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sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

As cidades do Vale do Jequitinhonha.

(Por Arnaldo Silva) O Vale do Jequitinhonha está situado no nordeste do estado, sendo formado por 55 municípios, numa área de 50,143,249 km² de extensão, o que daria 14% do território do Estado de Minas Gerais. Uma das mais importantes cidades do Vale do Jequitinhonha é esta da foto acima, da Giselle Oliveira, Diamantina, com cerca de 50 mil habitantes, a 1280 metros de altitude e distante 290 km de BH, cidade Patrimônio Cultural da Humanidade desde 1999, carinhosamente chamada de "Capital do Vale do Jequitinhonha".
          A região começou a ser povoada no final do século XVII, tendo seu povoamento acelerado no início do século XVIII, com a descoberta de ouro e diamantes. A corrida do ouro deu origem a várias cidades históricas, de grande importância para Minas Gerais, como o Serro na foto acima da Elvira Nascimento, fundada em 1714, hoje com cerca de 25 mil habitantes, distante 320 km de BH e a 835 metros de altitude. Cidade charmosa, com um casario elegante e de grande valor para o Brasil, tendo sido a primeira cidade mineira tombada como Patrimônio Histórico Nacional pelo IPHAN, em 1938. Tem ainda Diamantina, Chapada do Norte, Itamarandiba, Couto de Magalhães de Minas, Minas Novas, Datas, dentre outras. 
          Chapada do Norte, na foto abaixo do Sérgio Mourão é uma charmosa e atraente cidade histórica do Vale do Jequitinhonha. São cerca de 16 mil habitantes, a 522 km de Belo Horizonte, a 521 metros de altitude. 
          A cidade tem sua origem no século XVIII, com a descoberta de ouro na região. Logo no início formou-se um próspero povoado, com a chegada constante de gente em busca da riqueza do ouro. Com  a escassez do metal e com a abolição da escravidão, boa parte dos moradores deixaram o povoado em busca de outras oportunidades, ficando em sua maioria, parte dos escravos, passando a ser maioria entre os moradores. Essa maioria ainda hoje está presente, com 91,2% de sua população, se declarando negra ou parda, segundo dados do IBGE. Chapada do Norte é a cidade de Minas Gerais com maior número de comunidades quilombolas. São ao todo 14 grupos. A cidade guarda relíquas da arquitetura colonial, a riqueza do folclore e da cultura negra, bem como o talento de seu povo para o artesanato, que é riquíssimo.
          Outra cidade de grande Valor histórico para o Vale do Jequitinhonha é Minas Novas (na foto acima de Sérgio Mourão), considerada a "Mãe do Vale". Foi o maior município em extensão territorial de Minas Gerais, dando origem a outras 65 novas cidades, antes seus distritos, que se emanciparam, muitas delas, hoje cidades de referência em Minas Gerais como Diamantina, Nanuque, Almenara, Teófilo Otoni, dentre outras. Foi fundada em 2 de outubro de 1720. Minas Novas está a 512 km da capital, contando hoje com cerca de 32 mil habitantes, estando a 514 metros de altitude. 
          Minas Novas ainda guarda relíquias da história colonial mineira, em suas igrejas, casarões e sobrados, inclusive, tendo sido construído na cidade o primeiro arranha-céu de Minas Gerais e do Brasil. É uma das mais importantes obras da arquitetura barroca mineira. Além da história e sua arquitetura, a cidade se destaca no artesanato em cerâmica, uma das referências na região, além de preservar as tradições culturais e folclóricas centenárias como a Festa de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos e a de São Benedito. Está em franco desenvolvimento, ocupando o 8º lugar no PIB do Jequitinhonha. 
          No Vale do Jequitinhonha, vivem cerca de 1 milhão de mineiros, numa região que vem melhorando ao longo dos anos, embora ainda careça de muitas melhorias ainda para aumentar seu Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), se destaca não só em Minas, no mundo por seu valioso e rico artesanato em cerâmica (como os trabalhos na foto acima da artesã Lilia Xavier, de Campo Alegre, distrito de Turmalina, cidade com grande tradição cultural, religiosa e folclórica em Minas Gerais, celeiro de grandes talentos na arte da cerâmica). Destaca também por suas belezas naturais impressionantes, como os afloramentos rochosos, tradicionais na região, que encantam e impressionam pela imponência, magnitude e beleza, como estes, na foto abaixo do Randal Renye, na região da Pedra do Cachorro, no distrito de Itapiru, em Rubim MG, distante 784 km de Belo Horizonte, a 243 metros de altitude, com cerca de 12 mil habitantes. 
Boa parte das cidades da região do Jequitinhonha foram formadas aos pés desses afloramentos rochosos, como Santo Antônio do Jacinto, na foto abaixo enviada pelo João Avelar. A cidade tem cerca de 12 mil habitantes, com 413 metros de altitude, distante 890 km de Belo Horizonte. 
         O Vale do Jequitinhonha foi subdividido em três micros, tendo como base a altitude regional, sendo a parte de maior altitude, chamada de Alto Jequitinhonha, formada pelos municípios de Alvorada de Minas, Aricanduva, Capelinha, Carbonita, Coluna, Couto Magalhães de Minas, Datas, Diamantina, Felício dos Santos, Gouveia, Itamarandiba, Leme do prado, Minas Novas, Presidente Kubistschek, Rio Vermelho, São Gonçalo do Rio Preto, Senador Modestino Gonçalves, Serra Azul de Minas, Serro, Turmalina, Veredinha e a charmosa e bem cuidada cidade de Angelândia, na foto abaixo do Sérgio Mourão, conhecida internacionalmente pela qualidade de seu café. A cidade está a 800 metros de altitude, distante 400 km de Belo Horizonte e com cerca de 9 mil moradores. 
          O Alto Jequitinhonha é a parte do Vale do Jequitinhonha mais próximo à Capital, Belo Horizonte.
          Já o Médio Jequitinhonha, situado na parte intermediária da região é formado pelos municípios de Francisco Badaró, na foto acima do Ernani Calazans, uma charmosa cidade com pouco mais de 10 mil moradores, distante 723 km da Capital e a 445 metros de altitude. 
          Tem ainda a cidade de Berilo, onde está a Usina Hidrelétrica de Irapé, cuja construção foi de grande importância para o desenvolvimento da região, além de Caraí, Chapada do Norte, Comercinho, Coronel Murta, Itaobim, Itinga, Jenipapo de Minas, José Gonçalves de Minas, Medina, Padre Paraíso, Virgem da Lapa, Ponto dos Volantes, onde está o distrito de Santana do Araçuaí, famoso no Brasil e no mundo pela bonecas da Dona Izabel, a mais importante bonequeira de Minas. Dona Isabel teve seu trabalho reconhecido e respeitado no mundo inteiro, com várias premiações, tanto em Minas Gerais, no Brasil e no exterior, pela UNESCO em 2004. (na foto abaixo, Dona Isabel, em foto feita pelo José Ronaldo a partir de um outdoor colocado em frente à entrada de Santana do Araçuaí.
          Izabel Mendes da Cunha nasceu em 3 de agosto de 1924, na comunidade rural de Córrego Novo, falecendo no dia 30/10/2014, aos 90 anos, em Santana do Araçuaí, no Vale do Jequitinhonha. 
          Deixou um legado para a cultura, não só mineira, mas brasileira. Autodidata, herdou a arte da cerâmica de sua mãe, que fazia panelas de barro, mas sempre sentiu um toque especial para fazer bonecas, arte que se dedicou a partir de 1970, inspirando nas moringas de barro, modelando a tampa em forma de cabeça, com os rostos sempre em feições sérias, serenas e sóbrias.          
          Suas peças estão espalhadas pelo Brasil e em vários outros países do mundo, decorando casas, lojas e museus. Sua arte e visão contemporânea, dividia com todas, nunca guardou somente para si seus conhecimentos, ao contrário, ensinava. Era exemplo de talento, abnegação e amor ao Jequitinhonha, fazendo até os dias de hoje discípulas de sua arte e técnica. Uma arte única, autêntica, que inspirou gerações de novas ceramistas na arte de trabalhar o barro do Vale do Jequitinhonha e valorizar a mulher do Vale, sua cultura, talento e capacidade. 
          Outra importante cidade da região é Araçuaí, na foto acima do Ernani Calazans. É uma das maiores, mais desenvolvidas e uma das maias antigas cidades da região, tendo sido fundada em 21 de setembro de 1871, contando hoje com cerca de 36 mil moradores, distante 678 km de BH e a 315 metros de altitude. 
          Já o Baixo Jequitinhonha, está praticamente ao nível do mar, já que essa parte da região está na divisa com a Bahia, sendo formada pelo município de Pedra Azul, na foto acima do Thelmo Lins. A cidade é uma das mais belas cidades históricas de Minas Gerais, com sua rica e charmosa arquitetura eclética do início do século XX. Pedra Azul conta hoje com cerca de 25 mil habitantes, distante 720 km de Belo Horizonte a 718 metros de altitude.
          Faz parte ainda do Baixo Jequitinhonha as cidades de Almenara, Bandeira, Cachoeira do Pajeú, Divisópolis, Felisburgo, Jacinto, Jequitinhonha, Joaíma, Jordânia, Mata verde, Palmópolis, Rio do Prado, Rubim, Salto da Divisa, Santa Maria do Salto, Santo Antonio do Jacinto e Jequitinhonha, na foto abaixo do Barbosa.
          Jequitinhonha é uma das maiores cidades do Vale, contando hoje com cerca de 42 mil moradores Está a 744 km de Belo Horizonte e a 228 metros de altitude. A Economia do município é voltada para a agropecuária, artesanato, comércio e prestação de serviços, além de ser um polo educacional com a presença do Instituto Federal do Norte de Minas Gerais - Campus Almenara (IFNMG) e universidades de destaque como a Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM), Universidade Norte do Paraná (Unopar), Universidade de Almenara (Alfa), Universidade de Montes Claros (UNIMONTES), dentre outras.
          Um dos grandes destaques da região do Baixo Jequitinhonha é o Rio Araçuaí com 315 km de extensão, banhando 19 cidades e abastecendo outras 23, desaguando no Rio Jequitinhonha, uma dos mais importantes rios de Minas Gerais e de grande importância para a economia do Vale do Jequitinhonha. Na foto acima do Randal Renye, o Rio Jequitinhonha em Almenara, cidade com cerca de 42 mil habitantes. É uma das melhores e mais bem estruturadas cidades da região, distante 744 km distante da Capital e a 188 metros de altitude, tendo nas margens do Rio Jequitinhonha, a  Praia da Saudade, que já foi a maior praia fluvial de Minas Gerais.
         O Rio Jequitinhonha nasce no Serro, atravessa toda a região, banhando várias cidades do Vale do Jequitinhonha, como Diamantina, Coronel Murta, Araçuaí, Jequitinhonha, Almenara, Itaobim, Itinga, dentre outras. São 1090 km de extensão, com suas águas encontrando-se com o Oceano Atlântico em Belmonte, na Bahia. 
          O Vale do Jequitinhonha, por muitos anos foi considerado uma das regiões mais pobres do país, embora a situação tenha mudado bastante em relação ao século passado, ainda persiste na mente de quem não conhece o Vale do Jequitinhonha, como sendo o "vale da miséria". As desigualdades na região, continuam, bem como índices de pobreza e desigualdades existem em todo o Brasil e não apenas em uma região específica. 
          Hoje a região se mostra bem melhor que décadas atrás, caminhando para ser uma região rica e desenvolvida, graças as suas riquezas riquezas minerais, como o minério e o agronegócio. A região vem se mostrando com grande potencial, por exemplo, para desenvolvimento de indústrias extrativas, facilitada ainda pela sua posição geográfica, próxima ao litoral baiano e capixaba, com acesso mais rápido a portos, por via terrestre e por ferrovias. 
          Vamos conhecer um pouco mais de outras cidades do Alto, Médio e Baixo Jequitinhonha. Vamos começar com Palmópolis, na foto abaixo de Randal Renye.
          Com cerca de 6 mil habitantes, está a 720 km distante da Capital, a 630 metros de altitude, no Baixo Jequitinhonha. Sua origem é do início do século XX, em 1910, quando originou-se o povoado que deu origem à cidade, emancipada em 1992. A cidade é charmosa, atraente, aconchegante e muito bonita. Seu povo é muito bom, gentil e hospitaleiro. Seus moradores vivem de um pequeno e variado comércio, da prestação de serviços, da agricultura e pecuária. 
          Outra bela cidade do Baixo Jequitinhonha é Felisburgo, na foto abaixo enviada pelo José Ronaldo. Felisburgo está a 720 km de Belo Horizonte e a 599 metros de altitude, contado hoje com cerca de 8 mil habitantes. Com um pequeno e variado comércio, a cidade é pacata, charmosa, bem atraente, rodeada por muito verde, refrescada por uma bela lagoa. Seus moradores vivem da atividade pecuária leiteira e de corte, além da agricultura básica como feijão, milho e mandioca, além de produtos artesanais como doces e queijos. 
          A cidade surgiu em meados do século passado com o nome de Rubim de José Ferreira, que era a junção dos nomes dos ribeirões Rubim e José Ferreira. Com elevação do povoado a distrito e por fim cidade, em 1º de março de 1963, o nome passou a ser Felisburgo, sugerido por João Batista Lopes de Figueiredo, poeta e homem muito culto na região, que considerava o povo da localidade muito feliz, no caso "cidade feliz", na expressão latina, Felisburgo. Quem nasce em Felisburgo é felisburguense, povo muito feliz e hospitaleiro por natureza.
          Outra atraente cidade do Baixo Jequitinhonha é esta na foto abaixo do Ramon Senna, Joaíma. 
          O município conta com cerca de 16 mil habitantes, distante 700 km da capital e está a uma altitude de 280 metros. A cidade é bem tranquila e atraente, contando com um comércio pequeno, mas variado, prestação de serviços e seu povo maravilhoso, hospitaleiro, onde boa parte vive das atividades agropecuárias e agricultura básica.           
          No Alto Jequitinhonha, a histórica cidade de Datas se destaca pela beleza de sua arquitetura colonial e sua magnífica igreja, datada de 1870, dedicada ao Divino Espírito Santo, na foto acima de Giselle Oliveira. Sua fachada é atraente, com detalhes do estilo neoclássico. Seu projeto arquitetônico é atribuído ao francês, Félix Guizar, bem como os belíssimos entalhes neoclássicos, no interior da Igreja. É uma obra com um padrão artístico raro e único na arquitetura do final do século XIX, estando numa praça charmosa, rodeada por um casario atraente e bem cuidado. (fotografia de Elpídio Justino de Andrade) 
          Com cerca de 6 mil habitantes, a 1240 metros de altitude,  Datas está a 272 km da capital, 24 km de Diamantina, a 55 km do Serro, duas outras importantes cidades históricas da região. No turismo, Datas se destaca por suas cachoeiras e a Lapa Pintada, local que abriga pinturas em pedras, um dos atrativos do município.  
          Outro destaque do município são suas plantações de morango, um dos destaques da economia da cidade. Sim, no Vale do Jequitinhonha cultiva-se morango. Isso devido a altitude do município e seu clima, com dias ensolarados, mas não muito quentes e noites frias. O inverno é seco e bem frio, devido sua altitude na Cordilheira do Espinhaço. Essas condições favorecem o cultivo do morango e outras frutas. Na cidade encontra-se um variado comércio, prestação de serviços, pousadas aconchegantes, bons restaurantes e a beleza de sua arquitetura colonial, eclética e neoclássica.           
          Já Couto de Magalhães de Minas, no Alto Jequitinhonha, é outra cidade que se destaca por sua beleza, arquitetura e história. Na charmosa cidade histórica, com origem na exploração do ouro  no século XVIII, vivem cerca de 5 mil pessoas. (fotografia acima de Wilson Fortunato)     
          Distante 320 km da Capital e a 733 metros de altitude, o município faz parte do Circuito Turístico dos Diamantes. Em Couto de Magalhães de Minas, boa parte da história e arquitetura do período colonial foi preservada, tendo como uma de suas relíquias coloniais a charmosa Capela Bom Senhor Jesus do Matozinhos, com seus belíssimos entalhes dourados em seu interior, em especial no altar, sendo considerada um dos mais belos exemplares da arte Rococó em Minas Gerais. O altar-mor, representa a coroação de Maria pela Santíssima Trindade, emoldurada por anjos e querubins. e charmosa e singela arquitetura colonial em sua fachada 
          A Igreja é tombada pelo IEPHA e em seu redor um charmoso e atraente casario colonial dá mais beleza à praça em que está. Couto de Magalhães conta com um pequeno e variado comércio, boas pousadas e bons restaurantes, com cozinha típica. A cidade preserva tradições religiosas e folclóricas centenárias, como a Festa de Nossa Senhora do Rosário, na segunda semana de setembro com grupos de Congada e Marujada, além de contar ainda com belíssimas paisagens naturais e cachoeiras, como a da Fábrica e do Vaqueiro, tendo ainda em suas proximidades, grutas com pinturas rupestres.

16 comentários:

  1. Essa primeira foto não é de chapada do norte não

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    1. A foto era de um dos distritos de Chapada do Norte e foi substituida por outra, da cidade.

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  2. a primeira foto deve ser de algum município de chapada do norte!!!

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  3. Muito boa a matéria, valorizando e dando visibilidade a uma região tão bonita e com tantas opções para o Turismo, Cultural, religioso, histórico... Importante alguns ajustes para valorizar ainda mais a matéria. A foto que apresentam como Felício dos Santos, na verdade é da Capela que fica em São Gonçalo do Rio Preto. Grande abraço, Wander Noronha

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  4. Ola a primeira foto é de chapada sim,ela foi tirada la do alto do bairro sao geraldo,este morro que vcs veem cansei de subir vindo da policlinica.logo em baixo ao morro ta a famosa biquinha.

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  5. A foto da cidade de Felício dos Santos está errada. Está foto aí é da cidade vizinha....

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  6. A foto representando Felício é, na verdade, de Rio Preto. Mas achei bem legal!

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  7. Saravamos feliz aniversario! Saude! Abraços. Joyeux anniversaire! Santé! Bises.
    Rios, mares, ares...
    Natureza,
    Tudo passa em passos
    Lentos, ou apressados
    Por tôda esta
    Correnteza.
    O cais da vida
    Não é porto de uma so idéia.
    A variedade de sonhos
    Nos leva ao infinito.
    A Vida não tem porto,
    Somos sempre sôltos numa atmosfera sem principio, sem fim...
    So quando se é capaz de descobrir
    Que o mêdo é um freio do sistema,
    é que se passa para a verdadeira dimensão do conhecimento.
    As barreiras, preconceitos...
    O convensionalismo tem a função
    De limitar o avanço da simplicidade,
    Tornando, assim,
    Aqueles que as abraçam
    Simples autômatos descartaveis de algum sistema explorador.
    Vamos voar!
    A Vida existe para quem sabe o significado das Asas.
    * Heitor de Pedra Azul , Saint Julien les Villas, 25/07/2007
    ** Direitos autorais/Droits d'auteurs : Sacem

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  8. Rios, mares, ares...
    Natureza,
    Tudo passa em passos
    Lentos, ou apressados
    Por tôda esta
    Correnteza.
    O cais da vida
    Não é porto de uma so idéia.
    A variedade de sonhos
    Nos leva ao infinito.
    A Vida não tem porto,
    Somos sempre sôltos numa atmosfera sem principio, sem fim...
    So quando se é capaz de descobrir
    Que o mêdo é um freio do sistema,
    é que se passa para a verdadeira dimensão do conhecimento.
    As barreiras, preconceitos...
    O convensionalismo tem a função
    De limitar o avanço da simplicidade,
    Tornando, assim,
    Aqueles que as abraçam
    Simples autômatos descartaveis de algum sistema explorador.
    Vamos voar!
    A Vida existe para quem sabe o significado das Asas.
    * Heitor de Pedra Azul , Saint Julien les Villas, 25/07/2007
    ** Direitos autorais/Droits d'auteurs : Sacem

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  9. MATÉRIA MUITO INTERESSANTE. O INTERIOR BRASILEIRO É MUITO FORMOSO E NECESSITA DE MAIOR DIVULGAÇÃO. QUANTA DIVÍCIA CULTURAL QUE PARA A MAIOR PARTE DO POVO BRASILEIRO É IGNOTA, E NOS DIAS HODIERNOS É POSSÍVEL CHEGAR EM TODAS AS CIDADES DE NOSSO DILETO PAÍS, JÁ QUE A INTERNETE É UMA PÁGINA HIANTE NO LAR, NA RUA, NO TRABALHO, NA ESCOLA E ATÉ MESMO LÁ MEIO NO MATO, ONDE CANTA DITOSO O SABIÁ ANUNCIANDO A ANGÉLIA E OS ENLEVOS DO DESPERTAR DE CADA NOVO SOL. VAMOS VALORIZAR NOSSA CULTURA E LEVAR AO MUNDO A BELEZAS NATURAIS DO BRASIL, TÃO ÍMPARES EM DETERMINADAS SITUAÇÕES COM OUTRAS GLEBAS DO ORBE. - PFiss/Pelotas/Rs/BR. - 16.11.2017 - 17:26 - dia de chuva e temperatura de 15°C -

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  10. Amigos do Conheça Minas, o que aconteceu com a cidade de Serro, que pertence ao Vale, na microrregião de Diamantina.
    Não sou Serrano, moro aqui a um ano, mas Serro é uma cidade muito charmosa. Vejam algumas fotos dessa linda cidade. Merecia estar na lista.

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    1. Não aconteceu nada com o Serro. Está ótima e linda. No site,ai acima, no topo a sua direita, tem "Pesquisa". Digite lá Serro MG e aparecerão 7 matérias específicas sobre a cidade ok.

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    2. Como citei, moro em Serro há um ano. E por ser uma cidade pacata e charmosa, poderia ter ficado entre as 15 listadas.

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  11. Muito legal a matéria, porem vocês não falam de outros municípios como: Felisburgo, Rio do Prado e etc. So falam das principais cidades.

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  12. Estou no Rio de janeiro há quase mil km mas guardo as esperanças de conhecer o jequitinhonha onde o Brasil é mais Brasil

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  13. Matéria ótima, trouxe lembranças maravilhosas quando conheci este paraíso , vale do jequitinhonha

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