quarta-feira, 21 de março de 2018

25 encantadoras cidades turísticas mineiras

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O turismo em Minas Gerais não se resume apenas às cidades históricas e estâncias hidrominerais. São 853 municípios mineiros e os mais famosos estão no Sul de Minas, no Circuito das Águas e na Região do Ciclo do Ouro, onde estão as cidades históricas. Mas por todo o Estado, temos cidades encantadoras, de grande potencial turísticos, muitas delas pacatas, singelas e charmosas cidades que encantam os visitantes, seja pela sua gastronomia, pela arquitetura ou pelas suas belas paisagens. O Conheça Minas mostra pra você 25 dessas cidades. Uma delas é essa ai da foto acima, Santa Maria do Salto, no Vale do Jequitinhonha, enviada por Márcia Porto. Conheça lindas, importantes e charmosas cidades mineiras que talvez você nem imaginava que são turísticas. 
01 - Datas
Pequena e aconchegante, Datas é uma cidade que resguarda lindas e deliciosas cachoeiras de águas geladas e cristalinas. Localizado a aproximadamente 272 km da capital mineira, no Vale do Jequitinhonha e sua população é aproximadamente de 7 mil habitantes. Faz divisa com os municípios de Diamantina, Serro, Presidente Kubitschek, Conceição do Mato Dentro e Gouveia.
A cidade possui belas construções históricas como a majestosa Igreja do Divino, que é datada em 1870. A Lapa Pintada é um grande ponto turístico da cidade, por abrigar pinturas em pedras que ficam próximas a pequenos poços de água. 
A Praça do Divino Espírito Santo (na foto acima Matriz do Divino. Foto do Projeto Acervo Diamantina - Fragmentos Visuais da Cidade no Século XXI ) é em homenagem ao santo padroeiro da cidade, que recebe todos os anos uma animada festa em seu tributo, a qual pode ser considerada uma das mais fortes manifestações culturais da cidade.
02 - Caldas e Pocinhos do Rio Verde
Caldas (na foto acima de Joelmir Barbosa) é uma das mais antigas cidades de Minas e um dos maiores municípios em extensão. Tem menos de 15 mil habitantes e fica no Sul de Minas. Vizinha às cidades de Poços de Caldas, Ibitiúra de Minas, Santa Rita de Caldas, Campestre e Bandeira do Sul.
Caldas é uma cidade cidade acolhedora, de ótimo clima, com um casario bem conservado e belezas arquitetônicas que chamam a atenção, principalmente de sua igreja Matriz.
Possui diversas cachoeiras, trilhas e áreas verdes; águas minerais, destacando-se a do Balneário de Pocinhos do Rio Verde. As águas minerais de Caldas são indicadas para tratamentos medicinais. Tem uma ótima e eficiente rede hoteleira, muito bem equipados e preparados para receber visitantes que muitas vezes, vem de outros estados e do exterior. 
Em áreas como a Pedra Branca, de altitude de mais de 1.700 metros, pode-se praticar o ecoturismo. No distrito de Pocinhos do Rio Verde, assim como na cidade de Caldas encontramos hotéis, balneários, chalés, pousadas, vinhedos, prédios de antigas vinícolas (alguns transformados em bistrôs) para atender os turistas que além de diversão, procuram as famosas guloseimas mineiras que é uma das tradições do município.
É uma cidade turística, com vários eventos anuais como a Festa da Uva já que Caldas é um dos maiores produtores da no Estado. 
Tem o Arraial de Caldas que acontece sempre no feriado de Corpus Christi. A ocasião reúne a tradicional comida mineira, além de doces, biscoitos e vinhos produzidos no local. 
Em junho julho acontece os festejos Juninos com tudo que a festa tem direito, principalmente com a nossa culinária e a famosa Festa do Biscoito que movimenta a cidade em todo o mês de julho. 
A Festa do Biscoito acontece todos os fins de semana, durante todo o mês de julho em Pocinhos do Rio Verde (na foto acima de Rogério Santos Pereira). Biscoito é um Patrimônio Imaterial do Município e há mais de duas décadas a Festa do Biscoito atrai mineiros, cariocas e paulistas, que vêm saborear as delícias exclusivas do período do evento como biscoitos fritos recheados e outras inovações, além de conhecer o artesanato local, ver os mestres biscoiteiros em ação e participar dos diversos shows musicais durante o evento.
A cidade de Caldas também é procurada pelos doces caseiros em pasta, em calda e cristalizados, além de manteigas e outros derivados do leite e vinhos. 
03 - Santa Maria do Salto
Santa Maria do Salto é uma bela e pacata cidade do Vale do Jequitinhonha, conta com 5381 habitantes, segundo o IBGE em 2017. Faz divisa com os municípios de Jacinto, Salto da Divisa, Santo Antônio do Jacinto e Itagimirim (BA). Está distante 827 km de Belo Horizonte. Córregos, pequenos riachos, cachoeiras, belas paisagens com enormes de teofilitos (montanhas em pedras) fazem o diferencial da paisagem. Numa dessas montanhas de pedra está a cidade e sua bela praça da Matriz. (imagem acima enviada por Márcia Porto)
04 - Itapecerica
Fundada em 1789, é uma cidade histórica mineira com 25 mil habitantes. Fica na Região Oeste de Minas, distante 180 km de Belo Horizonte. (foto acima de Thelmo Lins) Faz divisa com os municípios de Camacho, Carmo da Mata, Cláudio, Formiga, Pedra do Indaiá, São Francisco de Paula, São Sebastião do Oeste.
Os principais monumentos histórico-culturais do município são de origem colonial, com arquitetura barroca, destacando-se: Igreja de São Francisco da Ordem Terceira de Santo Antônio (1801), Igreja de Nossa Senhora do Rosário (1819), Igreja de Nossa Senhora das Mercês (1862), Casarão da Cooperativa (1905), Igreja Matriz de São Bento (1912), Casarão da Mita (1910-1915), Praça Melo Vianna (1936).
A cidade apresenta ainda importantes manifestações culturais, como o Festival de Inverno que ocorre no final de julho 
tendo como palco a Igreja da Matriz, reunindo apresentações de dança, teatro, arte e música de artistas locais e renomados, mobilizando a cidade e atraindo turistas da região e o Festival Gastronômico Rural que ocorre geralmente no feriado de Corpus Christi, reunindo o melhor do cardápio local, destacando a simplicidade da comida mineira do interior.
Duas fazendas no município atraem atenção de turistas. A fazenda Capetinga e a fazenda Palestina.
05 - Estrela do Sul
Localizado a 520 km de Belo Horizonte, Estrela do Sul é única cidade histórica do Triângulo Mineiro. (foto acima de Thelmo Lins)  Faz divisa com os municípios de Monte Carmelo, Grupiara, Cascalho Rico, Araguari, Indianópolis, Nova Ponte e Romaria.Sua população estimada em julho de 2017 era de 7 981 habitantes.Fundada em 1854 em 1854 com a denominação de Diamantino da Bagagem e subordinado ao município de Patrocínio, tornou-se vila com a denominação de Bagagem em 1856 e recebeu status de cidade em 1861. A partir de 1901 recebeu a sua denominação atual em homenagem ao diamante Estrela do Sul encontrado nessa região. 
A descoberta de diamantes na região no século XIX, atraiu para a pequena cidade na época, centenas de pessoas, entre elas Ana Jacinta de São José, a Dona Beja, que na meia idade, mudou-se de Araxá para Estrela do Sul, onde fixou moradia e viveu até sua morte, aos 72 anos, deixando sua vasta história de vida e descendentes.
06 - Pimenta
Pimenta é uma bela cidade banhada pelo Lago de Furnas. Fica na região Oeste de Minas a 235 km de Belo Horizonte. O município faz divisa com Guapé, Piumhi, Pains e Formiga. Segundo o IBGE, em 2017, Pimenta contava com 8.720 habitantes. Seu ponto de turismo principal é a Estância de Furnas e uma famosa pousada visitada por turistas de todo o Brasil. (foto acima de Aender Mendes)
07 - Brasópolis
Brasópolis fica no Sul de Minas e conta com 14.889 habitantes, segundo o IBGE/2017. (fotografia acima de Anderson Veloso) O município faz divisa com Piranguinho (N e NE), Piranguçu (L), Campos do Jordão (S) e Paraisópolis, Conceição dos Ouros e Cachoeira de Minas (O). Com localização estratégica entre Campos do Jordão, em São Paulo, e Gonçalves, em Minas Gerais, Brazópolis possui clima agradável e muitos atrativos naturais, como cachoeiras e trilhas de ecoturismo.O município tem uma forte economia rural principalmente na produção de bananas, em especial a banana-prata. Do tronco da bananeira, são extraídas as fibras, que, depois de processadas, incrementam o artesanato e a renda familiar. Os objetos de arte e decoração feitos com fibras de bananeira vêm sendo comercializados com sucesso.
Além disso, está instalado na cidade o Observatório do Pico dos Dias, coordenado pelo Laboratório Nacional de Astrofísica, que, além de ser um dos símbolos da cidade, é um ponto turístico.
08 - São Romão
São Romão foi fundada em 23 de outubro de 1668, sendo uma das mais antigas cidades de Minas Gerais. É  "sucedâneo" do Município de mesmo nome localizado na Região de Seia - Portugal. Suas construções tem influência portuguesas e por essas terras, uma boa parte da história de Minas e do Brasil foram contadas. Fica a 529 km de Belo Horizonte, na região Norte de Minas e faz divisa com Pintópolis, Urucuia, Riachinho, Santa Fé de Minas, Ubaí e Icarai de Minas. Sua população é de 11.892 habitantes, segundo o IBGE/2017, e suas principais atividades econômicas são a pesca e a agricultura. O Rio São Francisco é o principal ponto atrativo natural do município. (na foto acima, enviada pelo Tiago Soares, balsa atravessando o Rio São Francisco, chegando ao porto de São Romão)
09 - Lagoa Dourada
Cidade histórica do Campo das Vertentes, com cerca de 15 mil habitantes é cortada pela Estrada Real em seu perímetro urbano. Faz divisa com os municípios de Carandai, Casa Grande, Entre Rios de Minas, Resende Costa, Coronel Xavier Chaves e Prados. Está a 1080 metros de altitude e 146 km de Belo Horizonte.(foto acima de Sérgio Freitas)
De seu passado colonial, Lagoa Dourada preserva, na sede, alguns casarões e igrejas com expressivos fragmentos da arte colonial mineira. A Igreja Matriz de Santo Antônio e a Igreja do Senhor Bom Jesus compõem o tradicional cenário urbano das cidades do interior de Minas.
Na zona rural são preservados marcos de seu passado com belos casarões e belas paisagens naturais como cursos d´água, entre eles o Rio Carandai.
Mas seu principal atrativo para turistas é sem dúvida seu famoso Rocambole que você encontra praticamente em todo o canto da cidade. É a melhor especialidade da gastronomia local. Legítimo rocambole, é o de Lagoa Dourada.
10 - Cambuquira
Sua população estimada em 2017 era de 13 053 habitantes. (foto acima de Thelmo Lins) O município está no Sul de Minas e  faz divisa com  Três Corações, Campanha, Lambari, Conceição do Rio Verde e Jesuânia Faz parte do Circuito das Águas de Minas Gerais. Cambuquira foi uma das primeiras cidades projetadas do estado, com ruas largas, calçadas amplas e arborização selecionada - na primavera, as flores de centenas de árvores de magnólia perfumam a atmosfera da cidade e são uma atração à parte. As principais atrações da cidade são: o Parque das Águas, com seis fontes de água mineral (ferruginosa, alcalina, magnesiana, sulfurosa, gasosa e com lítio); as fontes do Marimbeiro e do Laranjal (nas cercanias da cidade); e o Pico do Piripau, a 1 300 metros de altitude, de onde decolam pilotos de parapente e asa-delta. Além de 2 cachoeiras na zona rural. 
11 - Vargem Bonita
Sua população estimada em 2017 era de 2.209 habitantes. (foto acima de Luis Leite)  Fica no Sudoeste de Minas e faz divisa com os municípios de São Roque de Minas, São João Batista do Glória, Piumhi e Capitólio.
É a primeira cidade banhada pelo Rio São Francisco, que nasce na vizinha São Roque de Minas e o principal acesso para a cachoeira da Cascadanta, o local mais visitado do Parque da Serra da Canastra. 
De Vargem Bonita pode-se observar o enorme maciço de pedra formando uma caixa, que antigamente era chamada de canastra. Essa pedra deu origem ao nome do local, Serra da Canastra. 
A cidade é calma, tranquila e bem pacata e seu povo muito gentil, hospitaleiro e bastante atenciosos para com os visitantes. Conta com várias opções de hospedagem e tem um artesanato atrativo, exposto numa loja bem no centro da cidade. Seu povo tem o dom da cozinha. Se destacam na produção artesanal, principalmente do Queijo Canastra e doces caseiros. As águas do Rio São Francisco, no município são rasas, calmas e cristalinas. Um convite para o sossego.
12 - Santa Rita do Jacutinga
Sua população em 2017 era de 5043 habitantes. (foto acima de Marcos Lamas) A cidade se destaca no turismo rural, havendo diversas pousadas com excelentes condições hospedagem, trilhas, cachoeiras e riachos que possibilitam desde descansos até a prática de esportes radicais, como rapel e rafting. Ainda há alguns atrativos turísticos de valor cultural ou histórico, como suas fazendas construídas no século XVIII, que remontam ao tempo da escravidão e do café. A Fazenda Santa Clara, por exemplo, chegou a ser a segunda maior do Brasil em número de escravos. Também são realizados diversos eventos durante o ano e que atraem visitantes de outras cidades de Minas Gerais e do país, como o carnaval e as celebrações de Santa Rita de Cássia, padroeira municipal.
A cidade conta com vários atrativos de valor histórico e cultural. Destacam-se as fazendas construídas entre os séculos XIII e XIX, que por muito tempo serviram como abrigo de escravos e barões da época do café. A Fazenda Santa Clara, por exemplo, foi construída em 1790 e chegou a ser a segunda maior do Brasil em número de escravos, cuja quantidade era de cerca de 2 400, sendo que os mais rebeldes eram castigados em uma masmorra situada embaixo da casa. Hoje, porém, o lugar é aberto ao público e serve como museu, contando com 6 mil m² de área construída, tendo sido palco da telenovela Terra Nostra, da Rede Globo. O número de janelas (365), quartos (52) e salões (12) remete à quantidade de dias, semanas e meses do calendário.Também há em Santa Rita a Sala do Turismo, fundada em 23 de dezembro de 2010 no prédio da antiga estação ferroviária, com objetivo de ordenar o turismo da cidade; e as praças da cidade, que contam com vários bares e restaurantes.
Além das fazendas, também há na zona rural diversas pousadas e hotéis com foco no ecoturismo. Há 72 cachoeiras cadastradas, sendo algumas delas a Cachoeira dos Sonhos e a Cachoeira do Boqueirão, sendo esta uma fenda de mais de 40 metros de altura que foi esculpida ao longo de milhões de anos pelas águas do Rio Pirapetinga.
O artesanato é uma das formas mais espontâneas da expressão cultural vicenciana. Em várias partes do município, é possível encontrar uma produção artesanal diferenciada, feita com matérias-primas regionais e criada de acordo com a cultura e o modo de vida local. Há associações que reúnem artesãos da região, disponibilizando espaço para confecção, exposição e venda dos produtos artesanais. Normalmente essas peças são vendidas em feiras, exposições ou lojas de artesanato.
13 - Mar de Espanha
O município faz parte do Circuito Caminho Verdes de Minas e está na região da Zona da Mata Mineira. (foto acima de Márcia Valle) Segundo a história, dois irmãos espanhóis construíram um porto para atravessar o Rio Paranaíba de balsa porque era muito largo e para trazer ou levar produtos a outra margem, somente com balsa. Também levava pessoas que tinha atividades para fazer nas duas margens. Esses irmãos, diziam aos passageiros da balsa que o trecho onde eles construíram o porto se parecia muito com o mar que eles conheciam no pais de origem, Espanha, “El mar d’Spaña”. Deram ao nome à fazenda que tinham de Mar de Espanha, e o povoado cresceu em torno da fazenda e a cidade passou a se chamar Mar de Espanha.
Cidade típica cidade do interior mineiro, com forte potencial turístico, Mar de Espanha tem, segundo o IBGE 12.743 habitantes, em 2017. Faz divisa com os municípios de Além Paraíba, Chiador, Guarará, Pequeri, Santana do Deserto, Santo Antônio do Aventureiro, Senador Cortes, Maripá de Minas.  
O município tem um rico acervo cultural, ótimo artesanato e as tradicionais festas religiosas e populares como a Folia de Reis, o Zé Pereira, o Congado, o carnaval, a Exposição Agropecuária e o Setembro Festivo são preservadas e incentivadas.
Em termos arquitetônicos, em todo o município podemos ver vários casarões com arquiteturas variadas como coloniais e arquitetura do início do século XX,com influência francesa e inglesa.  Dessas construções, mas mais interessantes são os atuais prédios da Câmara e Prefeitura, o edifício do Fórum, a Escola Estevão Pinto, o prédio da Cadeia Pública, a antiga Estação Ferroviária, do Clube Recreativo e o conjunto paisagístico Parque Dr. José Francisco Schettino.
Além da arquitetura, o município conta com lindas paisagens naturais, com belas cachoeiras como as cachoeiras da Bocaína, da Fumaça e Pedro Duim, o Campo das Palmeiras, a Estação Ecológica, principal Unidade de Conservação da região, e um sítio arqueológico, localizado na região conhecida como Córrego de Areia, local onde podemos encontrar pedras grampeadas que permitem a prática de esportes radicais como montanhismo e rapel.
14 - Cachoeira Dourada
Em 2017, sua população estimada era de 2 691 habitantes. (foto acima de Jorge Nelson) Fica no Triângulo Mineiro, distante 744 km de Belo Horizonte. Cachoeira Dourada faz divisa com Capinópolis, Ipiaçu, Canápolis e Ituiutaba (MG), Cachoeira Dourada (GO).
O turismo é uma das principais fontes de renda do município. Faz parte do Circuito Turístico Águas do Cerrado, recebendo todos os anos milhares de turistas. O principal destino é a represa formada pela Usina Hidrelétrica de Cachoeira Dourada, um lugar perfeito para praticar esportes aquáticos. A semana do Carnaval é o período em que o município recebe mais turistas.Capinópolis, Ipiaçu, Canápolis e Ituiutaba (MG) e da xará Cachoeira Dourada (GO)
15 - Cambui
Típica cidade mineira, com um povo gentil, hospitaleiro e muito atencioso. (foto acima de Sônia Luz) É um lugar privilegiado por Deus, chamada por seus moradores de paraíso por suas belas paisagens, cachoeiras, clima agradável, ótima culinária, proporcionando a seus moradores uma excelente qualidade de vida.
Surgiu em meados do século XIX, sendo reconhecida como cidade em 24 de maio de 1892, Cambuí, no Sul de Minas é uma das mais antigas e belas cidades mineiras. Desde sua criação, a cidade sempre demonstrou vocação cultural contando desde o início do século passado com bandas músicas, cinema (da década de 30, restaurando nos anos 90), artistas locais e outras manifestações culturais. Por isso é conhecido como "A capital da Cultura no Brasil.
O famoso prato "virado de banana" é patenteado e reconhecido como patrimônio do município.
Sua população recenseada em 2017 era de 29.165 habitantes. Faz divisa com os municípios de Camanducaia, Senador Amaral, Bom Repouso, Córrego do Bom Jesus, Consolação, Munhoz, Estiva, Itapeva. Faz parte da Serra da Mantiqueira, com altitude de 860 metros. 
Cambuí recebe muitos turistas da região e de visitantes do vizinho estado de São Paulo em busca de sossego, descanso e um pouco de paz em meio às cachoeiras, rios, natureza esplendorosa e paisagens de tirar o fôlego que o município oferece. Quem gosta de mais agitação, o município oferece condições de práticas de esportes radicais e atividades festivas como a Festa da Padroeira, aniversário da cidade e outros.
16 - Passa Tempo
Passa Tempo (na foto acima de Saulo Guglielmelli) fica na Região Oeste de Minas a 980 metros de altitude, distante 143 km de Belo Horizonte. Sua população estimada em 2017 era de 8.058 habitantes. O município foi fundado em 30 de Agosto de 1911 após se emancipar de Oliveira. A história do município é intimamente ligada aos cavalos Mangalarga Marchador e à Fazenda Campo Grande (na foto abaixo de Saulo Guglielmelli). Seu proprietário, Cel. Gabriel Andrade, benfeitor da cidade, juntamente com seus filhos, são responsáveis pelo surgimento da linhagem "Passa Tempo".
Excelente lugar para descansar o corpo e a mente e fugir da correria das metrópoles. São atrativos desta cidade a Casa de Cultura, a Igreja Matriz, as belas cachoeiras, trilhas ecológicas, a festa da cidade (30 de agosto) onde acontece um tradicional carnaval temporão, a Semana Santa, a festa da Padroeira, o Carnaval. 
17 - Conceição dos Ouros
Conceição dos Ouros (na foto ao lado de Ricardo Bittencourt) fica no Sul de Minas e faz divisa com os municípios de Cachoeira de Minas, Paraisópolis, Brasópolis, Consolação. Sua população em 2017, segundo o IBGE, era de 10.388 habitantes, situando-se a 450 km de Belo Horizonte. É um município que tem algumas indústrias (principalmente indústria de polvilho, gesso e duas do setor automobilístico). Tem uma equipe de futebol e futsal regional (é bicampeã da Taça EPTV de futsal). É famosa pelos biscoitos salgados que são feitos lá. 
Conceição dos Ouros é a maior produtora de polvilho em todo o mundo (produziu 15 400 000 quilos desse produto no ano de 2008, segundo a Emater). O município é também o maior produtor de mandioca do Estado de Minas Gerais (produz 15 mil toneladas ao ano, e possuí uma área plantada dessa cultura de mais de 405 hectares segundo o IBGE).
A cidade ostenta desde a década de 1970 o título de maior produtora mundial de polvilho. O produto tem uma importância relevante no município, tanto na área econômica quanto histórica. O polvilho começou a ser produzido no local no início do século XX, e a maioria da tecnologia criada nessa indústria surgiu ali na cidade. O gesso foi introduzido mais tarde, na década de 1980, e hoje são mais de 140 fábricas de molduras e placas espalhadas por toda a cidade. O mercado sul mineiro e paulista desse produto é sustentado em grande parte pela cidade.
Os principais pontos turísticos do município são: Cachoeira das Três Cruzes; Cachoeira dos Euclides; Cachoeira dos Pilões; Cachoeira dos Rochas; Mata da Bexiga; Serra Grande;Morro do Quilombo (Serra Careca); Morro do Sertãozinho;Fábricas de Polvilho; Museu Histórico, Arqueológico, Cultural e ambiental; Sítio Arqueológico Pré-Histórico do Dórgão; Sítio arqueológico Engenho dos Índios.
18 - Itamarandiba
Itamarandiba foi fundada em 24 de junho de 1675. É uma das mais antigas cidades do Brasil e guarda relíquias da história Colonial e Imperial Brasileira em seus casarões, distritos e fazendas. Faz parte do Vale do Jequitinhonha e faz divisa com os municípios de Aricanduva, Carbonita, Capelinha, Senador Modestino Gonçalves, Veredinha, Rio Vermelho, São Sebastião do Maranhão, Coluna, Frei Lagonegro , Felício dos Santos e São Pedro do Suaçuí. A cidade, em franco desenvolvimento, oferece uma boa qualidade de vida a seus moradores e recebe muito bem os turistas e visitantes, que na cidade vão a negócios ou a passeio. (foto acima de Sérgio Mourão) Sua população, de acordo com estimativa do IBGE, era de 34 661 habitantes em 2017.O município que possui extensa e diversificada base territorial situa-se no Alto Vale do Jequitinhonha, sendo um dos principais municípios dessa região. Itamarandiba estende-se sobre os domínios do bioma Mata Atlântica — a leste — e Cerrado. O relevo é marcado pelas grandes chapadas e pela Serra do Espinhaço — Reserva da Biosfera — UNESCO.
Sua arquitetura de inspiração portuguesa é secular e mesmo com a modernização da cidade, antigos casarões estão presentes. São representativos da arquitetura colonial, Casarões da Rua Padre João Afonso, Largo do Souza, Rua Tiradentes, Igreja de Nossa Senhora do Rosário, na Praça Dr. Alphonso Pavie, entre outros imóveis na região central da cidade, assim como outros em diferentes localidades do município.
Itamarandiba é um dos municípios integrantes do Circuito das Pedras Preciosas e pleiteia sua integração à Estrada Real, tendo em vista seu pertencimento histórico. O município possui grande potencial turístico ocioso. O evento anual "Expoita", Exposição Agropecuária de Itamarandiba, é considerado uma das maiores festas da região, sempre realizada no Parque de Exposições do município, cujo espaço tem sofrido reparos a cada evento e sido palco de apresentações de celebridades da música sertaneja como Daniel, Chitãozinho e Xoróro, entre outros, reunindo grande público e mostras empresariais. A paixão declarada dos itamarandibanos pelas motos reflete nos grandes eventos do gênero realizados na cidade. A primeira localidade do Vale do Jequitinhonha, Itamarandiba possui 336 anos e historiografia peculiar, apresentando um rico calendário de manifestações culturais como a Festa de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, encenações da Semana Santa, Corpus Christi, entre outras de valore histórico e religioso. A cidade também promove um dos melhores carnavais da região, que movimenta a cidade e atrai visitantes de várias cidades vizinhas.
O Distrito de Penha de França (na foto acima de Sérgio Mourão), de ricas tradições religiosas e da bela culinária local, é um atrativo que merece ser visitado. Itamarandiba tem buscado implementar ações, sobretudo para desenvolver seu potencial turístico ecológico e de negócios. A cidade brinda o visitante com o que tem de melhor: a simplicidade, rusticidade, as belas paisagens e a prosa acolhedora dos mineiros.
19 - Morada Nova de Minas
Banhado pelas águas do lago da barragem de Três Marias, o município de Morada Nova de Minas (na foto acima de Stela Dayrell Moura) fica na Região Central de Minas, distante 280 km de Belo Horizonte, com acesso através das rodovias BR-040 e MG-415. Com cerca de 10 mil habitantes, a cidade chama a atenção por suas paisagens bucólicas.
Parte integrante do circuito turístico do lago de Três Marias, a cidade atrai pessoas de diferentes localidades por suas festas tradicionais, como a Folia de Reis, as festas juninas, o Festival do Peixe, a Festa do Carro de Boi e os cultos populares - além de ser frequentada por adeptos da pesca esportiva e dos esportes náuticos.
Outro atrativo de Morada Nova é a culinária local, que tem pratos como a costelinha com ora-pro-nobis, frango com quiabo e angu, feijão tropeiro, torresmo com mandioca e a paçoca de carne seca.
Isso sem contar as cachaças artesanais, os queijos e doces como a rapadura com gergelim, a pamonha e o mingau de milho verde.
20 - Belo Vale
O município foi criado em 1938 mas o povoamento da região se deu no século XVII, onde ainda estão presentes na arquitetura local casarios históricos, fazendas e construções da época do Brasil Colônia e Imperial. Belo Vale (na foto acima de Evaldo Itor Fernandes) fica a 82 km de Belo Horizonte e tem aproximadamente 10 mil habitantes. Faz divisa com os municípios de divisa Congonhas, Ouro Preto, Moeda, Brumadinho, Bonfim, Piedade dos Gerais, Jeceaba.
Seus principais distritos são: Salgado, Laranjeiras, Roças Novas, Costas, Pintos, Santana, Lajes, Curral Moreira, Chácara, Moreira, Posse, João Alves, Noiva do Cordeiro, Chacrinha, Pedra, Troia, Arrojado, Palmital, Boa Morte e Barra Nova.
O município é um dos grandes produtores de Mexerica do Brasil e a Festa da Mexerica, junto com a Festa do Rodeio são as mais importantes atrações anuais da cidade. 
Atrações históricas
O município integra o circuito turístico Veredas do Paraopeba.Os principais destaques turísticos são:
Fazenda Boa Esperança, com pinturas do famoso Mestre Ataide, provavelmente construída em meados do século XVIII com influências arquitetônicas do Norte de Portugal. A fazenda pertenceu ao Barão do Paraopeba. Atualmente, é tombada e pertence ao IEPHA, situando-se a 6 km da sede do município.
Museu do Escravo, único museu no gênero em todo Brasil. Esta localizado na sede do município. (na foto acima de Evaldo Itor Fernandes)
Calçada, trecho da Estrada Real, que ligava Vila Rica(Ouro Preto) a Fazenda Boa Esperança.
Igreja de Santana, fundada em 1735 em São Pedro do Paraopeba, criada pela bandeira de Fernão Dias, onde ainda se pode ver ruínas deste povoado, a 08 km da sede do município.
Igreja de Nossa Senhora da Boa Morte, fundada e, 1760 pela bandeira de Gonçalo Alvares e Paiva Lopes, a 06 km da sede do município.
Igreja de São Gonçalo, fundada em 1764 por Gonçalo Alvares e Paiva Lopes na sede do município.
Forte das Casas Velhas, antiga alfândega e forte militar da época do ciclo do ouro, situa-se no alto da serra do mascate, aproximadamente a 12 km da sede do município.
Casarão dos Araújo, (sobrado da praça), datado de 1929, construídas em estilo inglês, predominante da época, na sede do município.
Conjunto Ferroviário, composto de duas residências, duas plataformas e mas sede da EFCB, inaugurada em 1917, construídas em estilo inglês, predominante na época, na sede do município.
Cachoeiras
O município é montanhoso e por isso possui diversas cachoeiras como:
Cachoeira da Serra, localiza-se no alto da serra a margem da MG-442 que liga Belo Vale a BR-040. De lá se tem uma vista exuberante de todo o município e seus arredores.
Cachoeira da Boa Esperança, localiza-se perto da Fazenda Boa Esperança e a 5,5 km da sede do município. Com águas cristalinas, possui suaves quedas com poços para se refrescar. Além disso possui dois toboáguas naturais.
Cachoeira da Usina, localizada perto do povoado da pedra a cachoeira e formada por uma antiga usina hidrelétrica que fornecia energia elétrica para a cidade de Belo Vale. A partir que parou sua produção de energia o local se tornou uma cachoeira que se forma com a queda de água da usina localizada no ribeirão dos Paivas. Localiza-se a 7 km da sede do município.
Cachoeira do Moinho, possui cachoeiras com quedas naturais localizada perto do povoado dos costas, a 10 km da sede do município.
Cachoeira do Zé Pinto, no povoado de Boca Calada, a 7 km da sede do município.
Cachoeira do Geraldão, no povoado de Santana, a 8 km da sede do município.
Cachoeira das Lages, no povoado de Lages, à 20 km da sede do município.
21 - Marmelópolis
Marmelópolis (na foto acima de Jair Antônio Oliveira) está situada na Serra da Mantiqueira no Sul de Minas, próxima a grandes elevações como o Pico dos Marins (2.422 m), um dos pontos mais altos da serra, e o Pico do Marinzinho (2.393 m). Faz divisa com os municípios de Virgínia bairro Morangal e Passa Quatro a nordeste, Cruzeiro (SP) a sudeste e Delfim Moreira a oeste. Tem aproximadamente 3 mil habitantes. É uma bela e pacata cidade tradicionalmente mineira, bem cuidada, com um casario, praças aconchegantes. É uma cidade que se destaca pelo seu tradicional doce de marmelo e pelo clima frio, levando centenas de pessoas à cidade no Festival de Inverno, que acontece, geralmente entre os fins de junho e início de julho. A cidade é bem organizada, limpa, com um povo simples, gentil e acolhedor. A paisagem do município é constituída por cachoeiras, araucárias, vales, picos e trilhas ecológicas. 
A cidade integra o Circuito Turístico Caminhos do Sul de Minas e tem a totalidade de seu território pertencente à APA Serra da Mantiqueira, abrigando também uma RPPN - Reserva Particular do Patrimônio Natural - (RPPN da Terra da Pedra Montada). Anualmente, em março, a cidade sedia a Festa do Marmelo, a fim de promover a principal cultura da cidade. O cultivo do marmelo é tradição desde o século passado na cidade, dando origem ao nome do município. Plantações de azeites, cerejeiras e marmelo são comuns.
22 - Mesquita
Mesquita (foto acima de Elvira Nascimento) fica no Vale do Rio Doce e faz parte do colar metropolitano do Vale do Aço, fazendo divisa com os municípios de Açucena, Belo Oriente, Coronel Fabriciano, Ipatinga, Joanésia e Santana do Paraíso. Tem cerca de 6 mil habitantes.
Mesquita é conhecida tradicionalmente pela Festa de Santo Antônio, realizada todo o mês de junho. O evento reúne milhares de participantes, com a queima da tradicional fogueira de 20 metros de altura. (foto acima da fogueira, de autoria de Sérgio Mourão)
Mesquita possui vários pontos turísticos, dentre eles: Lagoa do Budeca, Cachoeira dos Britos, Cachoeira do Tamanduá e a Torre de TV, que é propicia à prática de voo livre. A pracinha da cidade, situada em seu centro, concentra um considerável movimento noturno, especialmente nos finais de semana, quando as pessoas se reúnem para ouvir música, contar causos e namorar.
23 - Campanha
Campanha fica no Sul de Minas e conta com aproximadamente 17 mil habitantes. Distante 316 km de Belo Horizonte, faz divisa com os municípios de Cambuquira, Monsenhor Paulo, São Gonçalo do Sapucaí, Lambari e Três Corações. (Foto acima da Prefeitura Municipal de Campanha MG)
A cidade é sede da Academia Sul Mineira de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico Alfredo Valadão, da Cruzada Nacional de Alfabetização, precursora do Movimento Brasileiro de Alfabetização, da Fundação Cultural, entre outras entidades socioculturais.
É porta de entrada para o Circuito das Águas de Minas Gerais e recebe turistas também por causa de suas igrejas e casarões coloniais.
Turismo
Entre as atrações, está o Museu Regional do Sul de Minas. Também se destaca pelo artesanato, com grande variedades de objetos, principalmente em artigos de decoração, como tapetes e imagens religiosas talhadas em madeira.
Possui grandes belezas naturais como cachoeiras e pousadas no campo. Seu turismo religioso é muito forte. Na cidade se encontra uma das mais antigas catedrais do estado de Minas Gerais, a Catedral de Santo Antônio, tendo sua pedra fundamental colocada em 1787. Campanha é também a cidade onde nasceu Padre Victor, tão amado e respeitado pelo povo, sua igreja com traços em barroco e obras talhadas a ouro.
Possui o colégio de Sion, que foi construídos por freiras e padres franceses que aqui residiram e por um longo tempo foi importante na educação de meninas. (na foto acima de Edu Lacerda o interior da capela do Colégio Sion) Nas atividades culturais, destaca-se a Feira do Livro de Campanha, evento de alcance internacional que há vários anos promove a leitura e educação da população.
Campanha é terra natal deVital Brazil um importante médico cientista, imunologista e pesquisador biomédico brasileiro de renome internacional.
Euclides da Cunha escreveu os primeiros capítulos de seu famoso livro Os Sertões em Campanha, onde nasceu um de seus filhos. Em algumas ruas, ainda se preservaram casarões antigos onde muitos desses importantes nomes passaram, nasceram ou residiram. No prédio hoje ocupado pelo Museu Regional do Sul de Minas e pela Biblioteca Municipal da cidade, no ano de 1868, hospedou-se a Princesa Isabel e seu consorte, o Conde d'Eu.
24 - Matias Cardoso
Matias Cardoso (na foto acima de Manoel Freitas) fica no Norte de Minas, banhada pelo Rio São Francisco. Sua população estimada em julho de 2017 era de 11 mil habitantes. O nome do município é uma homenagem ao bandeirante Matias Cardoso de Almeida, desbravador da região. Na cidade está a Matriz de Nossa Senhora da Imaculada Conceição, apontada como a igreja mais antiga do estado de Minas Gerais, bem como um belo casario bem preservado na área central. Faz divisa com os municípios de Manga, Itacarambi, Jaíba, Gameleiras, São João das Missões, Malhada (BA) e Iuiú (BA). Distante 683 km de BH.
25 - Brumadinho
Brumadinho (foto acima do Barbosa) está localizado na Região Metropolitana de Belo Horizonte a 60 km de distância da capital. De acordo com a estimativa do IBGE, sua população em julho de 2017 era de 38 863 habitantes. O nome "Brumadinho" deve-se ao fato do local estar próximo à antiga vila de Brumado Velho, que por sua vez teria sido assim denominada pelos bandeirantes por causa das brumas comuns em toda a região montanhosa em que se situa o município, especialmente no período da manhã.
Embora o município de Brumadinho seja atravessado pelas rodovias BR-381 (São Paulo-Belo Horizonte) e BR-040 (Rio de Janeiro-Belo Horizonte), e seja possível chegar à sede municipal a partir de ambas as rodovias, o acesso mais curto da capital à cidade de Brumadinho é pela rodovia MG-040, a chamada Via do Minério, uma estrada mais direta que sai da região do Barreiro, na parte sudoeste da capital, e atravessa os municípios de Ibirité e Mário Campos antes de chegar a Brumadinho. Há uma curta divisa direta de Brumadinho com o município da capital, mas localizada numa remota área montanhosa, sem estradas e de difícil acesso.
Importância dos mananciais de água
Apesar de sua pequena população, Brumadinho é importante para a região metropolitana de Belo Horizonte por causa de seus grandes mananciais de água, possibilitados pela extensão relativamente grande do município e pelo relevo montanhoso. Um quarto da água que abastece a região metropolitana vem dos mananciais de Brumadinho e dos municípios vizinhos, através dos sistemas Rio Manso e Catarina, operados pela Companhia de Saneamento de Minas Gerais (COPASA).
Ainda no município, há uma grande lavra de água mineral, explorada pela empresa Hidrobrás e comercializada sob a marca "Ingá". Segundo o jornal Estado de Minas, "a maior fonte de água mineral do mundo" estaria localizada na serra que separa os municípios de Brumadinho e Mário Campos.
Turismo
As atrações turísticas de Brumadinho são várias. A opção mais procurada em primeiro lugar é o Inhotim - Centro de Arte Contemporânea (na foto acima de Josiano Melo). Um museu a céu aberto que impressiona e encanta os visitantes de tudo mundo. 
Além do Inhotim, os demais atrativos de Brumadinho são: Encosta da Serra da Moeda; Mansão Matosinhos;  Fazenda dos Martins; Arvorismo em Casa Branca; Serra da Moeda; Clube de Voo Livre; Safari Rural; Serra do Rola Moça; Mirante dos Veados; Templo Budista. (na foto abaixo do Barbosa Templo Budista Chagdud Gonpa Dawa Drolma em Casa Branca)
Durante o ano, acontecem vários eventos e festividades na cidade como: Rodeio em Brumadinho; Dezembrega; Folia Sertaneja; Festa de São Sebastião; Jubileu de Nossa Senhora das Mercês; Festa da Cachaça; Festa da Mexerica; Festa do Milho;Festa da Jabuticaba.
Brumadinho possui 4 distritos: Aranha; Conceição de Itaguá; Piedade do Paraopeba e São José do Paraopeba e 18 povoados, entre eles, Casa Branca muito procurado pelos turistas pelos restaurantes e templo budista lá instalado.
Por Arnaldo Silva - Fonte de algumas informações: Wikipédia e IBGE
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3 comentários:
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  1. Sobre Itapecerica, fica localizado no centro-oeste mineiro não no oeste, o festival de inverno acontece sempre na última semana de julho, não em setembro,inclusive já estão confirmadas as atrações principais de 2018, são elas titãs, paula toller e erasmo carlos, por fim, o festival de gastronomia rural acontece sempre no feriado de corpus christi, não necessariamente em junho mas sim geralmente. No mais venham conhecer nossa bela terrinha

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  2. Dessas 25 cidades conheço 14. Não conheço 11: Itapecerica, Brasópolis, São Romão, Santa Rita de Jacutinga, Cachoeira Dourada, Cambuí, Conceição dos Ouros, Itamarandiba, Marmelópolis, Mesquita e Matias Cardoso.

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  3. melhor ki monte verde tá dificil apareçer

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