terça-feira, 19 de setembro de 2017

Conheça as nossas bacias hidrográficas e seus afluentes em Minas Gerais

Rio Doce próximo a Ipatinga MG. Vale do Aço. Fotografia de Elvira Nascimento
Minas Gerais é considerada a "caixa d´água" do Brasil com seus inúmeros rios de grande importância nacional, como os rios São Francisco, Rio Doce, Rio Jequitinhonha, Rio Paranaíba, Rio Paraibuna, dentre outros. Você vai conhecer, nessa matéria, as principais bacias hidrográficas que nosso estado faz parte e os afluentes destas bacias.

01 - Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco

Rio São Francisco em Vargem Bonita MG. Sudoeste do Estado. Primeira cidade banhada pelo rio. Por Arnaldo Silva
A bacia do rio São Francisco é uma bacia hidrográfica inteiramente do Brasil cujo principal rio é o São Francisco, também conhecido como Velho Chico, que percorre 2.830 km.
O rio passa por cinco estados: Minas Gerais, Bahia, Pernambuco,Sergipe e Alagoas e sua bacia envolve 521 municípios, distribuídos em sete Unidades da Federação. O São Francisco tem sua nascente geográfica no município de Medeiros e sua nascente histórica na serra da Canastra, no município de São Roque de Minas, centro-oeste de Minas Gerais. O rio também atravessa o estado da Bahia, fazendo sua divisa ao norte com Pernambuco, bem como constituindo a divisa natural dos estados de Sergipe e Alagoas, e deságua no Oceano Atlântico, drenando uma área de aproximadamente 641 000 km², que são 7,5% do território brasileiro, e atingindo 2 830 km de extensão.

Apresenta dois estirões navegáveis: o médio, com cerca de 1.373 km de extensão, entre Pirapora (MG) e Juazeiro (BA) / Petrolina (PE) e o baixo, com 238 km, entre Piranhas (AL) e a foz, no Oceano Atlântico.
O rio São Francisco atravessa regiões com condições naturais das mais diversas e tem cinco usinas hidroelétricas.
As partes extremas superior e inferior da bacia apresentam bons índices pluviométricos, enquanto os seus cursos médio e submédio atravessam áreas de clima bastante seco. Assim, cerca de 75% do deflúvio do São Francisco é gerado em Minas Gerais, cuja área da bacia ali inserida é de apenas 37% da área total
A área compreendida entre a fronteira Minas Gerais-Bahia e a cidade de Juazeiro(BA), representa 45% do vale e contribui com apenas 20% do deflúvio anual.
Principais afluentes da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco: Rio Carinhanha, Rio Coxá, Rio Verde Grande, Rio Gorutuba, Rio do Vieira, Rio do Cedro, Rio Peruaçu, Rio Urucuia, Rio Paracatu, Rio Preto,Rio Pacuí, Rio Riachão, Rio Jequitaí, Rio das Velhas, Rio Curimataí, Rio Pardo Grande, Rio Pardo Pequeno, Rio Paraúna, Rio Cipó, Ribeirão Sabará, Córrego Caeté, Ribeirão Arrudas, Córrego do Bonsucesso, Ribeirão dos Cristais, Rio Maracujá, Rio Abaeté, Rio Indaiá, Rio Paraopeba, Rio Brumado, Rio Manso, Rio Pará, Rio Lambari, Rio São João, Rio Picão, Rio Itapecerica, Rio São Miguel, Rio Piumhi, Rio Samburá.

Bacia Hidrográfica do Atlântico Leste

Rio Pardo nasce no em Minas Gerais e banha também o estado da Bahia. 
No período colonial foi batizado com o nome de "rio Santo Antônio". Foto de Willemarcel
A região hidrográfica do Atlântico Leste é uma das doze regiões hidrográficas do território brasileiro.
Possui uma área de 388.000 km², englobando 526 municípios dos estados de Sergipe, leste da Bahia, nordeste de Minas Gerais e norte do Espírito Santo. Dentro de seus limites encontram-se a Região Metropolitana de Salvador e a capital sergipana de Aracaju, além de outros centros regionais importantes.
Sua vazão média conjunta é de 1.400 m³/s, englobando as bacias hidrográficas dos rios Paraguaçu, de Contas, Salinas, Pardo, Jequitinhonha, Mucuri, Itapicuru dentre outros.
Os biomas característicos da bacia do Atlântico Leste são a Mata Atlântica e a Caatinga, além de pequenas porções de Cerrado. Em virtude da grande pressão antrópica sofrida historicamente pela região, a Mata Atlântica encontra-se atualmente ameaçada pela expansão urbana e pela cultura de cana-de-açúcar e a Caatinga pelas atividades pecuárias. Além disso, os rios Jequitinhonha, Salinas e Pardo apresentam concentrações de metais pesados resultantes do garimpo e dragagem para mineração. Os Rios Pardo e Baranhém fazem parte da Bacia Hidrográfica do Atlântico Leste.

Bacia Hidrográfica do Rio Jequitinhonha

A Bacia do Jequitinhonha compreende uma área de 70.315 km², sendo que 66.319 km² situam-se em Minas Gerais, enquanto 3.996 km² pertencem à Bahia, representando 11,3% da área do estado mineiro e apenas 0,8% do baiano.O Jequitinhonha é um rio federal que percorre uma extensão de 1.082 km, da nascente no Pico do Itambé (Serro), na Serra do Espinhaço, nos arredores da localidade de Capivari, sopé do Morro Redondo, até o Oceano Atlântico, onde deságua em Belmonte, no estado da Bahia. ( na foto acima oRio Jequitinhonha em Mendanha, distrito de Diamantina. Fotografia de Sérgio Mourão/Encantos de Minas)
A bacia hidrográfica do Rio Jequitinhonha é formada pelos rios:Rio Rubim de Pedras, Ribeirão São João, Rio Itinga, Rio Araçuaí, Rio Fanado, Rio Itamarandiba, Rio Salinas, Rio Itacambiruçu, Rio Macaúbas, Rio Tabatinga, Ribeirão das Pedras

Bacia Hidrográfica do Rio Mucuri

Praia do Rio Mucuri em Teófilo Otoni MG. Vale do Mucuri. Fotografia de Sérgio Mourão/Encantos de Minas
A Bacia Hidrográfica do Rio Mucuri está inserida na mesorregião do Vale do Mucuri, onde estão municípios como Teófilo Otoni e Nanuque. Abrangendo um total de 13 sedes municipais e apresentando uma área de drenagem de 14.640 km², a bacia possui uma população estimada de 296.845 habitantes. O clima na bacia é considerado semi-úmido, com período seco durando de quatro a cinco meses por ano, com exceção da divisa com o Espírito Santo, onde o clima é úmido e o período seco tem duração de um a dois meses por ano. A disponibilidade hídrica situa-se entre 2 e 10 litros por segundo por quilômetro quadrado, com exceção do divisor com o rio São Mateus, onde se situa entre 10 e 20 litros por segundo por quilômetro quadrado. O Índice de Qualidade das Águas apresentou-se Bom no Rio Mucuri em todas as estações de monitoramento e também no rio Pampã, cujo IQA em 2004 havia sido Médio. Entretanto, houve piora na média anual do IQA do ribeirão Marambaia, que em 2004 era Bom e em 2005 foi Médio. O Comitê de Bacia Hidrográfica do Rio Mucuri encontra-se em processo de formação. 
Esta bacia é formada pelos rios: Mucuri, Rio Pampá, Rio Todos os Santos, Rio do Pavão.

Região hidrográfica do Atlântico Sudeste

Rio São Mateus em Faria Lemos MG. Zona da Mata. Por Denise Schlottfeldt Mendes
A região hidrográfica do Atlântico Sudeste é uma das doze regiões hidrográficas do território brasileiro. Possui uma área de 229.972 km², distribuída por terras dos estados do Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e o litoral do Paraná.
As principais bacias hidrográficas desta região são as dos rios Doce e Paraíba do Sul. Outras bacias inseridas na região do Atlântico Sudeste são as dos rios São Mateus, Itapemirim, Itabapoana e Ribeira de Iguapé.
A região do Atlântico Sudeste é caracterizada por seu expressivo contingente populacional, localizando-se numa das regiões mais industrializadas e urbanizadas do Brasil. Possui importantes adensamentos populacionais, dentre os quais se destacam as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, de Vitória e da Baixada Santista, chegando a ultrapassar 13.000 hab./km² em São João de Meriti (Baixada Fluminense).
O bioma principal da região é a Mata Atlântica, já fortemente desmatada. As áreas de maior conservação deste bioma encontram-se nas enconstas das serras do Mar e da Mantiqueira nos estados de São Paulo e do Rio de Janeiro. As áreas de maior degradação ambiental da região hidrográfica do Atlântico Sudeste são as baías de Santos, da Guanabara e de Vitória.
O Rio São Mateus é o seu principal afluente em Minas Gerais.

Bacia Hidrográfica do Rio Doce

Rio Doce em Resplendor MG. Vale do Rio Doce. Fotografia de Ivan Ruela
A bacia do rio Doce situa-se na região sudeste brasileira, compreendendo uma área de drenagem de 83.400 km², sendo que 86% pertencem ao estado de Minas Gerais e 14% ao Espírito Santo. A região abrange cerca de 222 municípios.
As nascentes do rio Doce estão em Minas Gerais, nas serras da Mantiqueira e do Espinhaço, sendo que suas águas percorrem 853 km até atingir o oceano Atlântico no povoado de Regência, no Espírito Santo.
Os principais afluentes do rio Doce são os rios do Carmo, Piracicaba, Santo Antônio, Corrente Grande, Suaçuí Pequeno, Suaçuí Grande, São José e Pancas (margem esquerda); rio Casca, Matipó, Caratinga/Cuieté, Manhuaçu, Guandu, Santa Joana e Santa Maria do Rio Doce (margem direita). As vazões médias na bacia são maiores nos afluentes de margem esquerda, nos trechos alto e médio (15 até 35 l/s km²). Por outro lado, a região de menores vazões médias específicas (05 a 10 l/s km²) corresponde à bacia do Suaçuí Grande.
Os principais afluente da Bacia Hidrográfica do Rio Doce são: Rio Manhuaçu, Rio José Pedro, Córrego da Lapa, Rio Resplendor, Rio Caratinga, Córrego Poço Fundo, Rio Suaçuí Grande, Rio Suaçuí Pequeno, Rio Tronqueiras, Rio Santo Antônio, Rio Guanhães, Rio Tanque, Rio Aliança, Rio Preto do Itambé, Rio de Peixe, Rio do Peixe, Rio Corrente Grande, Córrego do Bueiro, Ribeirão da Garrafa, Ribeirão do Achado, Córrego Entre Folhas, Ribeirão Ipanema, Rio Piracicaba, Córrego Limoeiro, Ribeirão Caladinho, Ribeirão Caladão, Ribeirão Timotinho, Córrego do Atalho, Ribeirão Cocais Pequeno, Ribeirão do Boi, Ribeirão do Belém, Córrego Celeste, Ribeirão Sacramento, Rio Matipó, Rio Casca, Ribeirão das Bandeiras, Ribeirão Santo Antônio do Grama, Ribeirão Turvão, Rio Piranga, Rio do Carmo, Rio Gualaxo do Norte, Rio Gualaxo do Sul, Ribeirão Teixeiras, Rio Turvo Limpo, Rio Turvo Sujo, Rio Bacalhau, Rio Xopotó, Rio Turvo.

Bacia do Rio Itabapoana

Rio Preeto em Unai MG. Noroeste de Minas. Sem fonte automaticamente legível. Presume-se que a autoria seja de Wikiusuariodel, baseando-se nas informações sobre direito autoral.
O rio Itabapoana é um curso de água que banha os estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo, no Brasil. Apresenta vazão média de 49,3 m³/s e tem, como alguns de seus afluentes, os rios Calçado, Barra Alegre e Muqui do Sul. Sua bacia está inserida na região hidrográfica do Atlântico Sudeste. O rio Itabapoana apresenta cinco usinas hidrelétricas e numerosas cachoeiras e planícies em seu percurso.
As cabeceiras do rio Itabapoana localizam-se na serra do Caparaó. É formado pelo encontro do rio Preto com o Rio São João, na divisa dos estados de Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro. A partir daí, se estende por aproximadamente 250 km, servindo de limite entre o Espírito Santo e o Rio de Janeiro. Durante o seu trajeto, ele forma muitas cachoeiras como Santo Antônio, Inferno, Limeira e Fumaça, essa última com queda de 100 metros. A parte do rio onde fica a maioria das cachoeiras está entre a divisa de Minas Gerais e a cidade de Bom Jesus do Itabapoana, pois nesse percurso o rio desce de sua área mais alta para a região de menor altitude; o rio termina desaguando no oceano Atlântico, no distrito de Barra do Itabapoana, pertencente a cidade de São Francisco de Itabapoana.
Os principais afluentes da Bacia do Rio Itabapoana são: Rio Itabapoana, Rio Preto, Rio São João, Rio Caparaó

Bacia do Rio Paraíba do Sul

O rio Paraíba do Sul é um curso de água que banha os estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. O rio atravessa a conhecida região sócio-econômica do Vale do Paraíba, sendo o rio mais importante do estado do Rio de Janeiro.
O rio Paraíba do Sul é formado pela confluência dos rios Paraitinga e Paraibuna.
Considerando sua nascente mais afastada da foz, o rio Paraíba do Sul nasce na serra da Bocaina, no estado de São Paulo, com o nome de rio Paraitinga, recebendo o nome rio Paraíba do Sul na confluência com o Paraibuna, na Represa de Paraibuna. Perfaz um percurso total de 1.137 km[1], desde a nascente do rio Paraitinga até a foz em Atafona (São João da Barra), no Norte Fluminense. (na foto ao lado 
Rio Carangola. Foto:Carangacity )
Os principais afluentes do rio Paraíba do Sul são o Jaguari, o Buquira, o Paraibuna, o Piabanha, o Pomba e o Muriaé. Esses dois últimos são os maiores e desaguam, respectivamente, a 140 e a 50 quilômetros da foz. Entre os sub-afluentes, está o rio Carangola, importante rio da bacia do rio Paraíba do Sul, posto que serve a duas unidades da federação, o estado de Minas Gerais e o estado do Rio de Janeiro.Os rios que formam esta Bacia hidrográfica são: Rio Carangola, Rio Paraíba do Sul, Rio Muriaé, Rio Carangola, Rio Gavião, Rio Pinhotiba, Rio Glória, Ribeirão do Jorge, Rio Fumaça, Rio Fubá, Rio Pomba, Ribeirão Bom Jardim, Ribeirão da Capivara, Ribeirão dos Monos, Ribeirão Feijão Cru, Rio Pardo, Ribeirão Meia Pataca, Rio Novo, Ribeirão dos Pires, Ribeirão Roça Grande, Ribeirão da Grama, Ribeirão Caranguejo, Rio Xopotó, Ribeirão Ubá, Rio dos Bagres, Rio Paraopeba, Ribeirão Piraúba, Rio Formoso, Rio São Manuel, Rio Paciência, Rio Pirapetinga, Rio Angu, Rio do Aventureiro, Córrego da Areia, Rio Paraibuna, Rio Cágado, Rio Preto, Ribeirão do Divino Espírito Santo, Rio do Peixe, Rio Monte Verde ou Santa Bárbara, Rio Grão-Mogol, Rio Vermelho.


Bacia do Rio Grande

Rio Grande em Sacramento MG. Alto Paranaíba. Fotografia de Arnaldo Silva 
O rio Grande é um curso de água que banha os estados de Minas Gerais e São Paulo, no Brasil, sendo um dos formadores do rio Paraná.
É considerado um rio de planalto, sua nascente localiza-se no Alto do Mirantão na serra da Mantiqueira em Bocaina de Minas, a uma altitude de 1.980 m e percorre 1.360 km até encontrar o rio Paranaíba no município de Carneirinho em Minas Gerais, formando o rio Paraná.
A partir dos municípios de Claraval e Ibiraci, o rio forma a divisa natural do estado de Minas Gerais com São Paulo.
A partir da nascente, seu curso têm uma orientação Sudoeste-Nordeste até a divisa dos municípios de Lima Duarte e Bom Jardim de Minas, deste ponto em diante, toma a direção Sul-Norte, servindo como divisa entre estes dois municípios, e também entre os municípios de Andrelândia e Lima Duarte. Mais a jusante, passa a correr para Sul, e se mantém nesta direção até a barragem de Jaguara, em Sacramento. A montante de Jaguara, à altura do reservatório de Estreito, passa a receber as águas dos rios do estado de São Paulo, e serve como divisa entre este estado e Minas Gerais. O rio muda então seu curso e passa a correr segundo a direção Leste-Oeste até sua confluência com o rio Paranaíba, e a partir desse ponto, esse curso d'água, passa a se chamar rio Paraná. A bacia do rio Grande, apresenta uma série de doze reservatórios, utilizados para a geração de energia elétrica, sendo eles, de montante a jusante: Camargos, Itutinga, Funil, Furnas, Mal. Mascarenhas de Moraes (ex-Peixoto), Luiz Carlos Barreto de Carvalho (ex-Estreito), Jaguara, Igarapava, Volta Grande, Porto Colômbia, Marimbondo e Água Vermelha.
Os principais rios que formam a Bacia do Rio Grande são: Rio Pardo, Rio Mojiguaçu, Rio Jaguari-Mirim, Ribeirão de São Paulo, Rio Uberaba, Rio Sapucaí, Rio Muzambo, Rio Cabo Verde, Rio São Tomé, Rio Machado, Rio Verde, Rio Baependi, Rio Passa Quatro, Rio Cervo, Rio Sapucaí-Mirim, Rio Mandu, Rio Lourenço Velho, Rio Santana, Rio Jacaré, Rio do Amparo, Rio das Mortes, Rio das Mortes Pequeno, Rio Santo Antônio, Rio Carandaí, Rio Elvas, Rio Capivari, Rio Aiuruoca, Rio Francês.

Bacia do Rio Paranaíba

Rio Paranaíba entre Araporá MG e Itumbiara GO. Fotografia de Muriloif 
O rio Paranaíba é um curso de água que nasce no estado de Minas Gerais, no Brasil, sendo um dos formadores do rio Paraná.
Nasce na serra da Mata da Corda, no município de Rio Paranaíba, no estado de Minas Gerais na altitude de 1 148 metros. Do outro lado desta serra, encontram-se as nascentes do rio Abaeté, afluente do rio São Francisco. Após percorrer 1 170 quilômetros, junta-se com o rio Grande, formando, então, o rio Paraná. Entretanto, das nascentes formadoras do rio Paranaíba, a mais distante é a do seu afluente rio São Bartolomeu, cujo curso se inicia nas proximidades de Brasília, a partir da junção dos rios Pipiripau e Mestre d'Armas.
Seu curso tem aproximadamente 1 170 quilômetros, até a junção ao rio Grande, onde ambos passam a formar o rio Paraná, no ponto que marca o encontro entre os estados de São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. A partir dos municípios de Coromandel e Guarda-Mor, o rio Paranaíba forma a divisa natural de Minas Gerais com Goiás e, já próximo de sua foz, de Minas Gerais com Mato Grosso do Sul.
Seus principais afluentes são: Margem direita (GO): rio São Marcos (MG-GO), rio Corumbá, rio Meia-Ponte, rio dos Bois, rio Claro, rio verde, rio Corrente e rio Aporé (GO-MS). Margem esquerda (MG): Bagagem, Dourados, Araguari e Tejuco.
A bacia do Paranaíba drena uma área com cerca de 220 mil quilômetros quadrados, com quase 8,5 milhões de habitantes em 196 municípios, além do Distrito Federal, incluindo cinco no Mato Grosso do Sul, 55 em Minas Gerais, onde ocupa 12,2 por cento do território, e 136 em Goiás, onde é a principal bacia em área e ocupação humana.
Divide-se em três trechos distintos:Alto Paranaíba, Médio Paranaíba e Baixo Paranaíba.
Os principais afluentes do Rio Paranaíba em Minas Gerais são: Rio Paranaíba, Rio São Domingos, Rio Tejuco, Rio da Prata, Rio Araguari, Rio Uberabinha, Rio Quebra-Anzol, Rio São Marcos, Rio Claro. (Fontes: Wikipédia, Igham e Cemig)

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