonte, com acesso pelas BR-122 e BR-135. Faz divisa com os municípios de São João do Paraíso, Vargem Grande do Rio Pardo, Santo Antônio do Retiro, Rio Pardo de Minas, Espinosa. (foto acima e abaixo enviada por Eduardo Vieira Amorim/Arquivo do Balneário)
          Suas águas são famosas no Brasil desde o século XIX, quando foram descobertas suas fontes de águas termais. Das profundezas das terras de Montezuma, brotam águas termais, que chegam à superfície a uma temperatura de 45 graus centígrados. As fontes estão concentradas no Balneário de Montezuma Águas Termais. (foto acima e abaixo arquivo do Balneário de Montezuma/Enviado por Eduardo Vieira Amorim)
          O balneário conta toda estrutura e conforto para receber os turistas, como hotel, restaurante, e bar, além de duas piscinas de água quente, vindas das fontes naturais, outra de água fria, banheiros privativos com piscinas, salão de eventos, play ground, vestiários, banheiros privativos com piscina e loja de conveniência. (foto abaixo arquivo do Balneário de Montezuma/Enviado por Eduardo Vieira Amorim)
          A cidade tem cerca de 9 mil habitantes, é charmosa, pacata e tranquila. Seu povo é muito acolhedor e hospitaleiro. Possui uma boa estrutura urbana para receber os visitantes, com as pousadas e hotéis, uma boa rede gastronômica, um comércio variado e um setor de serviços muito bom. Além disso, Montezuma faz parte do Circuito Turístico Serra Geral do Norte de Minas e tem como atrativos, o Parque Estadual de Montezuma, o Mercado Municipal, a Igreja de Nossa Senhora Santana e as pinturas rupestres da Serra da Macaúba, além de poder ver o maior pequizeiro do mundo, dentre outros atrativos naturais e urbanos.
Araxá MG
          Partindo de Montezuma, estamos indo agora para a Região do Alto Paranaíba, em Araxá (na foto acima de Arnaldo Silva), uma das mais importantes cidades mineiras, com cerca de 110 mil habitantes. A cidade faz divisa com Perdizes, Sacramento, Tapira e Ibiá e está a 215 km de Belo Horizonte, com acesso pela BR-262. 
          A cidade de Araxá está presente na história de Minas Gerais, pela herança dos índios “Arachás”, por suas tradições, principalmente na produção artesanal de doces e seus queijos, premiados no Brasil e exterior. Por sua gastronomia típica, pelo Grande Hotel do Barreiro, também pela história de Ana Jacinta de São José, a Dona Beja, famosa cortesã do século XIX.
          O grande destaque mesmo de Araxá são suas águas sulfurosas, radioativas, cálcicas, magnesianas, carbonatadas e sódicas, que brotam de várias fontes, sendo as principais, a Fonte Dona Beja e Andrade Júnior (na foto acima de Arnaldo Silva).
          Concentradas no Parque das Águas de Araxá, onde está um dos mais imponentes hotéis do Brasil, o Grande Hotel, inaugurado por Getúlio Vargas em 1944 (fotografia acima de Arnaldo Silva). É uma obra prima da arquitetura do século XX. Inspirado nos castelos europeus, o Grande Hotel do Barreiro, em Araxá, tem ornamentação e acabamento em mármores importados da Europa e ainda, lustres de cristais vindos da Boêmia, também na Europa, além de salões com mobiliário do século XX, muitos deles, também importados. Seus salões e corredores impressionam. Uma beleza singular e uma das joias de Minas Gerais.
          No entorno do Grande Hotel, um bucólico lago, um bosque e cascatas, projetados pelo paisagista Burle Marx, se destacam. (fotografia acima de Arnaldo Silva)
          É nas Termas de Araxá, ao lado do Grande Hotel, onde estão as banheiras e piscinas de águas para tratamentos de saúde com duchas, saunas, hidroterapia, mecanoterapia e aplicação de lama vulcânica preta, indicada pra reumatismo e doenças de pele. (foto acima e abaixo, de Arnaldo Silva, das Thermas de Araxá)
          Além da beleza do Parque das Águas, Araxá é uma cidade bem organizada e muito bem estruturada e desenvolvida, com indústrias de vários segmentos, além da mineração do nióbio. Conta com uma sofisticada e aconchegante rede hoteleira e gastronômica, um artesanato valioso, principalmente bordados e crochês, um comércio variado, fácil acesso pelos principais pontos turísticos da cidade, como o Morro do Cristo, o Museu Dona Beja, a Igreja de São Domingos, o Museu de Arte Sagra da Igreja de São Sebastião, a Avenida Imbiara.
          Além de suas belezas arquitetônicas, Em Araxá encontra-se belas paisagens naturais, como serras, rios que foram belas cascatas e cachoeiras, tendo acesso ainda para o Parque Nacional da Serra da Canastra. A cidade conta ainda com um aeroporto, com voos regulares, além de acesso fácil para BR-262.
Sul de Minas
          Saindo do Alto Paranaíba, vamos para o Sul de Minas, onde estão concentradas as principais estâncias hidrominerais de Minas Gerais e as mais famosas também.
          A maioria das estâncias hidrominerais do Sul de Minas, estão na Serra da Mantiqueira. Região montanhosa, de altitudes elevadas, com matas nativas, rios e cachoeiras e paisagens de tirar o fôlego, com fauna e flora riquíssimas. Além das águas que brotam do subsolo, tem ainda os frutos da terra para serem conhecidos e apreciados, nessa região. Fazendas centenárias de café, com seus imponentes casarões, fazendas de plantações de oliveiras e morangos, além de alambiques e cachaçarias, queijos especiais e várias vinícolas, produzindo vinhos finos, de qualidade. Muitas dessas fazendas, abrem suas porteiras para recebem visitantes. Em todas essas cidades, o turista poderá experimentar a genuína cozinha mineira e os pratos típicos do Sul de Minas, como os pratos feitos com a truta, morangos, marmelo, queijos, dentre outros.
          As estâncias hidrominerais do Sul de Minas são as mais conhecidas e mais procuradas por turistas de todo o Brasil e do mundo. São águas com ações curativas e medicinais, encontradas principalmente nas cidades de São Lourenço, Poços de Caldas, Pocinhos do Rio Verde, distrito de Caldas, Maria da Fé, Três Corações, Lambari, Campanha, Carmo de Minas, Conceição do Rio Verde, Heliodora, Lambari, Soledade de Minas, Baependi, Cambuquira, Caxambu e Passa Quatro.
          Além das águas medicinais, são cidades acolhedoras, e boa parte dessas cidades, com boa estrutura para receber os visitantes, com rede hoteleira e gastronômica de qualidade, além de artesanato, cultura, arquitetura, tradições populares marcantes. Duas delas conta com passeios de trem, como o Trem das Águas de São Lourenço a Soledade e o Trem da Mantiqueira, em Passa Quatro.
          Das estâncias hidrominerais da Região Sul de Minas, destacamos três cidades com ótima boa estrutura e atrativos variados para receber os turistas. São Lourenço, Poços de Caldas e Pocinhos do Rio Verde, distrito de Caldas.
São Lourenço MG
          As águas termais de São Lourenço estão concentradas no charmoso Parque das Águas, formado pela Ilha dos Amores, um lago com 90 mil metros quadrados, área verde, construções com arquitetura eclética, lugares próprios para banhos, como os banhos turco, infravermelho e ultravioleta, além de saunas, locais para massagens e duchas. É no Parque das Águas que estão concentradas as fontes de águas gasosas, magnesianas, alcalinas, ferruginosas e sulfurosas. Todas com gases próprios, formados durante milhões de anos, pelas atividades vulcânicas extintas. (na foto acima, de Wilson Fortunato, a entrada da cidade e abaixo, do Rinaldo Almeida, o Parque das Águas)
          São Lourenço é uma cidade tranquila, com um rico artesanato, famosa por seus doces, licores, culinária típica e produção de roupas de lã. É uma cidade charmosa, com arquitetura variada, com traços coloniais, ecléticos e europeus, graças a presença de imigrantes, que vieram para região no início do século passado. A cidade é muito bem estruturada para receber turistas, com ótima rede hoteleira e gastronômica. Conta hoje com cerca de 48 mil habitantes, fazendo divisa com os municípios de Soledade de Minas, Carmo de Minas, Pouso Alto e São Sebastião do Rio Verde. Está a 400 km distante da Capital, com acesso pela BR-381.
Poços de Caldas MG
          Poços de Caldas é outra importante estância turística e hidromineral mineira. Situada a 1184 metros de altitude, a cidade está literalmente na “boca” de um vulcão extinto há milhões de anos. O acesso à cidade é pela BR-351, estando distante 451 km da capital, contando com cerca de 170 mil habitantes. Faz divisa com os municípios de Andradas, Bandeira do Sul, Caldas, Campestre, Botelhos e com os municípios paulistas de Águas da Prata, Divinolândia, Caconde e São Sebastião do Grama. (na foto acima do Luís Leite, a Rodoviária da cidade e abaixo, vista parcial de Poços, do Morro do Cristo)
          As águas que brotam das terras poços-caldenses são sulfurosas, radioativas, alcalino-sulfurosas-hipertermais, ferruginosas e radioativas. Diferente das outras estâncias hidrominerais, onde as águas se concentram em Parques, em Poços de Caldas as fontes são espalhadas na área central da cidade, em belíssimas e bem cuidadas praças. São nove fontes ao todo, com alguns chegando à superfície a 45 graus centígrados. 
          Para banhos, a fonte mais indicada é a Fonte Antônio Carlos (na foto acima de Thelmo Lins), que está dentro de um complexo arquitetônico construído nas primeiras décadas do século passado. Uma das mais belas arquiteturas do século XX, em Minas. Os banhos nessas águas ajudam a aliviar a tensão e desintoxicar o organismo. 
          Poços de Caldas vai muito além de suas águas medicinais. É uma das cidades mais desenvolvidas de Minas e uma das mais procuradas por turistas, principalmente, casais em lua de mel. A cidade inspira romantismo. (fotografia acima de Arnaldo Silva)
          Possui como atrativos a Praça Pedro Sanches, em frente ao Palace Cassino (na foto acima do Luis Leite), o Mercado Municipal, a Praça Dom Pedro II, onde está a Fonte dos Macacos, onde acontece todos os domingos, a Feira de Artes e Artesanatos, o Relógio Floral, a Fonte das Rosas, o Represa Bortolan, o teleférico, que leva os turistas ao Morro do Cristo, a 1.678 metros de altura.
          A cidade conta ainda com uma gastronomia típica, parques urbanos com cachoeiras, como a Cascata das Antas, das Andorinhas e do Véu da Noiva, a Fonte dos Amores, o Recanto Japonês, a bela Matriz de Nossa Senhora da Saúde, a sua charmosa rodoviária, suas festas religiosas, como as Congadas, seu portal de entrada (na foto acima do Luís Leite) e várias outras belezas urbanas. Sem contar a sua sofisticada e aconchegante rede hoteleira, sua rica gastronomia e seu valioso artesanato, principalmente artesanato em vidro, arte introduzida na cidade por imigrantes italianos, vindos da Ilha de Murano, no início do século passado.
Caldas MG e a Estância de Pocinhos do Rio Verde 
          Vizinha a Poços de Caldas, está Caldas, uma das mais antigas cidades do Sul de Minas, fundada em 27 de março de 1813. Inclusive, Poços de Caldas, era distrito de Caldas, antes de ser elevada à cidade emancipada. Caldas conta com cerca de 15 mil habitantes e está a 465 km, com acesso pela BR-381. Faz divisa com os municípios de Andradas, Poços de Caldas, Ibitiúra de Minas, Santa Rita de Caldas, Campestre e Bandeira do Sul.
          Caldas, sedia a Estação Experimental da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (EPAMIG) (na foto acima de Erasmo Pereira/EPAMIG/Divulgação), com grande destaque na produção de vinhos finos, reconhecidos e premiados no Brasil exterior, nos últimos anos. Caldas tem tradição vinícola, desde a chegada dos imigrantes italianos à região, no início do século XX. A cidade realiza todos os anos, sempre na segunda quinzena de janeiro, a Festa da Uva.
          O grande atrativo de Caldas são suas águas medicinais, concentradas no distrito de Pocinhos do Rio Verde (na foto acima de Luís Leite), onde está também o Gran Hotel de Pocinhos.
          Construído na segunda metade do século XIX, em estilo colonial, é o mais antigo hotel em funcionamento no Brasil. (créditos da imagem acima e abaixo: Summit Concept Pocinhos/Divulgação) 
          Pelas dependências do Grande Hotel, passaram milhares de hóspedes, entre gente anônima ou famosa, que vindos de vários lugares do Brasil e do mundo, em busca de cura para suas enfermidades ou mesmo para descanso. Dentro do Grande Hotel, encontra-se o Livro de Ouro.
          É um livro, com relatos de turistas estrangeiros que se curaram de enfermidades, fazendo tratamento nas águas da Estância, como podem ver na foto acima (créditos da imagem:Summit Concept Pocinhos/Divulgação)
          Além do Grande Hotel, na bucólica Vila, encontra-se vinhedos e vinícolas por toda a parte, além de antigos prédios de vinícolas desativadas, com alguns transformados em bistrôs. Em Caldas e em Pocinhos, encontra-se cerca de 30 hotéis, pousadas e chalés, charmosos e tradicionais, a preços variados.
          Região de ar puro e belíssimas paisagens, Pocinhos do Rio Verde é procurada por turistas do mundo todo, em busca das propriedades medicinais de suas águas. Lugar ideal para quem deseja sossego e descanso. No Parque Balneário de Pocinhos o visitante pode desfrutar das três fontes de águas minerais, além de ducha circular, hidromassagem, sauna e banhos de imersão. (créditos da foto acima e abaixo: Summit Concept Pocinhos/Divulgação)
          Na região, as águas do Rio Verde e Rio Soberbo descem entre as montanhas e paisagens com Mata Atlântica, formando em seu percurso cascatas como a Cascata Antônio Monteiro e cachoeiras incríveis, como a Cachoeira da Rapadura e Cachoeira da Margarida, que forma poços de águas limpas, cristalinas e geladas. U um convite para relaxamento em dias quentes de verão. (na foto abaixo, com créditos a Summit Concept Pocinhos/Divulgação, um dos aconchegantes espaços do Gran Hotel de Pocinhos)
          Pocinhos do Rio Verde é um lugar charmoso, com um povo muito acolhedor. É no distrito que acontece nos quatro fins de semana do mês de julho a tradicional Festa do Biscoito. As receitas dos biscoitos saíram dos fornos das centenárias fazendas da região, para se tornar um dos mais tradicionais eventos gastronômicos do Estado de Minas Gerais. São receitas diversas de biscoitos de variados tipos, além de barracas com pratos típicos, doces tradicionais, queijos e vinhos finos, produzidos na estação da Epamig e vinícolas da região, além de eventos culturais e shows musicais.
          Agora é só escolher o roteiro e vivenciar a beleza, tranquilidade, sossego que as nossas estâncias hidrominerais oferecem, bem como os benefícios para a saúde, que as águas que brotam das terras mineiras, proporcionam.

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