Aiuruoca, o refúgio dos dias quentes do verão no Sul de Minas. Conheça!


( na imagem acima, o Pico da Papagaio, fotografado próximo ao tradicional, pequeno mas lindo
laguinho da Pousada Canto das Bromélias)
No sul de Minas Gerais, a cidadezinha tem nos Vales do Matutu e dos Garcias seu ponto alto, onde não faltam belas cachoeiras e pousadas bem peculiares. No domingo é dia de missa, evento social importante para os moradores da pequena cidade de Aiuruoca, no sul de Minas Gerais. Ali, o momento de devoção é coroado, ao cair da noite, por um animado forró na pracinha. Além da música, comandada por um DJ que, claro, ocupa o coreto, embala a festa um convidativo cheirinho de pipoca e cachorro-quente.
Mosaico de fotos de Aiuruoca por Marlon Arantes 
Apesar da relativa proximidade com três centros urbanos – está a 320 km do Rio de Janeiro (RJ), 350 km de São Paulo (SP) e 410 km de Belo Horizonte (MG) –, Aiuruoca e os cerca de 6 mil habitantes preservam a identidade cultural. Outra tradição da cidade é a produção de laticínios. Conta-se que, pelas mãos de um dinamarquês, o queijo prato nasceu lá, em 1920.

Mas o que vem tornando a região mais conhecida é a invejável vocação para o ecoturismo, graças à natureza prodigiosa, que se materializa na forma de montanhas vertiginosas e cachoeiras, as quais garantiram ao circuito turístico o sugestivo nome de Montanhas Mágicas da Serra da Mantiqueira.

Ali, o pano de fundo é a Serra do Papagaio, onde se ergue, majestoso, o pico homônimo, a 2.100 metros de altitude. O maciço de formato intrigante, que pode ser visto de muitos pontos, está encravado no Parque Estadual da Serra do Papagaio, que tem quase 30 mil hectares e abrange cinco municípios mineiros.

A noite em Aiuruoca. Fotografia de Marcelo Legramandi
E é nesse refúgio de mata atlântica que se esconde o tesouro local mais valioso, o Vale do Matutu. A área, a 17 km de Aiuruoca, concentra a Cachoeira do Fundo, a mais alta do pedaço, e as melhores pousadas, que são rústicas e charmosas. A Casa de Hóspedes Patrimônio do Matutu, por exemplo, é acessada a pé, enquanto a bagagem chega de forma inusitada: no lombo de um burro.

Rumo ao Vale do Matutu

Fotografia de Marlon Arantes 
Deixando para trás os paralelepípedos de Aiuruoca, uma estradinha de terra conduz ao Vale do Matutu, abrigado entre as montanhas da porção norte da Serra da Mantiqueira. No início do trajeto, algumas bifurcações podem confundir o viajante, por isso preste atenção nas placas para não desviar da rota, já que a mesma estrada dá acesso a outros povoados da região. Alguns lembretes providenciais: abasteça o carro em Aiuruoca, pois no vale não há posto de combustível, e organize-se para chegar lá durante o dia.

O caminho para o Matutu é uma sucessão de paisagens vistosas. Iluminadas pelo sol, as montanhas vibram em tons que variam do verde ao alaranjado. De um lado, vê-se o Pico do Papagaio, imensa e onipresente escultura natural. Do outro, a Cabeça do Leão, outra fabulosa formação rochosa. A certa altura, uma alameda de eucaliptos gigantes margeia a estrada.

Se a fome bater, faça um pit stop no Kiko e Kika Restô, que fica no meio do caminho e é um dos poucos restaurantes do lugar. Filha de uma suíço-francesa e de um imigrante de São Tomé e Príncipe, Kika prepara trutas suculentas, as quais são defumadas por Kiko, francês da terceira geração de uma família que guarda sigilo absoluto sobre a técnica artesanal de defumação.

O espaço é agradável, debruçado sobre a mata, e o cardápio sugere: “Escolha o seu molho (para acompanhar o peixe) usando os sentidos”. De fato, os sentidos enlouquecem diante da lista de sabores, que inclui a truta defumada com molho de amoras, acompanhada de uma salada colorida e fresquinha vinda da horta do restaurante.

Cachoeira dos Garcias em Airuoca. Fotografia de Marcelo Legramandi
A chegada ao vale é um mergulho num santuário da natureza. O olhar se perde diante das cachoeiras, que poucos se arriscam a encarar no inverno, mas que são, sem dúvida, parte do precioso espetáculo. Não por acaso, os primeiros habitantes da região, os índios tupiguarani, batizaram o lugar de Matutu, palavra que significa “nascentes sagradas” ou “cabeceiras sagradas”.

A principal referência para quem chega é o Casarão Matutu, antiga sede de uma fazenda. Ali funcionam o centro de informações ao visitante, um serviço para contratação de guias e, nos feriados, o Café da Roça, que serve quitutes mineiros preparados em forno a lenha. O espaço é, ainda, sede da Associação de Moradores e Amigos do Matutu.

Ao lado desse ponto de apoio ficam a Coopera, entreposto de produtos alimentícios, e a Loja do Paiol, com boas peças do artesanato da região. Como são apenas cerca de 250 pessoas morando no vale, o comércio é bastante restrito. Assim, o turismo ali é para quem gosta de natureza, isolamento e sossego.


Água boa e gelada
Fotografia de Marlon Arantes 
Para explorar a área, basta escolher uma das trilhas que levam a exuberantes cachoeiras e poços de água cristalina. Algumas passam por campos de altitude que propiciam vistas panorâmicas. Uma das trilhas leva à magnífica Cachoeira do Fundo, esculpida na pedra que arredonda o fundo do vale. A mais famosa queda d’água do Matutu é alcançada depois de cerca de duas horas de caminhada por um trajeto escarpado.
Fotografia de Marlon Arantes
No caminho, há um mirante de onde é possível observar a disposição da microbacia do Ribeirão da Água Preta.

Os mais aventureiros podem programar um trekking para o Pico do Papagaio, passeio de um dia inteiro e com nível médio de dificuldade. A despeito de algumas subidas matadoras – uma delas leva cerca de 40 minutos para ser vencida –, os que encaram o desafio são brindados com paisagens que, tanto quanto a trilha, são de tirar o fôlego.

Fotografia de Marlon Arantes
A caminhada para a Cabeça do Leão é outra pedida, num percurso, mais curto, que pode ser feito a cavalo. E se a ideia é entrar em contato com a natureza sem muita canseira, o Poço das Fadas, bem próximo ao Casarão, é perfeito para se esticar numa pedra, contemplar a paisagem e, quiçá, entrar na água.

Aconchego na montanha
Paisagem de Aiuruoca por Vanessa Legramandi
Viajar para o Matutu sem reservar antecipadamente uma pousada pode não dar certo. A região tem apenas seis delas, que atendem a um número limitado de visitantes. Rústicos, mas confortáveis, esses estabelecimentos procuram se integrar à natureza que os rodeia.

Instalada no alto de uma montanha, da qual se avista a Cachoeira do Fundo, a Casa de Hóspedes Patrimônio do Matutu oferece uma estada diferente – e uma experiência verdadeiramente sensorial. Os hóspedes deixam o carro estacionado junto ao Casarão e, a partir dali, seguem a pé, enquanto burros levam as bagagens. Além de apreciar a natureza, o percurso de aproximadamente 40 minutos é um “esquenta” para se adaptar ao ritmo da casa.

A pousada não tem energia elétrica, sendo iluminada, à noite, por velas . O chuveiro é aquecido a gás. O paladar não fica de fora dessa experiência, já que cada refeição na Patrimônio do Matutu é um acontecimento: há pães de pimenta, pizza de abobrinha grelhada, feijoada vegetariana... Uma slow food de categoria, em que predominam ingredientes produzidos e colhidos ali mesmo.

Mais próxima ao ponto de chegada ao vale, a Pousada Pedra Fina é a única a oferecer estada em chalés isolados. Tem um belo jardim, onde se escolhe entre repousar numa rede no gazebo, com vista para as montanhas e os bosques de araucárias, ou fazer uma sauna e arriscar um mergulho numa piscina natural cercada por uma cascata.

Construída e dirigida pelo casal Letícia Mendonça e Vitorio Marçolla, de Belo Horizonte (MG), a arquitetura da pousada segue o que se pode chamar de “estética Matutu”. Entre outras características, o reboco da parede não é liso, parecendo adobe, e as calhas feitas de bambu não destoam da paisagem. Com um perfil desses, a “balada” noturna é se enrolar num cobertor, pedir um chá e ver o céu coalhar de estrelas.

Pousada Canto das Bromélias

 Um dos chalés da Pousada Canto das Bromélias. Fotografias de Marcelo Legramandi
A Pousada Canto das Bromélias , reúne características rústicas e modernas, oferecendo aos hóspedes infraestrutura que alia beleza, conforto e comodidade em meio a um ambiente de clima agradável e com o charme das montanhas, matas e picos, rodeados por varias cachoeiras, cercada pela exuberante natureza local. Localizada a 1700 metros de altitude no Bairro Serra dos Garcias, a 10 km do centro da Cidade de Aiuruoca - MG, nossas instalações possuem 03 chalés individuais, com cama King e roupas de cama de primeira qualidade. O cardápio conta com saladas orgânicas direto da nossa horta e comida mineira servida no fogão a lenha em ambiente familiar. Temos acomodações para 10 pessoas, sempre com reservas antecipadas ....Venha se hospedar conosco e usufruir do melhor que temos para oferecer !!!
Essas duas fotos mostra o famoso Laguinho da Pousada Canto das Bromélias. Não é um lago, nem lagoa, é  sim um pequeno lago onde os hóspedes da pousada podem se resfrescar ao ar livre  e claro, contemplar a beleza em volta, principalmente o Pico do Papagaio que é visto ao fundo. Arquivo da Pousada Canto das Bromélias
Como Chegar na Pousada Canto das Bromélias: Estrada da Serrinha , KM 08, Bairro Serra dos Garcias zona rural de Aiuruoca - MG. Contatos:Telefone : 035 -99969 - 8351 / 035 99803 - 2501.Whatsapp: 035 - 99969-8351

Na panela mineira
O jeito aiuruoquense de receber estende-se à culinária, muito bem representada por restaurantes como o Tia Iraci. A comida preparada no fogão a lenha é boa feito colo de mãe – e a simpatia da cozinheira é um tempero a mais. Do leitão à pururuca à quiche de aveia com cebola e queijo, as receitas de tia Iraci são unanimidade entre os comensais.

Nascida em Aiuruoca, a cozinheira conta com a assistência dos três filhos, dois deles estudantes da Escola Agrícola de Cruzília (MG). Os rapazes já ajudaram a mãe a incrementar a horta e a aprender novas formas de cultivo. Às sextas-feiras, são assadas as deliciosas broas de milho e as roscas com goiabada, enquanto pelo rádio, meio de comunicação mais usado no vale, começa-se a receber pedidos de encomenda. Eis duas guloseimas que não se pode deixar de trazer de lá.

Artesanato original

As poucas lojinhas de artesanato seguem a linha do “aberto até a hora que fecha”. Para comprar quitutes e peças feitos pelos artistas e artesãos da montanha, é bom agendar a visita ou chegar cedo, já que o horário de funcionamento é como na roça: depois das 17 horas, volte só amanhã.

O artesanato é uma importante fonte de renda para os moradores e as peças primam pela originalidade. Um deles é o prisma de luz da loja Estrela d’Água, objeto que lembra um cristal multifacetado e que refrata a luz, produzindo um arco-íris ao seu redor. Além de bonitos, os prismas são utilizados pelo feng shui, técnica chinesa de harmonização de ambientes.

Os artesãos também produzem cadeiras rústicas, muito bacanas, feitas com candeias secas, por vezes resgatadas de incêndios florestais. Os móveis e portões feitos com essa madeira retorcida são uma marca registrada do vale, encontrados em muitos locais de lá.

O Spa Aroma do Vale é outra boa pedida, oferecendo um leque de opções de relaxamento e uma lojinha com produtos de aromaterapia e artesanato. O spa também dispõe de um aconchegante cantinho para tomar café orgânico e para provar lanches naturais. Uma dica é fazer a dobradinha massagem terapêutica e banho de ofurô, com ervas e flores. O velho e bom escaldapés, outro tratamento que integra o menu, é uma dádiva, principalmente depois de uma longa caminhada.


Vale dos Garcias
Fotografia de Marlon Arantes
O Vale do Matutu é o máximo e as pousadas de lá têm toda uma proposta diferenciada. Mas ficar em Aiuruoca também é uma opção interessante para explorar as curiosidades da cidade e admirar o casario centenário, bem como os resquícios da época da exploração do ouro, já que o município integrou o circuito aurífero mineiro. E, de volta ao século 21, pode-se comprar a mais famosa iguaria local: o queijo.

Outra vantagem de ficar em Aiuruoca é estar mais próximo do Vale dos Garcias, cujo acesso fica bem perto do centro. Percorrendo cerca de 10 km de estrada de terra, chega-se à majestosa cachoeira que nomeia esse vale, dona de uma queda de 25 metros de altura que desaba num poço amplo e cristalino.

Fotografia de Marlon Arantes
Definitivamente, a disputa pela paisagem mais suspirante da região de Aiuruoca é acirrada, numa concorrência em que os turistas ganham de todos os lados.

Fonte do texto exceto sobre a Pousada Canto das Bromelias: Viaje.com.br

54 comentários:

  1. Tem a "POUSADA CANTO DAS BROMÉLIAS" muito linda, e fica no caminho da cachoeira DOS GARCIAS...

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    1. Passei na porta desta pousada tem 2 semanas... Já adianto que não é tão simples chegar lá com um carro de passeio, devido a estrada de terra cheia de ladeiras, curvas e barrancos... O local é isolado, na Serra do Pico do Papagaio, quase uma hora do centrinho de Aiuruoca... É ideal pra quem curte aventura e natureza, pois o visual e as cachoeiras são incríveis...

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    2. Estive no Vale do Matutu ano passado e realmente é complicado chegar, mas fiz boas amizades como a do Lázaro que é o guia que fica na sede ( casa grande ) e seu primo Cassemiro ( que me alugou um quarto ). Lugar maravilhoso e duas pessoas sensacionais. Adoro!!!!

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    3. Ester, boa tarde quero muito conhecer este lugar, vc pode me ajudar?
      se tiver o telefone de onde vc se hospedou, me passa o numero, por favor.
      Obrigada desde ja

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  2. acesso as cachoeiras é gratuito ? agora começaram a privatizar até a natureza !

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  3. Qual o site? Queria ter uma idéia de preço

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  4. Entre em contato Pousada Dudu!! www.pousadadudu.com

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  5. O acesso às cachoeiras e rios é gratuito? Os esportes de ecoturismo são por agência ou por guias autônomos? Onde posso ter mais informações?
    Obrigada.

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  6. Marina Clara Cantriz, boa tarde

    Entre em contato conosco que te direcionamos os caminhos .

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  7. quais as formas de chegada? onde encontro site da pousada bromelias?

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  8. Eu quero ir na minhas ferias...e pertinho !

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  9. O site merece uma atualização : a Pousada do Lado de Lá não existe mais. Agora é uma ONG : Santuário das Montanhas Sagradas. A vista é estonteante. Pena que a pavimentação feita com "pedra de mão " está se desmanchando, sacrificando muito o carro.

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  10. Caramba, este lugar e fantástico, conheço pessoalmente, já estive diversas vezes.Quer descansar? é lá

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  11. Lugar maravilhoso, além das pousadas por lá tem alguns camping para quem gosta.

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  12. Puxa! Que fotos maravilhosas! A região parece fantástica. Vontade de conhecer logo.

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  13. PELO QUE ENTENDI DE MOTO NEM PENSAR? POIS FALTARIA COMBUSTIVEL?

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  14. Se a Isis Valverde estiver na sua cidade melhor ainda..heh

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  15. farei de tudo para conhecer este lugar, só em ver as fotos e o documentário já viajei no tempo

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  16. farei de tudo para conhecer este lugar, só em ver as fotos e o documentário já viajei no tempo

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  17. Boa tarde!

    Quero ir neste lugar como faço para reservar

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    1. Leia a matéria, nas fotos tem legenda e quando fala da pousada, tem o telefone de contato.

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  18. ONDE É ESTA LOCAL ( CIDADE ) ? TIPO PELA LOGICA, FERNAO DIAS SENTIDO BH/SP, BH .... ??

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    1. Rhawlyvan, entre no Google e digite: Como chegar a Aiuruoca, partindo de Belo Horizonte. Ai aparecerá o mapa com o trajeto.Simples.

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  19. Conhece alguma empresa que faz passeios para lá partindo de são Paulo.

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  20. Essa Pousada do Lago está em uma altitude não permitida pelas leis ambientais incluindo a Serra da Mantiqueira...
    "Aiuruoca tem o privilégio de preservar uma significativa parcela de seu terrítório com matas e campos de altitude ainda intocados ou em fase avançada de regeneração. Muito disso graças a colaboração de produtores rurais e proprietários de terras que criam em suas propriedades Reservas Particulares do Patrimônio Natural, as RPPN’s. Hoje, Aiuruoca destaca-se como o município do Estado de Minas com maior número de RPPN’s criadas, totalizando 13, além de possuir em seu território uma Unidade de Conservação Federal – APA Serra da Mantiqueira e uma Unidade de Conservação Estadual – Parque Estadual Serra do Papagaio.

    Unidade de Conservação – UC – Federal"
    Mesmo com RPPN não é permitida infraestrutura turística a essa altitude

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    1. Meu caro muito vago vc afirmar que esta pousada esta a uma atitude nao permitida incluindo a serra da Mantiqueira.

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    2. "as principais restrições impostas às propriedades são aquelas colocadas pelo Código Florestal, Lei no 4.771, que vale para todo o território brasileiro. O Código Florestal veta o uso dos recursos naturais em áreas de proteção permanente (APPs): margens de rio, áreas acima de 1.800 m de altitude, topos de morro e encostas com declividade maior que 45°"[http://www.ief.mg.gov.br/images/stories/Plano_de_Manejo/serra_papagaio/encarte%20ii.pdf]
      Denilda como monitora operacional da Serra do Papagaio lhe concedo conforme acima um momento de tirar esta dúvida... também verifiquei que todas menções a pousadas construídas acima de 1800 metros (exceto aquelas em área urbana nesta altitude e anterior ao sancionamento do código florestal foram retiradas... incluindo este blog... manter a Mantiqueira é vital.

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    3. Ed Knopfer. Gostaria de entender o quer na verdade. A matéria está intocada desde que foi feita, nada foi excluído. Você escreve vagamente, em divãs, fica difícil de entender.Fizemos um post para divulgar Aiuruoca e não altitude de pousadas. As pessoas pedem indicações de hospedagens, ai indicamos. Essa parte burocrática não é de nossa alçada discutir e nem o post é para isso. Somos um site de jornalismo, com o objetivo de divulgar Minas Gerais. Gostaria que essa discussão encerrasse porque o foco não é esse. Se acha que tem algo errado na localização das pousadas, vá lá e resolva com eles junto com eles. Aqui não é o espaço para isso e nem posso permitir isso. Como falei, somos um site de divulgação jornalista apenas. Para resolver essas questões (do que você julga não ser permitido) vá até eles acompanhado dos órgãos competentes, aqui não é o caminho. Gostaria que respeitasse o site e encerrasse essa conversa definitivamente e resolvesse a questão diretamente com os donos das pousadas e não ficar conversas e respostas por aqui. Fiz apenas uma divulgação de cortesia. Se quer ajudar em algo, o caminho não é discutir por aqui e nem vou permitir mais. Se quer debater essa questão procure outros sites que tem esse tipo de debate, aqui é divulgação turística de Minas e Aiuruoca merece ser divulgada. Ao invés de bate boca, vamos ajudar a divulgar Aiuruoca. E repito, essa parte ai que considera errada, procure diretamente os proprietários que você acha que estão agindo errado, e verifique a situação. Mais uma vez te peço,respeite os princípios do site. Isso não é o foco da discussão e nem aqui tem espaço para isso. Resolva essa questão diretamente com as empresas e órgãos locais.

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  21. Minas e seus Exageros. Lindo de mais!

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  22. é um paraiso .... uma duvida sera que la tem algum lugar que tem comida vegetariana?

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  23. Acho muito bacana a divulgação destes locais, para que todos conheçam as maravilhas naturais do nosso país. Pessoas que como eu curtem a natureza, não resistem a estas fotos incríveis e na primeira oportunidade se aventuram pra conhecer tudo pessoalmente. Só acho que vocês precisam também orientar as pessoas sobre as reais condições dos locais e acessos a todas estas pousadas e cachoeiras.
    Tem 2 semanas que visitei Aiuruoca e a Cachoeira dos Garcias com a minha família. Temos um carro com motor 1.8 e quase que não conseguimos concluir o passeio, pois as ladeiras são muito íngremes, e a estrada é precária... O local é isolado de tudo e qualquer emergência, é quase uma hora de viagem até o centro da cidade... Encontramos uma cobra coral na trilha até a cachoeira dos Garcias, e o pessoal que fica no restaurante próximo a cachoeira foi super simpático, mas sequer nos orientou a colocar um tênis ou uma calça para fazer a trilha...
    Por isso acho importante que além da divulgação de fotos maravilhosas, seja feita também a divulgação de dicas e orientações para que os turistas possam fazer seus passeios cientes das reais condições dos acessos e dos locais que pretendem visitar, e principalmente, para que possam fazer seu passeio em segurança.

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  24. Boa noite. Temos um pequeno motorhome e adoramos acampar. Tem algum camping por aí? Ou as pousadas permitem acampar? Grata. Janeth Coutinho, SC.

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    1. Não tenho essa informação para lhe passar. Sugiro você entrar em contato com as pousadas. Na matéria tem o contato da Pousada Canto das Bromélias. Eu creio que pode, mas não tenho certeza. Entre em contato com eles.

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  25. Arnaldo,adorei a matéria ! Está muito bem escrita, é esclarecedora sim e cumpre excelentemente a função de divulgar o local, que aliás como vc disse muito bem acima, é o objetivo da reportagem. As fotos são lindas, inspiradoras mesmo ! Quem se der ao trabalho de ler com atenção vai ver que não precisa nem fazer perguntas, está tudo aí ! Parabéns pelo seu trabalho e de sua equipe! Ameeeii !!!

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  26. Gente, qualquer pessoa que vá fazer um passeio desses, no meio da natureza sabe que poderá encontrar tanto cobra como qualquer outro bicho, já tem que ir preparado acho desnecessário tudo que divulgar de passeios precisar avisar isso!!

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  27. Gente, qualquer pessoa que vá fazer um passeio desses, no meio da natureza sabe que poderá encontrar tanto cobra como qualquer outro bicho, já tem que ir preparado acho desnecessário tudo que divulgar de passeios precisar avisar isso!!

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  28. Alguem sabe me dizer algo sobre o Candido e sua pousada ?

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    1. Alugo chalés, próximo ao vale do matutu local bem localizado aonde do pico do papagaio...sítio pé da pedra ao melhor preço.
      (24) 999968043

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  29. Alugo chalés próximo ao vale do matutu. Situado ao pé da pedra pico do papagaio, vista e lugar maravilhoso a um preço bem acessível.
    Sítio pé da pedra (24) 999968043

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  30. Muito boa a matéria gostei.VEF !!! Parabéns.

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  31. Me pareceu bem aprazível e desde que não tenha calor, nem mosquitos, tá excelente. Vou estudar com carinho.

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