quinta-feira, 19 de julho de 2018

Os girassóis de Uberlândia

Dificilmente alguém não para admirar os girassóis floridos em Uberlândia, no Triângulo Mineiro (na foto acima de Cris Ferreira). Os girassóis fascinam, simplesmente fascinam por sua beleza. A florada dessa planta, cuja origem é Mexicana, na América do Norte, começa no fim do verão e se estende até agosto. Nessa época do ano, é comum pessoas que passam pela BR 050 em Uberlândia e BR 452 na entrada para Uberaba, no Triângulo Mineiro, pararem para registrar e se fotografar em meio aos milhares de girassóis que chegam até metros de altura.
Os campos de Girassóis de Uberlândia (na foto acima de Cris Ferreira) pertencem à empresa Alta Genéticas e permitem visitantes somente entre abril e maio, durante a Expozebu em Uberaba, cidade vizinha. No período da Expozebu quem quiser pode andar entre os campos de girassóis. Fora desse período, somente da BR mesmo já que as plantações ficam às margens da rodovia. 
Reprodução de vídeo - Youtube - Canal: Talon Air Imagens
Além de Uberlândia, girassóis podem ser contemplados em Patos de Minas e Araxá no Alto Paranaíba, Caxambu, Ouro Fino, Conceição das Alagoas, Pedralva, São Pedro da União, Cruzília e Areado no Sul de Minas e Catuji e Manga no Norte de Minas. 
Utilização

Dos seus frutos, popularmente chamados sementes, é extraído o óleo de girassol que é comestível. A produção mundial ultrapassa 20 milhões de toneladas anuais de grão.
A semente também é usada na alimentação de pássaros em cativeiro além de ser uma das mais utilizadas na alimentação viva.
A sua flor é comercializada como flor de corte. Existem dois grupos de variedades importantes: uniflor com haste única e uma flor terminal; multiflor com flores menores que com ramos desde a base que são mais utilizadas na confecção de bouquet.
A semente do girassol tem sido utilizada no Brasil na produção de biodiesel.
Tem sido também uma boa alternativa para alimentação de gado, em substituição a outros grãos.
As suas folhas podem inibir o crescimento de plantas daninhas através do fenômeno alelopatia. (Por Arnaldo Silva)
Fotografia de José Humberto Peres (ou Adi Ribeiro porque a imagem foi enviada a nós sem a identificação exata. Caso o autor se identifique, favor entrar em contato para inserirmos os créditos corretos)

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