22 exuberantes e incríveis Parques Estaduais de Minas Gerais.

O Parque Estadual do Rio Doce é uma das atrações do Circuito Mata Atlântica de Minas.Crédito: Evandro Rodney - Setur MG
Os Parques Estaduais foram criados com o objetivo de preservar as nascentes, formações geológicas, bem como a fauna e flora nativas. Temos 22 parques Estaduais em Minas Gerais, distribuídos em 8 territórios a disposição dos turistas e amantes do meio ambiente e cientistas. Todos esses parques tem natureza exuberante e guardando verdadeiros santuários ecológicos, além de preservar várias espécies da fauna e flora, muitas delas em extinção. 
Conheça os nossos Parque Estaduais, onde a nossa a nossa fauna, flora e nascentes são preservadas.


01 - Parque Estadual do Rio Doce
Fotografia de Elvira Nascimento
O Parque Estadual do Rio Doce, criado em 14 de julho de 1944, situado em Minas Gerais, Brasil, se localiza na Região Metropolitana do Vale do Aço, entre os municípios de Timóteo, Marliéria e Dionísio e é uma das principais regiões de proteção à Biodiversidade do Estado, com a maior área contínua de Mata Atlântica preservada em Minas Gerais.

O Parque Estadual do Rio Doce é um dos três maiores sistemas de lagos que ocorrem no Brasil, juntamente com o Pantanal Matogrossense e o sistema Amazônico. O sistema é denominado depressão interplanáltica do rio Doce sendo constituído por cerca de 40 lagos, localizados em uma área de 35000 ha e a 300 m de altitude. Os lagos estão localizados em uma floresta tropical úmida, a 20 m acima do nível do rio Doce, não apresentando conexão com o sistema fluvial. A pluviosidade média anual no PERD é de 1480,3 mm, temperatura média anual de 21,9°C e período de déficit hídrico de maio a setembro.
Além de importante área de preservação da biodiversidade em áreas de Mata de interior, pesquisadores tem estudado a influência de espécies exóticas de animais que têm colaborado com mudanças nas cadeias alimentares. Exemplos de espécies exóticas são peixes como o Tucunaré, a Piranha e o Apaiari.

Infra-estrutura
O Parque oferece uma completa infra-estrutura para atendimento a turistas e pesquisadores. Portaria, estacionamento, área de camping, vestiários, restaurante, anfiteatro, Centro de Visitantes, Centro de Pesquisas, Viveiro, posto de Polícia de Meio Ambiente.
Visitação: Terça a Domingo e feriados de 08:00 às 17:00 horas
A área de camping:
A área de camping foi reaberta ao público em 31 de outubro de 2008.
Horário de Funcionamento: 7 às 18 horas
Telefone de contato: (31) 3822-3006
Como chegar ao Parque:
Saindo de Belo Horizonte pela BR 262, seguir no sentido de Vitória e entrar no entroncamento para São José do Goiabal, entre João Monlevade e Rio Casca. Depois, prosseguir 6,5 km asfaltados pela BR 320. A partir daí, segue-se a sinalização até a entrada do parque. Outra opção é seguir pela BR 381, sentido Belo Horizonte-Governador Valadares, passando por Timóteo. Dali, até o parque, são 20 km de estrada de terra.
Distância de Belo Horizonte ao Parque: 248 km
Anexos:
Mapa de localização no Estado (.pdf - 578Kb)
Mapa de rodovias de acesso (.pdf - 838Kb)
Plano de Manejo
Clique aqui para ter acesso ao Plano de manejo do parque.

02 - Parque Estadual do Ibitipoca
Janela do Céu um dos lugares mais fotografados de Minas. Por Alexandra Dias
O Parque Estadual do Ibitipoca é um parque florestal localizado no município de Lima Duarte, no estado de Minas Gerais, no Brasil. Com uma área de 1 488 hectares, está situado a três quilômetros do distrito de Conceição do Ibitipoca, que se sustenta com o turismo atraído pelo parque. Criado em 4 de julho de 1973, é administrado pelo Instituto Estadual de Florestas de Minas Gerais. O ingresso no parque é pago e está limitado a trezentos visitantes por dia durante a semana e oitocentos visitantes nos finais de semanas e feriados. É permitido o camping dentro do parque, mas este também é limitado a um certo número de visitantes pela administração e somente em área determinada pela administração. A área de camping possui infraestrutura de restaurante, lanchonete e banheiros.

Ibitipoca
"Ibitipoca" é um termo de origem tupi que significa "montanha estourada", "serra fendida", através da junção dos termos ybytyra ("montanha") e pok ("estourar"). Esse termo faz alusão aos raios e trovões caídos na serra de Ibitipoca

O Paredão é um dos lugares mais lindos do Ibitipoca. Por Alexandra Dias 
Clima e vegetação
O clima é tropical de altitude, com verões amenos e chuvosos sendo novembro, dezembro e janeiro os mais chuvosos e inverno seco, com os meses de junho, julho e agosto os meses mais secos. O parque apresenta boa infraestrutura para os visitantes e está sobre um afloramento de quartzito sobre o qual se desenvolve um solo (Cambissolo) pouco profundo constituído principalmente de matéria orgânica e areia (areno-quartzosos) formada pela erosão da rocha. Por isto, grande parte da vegetação é xerófita, isto é, constituída de gramíneas e herbáceas de baixo porte. Nas regiões onde o solo tem pouca profundidade, localizam-se arbustos, cactos e bromélias, caracterizando típicos campos rupestres. Os rios do parque apresentam cor de caramelo devido ao alto teor de matéria orgânica.
Atrações
Suas principais atrações são as grutas, montanhas e cachoeiras. O ponto mais alto do parque é conhecido como Pico da Lombada e está a pouco mais de 1 800 m em relação ao nível do mar. Alguns pontos turísticos do parque: Janela do Céu, Cachoeirinha, Pico do Pião, Cruzeiro, Lago dos Espelhos, Cachoeira dos Macacos, Cachoeira da Pedra Quadrada. O passeio no parque é caracterizado por longas caminhadas - o passeio de ida e volta até a Janela do Céu, por exemplo, totaliza cerca de 18 km. A Cachoeirinha fica a sete km da área de camping. O Pico da Lombada tem uma característica interessante: dele, consegue-se ter visão para o horizonte de 360 graus. Em qualquer direção que se olhe, será visualizado o horizonte, pois nenhuma montanha ao redor faz barreira à visão.
Acesso
Acesso ao Parque do Ibitipoca
O acesso ao parque é feito por uma estrada com cerca de 27 km a partir da rodovia BR-267 em Lima Duarte até o arraial de Conceição de Ibitipoca. Uma parte do trecho é de estrada de terra, mas seu trecho mais íngreme, entre a Fazenda do Engenho e o arraial, é calçado, assim como outros trechos. Do arraial ao parque, percorrem-se mais três km em estrada calçada. No período das chuvas, este acesso pode se tornar difícil, já que a manutenção da estrada é ruim.
Trilhas
Existem três circuitos que são feitos pelos visitantes do Parque:
Circuito da Janela do Céu - Cruzeiro, Gruta da Cruz, Pico da Lombada, Gruta dos Fugitivos, Gruta dos Três Arcos, Gruta dos Moreiras, Cachoeirinha, Rio Vermelho e a Janela do Céu.
Circuito das Águas - Gruta dos Coelhos, Prainha, Mirante da Ponte de Pedra, Ponte de Pedra, Cachoeira dos Macacos, Lago dos Espelho, Lago das Miragens, Tibum, Ducha, Lago Negro, Gruta dos Gnomos e Rio do Salto.
Circuito do Pico do Pião - Gruta dos Monjolinhos, Gruta do Pião, Pico do Pião e a Gruta dos Viajantes.

Visitação
Todos os dias do ano, excetuando as segundas-feiras desde que estas não sejam em Feriados e em período de férias escolares, abrindo as 07h00min com término de visitação às 18h00min.
O público visitante pode entrar na unidade até as 17h00min e campistas ate às 17h30min, não podendo esquecer-se das limitações existentes.
O Centro Administrativo funciona no período de 08h00min ate as 17h00min, de segunda-feira até sexta-feira, nos outros dias somente com agendamento.
O Centro de Visitantes nos dias úteis esta aberto no período de 08h00min até as 13h00min e nos finais de semana e feriados das 08h00min ate as 12h00min e 13h00min ate as 15h00min, podendo ser estendido em casos de aumento no numero de visitantes.
Loja de venda de souvenires fica aberta sempre das 08h00min ate as 17h00min.
O Restaurante/Lanchonete tem seu horário diferenciado para visitantes e campistas, tendo em todos os dias o seu atendimento para visitantes das 08h00min ate as 17h00min e para campistas encerrando as 22h00min.
E-mail: peibitipoca@meioambiente.mg.gov.br
Telefone: (32) 3281-1101
Como chegar: Seguir em direção a Juiz de Fora pela BR-040 e entrar no trevo de acesso à BR267, prosseguindo em direção a Lima Duarte. Para chegar ao Distrito de Conceição de Ibitipoca são mais 27Km de estrada de chão e, de lá, mais 4 Km até a portaria do parque.Distância de Belo Horizonte: 320Km
Outro caminho, para quem vem de Belo Horizonte, é por Barbacena, indo em direção ao Município de Ibertioga, pela MG 338, seguir aproximadamente 8 km, entrar a esquerda no trevo em direção ao Município de Santa Rita do Ibitipoca. Até o Parque são mais 22 km. Distância total de Belo Horizonte: 260 km.
 

03 - Parque Estadual do Pico do Itambé

Fotografia de Tiago Geisler
Municípios de abrangência:Santo Antônio do Itambé, Serro e Serra Azul de Minas.
Descrição:
O Parque Estadual do Pico do Itambé possui riquezas naturais como cachoeiras, cursos d'água e vegetação únicas. Abrange em seus domínios, várias nascentes e cabeceiras de rios das bacias do Jequitinhonha e Doce. No Parque situa-se o Pico do Itambé, com seus 2.002 metros, um dos marcos referenciais do Estado.
Campos rupestres de altitude e cerrado compõem a cobertura vegetal nativa do Parque. Nos fundos de vales ocorrem manchas de solos de aluvião, de maior fertilidade, sobre os quais se desenvolve exuberante mata pluvial altimontana, onde podem ser encontradas espécies como o pau-d'óleo, a sucupira, o ipê, o cedro, o jatobá, o ingá e a candeia, entre outras. Nos campos de altitude ocorrem espécies raras e endêmicas de orquídeas.
Uma fauna bastante rica relaciona-se com a diversidade florística e com os recursos hídricos. Dentre os animais, constantes da lista oficial de animais ameaçados de extinção, destacam-se a onça-parda e o lobo-guará.
Sede Administrativa: IEF - Regional Alto Jequitinhonha
Endereço: Fazenda São João, s/ nº – Santo Antônio do Itambé/MG. CEP: 39.160-000. Gerente: Silvia Jussara Duarte
Contatos: (33) 3428-1372 

E-mail: silvia.duarte@meioambiente.mg.gov.br / peitambe@meioambiente.mg.gov.br (informações do site do IEF)


04 - Parque Estadual Serra do Intendente 
Cachoeira do Tabuleiro em Conceição do Mato Dentro. Fotografia de Rafael dos Reis Pereira
O Parque Estadual Serra do Intendente está inserido nos distritos de Tabuleiro do Mato Dentro e Itacolomi, no município de Conceição do Mato Dentro, entre as coordenadas de 19º43'S e 43W.
Vários fatores contribuíram para a necessidade de implantação de um parque nesta área do município de Conceição do Mato Dentro. O principal deles foi a demanda da comunidade local junto à Secretaria de Estado de Meio Ambiente e ao IEF, através de suas autoridades representativas e das manifestações da opinião pública, em abaixo-assinados enviados aos órgãos de Estado.
Essas demandas foram motivadas pelas ameaças que a área vem sofrendo com as freqüentes queimadas, desmatamento e outras ações predatórias que têm provocado grandes danos à flora e fauna locais, inclusive ameaçando de extinção algumas espécies endêmicas, levantadas em estudos, e contribuindo para o desaparecimento de espécies contidas nas listagens oficiais de "Ameaçadas de Extinção". Outra ação predatória de destaque, causada pela ação antrópica, é a diminuição do volume de todos os cursos d'água encontrados na área e a intermitência de outros que deixam de correr no período mais seco.
Levantamentos e avaliações técnicas realizadas pelo IEF apontaram vários indicativos de qualidade ambiental que justificaram a transformação da área em uma unidade de conservação de proteção integral. Entre eles, destaca-se o estado de conservação da área e a representatividade ecológica. Tem uma grande biodiversidade, com mais de 1600 de plantas catalogadas, 37 anfíbios e répteis, e 86 espécies de pássaros silvestres.
Sede Administrativa: Escritório Regional Alto Jequitinhonha
Endereço: Distrito de Tabuleiro – Conceição do Mato Dentro/MG. CEP: 35.860-000
Gerente: Marcos Alexandre dos Santos.Contatos: (31) 3868-2878 - marcos.santos@meioambiente.mg.gov.br -Mapa: clique aqui

05 - Parque Estadual do Rio Preto
Cachoeira do Crioulo. Fotografia de Leandro Dura~es
O Parque Estadual do Rio Preto está localizad no município de São Gonçalo do Rio Preto, distante 70 Km de Diamantina. Está inserido no complexo da Serra do Espinhaço. Possui um relevo acidentado repleto de rochas de quartzo que formam belíssimos painéis.
Com uma área total de 12.184,3255 hectares, a unidade de conservação abriga diversas nascentes, dentre as quais se destaca a do rio Preto, um dos mais importantes afluentes do Araçuaí, por sua vez afluente do Rio Jequitinhonha. Os recursos hídricos privilegiados favorecem a formação de cachoeiras, piscinas naturais, corredeiras, sumidouros, canion e praias fluviais com areias brancas.
Entre os atrativos turísticos, destacam-se as cachoeiras do Crioulo e da Sempre Viva, as pinturas rupestres e os mirantes naturais que permitem aos visitantes observar toda a área da Unidade e do entorno.
A cobertura vegetal do Parque é composta, na maior parte, por cerrado e campos de altitude. São inúmeras as espécies vegetais existentes na área, com destaque para o monjolo, pau pereira, candeia, sucupira, pau d´óleo, peroba, ipê, araticum, carvalho e várias espécies de sempre-vivas.
A fauna é igualmente rica, com a presença de diversas espécies ameaçadas de extinção como o lobo-guará, o tamanduá-bandeira, o tatu canastra e a jaguatirica.
História pra contar
Fotografia de Thlemo Lins
Em 1991 o Rio Preto foi declarado Rio de Preservação Permanente, concretizando o grande interesse da comunidade de São Gonçalo do Rio Preto. Esta ação culminou na necessidade de proteger sua nascente.
Em 01 de junho de 1994, foi publicado o Decreto nº 35.611 que criou oficialmente o Parque Estadual do Rio Preto, originalmente com 10.755 hectares. A abertura da unidade à visitação aconteceu em 2002. Em 2005, com o Decreto nº 44.175 de 20 de dezembro, a área do Parque foi ampliada.
A unidade de conservação reúne as terras das antigas fazendas Boleiras, Alecrim e Curral. Nessas fazendas eram exploradas atividades de pecuária de corte, extração de sempre-vivas, garimpo e coleta de frutos silvestres.
A história da unidade de conservação está ligada às lendas e mitos dessa antiga área de mineração. Na área, segundo relatos, se escondiam escravos fugidos que conheciam bem suas matas e serras.
O Parque Estadual do Rio Preto foi o primeiro a receber o marco de referência da Estrada Real, que vai de Parati (RJ) até Diamantina.
Infra-estrutura
O Parque possui uma das mais completas infra-estruturas em unidades de conservação de Minas Gerais que inclui portaria, estacionamento e restaurante. O Centro de Visitantes possui um auditório para 70 pessoas, duas salas de reunião para 30 pessoas cada e uma sala para exposições.
Os doze alojamentos podem abrigar até 52 pessoas e a área de camping comporta até 25 barracas e possui quiosques, churrasqueiras, lavatório de vasilhames, vestiários e fonte de água potável.
Visitação
Os alojamentos e a área de camping devem ser reservados com antecedência junto à administração do parque.
Visitação: de terça a domingo, de 07:00 às 17:00
Telefone: 38-99765621
Como chegar
A partir de Belo Horizonte, seguir a BR 040 no sentido de Brasília e, depois, acessar a BR 259 até Curvelo. Daí, seguir pela BR 367, sentido Diamantina. Após a cidade de Couto Magalhães, entrar na MG 214 até São Gonçalo do Rio Preto. De São Gonçalo até a portaria do Parque são 14 Km de estrada de terra batida e bem sinalizada.
Distância de Belo Horizonte: 355km
Anexo: Mapa de localização no Estado (.pdf - 428Kb)
Endereço: Estrada vicinal que liga o município de São Gonçalo do Rio Preto à comunidade de Santo Antônio. Km 15 – São Gonçalo do Rio Preto/MG - CEP 39.185-000
Gerente: Antônio Augusto Tonhão de Almeida
Email: antonio.almeida@meioambiente.mg.gov.br



06 - Parque Estadual Nova Baden
Imagem extraída do site:edhorizonte.com.br
O Parque Estadual de Nova Baden é um local cuja beleza destaca-se na região. A área foi protegida em 1974, com a criação da Reserva Biológica de Nova Baden, sendo alterada sua categoria de manejo para Parque em 27 de setembro de 1994, através do Decreto nº 36.069. Está localizado no município de Lambari, na região sul do Estado, conhecida como Circuito das Águas, numa porção do relevo brasileiro conhecido como Planalto Atlântico, na Serra da Mantiqueira. Encontra-se inserido na sub-bacia do Ribeirão do Melo, na bacia hidrográfica do Rio Grande.
Patrimônio Natural
Nova Baden possui uma área de 214,47 hectares, nos quais os recursos hídricos destacam-se. Várias nascentes existem no interior da mata, sendo a mais importante a cachoeira Sete Quedas.
A unidade de conservação abriga valiosos exemplares da fauna e a flora da Mata Atlântica. Entre as diversas espécies da flora estão o jequitibá, o cedro, a peroba, palmito, o jacarandá, o pinheiro brasileiro e o cedro. O clima úmido propicia a formação de um ecossistema rico em musgos, liquens, bromélias e orquídeas.
O Parque é uma importante reserva de diversas espécies de anfíbios, mamíferos e aves. Dentre as espécies, destacam-se os primatas barbado, sauá, mico e macaco-prego, além da jaguatirica, quatis, tatu e tamanduá-mirim.
História pra contar
O nome do Parque é uma referência ao alemão Américo Werneck, da cidade de Baden-Baden que, no século 19, instalou-se na região. Pioneiro em questões ambientais, o dr. Werneck era fruticultor e desenvolveu vários projetos de aproveitamento racional das estâncias hidro-minerais. Foi o autor do projeto do Cassino de Lambari.
Mais tarde, desgostoso com a política local, partiu e não retornou para reaver suas terras, o que levou o Estado a se apropriar da Fazenda, transformando-a em uma área de proteção ambiental em 1974. O Parque Estadual de Nova Baden foi aberto à visitação em 1995.
Infra-estrutura
O Parque Estadual Nova Baden possui uma excelente infra-estrutura para atendimento ao visitante com destaque para o Centro de Visitantes que possui auditório para 90 pessoas, salas para reuniões e posto para a Polícia de Meio Ambiente. O Centro ocupa o casarão que era a sede da Fazenda de Américo Werneck, construído no século 19.
Visitação:
O Parque não possui área de camping ou abrigos para a hospedagem de visitantes. No entanto, a cidade de Lambari, destino tradicional no turismo mineiro, mantém excelente infra-estrutura.
Horário de funcionamento: 08:00 às 17:00h (terça a domingo e feriados)
Telefone de contato: (35) 3271-1338
Como chegar:
Saindo de Belo Horizonte, seguir pela BR 381 (Rodovia Fernão Dias) no sentido São Paulo até o trevo para Cambuquira. A partir daí, prosseguir pela MG 267 até o município Lambari.
Distância de Belo Horizonte ao Parque: 339 km

(fonte desta informação site do IEF)


07 - Parque Estadual do Biribiri
Fotografia de Neto Macedo
Município de abrangência: Diamantina.
Descrição:
O Parque Estadual do Biribiri está inserido no complexo da Serra do Espinhaço. A Vila Biribiri, inserida na área do parque, tem importante registro da história da indústria têxtil mineira. Foi nessa área que funcionou a fábrica de tecidos, criada pelo Bispo Dom João Antônio dos Santos, em 1876, uma das primeiras comunidades fabris do estado.
As pessoas que passam por Biribiri se encantam não somente por seu casario, mas principalmente pelas paisagens de beleza cênica, com seus rios de leitos de pedras, formando cachoeiras e atravessando campos. A área abriga várias nascentes e cursos d'água: o Rio Biribiri, que moveu as turbinas da hidrelétrica geradora da força motriz da fábrica de tecidos; o Rio Pinheiros e diversos córregos, sendo os mais famosos o Sentinela e o Cristais.
Os descendentes dos proprietários da fábrica contam histórias sobre os suntuosos degraus da Cachoeira dos Cristais, cujas rochas teriam sido cortadas com talhadeiras pelos proprietários da época, à procura de diamantes. Hoje, o local é um centro cultural e histórico.
A cobertura vegetal nativa é composta por Cerrado, Campos Rupestres e Matas de Galeria. Podem ser encontrados diversas espécies da fauna, muitas delas ameaçadas de extinção, como o lobo-guará e a onça-parda ou suçuarana.
Vila do Biribiri
Fotografia de Neto Macedo
Datada do inicio do século XVIII a igreja na praça central é um destaque a mais dentro da pequena vila de casinhas azuis e janelas brancas. Serviu de locação para a gravação do filme Xica da Silva
História
Entre outros proprietários , Biribiri teve como dono Alexandre Mascarenhas, o Grande Tecelão.

Sede Administrativa:
IEF - Regional Alto Jequitinhonha
Endereço: Avenida Geraldo Edson do Nascimento, nº 600 - Cidade Nova, Diamantina/MG. CEP: 39100-000
Gerente: Antônio Carlos Godoy
Contatos: (38) 3531-7284 / (38) 3532-6698 - antonio.carneiro@meioambiente.mg.gov.br

(fonte destas informações extraídas do site do IEF)

08 - Parque Estadual Serra do Rola-Moça
Fotografia de Leonardo Miranda
 O Parque Estadual da Serra do Rola-Moça, situado na região metropolitana de Belo Horizonte, é uma das mais importantes áreas verdes no estado brasileiro de Minas Gerais. Rola-Moça tem 3 941,09 ha de área e seu território está distribuído entre os municípios de Belo Horizonte, Brumadinho, Nova Lima e Ibirité.
Histórico
O parque foi criado através do Decreto Estadual Nº 36.071, de 27 de setembro de 1994. É considerado uma área de proteção especial de mananciais, essenciais para o abastecimento de água da região, motivo pelo qual não está completamente aberto ao turismo. A fiscalização é feita por guardas, pela polícia militar ambiental e pela Copasa. As demais áreas do parque estão liberadas para a prática do ciclismo e outros esportes bem como caminhadas e atividades de educação ambiental.
O nome do parque se originou de conto popular e foi imortalizado no poema "A Serra do Rola-Moça" de Mário de Andrade mais tarde musicado por Martinho da Vila em 1987 no disco "Coração de Malandro". O poema conta a história de um casal que após seu casamento atravessou a Serra voltando para casa. O cavalo em que a moça estava pisou em falso no cascalho e a dupla despencou ladeira a baixo e o marido chicoteando seu cavalo partiu ribanceira abaixo atrás da moça e "a Serra do Rola-Moça, Rola-Moça se chamou".
Caracterização da área
Rola-Moça abrange uma área de 3 941,09 ha, possuindo 52,22 km de perímetro. Delimita-se com as serras do Curral, ao norte, do Ouro Branco, ao Sul, da Moeda, a oeste, e do Caraça, ao leste. Em sem interior fluem os cursos d’água Taboão, Rola-Moça, Barreirinho, Barreiro, Mutuca e Catarina. O território do parque está distribuído pelos municípios de Belo Horizonte (33% da área, limites norte e oeste do parque), Brumadinho (27% da área, limites sul e leste), Nova Lima (25% da área, limite sul) e Ibirité (15% da área, limite norte).
Relevo
No Rola-Moça estão incluídas paisagens características de Mata Atlântica (Floresta Estacional Semidecidual), Cerrado (Em strictu sensu Cerrado, Savana gramíneo lenhosa, campos de gramíneas, campos rupestres sobre quartizito e sobre canga), Campos de Altitude e Campos Ferruginosos, além de oferecer como atrativo os mirantes Mirante das Três Pedras, Mirante do Planeta, Mirante do Jatobá e Mirante Morro dos Veados, este último localizado na estrada que corta o parque e chega ao distrito de Casa Branca onde são proporcionadas belas vistas panorâmicas. O relevo do parque é extremamente acidentado, incluindo algumas serras como a Serra do Rola-Moça, Serra do Jatobá, entre outras.
Clima
O clima do parque é o tropical de altitude, com verões amenos na estação meteorologica mais proxima localizada no pé da serra em ibirite a média anual de temperatura é de 18,8 °C, em julho de 15,3°C e de fevereiro 21,4°C. Quanto às chuvas, o índice de precipitação anual é de 1,748 mm a pouco mais de 1,000 m de altitude. A vegetação é de zona de tensão ecológica, isto é, existem transições bruscas de Mata Atlântica para Cerrado e Campos de Altitude, o que faz com que a vegetação seja bastante diversificada.
Flora
O parque possui espécies como: ipê, cambuí, aroeira branca, xaxim, sangra d'água, canela, unha-de-vaca, pau-d'óleo, quaresmeira, cangerana, cedro, carne-de-vaca, cambotá, pau-ferro, pequi, jacarandá do cerrado, ipê-cascudo, murici, jatobá-do-cerrado, pau-santo, pau-de-tucano, araticum e canela-de-ema. Na região foram identificadas 25 espécies da família Bromeliaceae com destaque para o gênero Dyckia, o mais representativo em espécies. Eduandrea selloana, Cryptanthus schwackeanus, Dyckia consimilis, D. densiflora, D. macedoi, D. simulans, D. schwackeana, D. trichostachya, Vriesea longistaminea e V. minarum encontram-se citadas na Listas das Espécies da Flora e da Fauna Ameaçadas de Extinção do Estado de Minas Gerais.
Fauna
O Rola-Moça possui uma mastofauna bastante diversificada, incluindo: onça parda, jaguatirica, gato mourisco, gato do mato, lobo-guará, raposa, mão-pelada, coati, irara, lontra, ouriço, preá, tamanduá-de-colete, tatu-peba, tatu-galinha, caititu, veado-virá, veado campeiro, guigó e mico-estrela.
Infra-estrutura e localização
Placa informativa sobre a formação do relevo no Parque.
O Parque conta ainda com um Centro de Informação e Administração (Nova Lima) com auditório de capacidade para 90 pessoas e um Centro de Informação, Educação Ambiental e Lazer (Belo Horizonte) com auditório de capacidade para 60 pessoas, play-ground e lanchonete e dispões de quatro portarias. O parque dista 25 km do bairro Savassi, de Belo Horizonte.
Motoristas devem tomar a rodovia BR-040 no sentido Rio de Janeiro e entrar à direita no Posto Chefão e em seguida dobrar na segunda rua à direita em Montreal (estrada de terra) no bairro Jardim Canadá até alcançar a portaria principal do parque, que se situa a cerca de 3 km do Posto Chefão.
Visitação:
O Parque não possui área de camping e a visitação deve ser feita no período diurno.
Horário de funcionamento: 8:00 às 17:00h (Diariamente) Para realizar as atividades monitoradas (trilhas, mananciais, cachoeiras e viveiros) é necessário agendamento prévio.
Telefone para contato: (31) 3581.3523
Como chegar:
Saindo de Belo Horizonte, pegar a BR- 040 no sentido Rio de Janeiro. Entrar à direita no Posto Chefão, segunda rua à direita (Montreal), no bairro Jardim Canadá. Prosseguir até a portaria principal do parque. A distância do Posto Chefão ao parque é de cerca de 3 km, em estrada de terra.
Distância de Belo Horizonte ao Parque: 25 km - do bairro Savassi
Anexos:
Mapa de localização no Estado (.pdf - 449Kb)
Mapa de rodovias de acesso (.pdf - 862Kb)

09 - Parque Estadual do Sumidouro
Arquivo Setur MG
O Parque Estadual do Sumidouro, também chamado de Minas Gerais da pedra lascada, é uma unidade de conservação localizada nos municípios brasileiros de Pedro Leopoldo e Lagoa Santa no estado de Minas Gerais.
Foi criada pelo Decreto 20.375 em 4 de janeiro de 1980 com o nome de Parque Ecológico do Vale do Sumidouro. Possui uma sede provisória na Casa Fernão Dias, localizada no povoado Quinta do Sumidouro, no município de Pedro Leopoldo.O parque possui uma área de 2.004 hectares.
A Lapa do Sumidouro, um dos pontos do parque, é formada por 157 sítios arqueológicos e 35 grutas, além de pinturas rupestres com 4 mil anos de idade que sofreram algum tipo intempérie e vandalismo, o que motivou a proibição de visitação em alguns pontos.
Biologia
Meio biótico

A vegetação do Parque é constituída de vários biomas como cerrado, campo e cerradão, sendo o primeiro parque de cerrado do estado.
Fauna
Entre as espécies animais destacam-se os mamíferos sendo representados por espécies de tatu, gato do mato, lontra e tamanduá colete. Os répteis são representados pela jibóia, cascavel e jararaca enquanto que as aves estão representadas pelo gavião, irerê, siriema, pica-pau branco e biguá.
Flora
Várias espécies vegetais se encontram na área como ipê amarelo, ipê roxo, moreira, manjoba, aroeirinha, gabiroba, jatobá do campo, entre outras.
Meio hidrológico
A Lagoa do Sumidouro é a mais importante da região, com 15 km de perímetro. Destaca-se também o Poço Azul.
Meio geológico
A região abriga importantes formações do Carste Lagoa Santa.
Meio arqueológico
Em sua área, estão presentes a Gruta da Lapinha no santa luzia e a Lapa do Sumidouro. É uma região de extrema importância arqueológica pois nela foram encontrados os fósseis do que seria o primeiro ser humano a ter vivido nas Américas, Luzia. Os fósseis foram encontrados em Lapa Vermelha. A Gruta da Lapinha foi um dos sítios estudados pelo dinamarquês Peter Lund (1801-1880), considerado o pai da paleontologia brasileira.Na Lapa do Sumidouro, é possível encontrar pinturas rupestres com 4 mil anos de idade.Cerca de 157 sítios arqueológicos e 35 grutas já foram catalogadas na área.
Pesquisas científicas
Existem algumas pesquisas em andamento na região como o projeto de pesquisa "Origem e micro-evolução do homem nas Américas" do Laboratório de Estudos Evolutivos Humanos do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP), liderado pelo Professor Walter Neves.Esta pesquisa busca verificar a presença de um sítio arqueológico em campo aberto de paleoíndios.
Turismo

Gruta da Lapinha em Lagoa Santa. Fotografia de Arnaldo Silva
A Gruta da Lapinha e a Gruta Arruda são bastante conhecidas também pela sua utilização turística pois possuem inúmeras formações calcáreas em seu interior. Existem vários salões que podem ser visitados tendo-se a possibilidade de verificar vários espeleotemas, dentre os quais as estalactites e as estalagmites se destacam. A extensão da Gruta da Lapinha é de 511 metros e suas formações calcáreas datam de 600 milhões de anos atrás.
Em setembro de 2008, a direção proibiu a visitação no Sumidouro devido a vandalismos principalmente na região onde se encontram as pinturas rupestres. Atividades como o uso da lagoa, práticas de alpinismo, passeios a cavalo ou caminhadas pela mata não mais estão sendo permitidas. No entanto, a Gruta da Lapinha e uma área onde se encontra uma espécie de mirante na Lagoa do Sumidouro ainda podem ser visitadas.
Administração
O parque é administrado pelo Instituto Estadual de Florestas (IEF) de Minas Gerais.

Visitação
- Visitas de grupos devem ser previamente agendadas junto à unidade, de acordo com a disponibilidade para atendimento;
- É obrigatório o acompanhamento de condutores para visitar a gruta e trilhas do Parque;
- Deve-se evitar o uso de chinelo, sandália ou qualquer outro tipo de calçado aberto ou com salto;
- É vetada a entrada no Museu se alimentando ou portando alimento, exceto água;
- É proibido fotografar e fazer gravações de áudio e vídeo dentro do prédio do Museu Peter Lund;
- É vetada a entrada na gruta: sem capacete, sem o acompanhamento do condutor cadastrado e portando alimentos, exceto água;
- É proibido fazer gravação de áudio e vídeo dentro da gruta;
- Para visita à gruta são permitidos grupos de no máximo 20 pessoas com intervalos de 20 a 30 minutos entre eles, sendo que a última entrada ocorre às 16h. A última saída para as trilhas é às 15h. O tempo de permanência no espaço é até às 17h;
- Por questões de segurança, não se recomenda a entrada de crianças menores de 5 anos na gruta;
- A gratuidade é conferida para crianças de até 5 anos de idade e para moradores das comunidades do entorno: Lapinha e Sangradouro, em Lagoa Santa, e Fidalgo e Quinta do Sumidouro, em Pedro Leopoldo, portando comprovante de endereço atualizado com nome do morador, como conta de água, luz ou telefone, e documento de identidade que ateste titularidade ou grau de parentesco direto com o residente;
- A meia-entrada é conferida a pessoas de 6 a 12 anos e acima de 60 anos, portando documento de identidade; a estudantes, portando carteirinha de estudante válida; a escaladores associados a Clubes, Associações e Federações filiados a CBME, portando documento de identidade e carteirinha de associado dentro da validade.
Dias e Horário de funcionamento
De terça-feira a domingo, de 08:30h às 16h, sendo a última entrada para a gruta da Lapinha às 16h.
Endereços das sedes administrativas
Administração/Museu Peter Lund/Gruta da Lapinha: Rodovia Estadual AMG 0115 - Estrada Campinho/Lapinha, km 6, Lapinha – Lagoa Santa/MG - CEP: 33400-000.
Telefone: (31) 3689 8592
Casa Fernão Dias: Rua Fernão Dias, nº 10, Quinta do Sumidouro – Pedro Leopoldo/MG - CEP: 33.600-000.
Telefone: (31) 3661 8122
Email para agendamento: agendamentopesumidouro@gmail.com
Email: pesumidouro@meioambiente.mg.gov.br
Blog: pesumidouro.blogspot.com 
Facebook: www.facebook.com/parquesumidouro
Como chegar
Para chegar, saindo de Belo Horizonte de carro, seguir pela MG 10 sentido Lagoa Santa, caminho para a Serra do Cipó. No bairro Campinho, em Lagoa Santa, entrar à esquerda sentido Lapinha, após o Km 44, e seguir as placas indicativas das duas entradas do Parque. Deste ponto são 6 km até a recepção do Museu Peter Lund/Gruta da Lapinha. Caso siga por aproximadamente mais 6 km, chega-se até a recepção Casa Fernão Dias. Todo o trajeto é sinalizado.
As entradas de acesso distam seis quilômetros uma da outra. No caso do uso de transporte público, é importante escolher corretamente as linhas de ônibus coletivo para se chegar pela entrada certa:
- As linhas de ônibus que dão acesso à portaria Museu Peter Lund / Gruta da Lapinha são 3002, 3003 e 3004. Para saber sobre os horários, consulte http://www.lagoasanta.mg.gov.br/index.php/cidadao/horarios-de-onibus.
- As linhas de ônibus que dão acesso à portaria Casa Fernão Dias são 300, 5100 e 5180. Para saber sobre os horários, consulte http://www.expressounir.com.br/. A linha 5180 atende as duas portarias.
- Para consultar horários de ônibus intermunicipais, acesse o site DER MG: http://www.consultas.der.mg.gov.br/grgx/sgtm/consulta_linha.xhtml.

10 - Parque Estadual Serra do Ouro Branco
Fotografia de Glauco Umbelino
Municípios de abrangência: Ouro Branco e Ouro Preto
Descrição: A região do Parque Estadual Serra do Ouro Branco está situada na borda limítrofe sul da Serra do Espinhaço, sendo a primeira formação geológica considerada como o marco inicial sul da segunda, nos Municípios de Ouro Branco e Ouro Preto, a aproximadamente 60 km em linha reta, a sudeste de Belo Horizonte, com área aproximada de 7.520,7888ha hectares.
O acesso pode ser feito de duas formas: a primeira pela rodovia federal BR 040, passando pelos municípios de Nova Lima, Itabirito, Moeda, Belo Vale e Congonhas, onde deve-se acessar a MG 443 até a cidade de Ouro Branco, de onde se acessa a MG 129 – Estrada Real por aproximadamente 03 km perfazendo 103 Km ao todo. A segunda forma de acesso é pela rodovia BR 040, passando pelo município de Nova Lima até o Residencial Alphavile, onde se acessa a BR 356 – Rodovia dos Incofidentes passando pelos municípios de Itabirito e Ouro Preto, onde se acessa a MG 129 – Estrada Real percorrendo aproximadamente 17 Km, perfazendo ao todo 117 km.
A cobertura vegetal do Parque é constituída por Campos Rupestres e de Altitude, nas mais baixas altitudes, as Matas de Galeria, que ocupam as margens dos cursos d'água e os Capões, além de importantes remanescentes de mata atlântica, representados pela fitofisionomia de floresta estacional semidecidual. A vegetação na região é extremamente variada e diversa e seu grau de endemismo é um dos maiores de toda a cadeia do espinhaço.
As altitudes máximas variam de 800 a 1510. A formação geológica Serra do Ouro Branco é importante divisor de águas de três grandes sub-bacias de importantes bacias hidrográficas federais, a saber: sub-bacia do Rio das Velhas e sub-bacia do Rio Paraopeba, da bacia do Rio São Francisco e; sub-bacia do Rio Piranga da bacia do Rio Doce. As principais micro-bacias abrangidas pelo Parque são: as dos Ribeirões Colônia, do Bule, do charco e parte das cabeceiras dos córregos da Lavrinha (também conhecido como Ribeirão do Veríssimo), do Garcia e da Água Limpa. Vale ainda ressaltar que a área do Parque abriga grande parte da Área de Proteção Especial do Veríssimo (instituída pelo Decreto Estadual 22.055 de 05/05/1982), com fins de proteção deste manancial de água, de enorme importância por se tratar de área para captação de água cuja destinação é a cidade de Ouro Branco, sendo que as principais áreas de nascentes, cabeceiras e de recarga hídrica desta micro-bacia ficaram inseridas no contexto do P. E. Serra do Ouro Branco.
O Parque Estadual da Serra do Ouro Branco tem a seu limite Norte, coincidindo com o limite do Monumento Natural Estadual de Itatiaia – Unidade de Conservação Estadual de responsabilidade do IEF e cuja gestão, vem sendo feita de forma compartilhada e, a Sul com a RPPN Luis Carlos Jurovsky Tamssia (instituída pela Portaria IEF Nº 017 de 30/01/2008) – Unidade de Conservação de Usina Presidente Arthur Bernardes de propriedade da Gerdau Açominas. Além disso encontra-se inserida no contexto de um complexo Sistema de Áreas Protegidas, de administração em sua maioria pelo IEF, das quais valem destacar o Parque Estadual do Itacolomi, a Estação Ecológica Estadual do Tripuí, o Monumento Natural Estadual da Serra da Moeda, a Estação Ecológica Estadual de Aredes, a Área de Proteção Ambiental Cachoeira das Andorinhas, a Área de Proteção Ambiental Seminário Menor de Mariana e a Floresta do Uaimii, além de outras reservas particulares.
Sede Administrativa:
IEF – Ouro Branco:Av. Miguel Vieira Sobrinho, nº 137 - Bairro Estiva - Ouro Branco - Cep 36.420-000
IEF - Regional Centro Sul: Rua Freire de Andrade, 131, Centro, Barbacena – MG - Cep: 36.200-098.(32) 3331-2033/(32)3331-2999
(fonte desta informação site do IEF)
11 - Parque Estadual Serra da Boa Esperança
Vista do alto da Serra da Boa Esperança. Por Marcos Lima
A Serra da Boa Esperança é uma cadeia montanhosa localizada no centro-sul do estado de Minas Gerais, no município de Boa Esperança, e pode ser avistada nos municípios de Cristais, Carmo do Rio Claro, Ilicínea, Guapé e Piumhi, entre outras. Está a cerca de 280 quilômetros de distância da capital mineira, Belo Horizonte e a cerca de 380 quilômetros de São Paulo.
História
Suas referências em documentos históricos são antigas e abundantes. A famosa carta do Alferes Moreira, de 1732, hoje em Évora, narra a viagem desse aventureiro que se perdeu na busca do "Morro" das Esperanças.
É também a quadrilheira, na verdade cordilheira das Esperanças descrita em dezenas de documentos dos aventureiros paulistas no ir e vir de São Paulo a Pitangui, quando atravessavam o rio Grande nas itaipavas da Serra das Esperanças. Por fim, é o ponto que marca onde ficava a Primeira Povoação, ou Primeiro Quilombo do Ambrósio e seus quilombos tributários, atuais municípios de Cristais, Guapé, Aguanil, Piumhi, Formiga, etc., desde os idos de 1725, mais ou menos. Como se vê além de sua beleza imensa, tem muita história esta serra que atravessa o rio Grande, num semibumerangue de sul para norte, como pode ser vista no famoso mapa da Confederação Quilombola chamada no geral de Quilombo do Campo Grande, desenhado a mando do capitão Antônio Francisco França por volta de 1763.
Parque
O Parque Estadual da Serra da Boa Esperança é um parque brasileiro, criado a 16 de maio de 2007, pelo decreto 44.520, com uma área de 5.873,9960 hectares, protegidos pelo Instituto Estadual de Florestas.
Música
Uma canção com esse nome, de Lamartine Babo, fez muito sucesso no rádio, em 1937 na voz de Francisco Alves.
Zona da Mata
Ibitipoca (em Lima Duarte e Santa Rita do Ibitipoca): terça-feira a domingo, das 7h às 18h.

12 - Parque Estadual da Serra do Cabral
Fotografia de Thales Augusto dos Santos
O parque foi criado pelo Decreto estadual 44.121, de 29 de setembro de 2005 e fica nos municípios de Buenópolis e Joaquim Felício no Centro-Norte (Microrregião de Curvelo e Mesorregião Central Mineira) de Minas Gerais.
Geografia
O Parque Estadual da Serra do Cabral ou simplesmente PESC é um divisor de águas do rio das Velhas e rio Jequitaí. Fica em um maciço montanhoso isolado do resto da Serra do Espinhaço, tem uma fauna e flora peculiar, existem pontos na serra do Cabral com altitudes de 1.500 metros e relatos de baixas temperaturas. Possui uma extensão de 150.737,04m de perímetro, com área de 22.494,1728 hectares.
Vegetação
A vegetação do parque estadual da serra do Cabral são:
Vegetação rupestre (35,27%): Vegetação que se desenvolve diretamente sobre as rochas. Presença de cactos, bromélias e pequenas árvores de embiruçu. Ocorre sobre extensos lajedos expostos e em meio ao cerrado rupestre sobre grandes blocos de rocha.
Cerrados (25,15%): Ocupam a segunda maior extensão do PESC. Exemplo de espécies típicas: sucupira-branca, pau-terra, pau-terrinha, pau-santo e murici.
Campos (20,2%): As diversas variações de campos alagados ou brejosos existentes representam o principal ambiente das plantas denominadas como sempre-vivas. Em decorrência da intensa pressão de coleta, muitas delas são referidas como ameaçadas de extinção a nível nacional e estadual.
Independente da coleta de sempre-vivas, esses campos apresentam grande beleza cênica, principalmente na época de floração dessas espécies, a qual ocorre, predominantemente, em abril e maio.
Veredas (0,02%): possuem como principal característica a presença dos buritis (Mauritia vinifera Mart. (1824)) em meio ao campo alagado. Ela é considerada área de preservação permanente (Lei Estadual 14.309 de 20 de junho de 2002).
Ambientes florestais (0,87%): Têm-se as matas ciliares, o cerradão e pequenas ilhas de mata atlântica sendo esses últimos pouco representados.
Fauna
A partir dos dados obtidos na campanha de campo foi possível registrar 36 espécies de mamíferos para a região. Dentre elas 13 estão incluídas na “Lista das Espécies Ameaçadas de Extinção da Fauna do Estado de Minas Gerais”, segundo deliberação do COPAM nº 041/95 (D.O. - MG - 20.01.96). São elas:Tamanduá-bandeira; Tamanduá-mirim; Cateto; Queixada; Anta; Sussuarana; Jaguatirica; Gato-do-mato; Onça pintada; Tatu-canastra; Sauá; Lobo-guará e Lontra.Na lista preliminar das espécies de aves inventariadas e registradas para a região da Serra do Cabral apresenta-se a relação de 278 espécies, sendo 6 ameaçadas e 18 endêmicas.
Patrimônio arqueológico
Importantes conjuntos de sítios arqueológicos com representações peculiares, principalmente pinturas rupestres, são observados na região da Serra do Cabral, tendo sido caracterizados como “Estilo Cabral”.
Apesar do grande interesse de pesquisadores e turistas por estes sítios, muitos deles têm sofrido sérias avarias em decorrência de incêndios e de fogueiras feitas nas lapas onde ocorrem as pinturas.
Predominam nas pinturas rupestres de todos os sítios da região as representações de animais, mas existem também pinturas com representações matemáticas, de homens e astrologia.
Os homens que ocuparam a serra a partir de 1.600 anos atrás eram caçadores-coletores diferentemente dos povos a região central de Minas Gerais, que viviam como lavradores, hoje conhecidos como Cabralinos.
A cor mais usada era o vermelho, mas empregavam também o branco, o amarelo e o preto. As figuras dos animais são desproporcionais em relação ao tamanho dos homens, sempre retratados muito menores em situações de caça, e de forma mais simples.
Os estudos localizarão, até o momento, de 61 sítios arqueológicos, inseridos em abrigos, matacões e blocos quartzíticos.
Hidrografia
Toda a rede hidrográfica da Serra do Cabral está organizada para drenar a produção hídrica local para os rios das Velhas e Jequitaí.
As contribuições recolhidas pelo rio das Velhas referem-se aos volumes que drenam os quadrantes Oeste, Leste e Sul da Serra do Cabral enquanto o Norte é drenado pelos tributários do rio Jequitaí.
Atrações turísticas
Além da paisagem de intensa beleza cênica, composta por extensos campos emoldurados por elevações rochosas, veredas, cerrados e florestas, tem-se uma infinidade de cachoeiras nas encostas da Serra do Cabral. Muitas delas já são utilizadas pelo turismo, sendo referidas como o Circuito Serra do Cabral, de Minas e Cachoeiras.
Turismo especializados podem encontrar na Serra do Cabral uma grande fonte de motivação. Observadores de aves e mamíferos, turismo de aventura, turismo fotográfico, “tracking”, turismo científico, turismo histórico, entre outros.
A grande extensão da Serra do Cabral e a dispersão dos atrativos elevam a capacidade suporte do turismo nesta região.

13 - Parque Estadual do Pau Furado

Fotografia de Jorge Nelson
O Parque Estadual do Pau furado, localizado em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, abre, na próxima sexta-feira (14/11), para visitação pública. A solenidade de abertura acontece às 9h no Centro de Educação Ambiental do Parque, acesso pela estrada municipal 30 / km 13 (antiga estrada do pau furado).
As visitas poderão ser realizadas de terça-feira a domingo. Durante a semana é preciso fazer o agendamento prévio e nos finais de semana e feriado não será necessário. O Parque tem capacidade para receber no máximo 150 pessoas por dia. De acordo com a gerente da Unidade de Conservação, Mariane Mendes Macedo, a abertura para visitação pública tem como objetivo ampliar o acesso ao parque, já que trabalhos de educação ambiental com escolas do ensino fundamental e médio e visitas técnicas das universidades já são realizados no Parque. “Ao ter contato com as belezas naturais e conhecer a fauna e flora da região, crianças e adultos se conscientizam da importância da preservação da natureza”, disse.
Os visitantes devem realizar o agendamento prévio no blog do Parque Estadual do Pau Furado http://paufurado.blogspot.com.br/. Após o agendamento, o visitante deve se dirigir à sede do parque, que fica a 3,2km da Estrada do Pau Furado, para a assinatura do termo de risco e receber orientações gerais sobre a visitação às cachoeiras e trilhas.
São cinco trilhas para o visitante entrar em contato com a natureza: Trilha do Marimbondo, Trilha da Cachoeira Marimbondo, Trilha do Curral de Pedra, Trilha do Angico e Trilha da Cachoeira Terra Branca. Duas trilhas dão acesso às cachoeiras Marimbondo e Terra Branca, onde os visitantes terão a oportunidade de apreciar a beleza cênica do local. O ciclismo ocorrerá na estrada da prainha, e seu ponto final é o rio Araguari, local de exuberante beleza e ideal para o banho.
Primeira unidade de proteção integral do Triângulo
Criado em 2007, a partir de medida de compensação ambiental decorrente do processo de licenciamento de duas usinas hidrelétricas do Consórcio Capim Branco Energia (CCBE), o PE Pau Furado possui 2,2 mil hectares e abrange os municípios de Uberlândia e Araguari, abrigando importantes remanescentes do bioma cerrado. É a primeira Unidade de Conservação de Proteção Integral localizada no Triângulo Mineiro.
Mais de 900 espécies de fauna e flora já foram identificadas na unidade. Entre as espécies da fauna estão a águia-cinzenta, a onça-parda, o veado-mateiro, a raposa-do-campo e o tamanduá-bandeira. Diversas pesquisas de monitoramento da fauna e flora, qualidade da água e restauração de áreas degradadas já foram realizadas na UC nos últimos quatro anos, por universidades da região.
A estrutura do parque conta com um auditório com capacidade para 50 pessoas. A equipe é composta por um coordenador de áreas protegidas, uma gerente, um monitor, quatro vigias, uma técnica, uma adjunta de conservação ambiental e oito zeladores.
O acesso ao parque se dá pela Estrada do Pau Furado a partir do bairro Morumbi, na zona leste de Uberlândia. A portaria fica localizada na estrada de terra à esquerda do cruzeiro, que fica após o trevo da Tenda dos Morenos.
Mais informações pelos telefones do Escritório Regional do Instituto Estadual de Florestas (IEF) 3088-6400 / 3088-6463
(fonte desta informação: Site do IEF)
14 - Parque Estadual da Serra das Araras

Fotografia de Eduardo Faria Borges
Município de abrangência:Chapada Gaúcha.
Descrição:
O Parque Estadual da Serra das Araras se destaca pelos seus paredões, seus diversos ecossistemas considerados como de preservação permanente (veredas, matas ciliares, nascentes e topos de morros) e seus sítios geomorfológicos que funcionam como habitat e criadouro natural de espécies de araras ameaçadas de extinção (arara-vermelha e arara-canindé), que dão nome a serra.
A região é preenchida por inúmeras veredas (cabeceiras pouco profundas), que fornecem alimento e abrigo para a reprodução de treze espécies da fauna ameaçadas de extinção e paisagens naturais de grande valor. Sua cobertura vegetal é formada predominantemente pelo cerrado e ecossistemas associados (matas ciliares e veredas). Dentre as espécies ocorrentes no cerrado, destacam-se aquelas cujos frutos são utilizados pela fauna como alimento: fava d'anta, mangabeira, pequi, jatobá-de-cerrado, araçá, gabiroba, dentre outras. Nas veredas e matas ciliares há presença marcante da palmácea buriti e da pindaíba.
A riqueza do cerrado em espécies com frutos e flores comestíveis, bem como os abrigos que o arenito da borda das chapadas propicia contribuem particularmente para a preservação da avifauna, em especial das espécies arara-vermelha e arara-canindé.
Entre os mamíferos, o destaque é para o veado-galheiro ou sussuapara, espécie extremamente rara em Minas Gerais, que ocupa as áreas alagadas das veredas, além do veado-campeiro, onça-parda, jaguatirica, gato-mourisco, lontra, tatu-canastra e o tamanduá-bandeira.
Sede Administrativa: IEF - Escritório Regional Alto Médio São Francisco
Endereço: Rua Norberto Muniz, 10 - Distrito Serra das Araras - Chapada Gaúcha. CEP 39310-000 Telefone: 38 3634-2037
e-mail: eramsfsup@ief.mg.gov.br (informações extraídas do site do IEF)


15 - Parque Estadual da Lapa Grande

Fotografia de Eduardo Gomes
Localização: Município de Montes Claros
Decrição:
A criação do Parque Estadual da Lapa Grande teve como objetivos proteger e conservar o complexo de grutas e abrigos da Lapa Grande. A região abriga os principais mananciais de fornecimento de água para a comunidade de Montes Claros e dos municípios vizinhos".
O parque está inserido na região de ocorrência de cerrado, ecossistema predominante em Minas Gerais. Localiza-se dentro da cidade de Montes Claros.
A administração é feita em conjunto com a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa), como já ocorre no Parque Estadual da Serra do Rola-Moça, que abriga os mananciais responsáveis pelo abastecimento de água do Município de Montes Claros.
Sede administrativa: IEF - Escritório Regional Norte
Endereço: José Corrêa Machado, s/n - Bairro Ibituruna, Montes Claros/MG, CEP 3224-7500. Telefone: (38) 32247550
e-mail: aneliza.melo@meioambiente.mg.gov.br (Informações extraídas do site do IEF)

16 - Parque Estadual da Serra Negra
Fotografia de Sérgio Mourão
O Parque Estadual da Serra Negra, está localizado no município de Itamarandiba-MG.Trata-se de uma das unidades de conservação do Estado de Minas Gerais. A unidade possui rica biodiversidade e abriga várias espécies endêmicas. O Parque Estadual da Serra Negra é conhecido como a Terra das canelas-de-ema, já que tal espécie é comum e domina a paisagem do parque. O lobo-guará é outro símbolo do Serra Negra. Nos últimos anos, o Governo de Minas, através do Instituto Estadual de Florestas, que possui um núcleo na cidade de Itamarandiba, tem implementado muitas ações na unidade, sobretudo com a atuação da Gerência do Parque, a sinalização turística é uma das benfeitorias visíveis, assim como a construção de um mirante a 1.581 metros de altitude. Apesar de ainda não contar com uma adequada infraestrutura de apoio ao turista, o Parque Estadual é um forte atrativo para o turismo de aventura e já vem ganhando atenção especial de turistas que buscam desafios, como os propiciados pelo Parque. O pico da Serra Negra abriga torre de telecomunicações e é um dos mais altos do leste/nordeste de Minas Gerais e de lá pode se apreciar excelentes panorâmicas dos Vales do Jequitinhonha e Rio Doce. O Parque também apresenta um precioso potencial hídrico, sendo de importância vital para toda a região. A parte de toda riqueza natural e cênica, nos últimos anos tem sido empreendido processo de demarcação da área do parque criado em 1998. O acesso à entrada principal do Parque é fácil, partindo principalmente da cidade de Itamarandiba em direção ao distrito de Padre João Afonso (Socorro), via de terra, ou por acessos a pontos secundários através do distrito de Santa Joana, via asfáltica.
Visitação
Ocorre o controle parcial de visitação em apenas uma área da UC, onde o Parque Estadual Serra Negra recebe visitantes durante todo o ano. Estas visitas devem ser agendadas previamente junto à administração do parque.
Horário de funcionamento: 08:30 às 17:30 horas (domingo a domingo)
Endereço da Sede Administrativa: Rua Tiradentes, 308 - Centro – Itamarandiba -MG.Telefone: (38) 3521-2312 / (31) 9107-7642
Email: parque.serranegra@meioambiente.mg.gov.br
wanderlei.lopes@meioambiente.mg.gov.br (gerência)
Como chegar
Saindo de Belo Horizonte pela BR 040 sentido Brasília, passar por Paraopeba, logo, seguir a BR 135, sentido Curvelo. Chegando a Curvelo, seguir a BR 259 para Diamantina e, depois de Diamantina pegar a BR 367 até a altura do KM 115. Entrar à direita sentido Carbonita na BR 451 até Itamarandiba. Chegando a Itamarandiba, o acesso ao parque é possível seguindo por mais 33 km de estrada de terra municipal que liga a cidade ao Distrito de Padre João Afonso e chegar ao Parque.
Distância de Belo Horizonte: 513 km 

17 - Parque Estadual da Serra da Candonga
Fotografia de Amorildo Berry
O Parque Estadual Serra da Candonga está localizado no município de Guanhães, Minas Gerais, tem área aproximada de 3 302 ha e foi criado por meio do Decreto Estadual nº40.170, de 17 de dezembro de 1998. Pertence ao bioma Mata Atlântica. A Serra da Candonga encontra-se a cerca de 13 km do centro de Guanhães e faz parte da Bacia do Rio Doce.
Características
O relevo do parque é de suavemente ondulado a ondulado. A paisagem é dominada por pastagens e áreas de vegetação nativa arbórea remanescentes. Abriga cerca de 20 nascentes de cursos d'água que formam os córregos Barra Mansa, Barreira e Conquista. Além de oito pequenas represas construídas, existem cachoeiras e corredeiras naturais nos cursos d'água que cortam as propriedades.
A fauna registra exemplares de macacos, quatis, lontras, pacas, capivaras, tatus, veados, catitus, além de aves como jacu, sabiá, joão-de-barro, trinca-ferro, curió, siriema, inhambu, bem-te-vi, pica-pau, gavião, coleira, coruja, dentre outras. Várias espécies ameaçadas de extinção, como a onça-pintada, o lobo-guará e o tamanduá-bandeira também podem ser encontradas.
O Parque abriga a Pedra do Urubu, seu ponto mais alto, e a Fazenda do Candonga, pontos de referência próximos às antigas minas de ouro exploradas por ingleses no século XIX.

Sede Administrativa:IEF - Escritório Regional Rio Doce
Endereço: rua Barão do Rio Branco, 337, Centro - Governador Valadares / MG Telefone: (33) 3277-8686
e-mail: errdsup@ief.mg.gov.br


18 - Parque Estadual do Rio Corrente

Foto arquivo Parque Estadual do Rio Corrente
O Parque Estadual do Rio Corrente é uma reserva ambiental localizada no município de Açucena, Minas Gerais. Está localizado no domínio do bioma Mata Atlântica e tem por finalidade proteger um trecho do rio Corrente Grande, suas margens e florestas remanescentes.
Características gerais
Abriga mais de 20 nascentes que formam afluentes de importantes cursos hídricos locais, como o ribeirão São Mateus e vários outros que também deságuam no Rio Corrente Grande, afluente do Rio Doce. O relevo é composto por colinas e morros. A fauna é composta por espécimes como o mutum do sudeste, siriema, paca, capivara, jacu, raposa e outras espécies que necessitam de ambientes florestais preservados para sobreviverem. Na região são encontradas espécies arbóreas, como o ipê, a quaresmeira, a sapucaia e até mesmo cedros e jacarandás.
Ocupação
Na mesma época em que índios pataxós ocuparam o Parque Estadual Serra da Candonga em Guanhães, outro grupo de índios vindos da mesma aldeia em Carmésia, Minas Gerais, ocupou o Parque Estadual do Rio Corrente buscando melhor condição de vida. Por tratar-se de um terreno montanhoso, os índios encontraram dificuldades para cultivar seu alimento. Além disso, há relatos de perseguição por fazendeiros locais, o que motivou a realização de reuniões a fim de discutir a possibilidade da instauração de uma reserva indígena no local.

Sede Administrativa: IEF - Escritório Regional Rio Doce
Endereço: rua Barão do Rio Branco, 337, Centro - Governador Valadares / MG -Telefone: (33) 3277-8686
e-mail: errdsup@ief.mg.gov.br


19 - Parque Estadual do Itacolomi

Foto Divulgação:br.viarual.com
Parque Estadual do Itacolomi é uma área de conservação situada entre as cidades mineiras de Ouro Preto e Mariana, com estatus de Unidade de Conservação Estadual sob a responsabilidade do Instituto Estadual de Florestas (IEF) em parceria com o Instituto Estadual de Florestas IEF,em Minas Gerais. Criado através da Lei estadual nº 4.495 de 1967, com uma área territorial de 7.543 hectares e altitudes variáveis entre 700 e 1772 m. Está aberto à visitação pública desde Maio de 2004.
O Parque do Itacolomi oferece centro de visitantes, sanitários, auditório e restaurante e lanchonete. A visitação é guiada tanto na parte histórica quanto nas trilhas e expedições. Os monitores, estudantes de nível superior e médio, conduzem os visitantes passando informações a respeitos dos atrativos.
Atrativos Histórico-Culturais
Marco da Estrada Real

O Centro de Visitantes encontra-se a 5 km da Portaria através de estrada de terra. Este trajeto pode ser percorrido a pé (aprox 55 min), de bicicleta (aprox 30 min), ou veículo próprio (aprox 15 min).
Área da Fazenda São José do Manso.
Casa Bandeirista: serviu de posto fiscal no tempo da exploração aurífera (1706).
Museu do Chá: maquinário para beneficiamento do chá preto (da marca Edelweiss) colhido nas lavouras durante alguns anos do século XX. Parte da produção era exportada para a Alemanha.
Capela de São José do Manso
Trilhas Interpretativas:
Trilha do Forno:
1560 m de extensão, tendo a água (nascentes) como tema principal.
Trilha da Capela: 1270 m de extensão, a sucessão ecológica após a ação antrópica sobre o meio é o tema principal.
Trilha da Lagoa: 470 m de extensão, destinada principalmente ao público infantil ou pessoas de idade com dificuldade de locomoção.
Expedições:
Morro do Cachorro: 7 km (ida e volta)
Mirante do Custódio: 10 km (ida e volta)
Bacia do Custódio (Lavras Novas): 20 km (ida e volta)
Hidrografia
No parque nascem vários cursos (córrego Domingas, Prazeres, Manso, etc) formadores da Bacia do Rio Doce, uma das mais importantes do Estado.

Visitação:
A visitação é aberta de terça-feira a domingo de 8h00 as 17h00. O Parque dispõe de Centro de Visitantes, Museu do Chá e Casa Bandeirista, além de trilhas interpretativas e atrativos naturais.
As visitas guiadas ao Pico do Itacolomi devem ser agendadas junto à administração. A área de camping, conta com estrutura de apoio, inclusive restaurante, devendo ser agendada a permanência no camping, pois o número de barracas é limitado.
Horário de funcionamento: 08:00 às 17:00h (terça-feira a domingo e feriados)
Telefone: Fixo: (31) 3551-6193
Email: peitacolomi@meioambiente.mg.gov.br
Como chegar:
O acesso fica entre os municípios de Ouro Preto e Mariana. A partir de Ouro Preto, segue-se a BR-356 até o entroncamento com a MG-262, em direção ao parque. Outra opção é seguir, a partir do sul da cidade, a Rua Pandiá Calógeras, atravessar a estrada e seguir as trilhas sinalizadas.
Distância de Belo Horizonte: 110 km

20 - Parque Estadual Serra Verde
Quaresmeira e Ipê branco do Parque Estadual Serra Verde. Foto extraída do Facebook
O Parque Estadual Serra Verde está localizado em Belo Horizonte e possui área de 142,02ha, sendo o segundo maior parque da capital, menor apenas que o Parque Municipal das Mangabeiras.
Sua criação se deu através do Decreto Sem Número, de 12 de dezembro de 2007 e posteriormente, foi ampliado segundo Decreto 45.077, de 31 de março de 2009.
Origem do nome da Unidade
O nome Serra Verde é o nome da Serra onde o parque está inserido, além de ser nome da antiga fazenda que ali funcionava. Posteriormente, veio a virar bairro com o mesmo nome, e adjacente ao atual Parque funcionou o Jóquei Clube Serra Verde, atual área onde está instalada hoje Cidade Administrativa do Estado de Minas Gerais.
Missão
Conservar um remanescente de área verde da região norte de Belo Horizonte, contribuindo para a recuperação do ecossistema, o lazer, a cultura, o turismo, a educação ambiental e a melhoria de qualidade de vida.
Patrimônio Natural
O Parque Estadual Serra Verde tem grande importância na conservação dos recursos naturais da região. As diversas nascentes existentes em sua área são fundamentais para a manutenção do sistema de lagoas que a região possui, além de fazer parte da cabeceira do Córrego Isidoro. O Parque é um importante fragmento de área verde na malha urbana da cidade proporcionando melhor qualidade de vida à população. Além disso, tem função de servir como refúgio e locais de alimentação e reprodução de espécies nativas.
O Parque destaca-se no Sistema de Áreas Protegidas que está surgindo no Vetor Norte da Região Metropolitana de Belo Horizonte e é uma área fundamental para a conservação da biodiversidade.
Infraestrutura e Visitação
A unidade já possui uma sede administrativa e oferecem atividades de pesquisa, integração com seu entorno e educação e interpretação ambiental, através de agendamento. A expectativa é que um público muito grande visite a unidade, devido à proximidade com a Cidade Administrativa de Minas Gerais, além da grande população do seu entorno.
Horário de funcionamento
A administração do parque funciona todos os dias úteis durante o horário comercial regular. Porém atividades de uso público e integração como o entorno podem ocorrer esporadicamente fora deste horário, mediante planejamento.
Telefone: (31) 3455-5266
e-mail: peserraverde@meioambiente.mg.gov.br
Como chegar
Após pegar a MG-10 (sentido Aeroporto de Confins), sair sentido Cidade Administrativa do Estado (CA) pela direita e pegando o túnel de acesso. Após o túnel, no semáforo, virar à esquerda sentido bairro e estacionamento de visitantes. Após guarita da Polícia Militar da CA, pegar a primeira rua a esquerda. É uma rua sem saída e há sinalização da Sede do Parque na esquina. A sede fica no meio do quarteirão a direita e tem portaria 24h.
Para quem vem da MG-10 sentido centro de Belo Horizonte, pegar a saída para Cidade Administrativa antes do Posto de Polícia Rodoviária Estadual. Acessar a Cidade Administrativa e no semáforo virar à esquerda sentido bairro e estacionamento de visitantes. Após guarita da Polícia Militar da CA, pegar a primeira rua a esquerda. É uma rua sem saída e há sinalização da Sede do Parque na esquina. A sede fica no meio do quarteirão a direita e tem portaria 24h.
Endereço
IEF - Sede Administrativa do Parque Estadual Serra Verde
Rua da Cavalariça, 99 - Serra VerdeCEP 31.630-363 - Belo Horizonte - MG (fonte desta informação site do IEF)
21 - Parque Estadual Serra do Brigadeiro 
Pico do Boné. Fotografia de Samuel de Oliveira Fortunato
Criado em 27 de setembro de 1996 (Decreto nº 38.319), o Parque Estadual da Serra do Brigadeiro está localizado na região da Zona da Mata, a cerca de 290 Km de Belo Horizonte. Foi aberto à visitação em março de 2005. O Decreto 44.191), publicado em 2005, alterou a área do Parque.
O Parque fica no extremo norte da Serra da Mantiqueira, nos municípios de Araponga, Fervedouro, Miradouro, Ervália, Sericita, Pedra Bonita, Muriaé e Divino. A Serra do Brigadeiro possui inúmeras nascentes, que contribuem de maneira significativa para a formação de duas importantes bacias hidrográficas do Estado: a do rio Doce e a do Paraíba do Sul.
Patrimônio natural
A unidade de conservação tem 14.984 hectares de onde predominam a Mata Atlântica, montanhas, vales, chapadas, encostas além de diversos cursos d'água que integram as bacias dos rios Paraíba do Sul e Doce.
O Parque abriga vários Picos: o do Soares (1.985 metros de altitude), o Campestre (1.908 m), o do Grama (1.899 m) e o do Boné (1.870 m). A altitude e o relevo amenizam a temperatura local e a neblina cobre os picos durante quase todo o ano, formando uma das mais belas imagens do Parque.
A Mata Atlântica, principal formação vegetal da área, está intercalada com os Campos de Altitude e afloramentos rochosos, formando um belo cenário. Considerado um paraíso botânico, o Parque constitui um ecossistema rico em espécies vegetais como bromélia, peroba, ipê, orquídea, cajarana, jequitibá, óleo-vermelho e palmito doce. A neblina que, durante quase o ano todo, cobre os picos onde se localizam os campos de altitude, propicia as condições para a formação de um ecossistema rico em orquídeas, samambaias, liquens, bromélias, variedades de gramíneas, arbustos e cactus, dentre outras espécies.
Na fauna diversificada presente no Parque Estadual da Serra do Brigadeiro, destacam-se a suçuarana ou puma, a jaguatirica, a caititu, o veado mateiro, o cachorro-do-mato, o tamanduá-de-colete, o caxinguelê, a preguiça-de-três-dedos, o macaco-prego, o sagui-da-serra. Nas matas do Parque foram localizados dois grupos independentes de mono-carvoeiro, também conhecido como muriqui, maior primata das Américas, ameaçado de extinção.
A unidade de conservação também é refúgio de espécies da fauna ameaçadas de extinção, como o sauá, o mono carvoeiro ou muriqui, a onça-pintada, a jaguatirica, o sapo-boi. Diversas espécies de aves também podem ser observados, como o pavó, o papagaio-do-peito-roxo, o gavião-pomba, o tucano-do-peito-amarelo, o trinca-ferro e a araponga.
Infra-estrutura
A infra-estrutura do Parque é composta por centros de pesquisa, posto da polícia ambiental, laboratórios, alojamentos para pesquisadores, Centro de Visitantes e de Administração, residências, além das residências de funcionários. A sede da ‘Fazenda Neblina', antiga construção colonial, sede da Fazenda onde hoje se localiza o Parque, foi reformada e transformada em casa de hóspede.
A infra-estrutura do Parque foi construída em parceria com o Programa de Proteção da Mata Atlântica de Minas Gerais (Promata) com recursos da Cooperação Financeira Internacional Brasil-Alemanha, repassados através do Banco Kreditanstalt für Wiederaufbau (KfW) que investiu cerca de R$ 1,25 milhão.
Visitação:O Parque não possui área de camping e a visitação deve ser feita no período diurno. Consulte a administração antes de visitar os atrativos do Parque.
Horário de Funcionamento: 7 às 17 horas. 
Telefone: (32) 3721.7491
E-mail: pebrigadeiro@meioambiente.mg.gov.br
Como chegar:
O acesso mais utilizado é pela cidade de Araponga. A estrada foi reformada recentemente, em alguns pontos ela está pavimentada e em outros ela conta com acabamento de cascalho. O Parque fica entre os municípios de Araponga e Fervedouro. Saindo de Belo Horizonte, seguir pela BR 040, no sentido do Rio de Janeiro, até a BR 356 (rodovia dos Inconfidentes), sentido Ouro Preto. Seguir pela MG 262 até o município de Ponte Nova e entrar na BR 120, sentido Viçosa. Em Viçosa, no trevo para Ubá, pegar o acesso para São Miguel do Anta e, depois, pela BR 482 até Araponga. A partir daí, seguir por 11 km de estrada de terra até a ‘Portaria Araponga' do Parque. A partir de Viçosa, a estrada está bem sinalizada. Outro acesso para o Parque, chegando pela Portaria Pedra do Pato, é pelo município de Fervedouro que fica a 27,7km. A estrada não é pavimentada. No período das chuvas as estradas de acesso ao Parque tornam-se escorregadias, sendo recomendável o uso de veículo tracionado.
Distância de Belo Horizonte: 290 km.
Anexos:

Mapa de localização no Estado (.pdf - 654Kb)
Mapa de rodovias de acesso (.pdf - 801Kb)

22 - Parque Estadual Mata do Limoeiro 

Parque Estadual Mata do Limoeiro. Arquivo da Prefeitura de Itabira MG
Parque Estadual Mata do Limoeiro está localizado na Serra do Espinhaço, a cerca de sete quilômetros do Parque Nacional da Serra do Cipó. Sua área, que é de 2.056,7084 hectares, está situada no distrito de Ipoema, no município de Itabira. Nela, podem ser observados fragmentos de Mata Atlântica e Cerrado, já tendo sido identificadas pelo menos três espécies ameaçadas de extinção: o jacarandá-caviúna, a braúna-preta e o samambaiuçu. Em se tratando da fauna, já foram observadas espécies raras como o rato do mato, típico do Cerrado, e o gambá-de-orelha-branca, presente somente em áreas de Mata Atlântica. A Unidade de Conservação possui diversos atrativos turísticos, com destaque para as cachoeiras Três Quedas, Paredão, Gabriel e Lagoa do Limoeiro, e abriga, ainda, corredeiras, mirantes e grutas.
O Parque atua fortemente tanto em educação ambiental, quanto em mobilização social, principalmente por meio dos projetos “Eco Folia”, que prega a conscientização ambiental no período do carnaval; “Festejando o Parque” que desenvolve ações para a comemoração de aniversário do Parque, na segunda quinzena de março e “Natal com as comunidades”; além das ações de relevante destaque na semana de meio ambiente, celebrada em junho e na semana florestal, em comemoração ao dia da árvore, em setembro.
Horário de visitação:
08 às 16 horas (exceto segundas). Grupos organizados devem agendar previamente a visita.
Como Chegar:
A partir de Belo Horizonte, seguir a BR-381, sentido João Monlevade, até o acesso ao município de Bom Jesus do Amparo. Por este acesso, percorrem-se aproximadamente 6 km até a sede do município, onde se encontram placas indicativas com a direção de saída para o distrito de Ipoema. O acesso ao distrito é feito em estrada pavimentada, com extensão aproximada de 13 km.
Distância de Belo Horizonte: 89 km
Sede Administrativa:
ESTRADA PARA A COMUNIDADE DE LARANJEIRAS – ANTIGA ESCOLA IPOCARMO s/nº, Distrito de Ipoema, Itabira, MG.
Gerente: Alex L. Amaral Oliveira
Email: parquemata.limoeiro@meioambiente.mg.gov.br /alex.oliveira@meioambiente.mg.gov.br
Telefone: (31) 3799-9292 (informações extraídas do site do IEF)

Fonte das informações:Wikipédia e Site do Instituto Estadual de Florestas:www. ief.mg.gov.br (Link do IEF para obter informações sobre todos os parques Estaduais de Minas:http://www.ief.mg.gov.br/areas-protegidas


Por Arnaldo Silva
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