Cidades onde você encontra a melhor cachaça de Minas



Bom Despacho no Centro Oeste de Minas vem se destacando na produção de Cachaça de alta qualidade. Uma das mais famosa é a Cachaça feita com Mel Puro, da Cachaçaria Melicana. Diversos alambiques nas cidades vizinha à Bom Despacho produzem cachaça artesanal de qualidade. Foto de Arnaldo Silva

Cachaça, caninha, aguardente, pinga, branquinha ou água que passarinho não bebe. Quaisquer desses apelidos são facilmente reconhecidos por brasileiros, principalmente pelos mineiros. (na foto acima, de Sérgio Mourão, alambique em Buenópolis MG)

Minas Gerais é referência no país e no mundo. Detentor de 50% da produção nacional, o estado é mundialmente famoso por suas cachaças. Branca ou amarela, envelhecida em tonel de carvalho ou de jequitibá, a cachaça é bem versátil, podendo ser consumida pura ou em forma de drinks e coquetéis. O mais tradicional é a caipirinha. (na foto abaixo, o Museu da Cachaça em Salinas. Foto da Prefeitura Municipal)

Também é cada vez maior o uso da pinga na culinária. Os produtores têm investido em melhoria de embalagens e rótulos e lançado produtos a base de cachaça, como ice e caipirinhas prontas para atingir o público mais jovem. Em Minas, é possível fazer roteiros turísticos da cachaça, onde os turistas têm a oportunidade de conhecer toda a cadeia produtiva da bebida, realizar degustações de cachaça e de aperitivos harmonizados.

01 - Salinas

Capital Mundial da Cachaça
Intitulada Capital Mundial da Cachaça, Salinas (foto acima de autoria não identificada, assim que identificarmos, os créditos serão inseridos) é terra de gente acolhedora, amiga e receptiva. Localizada no norte de Minas, o município ficou famoso pela produção de cachaças premiadas internacionalmente. Hoje, este produto é patrimônio cultural imaterial. Para os mais exigentes paladares que apreciam cachaça, é bom saber que o produto nesta região tem sabor e aroma inigualáveis, pois todo o processo produtivo é artesanal e obedece a rígidos padrões de qualidade. Todos os anos, o município abriga o Festival Mundial da Cachaça, evento de sucesso que reúne em média 15 mil visitantes.http://www.salinas.mg.gov.br/

02 - Juiz de Fora
Cervejas artesanais - Caminho Novo
O Circuito Turístico Caminho Novo têm expandido sua variedade e qualidade de cervejas artesanais, que estão entre as melhores de Minas Gerais. Contudo, essa região da Zona da Mata Mineira também encanta seus visitantes pelo pioneirismo da sua história, os belíssimos atrativos culturais e por se tratar do berço de Alberto Santos Dumont, o Pai da Aviação. (foto acima, Juiz de Fora, de Allan Sant´Anna)
Como dividir sua viagem
Dia 1 - Juiz de Fora

Visita ao ”shopping ao céu aberto” no centro da cidade, com ruas e galerias inseridos em um conjunto arquitetônico estilo art déco e art noveau e aproveitar para fazer compras, incluindo o Mercado Municipal, com produtos artesanais e rurais, outro atrativo é o Cine Theatro Central, tombado pelo Iphan e destaca-se pela arquitetura majestosa e com pinturas de Ângelo Bigi. A noite a sugestão é conhecer as Cervejarias Artesanais que resgatam a cultura cervejeira, em que o turista conhece o processo de fabricação, sua história e a influência da cultura alemã na região. Ao final, degustação de cervejas com aromatização.
Dia 2 - Juiz de Fora/Matias Babosa
Comece o dia com uma viagem no tempo através de uma visita ao Museu Ferroviário de Juiz de Fora e um passeio pela centenária Estrada União Indústria com direito a parada no Espaço Cultural da Usina de Marmelos Zero, a primeira Usina Hidrelétrica da América Latina. Seguindo em direção a Matias Barbosa, acompanhe os marcos da Estrada Real e visite os misteriosos túneis da Capela do Rosário, patrimônio histórico nacional. Finalize o seu dia em Matias Barbosa tomando uma cachaça típica mineira no alambique local e conhecendo a Casa do Artesão Caminho Novo, ótima opção para adquirir artesanatos e doces da região.
Dia 3 - Santos Dumont
Visita ao Museu de Cabangu, casa natal de Santos Dumont, Praça Bagatelle, onde há a réplica do 14 Bis e, finalmente, uma parada para contemplação da beleza natural da Represa da Ponte Preta. Durante o percurso, avistam-se belas paisagens naturais, antigas fazendas, algumas inscrições em pedras, além de dois chafarizes que serviam como parada de tropeiros que vinham do interior de Minas Gerais levando ouro para o Rio de Janeiro, na época do Brasil Colônia. (foto ao lado de Marcos Lamas

03 - Brumadinho
Modernidade e natureza
Brumadinho (na foto acima, do  Barbosa o bar ítalo-português em Piedade do Paraopeba, distrito de Brumadinho) nasceu no início do século 20, época em que foi construída uma estação do Ramal do Paraopeba da Estrada de Ferro Central do Brasil. O município foi desbravado por bandeirantes em busca da Terra das Esmeraldas, que nunca foi encontrada, porém a região era rica em minério de ferro, sendo conhecida até hoje como parte do Quadrilátero Ferrífero. 
Maior atrativo natural e cultural de Brumadinho, o Instituto Inhotim (na foto acima, foto arquivo do Instituto Inhotim) mistura arte contemporânea e natureza. São mais de 500 obras distribuídas por diversos pavilhões e áreas abertas, cercados por jardins, lagos, montanhas e vales. O museu possui obras que foram criadas especialmente para ele e que são permanentes. A cidade possui outros atrativos naturais para o turista que gosta de aventura. O Parque Estadual da Serra do Rola Moça oferece esportes como balonismo e vôo livre. O Verde Folhas oferece espaço para a prática de arvorismo. Além de relaxar observando paisagens exuberantes, o visitante pode se refrescar em cachoeiras como as da Ostra ou Osta, de Águas Claras, do Areião, da Usina de Piedade e do Paraopeba. Dentre seus atrativos culturais a cidade conta com o Quilombo do Sapé, a Capela Nossa Senhora do Rosário, de São Benedito e as Igrejas Matrizes de São José e São Sebastião. Dicas de Viagem O projeto paisagístico do Instituto Inhotim faz dele um lugar espetacular. São necessários 2 dias para conhecer todo o acervo disponível, entre esculturas, pinturas, instalações, fotografias, desenhos, vídeos e filmes. O visitante pode hospedar-se em Brumadinho ou em Belo Horizonte, que fica a 53 quilômetros de distância.

04 - Sabores das vilas e fazendas de Minas
O Vale do Piranga é uma das poucas regiões de Minas onde o tempo parou. Com impressionantes e preservadas paisagens rurais e fazendas históricas, a região é um encontro marcado com a tranquilidade. Conhecer alambiques e degustar uma cachaça feita como nos velhos tempos é um dos programas preferidos pelos viajantes que têm o prazer de passar alguns dias por lá, além de outras iguarias mineiras chamadas de comida de boteco acompanhadas da cerveja artesanal da região. Mas não são os únicos atrativos: as bicicletas também fazem muito sucesso entre os turistas, que descobrem nos passeios sobre duas rodas, uma ótima forma de integração com a natureza.
Como dividir sua viagem
Dia 1 - Santana dos Montes
Chegada a uma das belas pousadas ou fazendas da região.
À tarde, o viajante é convidado a fazer uma caminhada na zona rural de Santana dos Montes (foto acima do Barbosa), finalizando numa cervejaria artesanal local com degustação. Em seguida, visita a botecos locais onde são servidas delícias mineiras.
Dia 2 - Santana dos Montes
Visita ao Centro Histórico de Santana dos Montes (foto acima do Barbosa), com destaque para a Igreja Matriz de 1749, a escola de artesanato e uma interessante coleção latino-americana de tecnologia do trabalho, com instrumentos usados nos séculos XIX e XX. Visita e almoço no Solar dos Montes, um casarão do século XVIII totalmente restaurado. À tarde, café colonial em uma das fazendas históricas da região.
Dia 3 - Conselheiro Lafaiete/ Itaverava
Visita a um alambique no município de Itaverava, uma das poucas cidades no País a fabricar alambiques de cobre – uma referência no setor. Estima-se que 70% das cachaças mais famosas utilizam seus equipamentos. (na foto acima de Josiano Melo, a vizinha Conselheiro Lafaiete)

05 - Belo Horizonte
A cultura é vida em Belo Horizonte (na foto acima de Charles Tôrres). A cidade é palco dos mais diversos festivais artísticos e oferece uma vasta agenda cultural, que abriga desde eventos de rua até grandes shows, óperas e concertos musicais. O Circuito Cultural Praça da Liberdade é considerado um dos maiores complexos de cultura de Belo Horizonte. O Conjunto Arquitetônico da Pampulha, um dos mais importantes pontos turísticos de Belo Horizonte, foi desenhado por Oscar Niemeyer, a pedido do então prefeito de Belo Horizonte, Juscelino Kubitschek. O conjunto da Pampulha pleiteia junto à Unesco o título de Patrimônio Cultural da Humanidade. E depois de curtir um dia agradável e um mergulho na cultural da cidade, vale apreciar o por do sol na Praça do Papa ou no Mirante das Mangabeiras, pontos mais altos da capital, e descobrir porque a cidade oferece um Belo Horizonte.
FOLIA BELO HORIZONTINA
O Carnaval de BH transformou-se na maior festa popular da cidade e vem ganhando reputação que já alcança todo o Brasil. Estima-se que na sua última edição em 2015, cerca de um milhão e meio de pessoas foram às ruas, nas diversas manifestações, bailes, desfiles de Escolas de Samba, Blocos Caricatos e Blocos de Rua, em surpreendente e cativante envolvimento da população da cidade e dos turistas.
Conheça o Carnaval mais surpreendente de Minas Gerais através dos pacotes turísticos especialmente elaborados para o período. A programação oficial do Carnaval de BH é disponibilizada à época do evento no site www.belohorizonte.mg.gov.br
Como dividir sua viagem
Dia 1
Pela manhã, visita aos principais atrativos turísticos da região da Pampulha (na foto acima de Marley Mello) com as modernas obras projetadas por Niemeyer: Museu de Arte da Pampulha; Casa do Baile; Igreja de São Francisco de Assis; Casa JK; Mineirão e Lagoa da Pampulha. Logo após, a sugestão é saborear as delicias dos produtos mineiros no Mercado Central, local ideal para conhecer e adquirir produtos típicos mineiros.
Após o almoço, conheça alguns dos espaços que compõem o Circuito Cultural Praça da Liberdade: Espaço do Conhecimento UFMG, Centro Cultural Banco do Brasil, Memorial Minas Gerais Vale, MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal, Palácio da Liberdade e Casa Fiat de Cultura, entre outros. No final da tarde, visite a Praça do Papa, local onde o Papa João Paulo II rezou uma missa quando esteve em Belo Horizonte em 1980. Para fechar o dia com chave de ouro, a dia é curtir o por do sol no Mirante das Mangabeiras e passar pela Rua do Amendoim, conhecida por uma ilusão de ótica. No local, quando os motoristas desligam seus automóveis, tem-se a sensação de que os veículos sobem suavemente a ladeira, ao invés de descê-la.


6 - Cidades históricas - O esplendor do Barroco
As cidades históricas de Minas são conhecidas no mundo todo. Além de terem sido palco de acontecimentos que influenciaram toda a história do País – como a famosa Inconfidência Mineira, liderada por Tiradentes-, guardam registros arquitetônicos impressionantes do barroco e monumentos únicos de artistas reconhecidos pela originalidade e qualidade de suas obras, como Aleijadinho, de alto valor artístico. Hoje em dia, cada uma tem sua própria personalidade, reservando surpresas em cada ladeira e em cada esquina de suas ruas. Conhecendo essas cidades, o viajante vai se sentir um pouco mais perto do passado, guardando para sempre as lembranças desses lugares. A Estrada Real é a maior rota turística do país, com mais de 1600 km de extensão. Percorrê-la é reviver os passos e os caminhos trilhados pelos escravos, pelo ouro e pela História. Hoje, a Estrada Real resgata as tradições do percurso, valorizando a identidade e as belezas da região. Além de promover o desenvolvimento socioeconômico e a preservação do patrimônio histórico cultural e ambiental.
Como dividir sua viagem
Dia 1 - Belo Horizonte/ Sabará
Nosso passeio tem início em Sabará, (na foto ao lado, produtos de Sabará: vinho, molho e geléia de jabuticaba e também, cachaça, que é de ótima qualidade. Foto de Arnaldo Silva) onde conheceremos o centro histórico e suas principais obras, como a linda Igreja do Ó, a Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, o Museu do Ouro e o Chafariz Kaquende em que reza a lenda que quem bebe de sua água sempre volta a Sabará. No fim da tarde, saída para Tiradentes.
Dia 2 - Tiradentes
Embarque em uma deliciosa descoberta dos sabores da região, doces caseiros, chocolates, trufas, cerveja artesanal e cachaça de alambique. Como num passe de mágica, o turista viaja no tempo, passando pelo engenho mais antigo do país em funcionamento, do século XVIII e que ainda pertence à Família do Alferes Tiradentes e finalizando num dos engenhos mais modernos. À noite, jantar em um dos excelentes e românticos restaurantes da cidade,
Nos feriados e fins de semana, a dica é assistir ao espetáculo Som e Luz, na Matriz de Santo Antônio, que narra a história da construção da Igreja, e fazer um charmoso passeio de charrete pelas ruas da cidade. (aérea de Tiradentes por Kiko Neto)
Dia 3 - Tiradentes/ São João del Rei
 Saída com destino a São João del Rei (foto acima de Kiko Neto), cidade dos Sinos. Pelas ruas estão alguns dos exemplares mais expressivos da arquitetura colonial mineira. Há, ainda, o romantismo das antigas pontes de pedra. A cidade também é famosa por suas ricas igrejas, como a Catedral Basílica de Nossa Senhora do Pilar, com seus altares ofuscantes bordados a ouro, e a de São Francisco de Assis, localizada no meio de uma praça com palmeiras imperiais centenárias. À noite, divirta-se com a encenação teatral das lendas da cidade, um roteiro a pé pelo centro histórico.
Às sextas-feiras, sábados, domingos e feriados, o percurso entre estas duas cidades poderá ser feito de Maria Fumaça.
Dia 4 - Congonhas/ Ouro Preto
Pela manhã, saída para Congonhas (foto acima do Tanaka), a cidade que reúne o maior conjunto artístico criado pelo grande Mestre Aleijadinho. Visita à Igreja de Bom Jesus de Matozinhos, onde estão seus doze profetas – todos erguidos ao ar livre – e em seguida, saída para Ouro Preto, cidade Patrimônio da Humanidade pela Unesco.
Dia 5 - Ouro Preto

Pela manhã, visita guiada por grande parte do acervo histórico, com contação de “causos” e lendas da cidade. Almoço. À tarde, passeio pelos mirantes da Serra de Ouro Preto em veículo 4×4 com observação da paisagem e contemplação do pôr-do-sol. Como atividade opcional, piquenique com variado cardápio ou degustação de vinhos e queijos.(Na foto acima, a tradicional Cachaçaria Milagres de Minas, bem no centro de Ouro Preto. Foto reprodução/ site)
Opção: Parque Estadual do Itacolomi.
Dia 6 - Ouro Preto/ Mariana
 
Saída para Mariana (na foto acima de Elvira Nascimento), a primeira vila, primeira capital e primeira cidade a ser projetada em Minas Gerais. Uma opção é visitar a Mina da Passagem, a maior mina de ouro aberta à visitação pública no mundo. Almoço e saída para Belo Horizonte.
Às sextas-feiras, sábados e domingos, o percurso entre estas duas cidades poderá ser feito de Maria Fumaça.

07 - Araxá 
 Quem conhece Araxá (na foto acima de Celso Flávio) se encanta pelas termas terapêuticas, pelos banhos de lama, pelas belezas naturais, pelo clima romântico, pela importância histórica e pelas recordações vividas por seus personagens ilustres. Araxá é assim: um lugar onde bem estar e romance se entrelaçam com muita harmonia. Aliás, harmonia é uma palavra que traduz muito bem o estado de espírito de quem vem passar uns dias aqui.
Como dividir sua viagem
Dia 1
Pela manhã, passeio por Araxá com visita ao Museu Calmon Barreto (na foto acima de Wander Rezende) e à fábrica de sabonetes de lama. À tarde, visita ao alambique, à Igreja Matriz de São Sebastião e ao Museu Histórico Dona Beja. À noite, a opção é tradicionalmente mineira, ir de bar em bar para se deliciar com tira-gostos que remetem à boa culinária e à hospitalidade mineira.
Dia 2
Visita à Árvore dos Enforcados e ao Mirante do Cristo. Depois, visita ao Complexo Hidromineral do Barreiro (foto acima de Arnaldo Silva), à Fonte de Dona Beja e à água sulfurosa da Fonte Andrade. À noite, visita à Casa do Caminho, que foi fundada em 1980 com o objetivo de desenvolver um trabalho de orientação espiritual para a comunidade de Araxá.
Dia 3
Caminhada no centro da cidade (foto acima de Arnaldo Silva) pelos pequenos estabelecimentos comerciais que produzem saborosas quitandas mineiras artesanais, como pão de queijo, biscoitos, broas, goiabadas, doces, entre outros. Após o almoço, um momento voltado para a saúde e beleza nas Termas de Araxá, que oferecem opções para o relaxamento e estética para o corpo e para a mente. No final do dia banhos diversos e piscina emanatória.
Opção: no período de Páscoa, Araxá recebe o maior evento temático da Páscoa no Brasil: a Páscoa Iluminada. Com muita luz em espelhos d’água, música e fogos de artifício, o evento atrai e encanta gente de todas as idades para aproveitar os diversos espetáculos inesquecíveis que o compõem.


Fonte das matérias acima: Jornal O Estado de Minas
Link:http://minasgerais.com.br/pt/o-que-fazer/gastronomia/cachaca
Ilustrações e legenda nossas.

08 - Carvalhos
Cachaça artesanal de Frutas Cafundó, de Carvalhos, no Sul de Minas. Foto de Dalton Maciel. O Sul de Minas produz cachaça de qualidade, principalmente na região das Águas como São Lourenço, Lambari, Baependi, Caxambu, etc. 

09 - Betim - Vale Verde
A apenas 42 Km de Belo Horizonte, o Vale Verde, localizado em Betim, é Parque Ecológico que mistura beleza, cultura e lazer. Projetado para preservar a fauna e flora, proporciona a toda família um passeio em um ambiente agradável e tranquilo, em contato com a natureza. Um verdadeiro paraíso dentro da Região Metropolitana de Belo Horizonte.
O Vale Verde Parque Ecológico oferece diversas atrações de lazer, como passeio de charrete, visita ao viveiro encantado de Lóris, trilha ecológica, pedalinho, tirolesa, arvorismo e escalada. Destaque para o Zoológico Vale Verde, que trabalha para a conservação das espécies mantidas em cativeiro, como a Harpia - o maior rapinante das Américas e uma coleção de orquídeas que perfumam e colorem o parque. (foto acima de Clésio Moreira. Informação site Valeverde.com.br)

10 - Januária
Januária (foto acima de uma rua da cidade por Thelmo Lins) conta com uma população de 79.222 habitantes (Estimativa IBGE em 2016), sendo a 3º em população geral do Norte de Minas, sendo também a 54º maior do estado. Januária, considerada uma cidade universitária, conta com um campus do IFNMG, Unimontes, Unopar, Unip, FUNAM e Ceiva. Sua economia concentra-se na agricultura, na pecuária e nos serviços gerais. Januária é uma das principais cidades do Norte de Minas, sendo cidade-polo da microrregião do alto médio São Francisco .
Januária possui ótimas referências na produção de cachaça. O segredo está na umidade natural do solo e no clima do distrito de Brejo do Amparo.
O município produz a cana-de-açúcar desde o seu surgimento. São mais de trinta engenhos nas imediações do povoado. Parte da produção da cachaça é exportada para outros estados e para todos os países europeus e asiáticos, dado o alto grau de qualidade da cachaça ali produzida.
A cachaça de Januária é considerada uma das melhores do Brasil.

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