segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Os principais pontos turísticos de Diamantina

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Diamantina está a 292 km da capital Belo Horizonte na região do Alto Jequitinhonha. Sua população estimada em 2019 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística era de 47.723 habitantes. Além da sede, o município é formado ainda por 11 distritos que são: Conselheiro Mata, Desembargador Otoni, Extração, Guinda, Inhaí, Mendanha, Planalto de Minas, São João da Chapada, Senador Mourão e Sopa. Todos os distritos são dotadas de bela arquitetura e lindíssimas paisagens, principalmente cachoeiras como no distrito de Conselheiro Mata, onde está uma das mais belas cachoeiras de Minas, a Cachoeira do Telésforo.
     É um município histórico que abriga grandes personagens brasileiros, foi em Diamantina que nasceu o ex-presidente Juscelino Kubitschek e da famosa escrava Chica da Silva quando o município ainda recebia o nome de Arraial do Tijuco. (foto acima e abaixo de Elvira Nascimento 
     A fundação do Município de Diamantina se deu em 1713 com a construção da capela em homenagem ao padroeiro Santo Antônio, em 1729 ficou conhecida após a crescente exploração de diamantes que eram encontrados por lá em 1729, e recebeu o nome de Diamantina em 1831.

A cidade é um dos destinos da Estrada Real, um dos roteiros culturais e turísticos mais ricos do Brasil, e faz parte do circuito turístico dos Diamantes. É famosa também por suas serestas e Vesperata (na foto acima de Luis Vieira), que é um evento em que os músicos se apresentam à noite, ao ar livre, das janelas e sacadas de velhos casarões, enquanto o público assiste das ruas.
Os principais pontos arquitetônicos e naturais de Diamantina.
Antiga Casa da Intendência
Edificado entre 1733 e 1735, como sede da Intendência dos Diamantes, passou a servir como escola a partir da segunda metade do século XIX. A construção (na foto acima/créditos na imagem) possui escadaria de pedra (no acesso principal), cobertura de quatro águas, dez janelas no andar superior e nove no térreo. No interior do prédio, chama atenção o forro em gamela do salão do segundo pavimento. Nas demais dependências, os forros mais antigos são em saia-e-camisa.
Capela N. Senhora da Luz
Construída por iniciativas de uma portuguesa, Dona Tereza de Jesus Perpétua Corte Real, em cumprimento de uma promessa feita por ter se salvado do terremoto de Lisboa, em 1755. A construção, no entanto foi em época bem posterior estando concluída em 1819, conforme documentos que informam sobre a transladação da Arquiconfraria do Glorioso Patriarca São Francisco, da capela do amparo para a da Luz. A doação foi definitiva cinco anos mais tarde pela dona Maria Tereza. A dama portuguesa que erigiu a capela anexou à mesma um recolhimento e educandário para meninas órfãs. Quando Dona Tereza de Jesus faleceu em 1826 foi sepultada a entrada do templo. A capela da luz, como tantas outras, necessitou passar por várias reformas, porém manteve seu estilo apesar de algumas alterações.
Casa da Glória
Integrada por duas edificações dos séculos XVIII e XIX ligadas por um passadiço, já abrigou o colégio das irmãs vicentinas e hoje é sede do Instituto Casa da Glória, da UFMG. (foto acima de Elvira Nascimento) Erguida na segunda metade do século XVIII, com sacadas de treliças. Possui um rico acervo histórico com documentos e livros raros.
Biblioteca Antônio Torres (Casa do Maxubariê)
Hoje biblioteca pública, exibe num dos balcões da fachada um raro muxarabiê original, treliça de influência moura que encobre a sacada e que servia para os moradores observarem a rua sem serem notados.
Mercado Velho (Mercado Municipal dos Tropeiros)
Construído em 1835, era ponto de venda de mercadorias trazidas pelos tropeiros. Atualmente abriga o Centro Cultural David Ribeiro e a tradicional feira de artesanato, comidas, bebidas e hortifrutigranjeiros realizada aos sábados. (foto acima de Elvira Nascimento)
Casa de Juscelino
A casa simples onde o ex-presidente do Brasil passou a infância foi transformada em museu. (na foto acima de Elvira Nascimento) Os cômodos abrigam biblioteca, objetos pessoais, fotos e os violões usados pelo político para participar das serestas.
Casa de Chica da Silva
O bonito solário foi residência da escrava Chica da Silva entre os anos de 1763 e 1771. A casa, que hoje funciona como sede do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Dentro do casarão é possível apreciar a coleção de quadros que retratam a rainha negra. (foto acima de Elvira Nascimento)
Igreja de N. Senhora do Carmo 
Erguida entre 1760 e 1784, a igreja tem uma característica curiosa – a torre fica nos fundos da construção. O interior guarda altar folheado a ouro e órgão de 549 tubos. (foto acima de Elvira Nascimento)
Museu do Diamante
O museu inaugurado nos anos 50 ocupa um casarão de 1749. O acervo reúne objetos dos séculos 17 a 19, como utensílios utilizados na mineração de diamantes, oratórios, armas, louças, obras de arte e mobiliário.
Igreja Matriz de Santo Antônio
A atual matriz de Diamantina foi construída entre 1933 e 1940, em substituição à antiga igreja de Santo Antônio do Tejuco. Os destaques ficam por conta dos altares laterais, que remetem ao estilo barroco. (fotografia acima de Elvira Nascimento)
Caminho dos Escravos
Trata-se de uma trilha de 20 km (foto ao lado de Sales Moreira) com trechos de calçamentos feitos pelos escravos no século XIX ligando Diamantina ao distrito de Mendanha, que foi utilizado para o transporte de diamantes extraídos no rio Jequitinhonha. Conta com diversos atrativos naturais ao longo do percurso.
Vila de Biribiri
Situado a 15 km de diamantina, o Parque Estadual do Biribiri se apresenta como um dos principais atrativos naturais de Diamantina. Destacando-se por suas diversas cachoeiras e inúmeras inscrições rupestres. (foto acima de Elvira Nascimento)
Na área do parque está localizado um patrimônio histórico: A vila de Biribiri, que foi sede de uma das primeiras comunidades fabris do estado, Criada pelo bispo Dom João Antonio dos Santos.
A igreja e as casas que serviam de residência para os operários da fabrica se encontram conservadas, sendo a vila um importante conjunto arquitetônico tombado pelo IEPHA – Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais.
Cachoeira da Sentinela
     A Cachoeira do Sentinela está localizada no Parque Estadual do Biribiri. (foto acima de Edison Zanatto)
Situado a 15 km de diamantina, o Parque Estadual do Biribiri se apresenta como um dos principais atrativos naturais de Diamantina, destacando-se por suas diversas cachoeiras e inúmeras inscrições rupestres.
     Na área do parque está localizado um patrimônio histórico: A vila de Biribiri, que foi sede de uma das primeiras comunidades fabris do estado, Criada pelo bispo Dom João Antonio dos Santos. A igreja e as casas que serviam de residência para os operários da fabrica se encontram conservadas, sendo a vila um importante conjunto arquitetônico tombado pelo IEPHA – Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais.
Gruta do Salitre
     O relevo rochoso em forma de ruínas, cânion, fendas e paredões de até 80m de altura tornam a Gruta do Salitre (na foto acima de Marcelo Santos) um imponente atrativo. O local guarda um sítio arqueológico e sua beleza já foi cenário para gravação de documentários, filmes e minisséries de televisão.
     Localizada a 9 km de diamantina e a 1 km do distrito de Curralinho. O conjunto monumental da gruta esculpida em rochas quartzíticas revela uma bela paisagem. A Gruta do Salitre foi região do intenso extrativismo mineral do salitre para produção de pólvora, a ser usada na quebra de rochas para desvio dos cursos dos rios.
     O local é muito visitado atualmente, além de ser usado para realização de eventos, principalmente musicais, pela acústica proporcionada pelo local, bem como filmagens e também para prática de atividades ecoturística.
Visita especial: destaca a singularidade do local, aspectos geológicos e histórico-culturais, além da fauna e flora no contexto da Reserva da Biosfere da Serra do Espinhaço.
Visita técnica: Atividade prática de formação complementar destinada aos alunos de ensino técnico e superior dos cursos de Ciências Biológicas, Geografia, Geologia, Gestão Ambiental, Turismo e áreas afins.
Visita lúdico pedagógica: Atividade de interação com a natureza voltada para o público infanto-juvenil e turmas de alunos do ensino básico, fundamental e medio, com objetivo de estimular a percepção e a sensibilidade ambiental.
Práticas esportivas: Caminhadas, boulder, escalada e rapel,
Concertos musicais: Eventos divulgados oportunamente.
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Fonte das informações: Site da Prefeitura:http://diamantina.mg.gov.br - Ilustrações nossa.

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