7 lindas cidades da Região Noroeste de Minas

Lagoa grande é uma das 19 cidades do Noroeste de Minas. Foto de "Pool Peter"
A Região Noroeste de Minas é formada pela união de dezenove municípios divididos em duas micro Regiões tendo como sedes as cidades de Paracatu e Unai. Cortada pelo rio São Francisco, a região tem clima tropical quente e formado por depressões. A economia é altamente agrícola, com destaque para a produção de milho, mandioca e feijão, além da criação de gado.O povoamento da região deu-se no século XVII, quando foram criadas as primeiras fazendas de gado. Constitui a região menos populosa e menos densamente povoada do estado.

A Micro Região de Paracatu é formada pelas cidades de 
Brasilândia de Minas, Guarda-Mor, João Pinheiro, Lagamar, Lagoa Grande, Paracatu, Presidente Olegário, São Gonçalo do Abaeté, Varjão de Minas.

1 - Paracatu
Fotografia de Leonel Melo Franco Santiago
Paracatu é o principal município da sua microrregião, sendo um polo atrativo educacional e de trabalho devido à presença de um Instituto Federal do Triângulo Mineiro, do SENAI, de várias escolas e universidades presencial e à distância. A cidade de Paracatu está localizada na divisa com o estado de Goiás e a 200 km de Brasília e é um importante polo de mineração, onde localiza-se as mineradoras (A empresa canadense Kinross Gold Corporation vem explorar e tirar ouro na cidade) com uma mina que está localizada a menos de 2 km dos bairros da cidade no Morro do Ouro que produzia 15 toneladas de ouro em 2008.
Paracatu dá sinais de desenvolvimento e consumo, com muitos comerciantes e produtores de materiais voltados para pecuária (selas, botinas e calçados de couro) e agricultura. Fabricações de doces de leite e de frutas, assim como adereços derivados de pedras preciosas, processos de lapidação leva a uma rede ambulante de comercialização nas beiras de rodovia, postos de paradas nas estradas e nas praças da cidade. Algumas fábricas de cachaça também estão presentes na cidade. (Fotografia de Neusa de Faria)
Turismo
Casa Concessa por Neusa de Faria
O turismo na cidade de Paracatu cresce em uma escala bastante grande. Isto se deve principalmente ao fato do município, no ano de 2010, ter sido tombado patrimônio histórico nacional e cultural brasileiro pelo IPHAN, e por incentivos público-privados, como na criação da Associação de Condutores de Turismo de Paracatu, atualmente coordenadora do Centro de Atendimento ao Turista, local no qual o visitante pode contar com informações referentes aos atrativos da cidade e com conduções. A criação de projetos de educação patrimonial e a preservação do núcleo histórico, dos atrativos naturais e dos quilombos remanescentes da cidade deram bons frutos para o desenvolvimento do turismo no local. 
Fotografia de Vicente Oliveira
Paracatu pertence ao seleto grupo das dez cidades nacionalmente tombadas em Minas Gerais, o que a coloca no patamar de um dos municípios mineiros mais ricos culturalmente e patrimonialmente, sendo integrante também da Associação das Cidades Históricas de Minas Gerais.
Outro atrativo da região são os eventos que estão no calendário festivo anual da cidade. Paracatu possui dezenas de eventos durante o ano, sendo estes de cunho religiosos, agropecuários, culturais e esportivos.
Os principais eventos durante o ano na cidade são:
Carnaval: A festa é realizada no centro da cidade, com desfile de escolas de sambas e blocos locais. Um dos diferenciais do evento é o Carnaval de Outrora, que resgata marchinhas e músicas tradicionais dos antigos carnavais.
Encenação da Semana Santa: Entre março/abril, o evento costuma reunir mais de 10 mil fiéis durante a sexta-feira da Paixão. Atores e colaboradores relembram passo a passo o sofrimento de Cristo, passando em procissão pelas principais igrejas históricas do município.
Hallel: Em junho, um dos principais eventos de louvor da igreja católica do Brasil se realiza em Paracatu. Cantores, bandas, padres e pregadores de destaque no País participam da festa que costuma reunir cerca de 30 mil pessoas todo ano.
Feira da Cachaça: Acontece em julho, com a finalidade de divulgar as produções artesanais da cachaça de rapadura feita no município. O evento conta com mais de 20 barracas personalizadas. Também, durante a feira, são comercializadas comidas típicas da cidade.
ExpoParacatu: Entre Julho/Agosto, a exposição agropecuária de Paracatu é uma tradição na região do Noroeste de Minas Gerais. O evento realizado pela Coopervap (cooperativa local), conta com a cavalgada de abertura, a eleição da rainha da festa, de shows sertanejos, rodeios, parques de diversões e boate. Costuma ser cinco dias de festa.
Aniversário de Paracatu: Em outubro, as comemorações do aniversário de Paracatu (dia 20 de outubro) se dividem em desfiles cívicos, shows, exposições artesanais e também em homenagens de personalidades locais na Casa de Cultura do município.

Réveillon: O réveillon em Paracatu é mais agitado nos salões e clubes de eventos da cidade. Geralmente as viradas contam com bandas, DJs e cantores de Minas Gerais e do Distrito Federal.
Fotografia de Waldo Ramos dos Santos 
O turismo ecológico também vem crescendo, à exemplo das cavernas e grutas de Santa Fé, e da série de cachoeiras da região do Prata, em especial a Grande Cachoeira do Prata. O eco-turismo, porém, só pode ser feito pelo auxílio de profissionais capazes, devido ao risco das atividades.


2 – João Pinheiro
Fotografia de "cleiton_vidalokap2"
O nome da cidade foi dado em homenagem ao ex-presidente do estado, João Pinheiro da Silva. Sua população estimada em 2015 era de 48 179 habitantes (IBGE 2015).João Pinheiro tem limites com os seguintes municípios:a norte - Unaí e Brasilândia de Minas; a leste - Buritizeiro; a sul - São Gonçalo do Abaeté e Presidente Olegário; a oeste - Lagoa Grande e Paracatu.A cidade possui algumas festas de tradição, como é o caso da Festa do Peão de Boiadeiro, realizada em abril, o carnaval fora de época, João Pirô, realizado em outubro e a Festa da Cidade, realizada em setembro. A padroeira da cidade é Nossa Senhora de Sant'Ana, cuja festa litúrgica se dá em 26 de julho.


3 – Presidente Olegário
Fotografia de Mário Lúcio
Presidente Olegário está a 433 km de Belo Horizonte, tem aproximadamente 22 mil habitantes e faz divisa com os municípios de Lagamar, Lagoa Grande, Patos de Minas, Varjão de Minas, João Pinheiro e São Gonçalo do Abaeté.
Cultura
O calendário de eventos da cidade de Presidente Olegário conta com algumas festas, religiosas e profanas. O evento de maior tradição é a Festa de Nossa Senhora da Abadia de Andrequicé, localidade situada cerca de 60 km da sede; esta festa acontece no mês de agosto, e a comemoração propriamente dita tem lugar no dia 15 deste mês. É importante lembrar que a Romaria de Andrequicé (festa irmã da Romaria de Água Suja), tem origens no final do século XIX, quando da doação do terreno e início das celebrações e peregrinações em homenagem à Nossa Senhora da Abadia. Nos dias hodiernos, a romaria conta com a presença de romeiros de diferentes partes do estado de Minas Gerais e de filhos da terra residentes em outros estados e regiões, como Goiás e Distrito Federal, durante sua realização, tem co-participação na organização e infraestrutura das prefeituras de Presidente Olegário, João Pinheiro, São Gonçalo do Abaeté, Varjão de Minas e de suas respectivas paróquias ou dioceses. Durante esse festejo religioso e até mesmo antes, os devotos vão a pé realizar pagamentos de promessas e levam ofertas como agradecimento à Nossa Senhora da Abadia. Durante os dias de novena, chegam carros-de-boi e cavaleiros não só de Presidente Olegário, mas também das cidades mais próximas do distrito.
Ainda no âmbito das festas religiosas, durante o mês de janeiro, o município conta com uma gama de Folias de Reis, realizadas em diferentes localidades rurais e no distrito sede. Em janeiro acontece também a Festa em Louvor a São Sebastião, que tem lugar na localidade de Pissarrão. Até bem pouco tempo, contávamos ainda com a Congada em Louvor a Nossa Senhora do Rosário, festa bonita e interessante por sua natureza e constituição mas que, por motivos outros, deixou de acontecer nesta cidade gloriosa e triste pelo esquecimento de algumas tradições.
Outra tradição que malgradamente caiu no ocaso foi a bela Contradança dos Godinhos, folguedo iniciado em princípios do século XX pela família que dá nome à dança e que transita entre o sagrado e o profano, constituindo um joguete em que homens constituem pares nos quais a outra parte é um homem vestido de mulher (talvez em protesto ao arraigado patriarcalismo católico cristão do estado das Gerais), dançando ao som de uma sanfona 4 baixos e um violão e ciceroneados por um palhaço. É interessante notar que a profanação está justamente no vestir-se de mulher e questionar os tabus estabelecidos pelos costumes cíveis e religiosos e a sagração, ou seja, a manutenção do sagrado nos símbolos sagrados do catolicismo estampados nas vestimentas dos participantes. A tradição vem se perdendo, em parte por falta de investimentos de recursos públicos, através das secretarias de cultura, em parte pelo crescente afastamento as gerações hodiernas em manifestações culturais tradicionais, de forma que há apenas uma pessoa que ainda detém parte do conhecimento desta Contradança.
Outra interessante festa que vem perdendo suas forças ao longo dos anos é a Festa da Produção, durante a qual o município, através da Prefeitura Municipal e do Sindicado dos Produtores Rurais, expõe, discute e negocia os produtos agropecuários da cidade, além de promover shows musicais no parque de exposições e atrações culturais em diferentes pontos da cidade.

No distrito da Galena, também existe uma festa tradicional, que é a Festa de Reis, em devoção aos Três Reis que visitaram o menino Jesus após o seu nascimento. Ela acontece a partir do dia 25 de dezembro, quando começa a visita da folia nas casas e nas fazendas. No dia 5 de janeiro (dia dos Santos Reis), o dia da festa, todos se reúnem para rezar e comemorar o dia dos Santos Reis.

Micro Região de Unai é formada pelas cidades de Arinos, Bonfinópolis de Minas, Buritis, Cabeceira Grande, Dom Bosco, Formoso, Natalândia, Unaí, Uruana de Minas

4 – Unai
Fotografia de VLunal 
Distante 590 km de Belo Horizonte, Unai tem 83.448 habitantes de acordo com estimativas do censo do IBGE de 2016."Unaí" é oriundo do tupi antigo yna'y, que designa o unau, uma espécie de preguiça da Amazônia.
Turismo
Apesar de ter vários atrativos naturais como grutas e cachoeiras, o turismo ecológico em Unaí ainda não é muito explorado. Dentre esses atrativos: Esportes de Aventura, Pedra do Canto, 
Pedra do Canto, Cachoeira da Jiboia (entre Uruana de Minas e Unai, foto ao lado de Bruno Resende, Cachoeira do Rosário, Lapa do Sapezal ou Gruta da Moeda, Gruta do Tamboril, Cachoeira do Rio Preto, Cachoeira do Zico Esteves, Cachoeira do Bebedouro, Cachoeira São Miguel, Lapa da Foice, Gruta do Curral, Gruta do Gentio, Gruta Bart Cave, entre outras do Sistema Areia, Gruta da Ritinha do Mamoeiro, Trilha do Zé Pauzinho, Gruta do Sapezal
Lazer/festas
Unaí é conhecida pelas inúmeras festas que se realizam praticamente todos os finais de semana. As festas mais conhecidas são Baile Do Havaí, Exposição Agropecuária, Inhumas, Festa do Gado Bravo, Festa de São José Operário na Lapa do Sapezal. A cidade também é destino certo de diversas bandas de rock e duplas sertanejas da atualidade. Há, no centro da cidade, uma parte onde se encontram alguns bares, restaurantes, pizzarias, choperias e onde encontra-se grande parte do movimento na cidade aos fins de semana e à noite. Há também bares de renome pelos diversos bairros da cidade.

5 – Arinos
O topônimo é uma homenagem à família Melo Franco da qual se destaca seu grande expoente, Maximiano Afonso Arinos de Melo Franco. Arinos possui 18232 habitantes, segundo o Censo do IBGE 2016. Faz divisa com os municípios de Formoso, Buritis, Unaí, Uruana de Minas, Riachinho, Urucuia e Chapada Gaúcha. Sua vegetação é constituída pelo cerrado brasileiro. Sua fauna também é característica do cerrado, tendo grandes variedade em espécies por todos os ambientes. (Palmeira Buriti. Foto de Nando Cunha)
Turismo
Praça da Prefeitura por Leone Valadares (Panorâmio)
Arinos conta com um centro de apoio ao turismo e faz parte do Circuito Turístico Urucuia Grande Sertão.
Parque Nacional Grande Sertão Veredas
Localizado no Estado de Minas Gerais, o parque fica numa região repleta de rochas areníticas, criando um cenário de especial beleza. O Rio Preto é o seu principal curso d'água, e o rio Carinhanha - de cor marrom - faz divisa com a unidade de conservação, ao Norte. Devido à grande capacidade de armazenamento da água nos solos, formam-se veredas, que dão nome ao parque. São locais onde a água se acumula, formando pequenos riachos. Ali se desenvolve a mais brasileira das palmeiras, o buriti; que além de proteger as nascentes, serve como local de pouso e ninhal de várias espécies de aves, como araras, tucanos, papagaios e periquitos que vivem na região.A ideia da criação do Parque surgiu como uma homenagem ao escritor Guimarães Rosa – autor do livro que descreve com riqueza as paisagens e personagens locais –; além de ser também uma forma de tentar proteger esse ecossistema tão especial, formado por veredas e chapadões de cerrado.
Cachoeiras
Rio Urucuia por Fátima Guedes 
Boi Preto, da Ilha, do Rio Claro, do São Miguel e do Bebedouro. Além da Cachoeira da Jibóia no município vizinho (Uruana de Minas/MG).
Culinária
A culinária regional apresenta vários pratos saborosos, como o arroz com pequi, carne de sol, pão de queijo, angu com quiabo, paçoca, feijão tropeiro com torresmo, beiju, rapadura, panelada, picado de arroz, dourado assado, vários pratos feitos com o tradicional surubim dos rios da região, e ainda saborosas frutas do cerrado, como umbu, pinha, tamarindo, fruta do conde, coquinho, cagaita, caju, cajuí, maxixe, buriti, jenipapo, banana-caturra, utilizados na produção artesanal de sucos, licores e doces. Maior destaque cabe ao famoso fruto do cerrado, rico em vitamina "A" e excelente no combate dos radicais livres, o "pequi" é encontrado com grande fartura na região e largamente usado na culinária em pratos diversificados como, o picado de arroz com pequi, frango com pequi e mandioca, farofa de pequi e até o fruto cozido, podendo acrescentar sal ou açúcar.

6 – Buritis
Matriz de Buritis por Dênis AC Conrado
O município tem esse nome porque o povoado fica ao lado da "Veredinha", que possuía em sua volta uma grande quantidade de pés de coco buriti em áreas alagadas brejosas — as "veredas" mencionadas no livro Grande Sertão: Veredas, de João Guimarães Rosa.Sua população estimada em 2013 era de 23 979 habitantes (Estimativa 2013). Faz divisa com os municípios de Arinos, Formoso, Unaí, Cabeceiras (GO), Formosa (GO), Flores de Goiás (GO) e Vila Boa (GO).As águas nascentes no município e região integram a Bacia do rio São Francisco, "o Rio da Integração Nacional", tem parte de suas nascentes no município de Buritis.O município tem duas grandes bacias hidrográficas, a do Rio Urucuia:
Rio Urucuia em Buritis por Marcos Marinho de Medeiros 
Rio Urucuia: Toponímia - Urucuia - Significa águas vermelhas, ou rio vermelho. A palavra é derivada do urucum, que é uma planta nativa na região a qual produz uma tinta vermelha, usada pelos índios para pintar o próprio corpo.O nome é portanto de característica indígena das tribos Tupinanaês, Temiminos, ou do índios Caiapós que habitavam nas Guaíbas - ilha do Rio São Francisco, próximo a Fóz do Rio Urucuia, os índios possuiam o hábito de chamar as coisas que viam pelos seus adjetivos.O que pode ser deduzido ainda pelo fato de no inverno o rio possuir águas claras esverdeadas, e no verão período chuvoso em razão das enchentes constantes as águas ficam avermelhadas da cor de barro;
Este Rio é de grande notoriedade não só para Buritis, para o Estado de Minas Gerais, e para o Brasil, por ser formador da Bacia do Rio São Francisco pois também se fez presente nas obras do escritor mineiro João Guimarães Rosa.(Durães, Oscar Reis. Raízes e Culturas de Buritis no Sertão Urucuiano, Linha Gráfica Editora,1996. pag. 201)
Rio São Domingos- Rio que nasce e deságua dentro do território municipal, tem importantes afluentes como o Ribeirão do Fetal de rara beleza, o Riacho Fundo (Mangues), Manda Saia, Passa Três e outros.Além de quedas d'água como a cachoeira dos Confins.E a queda d'água do Ribeirão Barriguda que mede mais de 90 metros de altitude.Acrescenta-se também, outros inúmeros ribeirões, córregos, muitas nascentes e vertentes d' água que irrigam todo a área do município, e o faz rico em águas fluentes.

7 – Vazante
Monumento ao Carro de Boi - Foto de Vitalino
O nome da cidade foi dado devido, à Fazenda Vazante que teve esse nome devido, os períodos das chuvas os rios da região transbordavam provocando as cheias, também chamadas vazantes dos rios. Sua população estimada em 2014 era de 20 580 habitantes. Está a 520 km de Belo Horizonte e faz divisa com os municípios de Guarda-Mor, Paracatu, Lagoa Grande, Lagamar e Coromandel.
Turismo
Paróquia de Nossa Senhora da Lapa. Foto de Vicente Queiroz
Em Vazante situa-se uma das maiores grutas do Brasil, conhecida como "Gruta da Lapa Nova", cuja extensão total é de 4.550 metros, que possui grandes reservas espeleológicas (cavernas);
Uma das maiores festas religiosas do Brasil, que acontece nos dias 1, 2 e 3 de maio todos os anos - Festa em Louvor a Nossa Senhora da Lapa - atinge uma população flutuante em até 50 mil pessoas;
Festa de Exposição Agropecuária (Expozante);
Tradicional "Festa do Carro de Boi" (julho), conhecida nacionalmente;
Gruta da Lapa Velha (primeira gruta a ser descoberta, ao lado da qual situa-se o Santuário de Nossa Senhora da Lapa);
Cachoeiras, lagos, rios e veredas. 
Fonte das informações: Wikipédia

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