20 lindas e encantadoras cidades da Zona da Mata Mineira

A Zona da Mata Mineira é formada por 142 municípios agrupados em sete microrregiões (Cataguases, Juiz de Fora, Manhuaçu, Muriaé, Ponte Nova, Ubá e Viçosa). Situa-se na porção sudeste do estado, próxima à divisa dos estados do Rio de Janeiro e do Espírito Santo. (foto acima de Alexandre Vidigal em Viçosa MG)
Na economia da Zona da Mata destacam-se as indústrias, a criação de gado leiteiro e plantações de cana-de-açúcar, café, milho e feijão. A região é servida por importantes rodovias federais, tais como BR-040, BR-116, BR-262, BR-267 e BR-482. A região também é cortada pelas antigas ferrovias Central do Brasil e E.F. Leopoldina.

A Micro Região de Juiz de Fora é formada pelos municípios de  Aracitaba, Belmiro Braga, Bias Fortes, Bicas, Chácara, Chiador, Coronel Pacheco, Descoberto, Ewbank da Câmara, Goianá, Guarará, Juiz de Fora, Lima Duarte, Mar de Espanha, Maripá de Minas, Matias Barbosa, Olaria, Oliveira Fortes, Paiva, Pedro Teixeira, Pequeri, Piau, Rio Novo, Rio Preto, Rochedo de Minas, Santa Bárbara do Monte Verde, Santa Rita de Ibitipoca, Santa Rita de Jacutinga, Santana do Deserto, Santos Dumont, São João Nepomuceno, Senador Cortes, Simão Pereira.

01 – Juiz de Fora
Sua população foi contada, no ano de 2016, em 559.636 habitantes, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, sendo então o quarto mais populoso de Minas Gerais e o 36º do Brasil. Em julho de 2016 sua população foi estimada em 559 636 habitantes.
O município conta ainda com uma importante tradição cultural, que vai desde o seu artesanato até o teatro, a música e o esporte. Seu principal e mais tradicional clube de futebol é o Tupi Football Club, fundado em maio de 1912.(na foto acima antiga Estação de Trem de Juiz de Fora. Fotografia de André Saliya)
A cultura da cidade é constituída por uma mistura das culturas de diferentes povos que vieram compor a população, como os portugueses, os negros, os imigrantes alemães, italianos, sírios e libaneses. A cidade foi o centro cultural do estado até a década de 1920. 
Turismo
O município possui diversas atrações turísticas. Entre os pontos mais visitados estão seus museus, como o Museu Mariano Procópio e o Museu de Arte Moderna Murilo Mendes. De acordo com a prefeitura, existem na cidade 41 pontos turísticos (como fazendas, trilhas, cachoeiras); 10 museus; sete teatros e três cinemas. Igreja Matriz (na foto acima, Igreja de São Sebastião (com Parque Halfeld) Fotografia de Márcia Valle)
Entre as principais atrações turísticas da cidade estão:
Rua Halfeld: A principal rua da cidade, com cafés, cinemas, galerias e lojas. Nela se localizam o painel "Cavalinhos", de Portinari, no Edifício Clube Juiz de Fora, o Parque Halfeld, com coreto, parque infantil e árvores centenárias, a Câmara Municipal e o Cine-Theatro Central.
Cine-Theatro Central: Inaugurado em 30 de março de 1929, é um dos mais importantes teatros mineiros. Tombado pelo Patrimônio Histórico Nacional, foi restaurado e reinaugurado em 1996.
Parque da Lajinha: Área verde de 140 mil metros quadrados, possui trilhas para caminhada e mountain bike, lago e amplo espaço aberto. Localiza-se a sudoeste do Centro da cidade.
Morro do Imperador: Conhecido também como Morro do Cristo ou Morro da Liberdade, o Morro do Imperador, a 923 m do nível do mar, é um dos pontos mais altos de Juiz de Fora. Além de um mirante e uma capela centenária, lá encontra-se também uma torre helicoidal, primeira do tipo na América do Sul, que serviu à TV Industrial, emissora pioneira em geração de imagens no interior brasileiro.
Usina de Marmelos Zero: Construída pelo industrial Bernardo Mascarenhas e inaugurada em 1889, trata-se da primeira usina hidrelétrica da América do Sul.
Aeroclube de Juiz de Fora: Inaugurado em 5 de março de 1938, oferece voos panorâmicos sobre a cidade e atividades aerodesportivas.
Igreja Melquita de São Jorge: Localizada no bairro Santa Helena, a Igreja projetada por Jorge Staico é referência em arquitetura por todo o Brasil, além de ser uma das poucas igrejas orientais no país. (foto abaixo da Catedral de Juiz de Fora por Márcia Valle)

02 – São João Nepomuceno
Não se deve confundi-lo com o município de Nepomuceno (foto acima de Jorge A. Ferreira Jr), situado próximo a Lavras, também em Minas Gerais. Sua população estimada em 2016 era de 26.439 habitantes.
Além do carnaval, há opções de turismo rural, onde fazendas, florestas, represas e principalmente cachoeiras, enchem os olhos dos visitantes. Na zona rural, a cidade conta com belas cachoeiras, sendo as mais famosas a de Ituí, a Cachoeira da Fumaça e a do Evaristo. Outra boa opção são as caminhadas pelos morros que circundam a cidade, que proporcionam uma bela vista do panorama ao redor. Os principais pontos altos da cidade são o Morro da Torre (5 km do centro), a Serra dos Núcleos (9 km do centro) e a Pedra do Relógio (no município vizinho de Descoberto - RPPN, ou Reserva Nacional do Patrimônio Particular).
Na zona urbana, algumas vistas atraentes são as belas e antigas igrejas e capelas, além de imponentes prédios, como o da Escola Municipal Cel. José Brás, as antigas Instalações da Fábrica de Tecidos Santa Marta, a antiga estação ferroviária (onde hoje funciona uma biblioteca, uma lanchonete e a rodoviária municipal), entre outros.


03 – Mar de Espanha
Mar de Espanha contava com 12.660 habitantes em 2016, segundo o IBGE (foto acima de João Rabelo). É uma cidade típica do interior de Minas Gerais, tranquila e população hospitaleira. Seu rico acervo cultural é valorizado pela comunidade através de iniciativas de preservação dos bens culturais. Várias edificações são protegidas pelo poder público, tais como: o atual prédio da Prefeitura Municipal, o edifício do Fórum, a Escola Estadual Estevão Pinto, o prédio da Cadeia Pública, a Capela Nossa Senhora do Rosário, o prédio da Rede Ferroviária e do Matadouro Municipal, o Clube Recreativo, o busto do coronel Sérgio Antônio Martins e o Parque Francisco José Schettino (Jardim Central).
Além dos bens tombados, diversos outros bens culturais são dignos de apreciação. Entre eles, podemos citar o Santuário de Nossa Senhora das Mercês e a Igreja de Santa Efigênia. Na zona rural de Mar de Espanha, também existe grande quantidade de bens imóveis de interesse cultural, como fazendas, casarões e capelas. O município ainda conta com um sítio arqueológico, na localidade de Córrego de Areia. As pinturas rupestres encontradas no sítio têm aproximadamente 10.000 anos.
A cultura popular mar-de-espanhense é bastante rica. Entre as manifestações e usos tradicionais populares, destacam-se a Escola de Aprendizagem Musical, a Banda e Coral 24 de Setembro, o artesanato - dirigido pela Artemar -, e as festas populares e religiosas, como o carnaval, a Exposição Agropecuária e a Festa da Padroeira.
O maior potencial turístico de Mar de Espanha são os recursos naturais; a Estação Ecológica, próxima ao centro da cidade, preserva uma área de aproximadamente 188 hectares de vegetação remanescente da Mata Atlântica, sendo a principal unidade de conservação da região. Na zona rural, a poucos quilômetros de distância, as cachoeiras e as fazendas são os principais atrativos. Podemos citar a Cachoeira da Bocaina, a Cachoeira do Pedro Duim, a Cachoeira da Fumaça, a Cachoeira da Mutuca, a Fazenda Novo Calambau, a Fazenda Vista Alegre, a Fazenda São Sebastião, o Sítio das Estrelas, o Sítio Harmonia, além do Vale da Minerva, o Monte Altíssimo, entre outros. (Fonte dessa informação: http://www.descubraminas.com.br/Turismo/DestinoApresentacao.aspx?cod_destino=396)


04 - Santos Dumont 
Distante, aproximadamente 207 km de Belo Horizonte, a capital do estado. Seu nome é uma homenagem ao conterrâneo Alberto Santos Dumont, considerado o inventor do avião.  (foto acima de Leandro Souza - Nikinho). O município possui 47.560 habitantes, segundo o IBGE em 2016.
A cidade possui um turismo bastante rico. Pela região passa o Caminho Novo da Estrada Real, um convite à pratica do turismo ecológico. São 10 quilômetros de estrada até a divisa com o município de Antônio Carlos. Durante o percurso pode-se observar bela paisagem natural, antigas fazendas e dois chafarizes da época de sua construção, além de algumas inscrições em pedras. Estes chafarizes serviam para a parada de tropeiros que vinham do interior de Minas Gerais levando ouro para o Rio de Janeiro na época do Brasil Colônia. (foto acima do Museu Cabangu por Marcos Lama)
Além disso, na cidade destacam-se o Museu de Cabangu, casa natal de Alberto Santos Dumont, no distrito de Mantiqueira, a 16 km do centro da cidade. A Represa da Ponte Preta, (foto ao lado, de Marcos Lamas) no bairro de Ponte Preta, é o atrativo turístico que mais recebe visitantes, sobretudo nos dias quentes de verão, aonde as pessoas vão para nadar, andar de barco, pescar, acampar, e passar o dia livre para lazer. De setembro a janeiro, a represa se encontra vazia, porém ainda são possíveis atividades de lazer no local, como campings e eventos como “Off Road”.


05 – Lima Duarte
O município contava em 2016, segundo o IBGE com 16.871 habitantes. É privilegiado com belíssimas paisagens, rica biodiversidade e altitudes que alcançam até 1.784 metros na Serrada Mantiqueira. (Foto acima de Márcio Lucinda - Sauá Turismo)
Um dos mais belos parques de Minas Gerais está localizado em suas terras – o Parque Estadual do Ibitipoca (acima na foto de Valdir Codinhoto). As Serras Lima Duarte, da Cachoeira Alegre, Negra, Cruz e Boa Vista abrigam grutas e cachoeiras e são consideradas locais adequados para a prática de ecoturismo e turismo de aventura. A natureza forte e exuberante em Lima Duarte ofereceu um dos cartões-postais da região, o pico do Pão de Angu.
A mineiridade pulsa forte em Lima Duarte, com a celebração de festas religiosas nas antigas capelas dos distritos e dos povoados,com cantorias de viola e a culinária saborosa, representada pelo pão de canela. (Fonte desta informação: http://www.descubraminas.com.br/Turismo/DestinoApresentacao.aspx?cod_destino=68)

06 - Rio Novo
O município de Rio Novo (foto acima de Jorge A. Ferreira Jr) foicriado em 1870. Ao longo do tempo, deu origem aos municípios de São João Nepomuceno, Descoberto, Chácara, Piau, Tabuleiro e Goianá. Sua população atual, segundo dados do IBGE (2016), é de 9.067 habitantes.A economia é baseada em atividades agrícolas e serviços. O município é cortado pelas rodovias MG-126, MG-133 e MG-353 e é também, juntamente com a cidade vizinha Goianá, uma das cidades-sede do Aeroporto Regional da Zona da Mata, o segundo maior de Minas.

A Micro Região de Cataguases é formada pelos municípios de  Além Paraíba, Argirita, Cataguases, Dona Eusébia, Estrela Dalva, Itamarati de Minas, Laranjal, Leopoldina, Palma, Pirapetinga, Recreio, Santana de Cataguases, Santo Antônio do Aventureiro, Volta Grande.


07 – Cataguases 
De acordo com a estimativa do IBGE em 2016, sua população foi estimada em 74 609 habitantes.(Foto:http://www.sylviocoutinho.com.br/fotografia_aerea/cataguases/). Considerada como cidade histórica de Minas Gerais, Cataguases gravou seu nome no cinema brasileiro com Humberto Mauro, nos anos 1920, alcançou grande repercussão com a revista e o Movimento Verde (Rosário Fusco, Guilhermino César, Francisco Inácio Peixoto, Ascânio Lopes, Henrique de Resende, Oswaldo Abritta, dentre outros).
Cataguases esteve à frente no Movimento Moderno de arquitetura na década de 1940, muito por incentivo de Francisco Inácio Peixoto e José Pacheco de Medeiros Filho, que levaram à cidade diversos arquitetos e artistas modernos para desenhar uma nova estética e consequente mentalidade para a cidade. Importantes nomes como Oscar Niemeyer, Cândido Portinari, Burle Marx, Joaquim Tenreiro, Djanira, José Pedrosa, Jan Zach, deixaram seus traços na cidade.
Em 1941, chega a Cataguases o padre Solindo José da Cunha na Igreja Santa Rita de Cássia (hoje Santuário de Santa Rita de Cássia) – e com ele a ousadia de um novo templo, inaugurado apenas em 1968. O projeto de Edgar Guimarães do Valle traz o arrojo da nave livre, do vão central sem colunas. Na parte frontal externa, “A vida de Santa Rita”, painel de Djanira.
Diversos prédios modernos foram construídos na época e em 1995, o IPHAN decidiu pelo tombamento de uma poligonal no centro da cidade de aproximadamente 60 quadras face à importância de seu patrimônio arquitetônico.
Na década de 1960, contou com diversos movimentos culturais de vanguarda, destacando-se o Centro de Arte de Cataguases (CAC), do qual participou Carlos Moura, Paulo Martins, Silvério Torres, Antônio Jaime Soares, entre outros) e o Centro de Arte Experimental de Cataguases (CAEC), além de um grupo de poesia liderado pelos irmãos Branco e por Ronaldo Werneck,[10] do qual também participaram Lina Tâmega Del Peloso, Márcia Carrano, Sebastião Salgado, Arabella Amarante.
Destaque para a produção do filme "O anunciador, o homem das tormentas", de Paulo Martins, que teve início no final da década de 1960 e lançamento no início dos anos 70, vez que se trata de um dos pouquíssimos filmes underground feitos em todo o mundo.
Nos dias atuais, destacam-se os trabalhos do escritor Luiz Ruffato, vencedor do Prêmio Jabuti com "Eles Eram Muitos Cavalos", e também do artista plástico Luiz Lopez, com suas séries de obras sobre o tema "campo de futebol". A beleza da cidade e a efervecência cultural evidenciam os trabalhos fotográficos de Vicente Costa, Humberto Ribeiro e Juliano Carvalho.
Colégio Cataguases, projetado por Oscar Niemeyer.
Destaca-se também as recentes aquisições escultóricas, com obras públicas de Amílcar de Castro e Sonia Ebling.
A cidade, que desde o início do século passado mantém acesa a chama literária, realiza desde 2009, o FELICA (Festival Literário de Cataguases) e que já é uma grande referência literária em toda Zona da Mata Mineira.
Atualmente, Cataguases mantém o o perfil de cidade do cinema realizando anualmente o Festival Ver e Fazer Filmes, que conta com a participação de produtores convidados de várias partes do país e até do exterior para a produção e exibição de curtas.
Cataguases se destaca no campo cultural pelo investimento nas artes, realizado e patrocinado pelas empresas Companhia Industrial Cataguases, Energisa e Bauminas. Destacam-se o Instituto Francisca de Souza Peixoto, a Fundação Ormeu Junqueira Botelho e a Casa de Cultura Simão.


08 – Além Paraíba 
De acordo com o censo realizado pelo IBGE em 2016, sua população é de 35.795 habitantes. A distância da capital Belo Horizonte é de 380 km. A sede do município dista por rodovia 380 km da capital Belo Horizonte, estando próxima de centros importantes como Juiz de Fora (120 km), Muriaé (120 km), Três Rios (70 km), Nova Friburgo (90 km), Teresópolis (90 km), Petrópolis (100 km), e Rio de Janeiro (170 km).
Além Paraíba (foto acima do bairro Porto Novo por Raymundo P. Netto) possui lindas e centenárias fazendas, da época do Ciclo do Café e belas paisagens rurais. Na cidade, os principais pontos turísticos são: Rotunda da Oficina da Estrada de Ferro Leopoldina, Ponte Preta, Colunas da Ponte Pênsil, Praça do Vagão, Praça Elias Fadel Sahione, Monumento aos Pracinhas, Distrito de Angustura, Igreja Matriz de São José, Museu de História e Ciências Naturais, Casa da Cultura.

09 – Leopoldina
Sua população estimada em julho de 2016 era de 53 252 habitantes, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Leopoldina (foto acima de Bike Dlester Kta) está a 322 km distante da Capital. O município conta com atrativos culturais, naturais e arquitetônicos, como a Catedral de São Sebastião, o Museu Espaço dos Anjos, o Museu da Eletricidade, o reservatório da Usina Maurício, o Morro do Cruzeiro. Alguns dos principais eventos que acontecem no município são a Exposição Agropecuária e Industrial, a Feira da Paz e o tradicional Festival de Viola e Gastronomia de Piacatuba.

A Micro Região de Manhuaçu é formada pelos municípios de Abre-Campo, Alto Caparaó, Alto Jequitibá, Caparaó, Caputira, Chalé, Durandé, Lajinha, Luisburgo, Manhuaçu, Manhumirim, Martins Soares, Matipó, Pedra Bonita, Reduto, Santa Margarida, Santana do Manhuaçu, São João do Manhuaçu, São José do Mantimento,Simonésia.


10 – Manhuaçu
Sua população estimada em julho de 2016 era de 87 735 habitantes, segundo o IBGE. (foto acima de Wilson Fortunato) O município é cortado pelas rodovias MG-111, BR-262 e BR-116. A cidade está a 290 km de Belo Horizonte.
O café ainda representa boa parte da renda da cidade, sendo característico da região. Mas, hoje, Manhuaçu conta com uma boa prestação de serviços abrindo espaços para novos elementos no setor de varejo. Isso fez com que grandes redes se instalassem na cidade.A instalação de grandes mineradoras na região desperta o interesse de várias empresas de construção civil e rodoviária.
O município integra o circuito turístico do Pico da Bandeira.


11 – Manhumirim
Sua população estimada em julho de 2016 era de 22 683 habitantes.Manhumirim (foto acima de Leila Furtado) está localizada entre as montanhas do leste do Estado de Minas Gerais, a pouco mais de 300 quilômetros de sua capital, em posição muito favorável, uma vez que a cidade encontra-se próxima das principais vias de acesso do país. É servida pelas rodovias estaduais MG-111 e MG-108.
A cidade está a 15 minutos do entroncamento da BR-262, via de ligação entre Belo Horizonte e Vitória, e da BR-116, ligação entre o Rio Grande do Sul e o Ceará, que se cruzam no distrito de Realeza. Também a 30 minutos está a divisa de Minas Gerais com o Espírito Santo.
O município tem sua economia fundamentada na produção de café e no comércio, mas tendo em vista o seu grande potencial em atrativos, o município começa a se preparar para a implantação do turismo, como forma de alcançar o desenvolvimento sustentável, garantindo assim a preservação dos atrativos para o futuro.
Manhumirim atualmente criou o Parque Sagui da Serra, o maior Parque Ecológico Municipal de Minas Gerais (com 375 hectares), e faz parte do recém criado circuito turístico do Pico da Bandeira.
Ponte Nova passou a pertencer à Associação do Circuito Turístico Montanhas e Fé, integrante do Programa de Regionalização do Turismo do Estado de Minas Gerais e, desde então, tem participado ativamente das atividades do Circuito Turístico. A cidade ainda faz parte da área de influência da Estrada Real e da Rota Imperial, a antiga Estrada São Pedro de Alcântara, caminho que liga Ouro Preto a Vitória/ES e passa por 17 municípios mineiros e 14 capixabas. A origem do município de Ponte Nova se dá com a história do Padre João do Monte de Medeiros, com a carta da sesmaria da Vargem Alegre fundou uma propriedade, exatamente onde se ergue hoje a Fazenda-Indústria Santa Helena. Certamente, foram os índios aimorés e puris os primeiros habitantes da região onde hoje estão situados Ponte Nova e municípios vizinhos. A grande diversidade dessas características, com certeza, impede que o trabalho de classificação do indígena do Brasil seja concluído de forma mais ampla e cientifica. Ponte Nova é um lugar de aguas cristalinas, seus rios e cachoeiras encantam os olhos de quem vê. Localizada a 14 km da cidade, seguir por mais uns 17 km na rodovia em direção ao lugarejo chamado Vau-Açu, passar a linha de trem desativada. Chegar à antiga estação, passar a ponte, chegar ao trevo para Guaraciaba, no trevo, entrar à direita e já está em Vau-Açu. Os trens da rede ainda se aguentaram por alguns anos, porem a desativação era inevitável, já não havia cargas nem passageiros. A cana, maior riqueza e demandante de mão de obra, a cada ano é mais mecanizada.

12 - Espera Feliz
Sua população estimada em 2016 era de 24.641 habitantes. Espera Feliz (foto acima da Prefeitura Municipal) encontra-se a 378 km de Belo Horizonte, a capital do estado.É boa a classificação da infraestrutura do município. A quase mil metros acima do nível do mar, está em pleno maciço do Caparaó. Caulim (Caulim ou caulino é um minério composto de silicatos hidratados de alumínio, como a caulinita e a haloisita, e apresenta características especiais que permitem sua utilização na fabricação de papel, cerâmica, tintas, etc.) já foi importante na economia local, juntamente com mica (O grupo de minerais mica inclui diversos minerais proximamente relacionados, do grupo dos filossilicatos, que têm a divisão basal altamente perfeita), que hoje já não são mais explorados. Atualmente, a cidade sobrevive do cultivo do café e do comércio, despontando o turismo como uma nova oportunidade econômica. Os principais pontos turísticos do município são a Cachoeira do Chiador, a Igreja Matriz de São Sebastião e o Parque Nacional do Caparaó.

A Micro Região de Muriaé é formada pelos municípios de  Antônio Prado de Minas, Barão de Monte Alto, Caiana, Carangola, Divino, Espera Feliz, Eugenópolis, Faria Lemos, Fervedouro, Miradouro, Miraí, Muriaé, Orizânia, Patrocínio do Muriaé, Pedra Dourada, Rosário da Limeira, São Francisco do Glória, São Sebastião da Vargem Alegre, Tombos, Vieiras.

13 - Muriaé
Localizada na Zona da Mata de Minas Gerais, Muriaé é uma das cidades-pólo da região. Com área territorial de 841.693 km² e população estimada em 107.916 habitantes (IBGE/2016), o município tem localização privilegiada, situando-se no entroncamento entre a BR-116 e a BR-356, duas das principais rodovias do país.
Muriaé tem suas atividades econômicas voltadas principalmente à indústria de confecções e à produção agropecuária - especialmente leiteira. O turismo também merece destaque, principalmente em áreas de preservação ambiental e em parques naturais. Entre os principais pontos turísticos do município, destacam-se o Pico do Itajuru, em Belisário; a Rampa de Voo Livre, em Pirapanema; a Cachoeira da Fumaça, na região do Rio Preto; e o Cristo Redentor, no bairro Chácara Brum. (Texto e foto extraídos do site da Prefeitura:http://www.muriae.mg.gov.br)


14 – Carangola
Sua população estimada em 2016 era de 33 513 habitantes.O município é cortado pelas rodovias BR-482, BR-116, MG-111 e MG-265. A cidade (foto acima de Anízio Rezende) está a 357 km de Belo Horizonte.A posição geográfica de Carangola polariza a atenção de diversos municípios, dada a sua excelente prestação de serviços, infraestrutura e comércio. É possível destacar um grande crescimento no setor industrial, recebendo influência de grandes centros urbanos como Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Juiz de Fora.


15 – Pedra Dourada 
Um lugar bonito, tranquilo e com uma beleza cinematográfica. Tudo isso e muito mais a natureza lhe reserva na cidade de Pedra Dourada-MG (foto acima de Sandra Valeriote), a 376km de Belo Horizonte, com 2427 mil habitantes. A origem do nome dá-se a uma gigantesca pedra que fica a 1.200 metros de altitude, que torna-se dourada devido aos reflexos do sol sendo atração turística da região. Além da sua rara beleza e das cachoeiras que atraem turistas é possível praticar caminhadas, rapel e vôos livres, além da magnífica vista da cidade que ela proporciona. Pedra Dourada faz parte da rota do Caminho da Luz, e tem como sua economia o café e a pecuária. Na foto, vista da cidade e do Parque Municipal São João um dos principais pontos turísticos da cidade. 

A Micro Região de Ubá é formada pelos municípios de Astolfo Dutra, Divinésia, Dores do Turvo, Guarani, Guidoval, Guiricema, Mercês, Piraúba, Rio Pomba, Rodeiro, São Geraldo, Senador Firmino, Silveirânia, Tabuleiro, Tocantins, Ubá, Visconde do Rio Branco.

16 – Ubá 
Sua população, segundo o Senso do IBGE em 2016 era de 112.186 habitantes. É considerado o principal polo moveleiro do estado. Além dos móveis de qualidade, o município é reconhecido nacionalmente pela espécie de manga que leva o seu nome e cresce com fartura na região. 2003 a Manga Ubá, tornou-se por decreto "Patrimônio Natural de Ubá, A cidade também é um centro cultural e de formação técnica e superior sub-regional, possuindo importantes instituições de ensino superior.(na foto acima a Av. Beira Rio em Ubá MG. Foto extraída do site:revistafato.com)

A Micro Região de Viçosa é formada pelos municípios de Alto Rio Doce, Amparo da Serra, Araponga, Brás Pires, Cajuri, Canaã, Cipotânea, Coimbra, Ervália, Lamim, Paula Cândido, Pedra do Anta, Piranga, Porto Firme, Presidente Bernardes, Rio Espera, São Miguel do Anta, Senhora de Oliveira, Teixeira, Viçosa.

17 – Viçosa
 
Sua população em julho de 2016 foi estimada em 77 863 habitantes.(foto acima de Alexandre Vidigal) Trata-se de uma cidade essencialmente vocacionada para a educação, com destaque para a Universidade Federal de Viçosa, fundada em 1926 pelo então presidente da República Arthur da Silva Bernardes, nascido em Viçosa. Conta ainda com outras instituições de ensino superior privadas acentuando ainda mais o caráter educacional da cidade. É uma cidade que atrai várias pessoas do Brasil e de outros países devido a eventos científico-acadêmicos que se realizam em torno da universidade, somando aproximadamente 500 eventos anuais. Sua população é composta na sua maioria por jovens, o que confere uma dinâmica à cidade, além do grande número de festas que se realizam durante a semana.

A Micro Região de Ponte Nova é formada pelos municípios de  Acaiaca, Barra Longa, Dom Silvério, Guaraciaba, Jequeri, Oratórios, Piedade de Ponte Nova, Ponte Nova, Raul Soares, Rio Casca, Rio Doce, Santa Cruz do Escalvado, Santo Antônio do Grama, São Pedro dos Ferros, Sem-Peixe, Sericita, Urucânia, Vermelho Novo.

18 - Ponte Nova
Ponte Nova (foto acima de Fabinho Augusto) tinha em 2016, segundo o IBGE 60.188 habitantes.Passou a pertencer à Associação do Circuito Turístico Montanhas e Fé, integrante do Programa de Regionalização do Turismo do Estado de Minas Gerais e, desde então, tem participado ativamente das atividades do Circuito Turístico. 
A cidade ainda faz parte da área de influência da Estrada Real e da Rota Imperial, a antiga Estrada São Pedro de Alcântara, caminho que liga Ouro Preto a Vitória/ES e passa por 17 municípios mineiros e 14 capixabas. 
A origem do município de Ponte Nova se dá com a história do Padre João do Monte de Medeiros, com a carta da sesmaria da Vargem Alegre fundou uma propriedade, exatamente onde se ergue hoje a Fazenda-Indústria Santa Helena. Certamente, foram os índios aimorés e puris os primeiros habitantes da região onde hoje estão situados Ponte Nova e municípios vizinhos. 
A grande diversidade dessas características, com certeza, impede que o trabalho de classificação do indígena do Brasil seja concluído de forma mais ampla e cientifica. Ponte Nova é um lugar de águas cristalinas, seus rios e cachoeiras encantam os olhos de quem vê. Localizada a 14 km da cidade, seguir por mais uns 17 km na rodovia em direção ao lugarejo chamado Vau-Açu, passar a linha de trem desativada. Chegar à antiga estação, passar a ponte, chegar ao trevo para Guaraciaba, no trevo, entrar à direita e já está em Vau-Açu. Os trens da rede ainda se aguentaram por alguns anos, porem a desativação era inevitável, já não havia cargas nem passageiros. A cana, maior riqueza e demandante de mão de obra, a cada ano é mais mecanizada. (Fonte desta informação:http://www.guiadoturismobrasil.com/cidade/MG/539/ponte-nova)

19 - Araponga
Segundo dados do Censo 2016 , a população de Araponga (foto acima de Ailton Adriano) é de 8. 523 habitantes. O nome Araponga, vem da atribuição dada pelos bravos desbravadores, em razão da existência do pássaro de mesmo nome, que naquela região existia àquela remota época. Esses pássaros produziam sons estridentes como se fossem sons de uma bigorna.

20 - Ervália
Sua população em 2016 segundo o IBGE é de 18.944 habitantes, sendo assim o 201º mais populoso do estado de Minas Gerais e a densidade demográfica é de 50,20 (hab/km²) (foto acima de Vinícius Andrade)
Destaca-se na produção de café na área agrícola, confecção de roupas na área industrial , possui no setor de serviços pouca diversificação. O comércio é formado basicamente para atender o segmento de classes predominantemente baixas, com ausência de grandes redes de supermercados , concessionárias de carros e agências bancárias do segmento privado.
Está numa região montanhosa com destaque para o Parque Ecológico do Brigadeiro, uma das últimas reservas da Mata Atlântica em Minas Gerais.
Fonte: Wikipédia, exceto as informações com fontes citadas no fim.

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40 comentários:

  1. Respostas
    1. Barbacena está na região do Campo das Vertentes

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    2. Tá de sacanagem, ponte nova é uma bela cidade? Existem muitas não citadas aí como Ervalia que dão de 10 em ponte nova.

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    3. Sacanagem... É feia demais...

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    4. Ainda bem que a escolha das cidades passa por um criterioso processo até a seleção das melhores....Se dependesse da escolha de alguns essa lista seria terrível! !

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    5. Ponte Nova não é um pouco bonita.

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  2. bem mais que 10km de estrada Rea passam pelo município de Santos Dumont.e tem muito mais atrações como a locomotiva Zezé Leone,as fazendas Mantiqueira,Santo Albano,Boa Sorte,os distritos de Conceição do Formoso,Patrimônio dos Paivas,etc....

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  3. Guidoval uma pequena cidade 15 km de ubá também é uma delicia, a cidade se reconstruiu depois das enchentes está muito bom para se passear e tem alguns pontos de interesse.

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    1. Obrigado bruno! Como Guidovalense fico Lisonjeado por sua lembrança e reconhecimento.Abrços

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  4. Manhuaçu deve ter bem mais habitantes do que o que rezam as estatísticas do IBGE.A cidade cresceu muito, se verticalizou, tem cerca de 100 prédios, se espalhou pelos vales e pelos morros e o município tem 7 distritos: Sacramento, Dom Correia, São Pedro do Avaí. Vila Nova, Realeza, Santo Amaro de Minas e Ponte do Silva. Manhuaçu é hoje um polo regional, é a segunda economia da região, só perde para Juiz de Fora. Estive lá recentemente, este ano, e constatei isto.

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    1. Sou de Juiz de Fora na concordo! Espera Feliz deveria estar na lista!

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  6. Cctz faltou entres as 5 a mnha cidade! Alto Caparaó 👌

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    1. Viste o site. São mais de 800 post e no site tem matéria exclusiva sobre Alto Caparaó, aliás,tem 3 matérias.

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    1. Se procurar no site, que tem mais de 800 post, encontrará reportagem exclusiva sobre São Lourenço. Esse post é sobre a Zona da Mata, São Lourenço é Sul de Minas.

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  8. Minha mae era de Corrego de Areia.

    Regiao bem querida, embora nao conheça.

    Qqer hora irei vistar Mar de Espanha e Sao joao Nepomoceno, terra de de um idolo Botafoguense HELENO DE FREITAS............

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  9. Faltou Santa Rita de Jacutinga kkkkkkkkkkkkkkkkk

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    1. No site tem um post somente sobre Santa Rita de Jacutinga. Não havia necessidade de repetir as mesmas informações.

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  10. É lógico que eu queria ver o nosso pequeno e bucólico CALAMBAU inserido nesta relação.Queria ver também Divinésia, com o seu clima serrano, sua linda Praça e seu povo acolhedor.Por estar muito próxima a Ubá (15 Km), muitos ubaenses possuem casas nesta cidade.

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  11. Faltou Rio Pomba, berço da Zona da Mata Mineira.

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  13. araponga tem a maior parte do parque da serra do brigadeiro, belas cachoeiras, paisagens de tirar o folego e visitada por toda região e colocar ponte nova, foi frustante.

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  14. Faltou Rio Pomba que foi o berço da civilização da zona da mata. Primeira cidade da zona da mata e conhecida como cidade sedução cometeram um gafe deixando ela de fora.

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  15. Ponte Nova...Linda cidade,pólo macroreginal em saúde, cidade referência em Minas na suinocultura....Terra da melhor goiabada do mundo.
    Eterna Princezinha, Docinho da Zona da Mata Mineira

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    1. Com certeza! Ta pra nascer o dia que Ervália vai ser mais bonita que Ponte Nova. Esse cidadão acima que falou isso devia valorizar sua cidade e respeitar a dos outros.

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    2. Ponte Nova é horrível. Das que têm mais de cinquenta mil habitantes é a mais feia e sem opção de lazer.

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  16. Ta pra nascer o dia que Ervalia vai ser mais bonita que Ponte Nova. As 17 primeiras foram muito bem escolhidas.

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  17. Acho que ficou faltando nossa sedutora Rio Pomba,berço da civilização da zona da mata.
    "A Freguesia de São Manoel do Pomba foi criada por provisão régia de Dom João V, em 16 de fevereiro de 1718.
    Pela resolução da Regência de 13 de outubro de 1831, a povoação de São Manoel do Pomba foi elevada a vila, sendo o pelourinho implantado no dia 25 de agosto do ano seguinte (1832). A elevação à categoria de cidade se deu pela lei nº 881 de 6 de junho de 1858, quando passou a chamar-se “Pomba”

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  18. Faltou Rodeiro polo moveleiro da zona da Mata Cidade maravilhosa pra se viver.

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  20. De todas estas, a única que me chama a atenção diretamente é Manhuaçu por ser a minha terra natal. Eu não entendo essa "população estimada pelo IBGE". Nem deveriam dizer nada, pois todo mundo sabe que isto não funciona. É verdade que tem cidades que decrescem e até desaparecem, mas há casos até cômicos: cidades ou municípios que nunca chegam a 100 mil habitantes. A quem isto interessa? Manhuaçu já deve estar perto de 120.000, pois só Distritos tem 7 e alguns tem mais de 5.000 habitantes e a cidade só cresce, inclusive verticalmente.

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  21. Um dia vou passear por cada uma delas é escolher qual irei morar.

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  22. Pena que nossa linda Manhumirim perdeu o encanto das lindas árvores, que além das sombras, nos enchiam os olhos com a beleza de seus ipês floridos.����

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