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quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Barbacena: a cidade das rosas

(Por Arnaldo Silva) Distante 170 km de Belo Horizonte, com cerca de 125 mil habitantes, tradicional da política e história de Minas, com mais de dois séculos de existência, fundada em 1791, Barbacena, no Campo das Vertentes, se destaca por sua beleza arquitetônica, pelo alto nível educacional tanto em nível médio e superior e ainda, se destaca no cenário nacional pela produção de rosas e flores diversas. (foto abaixo de Igor Messias)
          Seu clima ameno, em média 17ºC, possibilita o cultivo de roseiras, sendo a cidade hoje um dos grandes produtores de rosas de qualidade do mundo, exportando suas flores para os estados brasileiros, para os Estados Unidos e países da Europa. 
         A produção e tradição no plantio de rosas teve início em meados do século XX. Em 1968 os produtores perceberam a necessidade da união, já que a produção de rosas vinha crescendo, bem como a demanda. Fundaram a Uniflor, associação que foi de grande importância para dar suporte aos produtores para aprimoramento do cultivo e melhorando cada vez mais a qualidade das rosas cultivadas no município. A entidade, em parceria com a Prefeitura, criou a Festa das Rosas, com o objetivo de divulgar as rosas de Barbacena, tornando-a mais conhecida entre os mineiros e brasileiros. 
          A Festa das Rosas hoje é um dos mais importantes eventos de Barbacena, bem como de Minas Gerais. Atrai turistas de todo o estado, do país e até do exterior, para conhecer as belezas de uma das mais lindas flores do mundo, bem como a festa em si.
          Na festa, durante o baile de gala, acontece a eleição da Rainha das Rosas, com desfile das candidatas. Após a eleição da Rainha e princesas, são escolhidos ainda o Broto das Rosas e os Brotinhos.
          
Durante os dias de festas, Rainhas, Princesas, Brotos e Brotinhos desfilam pela cidade em carros e tratores enfeitados com rosas. Durante a festa há apresentações de grupos musicais, estandes florais na Praça dos Andradas, missa, apresentação de provas esportivas com Mangalarga Marchador no Parque de Exposições Bias Fortes, Coroação da Rainha, Princesas, Brotos e Brotinhos, com desfile em carros e tratores ornamentados, mostras do artesanato local e barracas com comidas típicas. O evento geralmente acontece no início de outubro de cada ano, sendo realizado na Praça dos Andradas e no Parque de Exposições Bias Fortes. (foto abaixo de Igor Messias)
          Além da Festa das Rosas e Flores, outras festas são destaques em Barbacena como o Jubileu de São José Operário, Exposição Agropecuária, Festa do Morango, a Semana Santa, dentro outras. 
          Durante essas festas, o turista pode conhecer os principais pontos turísticos e arquitetônicos da cidade como a Matriz Santuário, Nossa Senhora de Assunção, Nossa Senhora do Rosário, a Basílica de São José Operário, a Estação Ferroviária, o Jardim do Globo, monumentos, praças atraentes e outras belezas. A cidade possui uma boa rede hoteleira, bem como restaurantes com comidas típicas de Minas, de outras regiões e outros países. 
          Barbacena (na foto acima de Igor Messias), a Cidade das Rosas é uma das mais belas cidades de Minas Gerais. O visitante terá prazer em conhecê-la.

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Carne na lata: história e receita da iguaria tradicional em Minas

(Por Arnaldo Silva) Da necessidade de ter comida e conservá-la por muito tempo originou-se técnicas rústicas de armazenamento. Uma dessas técnicas é a carne na lata. Por volta de 1650, começaram a chegar Bandeirantes Paulistas no que é hoje o território mineiro em busca de ouro. Comida naqueles tempos era bem difícil de encontrar, numa terra ainda recém explorada. 
          A partir dessa época sentiram a necessidade de ter alimentos que durassem por muito tempo sempre disponíveis. A única gordura que usavam naqueles tempos era a de porco e já era de conhecimento que a banha do porco não perecia rapidamente e ainda conservava o que era misturado a ela. Foi até por acidente que descobriram isso.
            Fritaram muita carne de porco num enorme caldeirão. Como não comeram toda carne, tamparam e deixaram. Perceberam que a gordura tinha ficado grossa e a carne no seu interior ficava normal, sem perecer. Assim surgiu essa técnica. Durava em média dois meses no caldeirão. 
            Numa terra recém descoberta, sendo desbravada, não existia utensílios para o cozimento. Tudo vinha de Portugal, como os caldeirões e talheres, quando não se encontrava talheres, usavam colheres feitas com cavacos de madeira, cabaça e cuité. As tropas, em suas viagens, levavam a carne no caldeirão mesmo. 
          Essa técnica se difundiu pelo restante do país pelos próprios bandeirantes e tropeiros que saiam pelos rincões de nossas terras desbravando nossos sertões. A forma de armazenar comida e prepará-las foram introduzidas por eles em outras regiões, hoje, outros estados.   
          No século XIX começou a se desenvolver a siderurgia e assim começaram a fazer vasilhames e latas de metal. Por serem leves, já que os caldeirões eram pesados, as latas começaram a ser usada no armazenamento das carnes. Como a carne era colocada dentro da lata, virou "carne de lata". Na verdade era carne armazenada na lata ou carne na lata. Falamos carne de lata mas o correto mesmo é carne na lata, já que a carne é de porco, não de lata.
          A carne na lata era tão popular que é considerada uma das identidades de Minas Gerais. Uma iguaria do interior mineiro..
          Essa técnica durou até o surgimento da energia elétrica e com a invenção e popularização das geladeiras, que com o passar do tempo, passou a estar presente em todas as casas. Até a década de 1980 ainda era muito popular no interior de Minas. 
          Mas hoje está acontecendo algo diferente. As tradições antigas estão sendo mais valorizadas e receitas quase que esquecidas como bolo de fubá assado na brasa, requeijão da roça, a carne na lata, dentre outras receitas tradicionais de Minas, estão ressurgindo, ganhando vida nas mãos das nossas cozinheiras. Cada dia mais a carne na lata vem sendo procurada. Quer fazer?
Mas como é preparada a carne na lata?
 
          A forma tradicional é mais demorada. Leva uns 10 dias. Primeiro tem a matança do porco, depois tem que limpar e desossar a carne, separando a carne de osso, o lombo, o pernil, etc.
          A gordura do animal é retirada e levada ao fogo até derreter toda. A partir de então já, é a banha propriamente dita. 
Depois de picada e temperada, a carne é frita por 3 horas na banha, em fogão à lenha. Esse é o tempo para retirar toda a água que fica na carne. Ela ficará sequinha. Depois é só esperar esfriar e colocar a carne num caldeirão ou numa lata de preferência. Armazene num local fresco. Sempre quando quiser comer carne, só retirar e colocar numa panela e aquecer. 
          Quem já experimentou a carne na lata sabe que o sabor é outro, sem igual, totalmente diferente, gostoso e único.
Como fazer carne na lata morando na cidade?
- Você que mora na cidade e gosta da carne na lata, pode fazer em casa também. Não precisa matar um porco, pode comprar 1 kg de carne de porco no açougue e 1 kg de barriga de porco. 
- Frite a barriga de porco e retire o torresmo. Reserve a banha.
- Corte a carne e tempere a seu gosto. 
- Deixe essa carne descansando por umas 3 horas. 
- Depois desse tempo, coloque a banha no fogo, em seguida a carne e frite até que fique bem cozida mesmo. 
- Espere esfriar e coloque numa lata e armazene num local seco e arejado, com a carne totalmente submersa na banha. 
Está prontinha sua carne na lata e conservada na banha, dura por mais ou menos 2 meses. 
As fotos que ilustram a matéria são de autoria de Arnaldo Quintão de Itabira MG

Mineiro com orgulho

(Por Arnaldo Silva) Sou mineiro com muito orgulho. Sei escrever e falar corretamente o Português, mas sou mineiro e falo como meu povo, com meu sotaque. Falo Uai sim senhor e não tenho vergonha do meu Uai, do meu sô, do meu trem bão. Temos sotaque e sotaque é identidade de um povo, de uma região. Adquire-se com o passar do tempo. 
          Falo por prazer de ser o que sou, mineiro com orgulho sim senhor. Sou tão mineiro, mas tão mineiro que quando nasci, já fui logo falando pro médico: “bate não sô!”
          Gosto de Pão de Queijo, de Tutu, de Frango com Quiabo, de Feijão Tropeiro, de doce de leite com queijo e também, claro, queijo com goiabada.

          Comemos palavras, falamos errado para uns, mas sotaque é tradição e mantenho a tradição, falando meu mineirês.
Estudo nós temos, falamos errado porque queremos e gostamos.
Não tem jantar aqui em Minas, tem janta. Comemos o “r”. Almoçar é simples, é só falar “murçá” que todos entendem. Venha almoçar! Mineiro não fala isso nunca, tem dó, pra que complicar sô, facilita uai, diminui o trem sô!

          Senhora e senhor? Falamos isso não. Sá e sô. Vai lá sô (pra ele), vai lá sá (pra ela) e por ai vai. Quando se referir a um senhor ou moço é sô e a uma senhora ou moça é sá, viu?
E se estivermos com muita preguiça de falar muito, falamos trem. Pra tudo falamos trem.
Mineiro não namora, dá uma coisada no trem. Não vai comer algo, vai ali comer um trem. E se não gostar, fala logo “ que trem ruim sô”

          Mineiro não ri da cara de ninguém, só caçoa.
          Como todo bom mineiro, não falo uma frase completa, tenho que comer alguma letra.
          Ocê ou cê, tanto faz, entende? A distância pode ser até longa, mas pra nós é “logo ali ó!”. Ver é só “V”. Nossa é apenas “nó”.
Mineiro não aumenta, diminui o português. É pra tudo ficar bem bunitim, facim e arrumadim pra todo mundo entender direitim.
Viu só, falando certim, todo mineiro entendi bem direitim e a prosa fica boa dimais da conta sô!

          É só falar e amar porque Minas é um trem que corre em minhas veias e a estação é o meu coração. Amo Minas porque sou mineiro com muito orgulho e muito amor e ser mineiro é um prazer que só quem é mineiro sabe e entende. Ser mineiro não é apenas Texto, arte e fotografia de Arnaldo Silva

Conheça a cachoeira do Sucupira

(Por Arnaldo Silva) Distante 535 km da Capital Belo Horizonte, Uberlândia, no Triângulo Mineiro, é a segunda maior cidade de Minas Gerais. É uma cidade desenvolvida, industrial e um dos grandes produtores de grãos de Minas. Se destaca também por suas belezas naturais.
          Uma dessas belezas é a Cachoeira de Sucupira (na foto acima de Eudes Silva) a 17 km do centro da cidade, na zona rural, sentido Leste, entre as rodovias BR- 050 e BR- 452. Suas águas, claras e sem poluição despencam por 15 metros em um paredão de 25 a 30 metros de largura. 
          É um dos principais locais de lazer do uberlandense e também de moradores de cidades vizinhas. (foto acima de Eudes Silva) A cachoeira é muito bonita, com poço e praia natural, de pedras e cascalhos. Nos fins de semanas e feriados, famílias frequentam o local, fazendo piqueniques. Uberlândia é uma cidade grande, com ares e detalhes típicos do interior. Vale a pena conhecê-la.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Serra do Cipó: paraíso natural de Minas Gerais

(Por Arnaldo Silva) A Serra do Cipó fica bem pertinho de Belo Horizonte. São apenas 100 km da capital. Toda a área do Parque Nacional da Serra do Cipó é dotada de rara beleza. Uma dessas belezas mais famosas é a Cachoeira Grande, um dos cartões postais de Minas. (na foto acima de Thiago Perilo/@thiagop.photo em Lapinha da Serra, distrito de Santana do Riacho MG).
          São cachoeiras, grutas, trilhas e paisagens, cada uma mais linda que a outra.(na foto acima de Tom Alves/tomalves.com.br a flora da Serra do Cipó) O parque tem estrutura para atender visitantes adeptos da ecoturismo e de esportes radicais como rapel, trekking, ciclismo, alpinismo e rafting. Nos charmosos e pitorescos povoados e cidades da região da Serra do Cipó existem pousadas e restaurantes com a culinária típica de Minas.  
          Santana do Riacho, a 110 km de Belo Horizonte é a porta de entrada para o Parque Nacional da Serra do Cipó, bem como seu mais famoso distrito, Lapinha da Serra (na foto acima de Marcelo Santos), a 1000 metros de altitude, aos pés do Pico da Lapinha.  Tanto na cidade, quanto no distrito, o visitante encontrará lugares charmosos, tranquilos, boa comida, boas pousadas e muita beleza natural. 
          Além da Cachoeira Grande, o Rio Cipó (na foto acima de Tom Alves/tomalves.com.br) serpenteia por entre a serra, considerada o jardim do Brasil, por suas cerca de 1700 espécies da nossa flora como sempre vivas (na foto abaixo de Marcelo Santos), canela-de-ema, orquídeas, bromélias, etc. A Serra do Cipó é uma das maiores concentrações de flora no mundo. 
          A fauna também é riquíssima. São encontrados diversas espécies de aves e animais ameaçados de extinção como o lobo-guará, o tamanduá-bandeira e a onça-parda. 
          Em todo o complexo da Serra do Cipó encontra-se nascentes que desaguam em rios que formam correntezas, cascadas e cachoeiras que formam poços, muito procurados por banhistas que fazem questão de irem à pé ou de bike até esses locais. (foto acima de Tom Alves/tomalves.com.br) As cachoeiras mais procuradas, além da Cachoeira Grande são as da Serra Morena, Farofa, Véu da Noiva, Capivara, Andorinhas, da Naná e a cachoeira das Congonhas Essa cachoeira tem 20 metros de altura e é uma das preferidas para a prática de rapel.
          Próximo a essa cachoeira está o Cânion das Bandeirinhas (na foto acima Alexsandra Almeida), cujas águas formam poços ótimos para banhos e relaxamento. 

O Museu do Inhotim em Brumadinho

(Por Arnaldo Silva) Pra quem não sabe, onde é hoje o Inhotim, foi antes uma área de mineração, que após o encerramento das atividades, foi recuperada, transformando-se ao longo dos anos que que é hoje, o maior museu a céu aberto do mundo. Muitos pensam que o nome Inhotim é um nome indígena tupi-guarani. Não é nome indígena não.
 Fotografia: Andréia Gomes
         Quando a área era de mineradora, tinha como responsável um inglês de nome Timot, conhecido pelos demais funcionários da mineração e pessoas do local como "Senhor Tim". Como mineiro adora diminuir as palavras, começaram a falar "Sinhô Tim", por fim, como o s e ficou "Inhô Tim" e assim ficou e se popularizou tanto que virou nome do local. Quando no início dos anos 1980, decidiram recuperar a área para ser criado um museu contemporâneo, optaram por manter o nome já que Inhotim era parte da história do local. 
Como tudo começou
Fotografia: Marcelo Coelho/Inhotim/Divulgação
          O Instituto Inhotim, surgiu na década de 1980, idealizado pelo empresário mineiro Bernardo de Mello Paz. Hoje é uma Oncip (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público).  
          Ao longo dos anos o local foi se transformando, ganhando mais com o plantio de diversas espécies de árvores e flores, do Brasil e do mundo, inclusive com espécies raras. Além da vasta coleção botânica, obras de arte de grandes artistas contemporâneos da atualidade estão presentes no Inhotim e muitas delas impressionam como essa obra ao lado, na foto de Sônia Fraga, que mostra uma castanheira feita de bronze suspensa por árvores de verdade, assinada pelo artista plástico italiano Giuseppe Penone. 
          O Inhotim é hoje hoje um dos grandes propulsores do desenvolvimento humano sustentável. O espaço é rico em cultura e beleza, o que atrai pessoas de todos os gostos e faixas etárias diferentes. Os projetos paisagísticos e botânicos, além das pesquisas, são desenvolvidos em parceria com órgãos do Governo e iniciativa privada.
Citado no New Yourk Times
 Fotografia: Andréia Gomes
         Segundo um dos mais importantes jornais do mundo, o The New York Times, em referência ao Inhotim, citou em uma de suas edições que “poucas instituições se dão ao luxo de devotar milhares de acres de jardins e montes e campos a nada além da arte, e instalar a arte ali para sempre.” 
Brumadinho
  Fotografia: John Brandão/In Memoriam
        O Inhotim fica em Brumadinho, município com uma imensa área territorial com cerca de 640 km2, distante apenas 55 km de Belo Horizonte.
Fotografia: Sérgio Mourão/@encantosdeminas
JARDIM BOTÂNICO
          A área de visitação do Inhotim tem 140 hectares com destaque para o verde nativo de Mata Atlântica, cinco lagos e uma das maiores coleções botânicas plantadas do mundo. São pouco mais de 4 mil espécies representando 181 famílias botânicas e 953 gêneros. As coleções que mais chamam a atenção são de palmeiras com aproximadamente 1400 espécies e a coleção de Araceae que inclui imbés, antúrios e copos-de-leite, sendo a maior coleção da América Latina. No Inhotim estão cerca de 450 espécies de orquídeas, em destaque para a espécie Vanda, a que mais chama a atenção dos visitantes. 
Fotografia: Thelmo Lins
INFORMAÇÕES SOBRE O INHOTIM
- Horários: Aberto à visitação pública às terças, quartas, quintas e sextas-feiras, das 9h30 às 16h30 (última entrada às 16h00), e aos sábados, domingos e feriados, das 9h30 às 17h30 (última entrada às 17h00).
- Entrada: Cobra-se ingresso para entrar. Verifique os preços antes.
Meia-entrada para maiores de 60 anos e estudantes (mediante apresentação de carteira específica da escola ou faculdade, dentro do prazo de validade e com foto). Entrada gratuita para menores de seis anos.
- Transporte interno: Existe também o serviço de transporte interno para facilitar o acesso às obras mais distantes. O serviço pode ser adquirido na recepção e em outros pontos do parque e o custo é por pessoa e tem validade durante toda a estada no parque. Portadores de necessidades especiais e crianças menores de seis anos de idade não pagam.
- Alimentação: Dos lanches rápidos aos pratos mais elaborados e sofisticados, os visitantes do Inhotim podem desfrutar de uma gastronomia variada. São muitas as opções.
Fotografia: Andréia Gomes
COMO CHEGAR:
- Ônibus:
De terça a sexta-feira, o ônibus com destino ao Inhotim sai da Rodoviária de Belo Horizonte (plataforma F2) às 9h e retorna às 16h30. Nos finais de semana e feriado, o horário de retorno para a capital é às 17h30.
O percurso tem a duração de 1h30.
Informações pelo telefone: (31) 34191800 ou (31) 3272 8525.
- De carro - acessos

Acesso pelo km 640 da BR-381 – sentido BH-SP. (aproximadamente 1h15 de viagem).
O Instituto, visitado por milhares de pessoas de todo o mundo, é automaticamente lembrado quando se fala em Brumadinho, município mineiro, que, partindo de BH, é acessado pelas rodovias BR-381, MG-155 e MG-040.
          Para quem não vai de carro, uma linha de ônibus sai da rodoviária de Belo Horizonte para o Inhotim. São 60 quilômetros de BH até o Instituto. E o caminho não é difícil: é preciso seguir pela rodovia Fernão Dias (BR-381) e, depois de passar pelo trevo para o Triângulo Mineiro, pegar a saída 501, em direção a Mário Campos.
          Depois de um posto de gasolina, virar à direita e pegar a estrada que leva ao Centro de Brumadinho. A partir dali, placas indicam o caminho para o museu. 
Fotografia: Andréia Gomes
          Está em curso, estudos para a viabilização de uma linha de trem de passageiros, que ligará o Museu do Mao na Praça da Estação de Belo Horizonte com estação final no Inhotim, o que facilitará a locomoção de turistas que chegam a Belo Horizonte, para o Museu do Inhotim. 

Serra da Canastra: berço do Rio São Francisco

(Por Arnaldo Silva) A Serra da Canastra, na região Oeste de Minas abriga um dos maiores tesouros da nossa fauna e flora, principalmente nas nascentes que formam o Rio São Francisco. A beleza impactante da região vem atraindo amantes do Ecoturismo, bem como visitantes para as cidades do Circuito da Canastra. ecológico.
          Para preservar as nascentes do Rio São Francisco, em 1972, foi criado o Parque Nacional da Serra da Canastra, com área de 200 mil hectares, abrangendo os municípios de São Roque de Minas, Vargem Bonita, Sacramento, Delfinópolis, São João Batista do Glória e Capitólio. (fotografia acima de Pedro Beraldo/@ecotrilhasdacanastra)
          A portaria para a nascente do Rio São Francisco (na foto acima do Arnaldo Silva) e parte alta da Cachoeira da Cascadanta fica em São Roque de Minas. Já para ir a parte baixa da Cachoeira da Cascadanta, a primeira queda do Rio São Francisco, com 163 metros, tem que ser por Vargem Bonita.
          A região forma um conjunto de rara beleza, de extasiar. Campos rupestres característicos do Cerrado e Mata Atlântica, animais silvestres como o lobo-guará (na foto acima da Conceição Luz), tatu-canastra, pato-mergulhão, veado-campeiro, onça-pintada, tamanduá-bandeira (na foto abaixo de Conceição Luz), várias espécies de pássaros, as cristalinas águas do Rio São Francisco, as formações rochosas, são os cenários que encantam na Serra da Canastra, protegidos nos limites do parque.
          Na região, remanescentes das tradições do século 19 estão presentes na arquitetura das casas no estilo barroco e currais, feitos em pedra sobre pedra, sem cimento, o queijo Canastra, o carro de boi e a culinária mineira. (foto abaixo de Luiz Leite, em Vargem Bonita, ao fundo a Cachoeira da Cascadanta)
COMO CHEGAR
          O caminho mais fácil para chegar a São Roque de Minas, e Vargem Bonita, cidades onde estão as portarias para entrada para a nascente do Rio São Francisco e Cachoeira da Cascadanta, é indo por Piumhi, já que a estrada é asfaltada.
          De Piumhi até São Roque são 58 km, pela MG-341.Para subir a Serra, o restante do percurso é em estrada de terra. Até Vargem Bonita são 24 km no asfalto. Para ir até a parte baixa da Cascadanta, terá que pegar mais 26 km de estrada de terra. (fotografia acima de Pedro Beraldo/@ecotrilhasdacanastra, Sempre-Vivas na Serra da Canastra)
          Nas duas cidades existem pessoas que levam turistas em carros 4x4 ou vans. Geralmente as pousadas locais oferecem esse tipo de serviço aos seus hóspedes. O que é aconselhável aceitar. (na foto acima de Nacip Gômez, a Cachoeira da Cascadanta)
          Como eles conhecem bem o caminho e as estradas, que em alguns trechos requer habilidade e atenção dos motoristas, seria uma opção inteligente, mesmo se for de carro próprio, contrate um guia para te acompanhar, para evitar que se perca nas sinuosas e perigosas curvas das estradas da Serra da Canastra e claro, para que o guia possa te orientar a desfrutar e conhecer melhor todas as belezas da região.
          Uma outra dica, não deixe de abastecer o carro, no Parque não tem posto de gasolina.

domingo, 17 de janeiro de 2016

Serra da Piedade em Caeté: história e como chegar

(Por Arnaldo Silva) A história da Serra da Piedade começa junto com a história de Minas Gerais, no final do século XVII, com a chegada dos bandeirantes paulistas em busca dos tesouros minerais do subsolo mineiro, em 1673. Na região, a bandeira chefiada por Fernão Dias, buscava encontrar prata, por acreditar na existência do metal nas montanhas da Serra do Sabarabuçu, nome inicial que os bandeirantes deram a Serra. (fotografia abaixo de Douglas Arouca)
          Naquela época, o território mineiro era habitado por índios de várias etnias, que chamavam a serra de Itabera-assu, que na linguagem indígena significa “montanha resplandecente e alta”. Após a expulsão dos indígenas da região, os bandeirantes continuaram chamando a serra com o nome indígena, mas não com a pronúncia exata dos índios.
          Ao invés de Itabera-assu, era chamada de Taberaboçu ou Tabaraboçu. Mesmo assim era um pouco difícil de pronunciar e com o passar do tempo, já no século 18, a pronúncia passou a mudar e se popularizar trocando o T pelo S, ficando Sabarabuçu, mais fácil e não precisava enrolar muito a língua. Assim ao invés de Serra do Itabera-assu, ficou, Serra do Sabarabuçu. (foto abaixo de @viniciusbarnabe)
          Fernão Dias não encontrou a prata que imagina na região, mas ouro sim. Foi nas margens do Rio das Velhas, o que atraiu homens com sede de riquezas e aventuras à região. Com tanta gente chegando, foram se formando arraiais. De um desses arraiais, originou-se uma importante cidade histórica hoje, que teve o nome inspirado na Serra do Sabarabuçu. É a cidade de Sabará, a 20 km de Belo Horizonte. Fernão Dias era incansável na busca de ouro, prata, esmeraldas e diamantes. Sua determinação e audácia em desbravar o território mineiro fez com que sua saúde ficasse abalada por moléstias, vindo a falecer na região, as margens do Rio das Velhas.
          Desde os tempos antigos, ao longe a Serra já chamava a atenção. Subindo até seu topo, impressionava os antigos pela vista fabulosa e impressiona até hoje. A paz que o lugar transmite é uma paz celestial incrível, sentida pelos primeiros moradores da região e europeus que foram chegando ao decorrer dos séculos 18 e 19. Estes perceberam o valor da Serra do Sabarabuçu e aos poucos foram transformando-a num marco histórico, religioso e paisagístico. Hoje é tudo isso e ainda um dos principais destinos turísticos de Minas Gerais. (fotografia acima de Douglas Arouca)
          Além da riqueza material a Serra formada por um imenso maciço rochoso, tem grande significado cultural e histórico para nós mineiros, além da tradição religiosa e gastronômica, herdadas ao longo de mais de três séculos. É hoje uma das principais identidades religiosas de Minas Gerais, construída com a devoção a Nossa Senhora da Piedade, devoção essa que fez a Serra mudar de Sabarabuçu para Serra da Piedade.
          A área onde está a Serra da Piedade é Monumento Natural de Minas Gerais desde 16 de julho de 2004, através da Lei nº 15.178/2004, que definiu os limites de conservação da Serra, de acordo com a Constituição Mineira.
Como chegar na Serra da Piedade
         Pelo caminho mais rápido: saindo de Belo Horizonte, pegue a BR 381 sentido Vitória. (Na foto acima do Julio_defreitas, a Serra da Piedade vista de Nova Lima MG) Chegando no trevo de Caeté, entre à direita e siga alguns poucos quilômetros até a entrada da Serra da Piedade. A distância total é de uns 60km. Cobram a entrada de motos e carros.
         Pelo caminho mais bonito: esse trajeto passa por dentro de Sabará (dá pra aproveitar e conhecer a cidade). A estrada é pela serra de Caeté, muito mais tranquila do que a BR 381, além de ter uma paisagem maravilhosa. A distância é praticamente a mesma, mas como a estrada é bem estreita e com muitas curvas, demora um pouco mais. (foto abaixo do @viniciusbarnabe, a Basílica do Santuário de Nossa Piedade)
O que fazer na serra?
          O restaurante da serra tem café colonial aos fins de semana. São vários quitutes caseiros como bolos, pães, queijos, doces, chocolate quente… tudo no self-service.
Sábado e domingo:
Almoço servido a quilo - de 11h às 15h
Café colonial - de 16h às 18h
Domingo:
Café Colonial - 8h30 às 10h30 e 16h às 18h
-Apreciar a vista
A serra tem uma vista de 360° da região. Dá pra passar horas observando a paisagem, além de tirar muitas fotos.
(dependendo da ocasião e época, os horários de funcionamento do restaurante podem ser alterados)
Orientações para visitar o Santuário 
• No Santuário Nossa Senhora da Piedade há uma agradável variação de temperatura devido à altitude (1.746 metros). Sugere-se levar um agasalho e usar sapatos confortáveis para aproveitar toda a beleza ao seu redor.
• Nesse lugar de sublime beleza, vale registrar cada momento. Tenha sempre em mãos uma câmera fotográfica.
Não é permitido no Santuário:
• Consumir bebidas alcoólicas, fazer churrasco ou uso de fogareiro.
• Levar qualquer animal para dentro da reserva.
• Escalar e/ou subir nas pedras, caçar ou aprisionar animais.
• Causar danos à vegetação, retirando mudas.
• Sair das trilhas ou abrir novos caminhos.
• Invadir a propriedade, desrespeitando a entrada principal.
• Ligar música em alto volume.
• Acampar e pernoitar em carros.
• Andar de bicicleta nas trilhas, por causa da fragilidade do solo.
• Praticar esportes radicais.
• Comercializar produtos - com exceção dos artesãos cadastrados no Santuário.
• Passeios de crianças sem acompanhante

Horário de visitas e taxas
• Horário de visitação: 7h às 18h, todos os dias da semana
 Motocicletas, carros de passeio, vans, micro-ônibus e ônibus pagam taxa de visitação.  O pagamento deve ser realizado no caixa do Espaço Café/lanchonete (verifique os preços antes)
A sua contribuição será revertida em benfeitorias e na preservação do Santuário Nossa Senhora da Piedade.
A história do Santuário de Nossa Senhora da Piedade
          Foi no dia 31 de julho de 1960 que ocorreu a proclamação de Nossa Senhora da Piedade como Padroeira de Minas Gerais com a data oficializada pelo papa João XXIII (1881-1963), atendendo ao pedido dos bispos mineiros, entre eles o então arcebispo metropolitano de Belo Horizonte dom Antônio dos Santos Cabral (1884-1967), e do arcebispo coadjutor e administrador apostólico, dom João Resende Costa, bem como do governador do estado, José Francisco Bias Fortes (1891-1971). Dedicou-se a esse processo com bastante destaque dom Carlos Carmello de Vasconcelos Motta (1880-1982), mais conhecido como Cardeal Motta e que hoje batiza a praça em frente da ermida. (foto da imagem da Padroeira de autoria de Josiano Melo e abaixo, o Santuário, com foto @julio_defreitas)
          Segundo a tradição oral, aparições de Nossa Senhora, com o Menino Jesus nos braços foram vistas entre 1765 e 1767 por uma menina muda, cuja família vivia a seis quilômetros da serra. A partir dessa visão, a menina teria conquistado a fala. Mais tarde, em 1773, o templo seria construído pelo ermitão português Antônio da Silva, o Bracarena.
          Fé, história e até política fazem parte do Santuário, a 1746 metros de altitude. Nas frias manhãs do inverno mineiro, os fiéis do norte se viram como podem para suportar o frio. Já os fiéis do sul, andam tranquilamente pelo local com blusas simples, se incomodando muito pouco com com o frio.
          As baixíssimas temperaturas da serra, para quem não é acostumado, dá a sensação estar dentro de uma geladeira. É congelante! Quando a névoa não cobre toda a serra é possível ver o espelho d´água de Lagoa Santa, Caeté, o pontilhão ferroviário, Belo Horizonte e outras cidades da região. A sensação de quem chega ao topo da serra é de estar na ponta do céu.
          O altar-mor da Basílica principal, guarda a imagem de Nossa Senhora da Piedade, Padroeira de Minas Gerais(na foto abaixo de Telmo Lins), com autoria atribuída o Mestre do Barroco Mineiro, Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho (1738-1814).) 
           O lugar é sagrado para comunidade católica Mineira e em tudo respira fé e religiosidade, como O Calvário (na foto acima de Clésio Moreira), escultura em ferro com Jesus na cruz e Maria e José, em frente à Basílica. Ao lado da escadaria do Calvário, a Cripta, onde estão sepultados, grandes nomes do Santuário, desde sua origem como o Padre Virgílio Resi e o Frei Rosário Jofylly.

Porteirinha, queijos e a Cachoeira do Serrado

(Por Arnaldo Silva) Porteirinha é uma das mais atraentes cidades de Minas. Com grande potencial turístico, graças as suas belezas naturais, o município é um dos destaques no turismo em Minas Gerais e conta atualmente com cerca de 40 mil habitantes.

          Porteirinha é uma cidade de clima quente, característico da região, a temperatura média é de 27ºC com máxima em torno de 38ºC e mínima de 18ºC. A altitude do município varia entre 465 metros, próximo a Lagoa Cachoeira, a 1.544 metros, no topo do Morro do Preto. A vegetação típica do município, é do bioma Caatinga. (na foto acima e abaixo do Tharlys Fabrício, vista vista parcial da cidade)

          O município faz divisa com Mato Verde, Pai Pedro, Janaúba, Riacho dos Machados, Serranópolis de Minas, Rio Pardo de Minas e Nova Porteirinha. Distante 591 km de Belo Horizonte, 1.012 km do Rio de Janeiro, 900 km de Brasília, 1.120 km de Vitória/ES e a 165 km de Montes Claros, Porteirinha está na região Norte de Minas e tem como acesso as rodovias BR-122 e MG-120. (foto abaixo, também de Thales Fabrício, vista noturna da cidade)
Breve história
          Porteirinha tem sua origem no século XIX, tendo sido elevado à distrito em 1884 com o nome de Nossa Senhora da Conceição de Jatobá, mudando seu nome, em 1921 para São Joaquim da Porteirinha e por fim, a partir de setembro de 1923, passou a adotar o nome atual, Porteirinha. Em 17 de dezembro de 1938, o distrito é elevado à cidade emancipada.
Estrutura urbana 
          A cidade é bem cuidada, com boa infraestrutura urbana, com um comércio bem variado, uma boa rede gastronômica e hoteleira, contando ainda com agências bancárias como Banco Bradesco, Banco do Brasil, Sicoob Credivag, Banco do Nordeste e Caixa Econômica Federal.
          Outro destaque na cidade é seu povo. São simples, gentis, hospitaleiros e muito acolhedores. Em Porteirinha, o visitante se sentirá em casa.
Atividades econômicas
          Seus moradores vivem da prestação de serviços, que é muito variada, com boas escolas de ensino fundamental e médio, do comércio, das pequenas indústrias, como produção de tijolos e telhas de cerâmicas. (foto abaixo de Tharlys Fabrício)
          Além disso, Porteirinha se destaca na agropecuária, sendo o município um dos líderes desse setor na região. Destaque para a pecuária leiteira e de corte, além da agricultura familiar, com os pequenos produtores organizados em cooperativas e associações, com produção voltada para hortifrutigranjeiros, mel, doces feitos com polpas de frutas, pequenas indústrias de derivados do leite, da cana e mandioca, dentre outras atividades econômicas.
Queijos de Porteirinha
          A produção agropecuária de Porteirinha e de toda a Região da Serra Geral de Minas é de qualidade, destacando seus queijos. Um desses queijos em destaque são os queijos produzidos pela Rubi Queijaria, que tem o Selo Arte de autenticação do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), tendo sido a primeira queijaria a obter esse selo na região. Esse selo permite a comercialização em todo o Estado de Minas Gerais de produtos de origem animal, certificando que o produto é produzido de acordo com as normais sanitárias vigentes. (fotografia acima de Tharlys Fabrício)
          Os produtores de queijos da Serra Geral de Minas, que abrange 18 municípios, são organizados em associação, com o objetivo de melhorar a qualidade de seus queijos, incrementando as vendas, que saem do produtor, direto para as gôndolas dos supermercados, sem a necessidade de atravessadores. Além disso, os produtores buscam novos conhecimentos, através de cursos de capacitação ministrados pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR), além do apoio e assistência de entidades como IMA, Emater, e Sebrae, além do apoio das prefeituras locais.
          O objetivo é melhorar ainda mais a qualidade dos queijos, tornando-os competitivos, já que a região, com seu clima e características diferentes das outras regiões queijeiras mineiras, tem um terroir próprio (pronuncia-se terruá, palavra francesa que define uma extensão de terra cultivada, que cuja produção origina um produto único), originando um queijo com sabor peculiar e diferenciado
Serra Geral, cachoeiras e o turismo 
          Porteirinha faz parte do Mapa do Turismo Brasileiro, sendo uma das cidades em destaque em Minas no turismo ecológico, graças as suas paisagens deslumbrantes, que permitem a prática de esportes radicais como trekking, escalada, ciclismo, trilhas de motos, além de propiciar descanso e relaxamento.
          Rodeada por morros e serras, tem no perímetro urbano o Cristo Redentor como um de seus mais belos pontos de visitação. (na foto acima do Tharlys Fabrício)
Cachoeiras
          O maior atrativo natural de Porteirinha são suas cachoeiras, em destaque a Cachoeira do Serrado, com S mesmo. (na foto acima do Eduardo Gomes) Frequentemente o nome é confundido como erro de português, porém o Serrado é o nome próprio e não uma alusão ao bioma Cerrado. Isso porque na região acontece muita serração que muitas das vezes cobre a cachoeira, por isso o nome Serrado, com S de serração.           
          Esta é com certeza uma das mais bonitas e visitadas cachoeiras de toda a Serra Geral e também de Minas Gerais. São 70 metros de queda. Com seu acesso super fácil e ótima para banho, mesmo com sua água super gelada, ela é muito visitada pelos moradores da região e de outras cidades mineiras, ainda mais por ter queda d'água durante todo o ano. Quase nunca seca. (fotografia acima de Tharlys Fabrício)
          Na região é conhecida também por Cachoeira da Bica de Baixo, na Comunidade do Serrado (na foto de Tharlys Fabrício). Para chegar nela entra-se na comunidade de Serra Branca, mesmo nome do rio, percorrendo 10 km por uma estrada muito boa e com placas indicando o caminho da cachoeira. Acima dela tem várias outras quedas, são sete no total. Porteirinha é um dos 18 municípios integrantes do Circuito da Serra Geral de Minas, formado ainda pelos municípios: Catuti, Espinosa, Gameleiras, Jaíba, Janaúba, Mamonas, Mato Verde, Monte Formoso, Montezuma, Nova Porteirinha, Pai Pedro, Rio Pardo de Minas, Riacho dos Machados, Santo Antônio do Retiro, Serranópolis de Minas e Verdelândia.

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