Conheça os principais pontos arquitetônicos e naturais de Diamantina.

 
Diamantina está a 292 km da capital Belo Horizonte na região do Alto Jequitinhonha. Sua população estimada em 2013 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística era de 47 647 habitantes.

É um município histórico que abriga grandes personagens brasileiros, foi em Diamatina que nasceu o ex-presidente Juscelino Kubitschek e da famosa escrava Chica da Silva quando o município ainda recebia o nome de Arraial do Tijuco.

A fundação do Município de Diamantina se deu em 1713 com a construção da capela em homenagem ao padroeiro Santo Antônio, em 1729 ficou conhecida após a crescente exploração de diamantes que eram encontrados por lá em 1729, e recebeu o nome de Diamantina em 1831.
Fotografia de Sebastião Carvalho
A cidade é um dos destinos da Estrada Real, um dos roteiros culturais e turísticos mais ricos do Brasil, e faz parte do circuito turístico dos Diamantes. É famosa também por suas serestas e vesperata, que é um evento em que os músicos se apresentam à noite, ao ar livre, das janelas e sacadas de velhos casarões, enquanto o público assiste das ruas.

Conheça os principais pontos arquitetônicos e naturais de Diamantina.

Antiga Casa da Intendência
Edificado entre 1733 e 1735, como sede da Intendência dos Diamantes, passou a servir como escola a partir da segunda metade do século XIX. A construção possui escadaria de pedra (no acesso principal), cobertura de quatro águas, dez janelas no andar superior e nove no térreo. No interior do prédio, chama atenção o forro em gamela do salão do segundo pavimento. Nas demais dependências, os forros mais antigos são em saia-e-camisa.

Capela N. Senhora da Luz
Construída por iniciativas de uma portuguesa, Dona Tereza de Jesus Perpétua Corte Real, em cumprimento de uma promessa feita por ter se salvado do terremoto de Lisboa, em 1755. A construção, no entanto foi em época bem posterior estando concluída em 1819, conforme documentos que informam sobre a transladação da Arquiconfraria do Glorioso Patriarca São Francisco, da capela do amparo para a da Luz. A doação foi definitiva cinco anos mais tarde pela dona Maria Tereza. A dama portuguesa que erigiu a capela anexou à mesma um recolhimento e educandário para meninas órfãs. Quando Dona Tereza de Jesus faleceu em 1826 foi sepultada a entrada do templo. A capela da luz, como tantas outras, necessitou passar por várias reformas, porém manteve seu estilo apesar de algumas alterações.

Conselheiro Mata
Fotografia de César Rocha
O Distrito de Conselheiro Mata está localizado em um vale rodeado por serras. A sede, por ser uma área mais plana, arborizada e de clima agradável, mesmo no verão, é ideal para os que preferem sossego e passeios a pé, de bicicleta ou a cavalo.
Com uma população de 420 habitantes, o Distrito é formado por um pequeno agrupamento de casas. No centro está a capela dedicada a Nossa Senhora das Dores.
Muito próximo à sede do Distrito está o Riacho das Varas, de águas tranquilas para banho e descanso.

Como a maioria das comunidades do Alto Jequitinhonha, Conselheiro Mata têm suas origens ligadas à exploração de ouro e diamante, assim como a presença de tropeiros na região, que buscavam lugares em que o gado pudesse pastar e os membros da comitiva descansar.

O povoado era chamado de Riacho das Varas, nome do riacho que corta a cidade.

Em 1950 Helena Antipof inaugurou no local o colégio para meninas, que tinham a formação para professoras, mais tarde, funcionou como Centro Regional de Treinamento. No ano de 1961, foi criado o Ginásio Rural Padre José de Carvalho, para acolher internos adolescentes. Hoje no antigo prédio do colégio para meninas funciona uma escola estadual. O imponente prédio se encontro no centro do distrito.

Conselheiro conta com a antiga Estação Ferroviária, integrante da linha de trem que ligava Diamantina a Corinto. A construção da estrada de ferro Diamantina-Corinto em 1912, com a denominação de Estação Ferroviária Riacho das Varas, também trouxe perceptível desenvolvimento para a comunidade. No final do ciclo do ouro e do diamante ela era a única justificativa para o progresso de Conselheiro Mata. O trecho integra a atual Trilha Verde da Maria Fumaça.
 Cachoeira do Telésforo. Fotografia de César Rocha
Cachoeiras de Conselheiro Mata – As belezas naturais são o ponto forte do turismo na região. São as mais bem preservadas da região de Diamantina, com grandes quedas, corredeiras e águas potáveis e cristalinas. São elas: Cachoeira das Fadas, das Andorinhas, do Triângulo, Poço das Sereias, dos Três Desejos, Telésforo, dentre outras.

Atenção: A maioria dos atrativos não são sinalizados. Recomendamos que as visitas sejam acompanhadas por um guia local. Entre em contato com um de nossos guias ou receptivos locais!

Casa da Glória
Fotografia de Rodrigo Azevedo
Integrada por duas edificações dos séculos XVIII e XIX ligadas por um passadiço, já abrigou o colégio das irmãs vicentinas e hoje é sede do Instituto Casa da Glória, da UFMG.

Erguida na segunda metade do século XVIII, com sacadas de treliças. Possui um rico acervo histórico com documentos e livros raros.

Biblioteca Antônio Torres (Casa do Maxubariê)
Hoje biblioteca pública, exibe num dos balcões da fachada um raro muxarabiê original, treliça de influência moura que encobre a sacada e que servia para os moradores observarem a rua sem serem notados.

Mercado Velho (Mercado Municipal dos Tropeiros)
Construído em 1835, era ponto de venda de mercadorias trazidas pelos tropeiros. Atualmente abriga o Centro Cultural David Ribeiro e a tradicional feira de artesanato, comidas, bebidas e hortifrutigranjeiros realizada aos sábados.

Casa de Juscelino
A casa simples onde o ex-presidente do Brasil passou a infância foi transformada em museu. Os cômodos abrigam biblioteca, objetos pessoais, fotos e os violões usados pelo político para participar das serestas.

Casa de Chica da Silva
Imagem do Projeto Acervo Diamantina - Fragmentos Visuais da Cidade no Século XXI
O bonito solário foi residência da escrava Chica da Silva entre os anos de 1763 e 1771. A casa, que hoje funciona como sede do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Dentro do casarão é possível apreciar a coleção de quadros que retratam a rainha negra.

Igreja de N. Senhora do Carmo 
Erguida entre 1760 e 1784, a igreja tem uma característica curiosa – a torre fica nos fundos da construção. O interior guarda altar folheado a ouro e órgão de 549 tubos.

Museu do Diamante
O museu inaugurado nos anos 50 ocupa um casarão de 1749. O acervo reúne objetos dos séculos 17 a 19, como utensílios utilizados na mineração de diamantes, oratórios, armas, louças, obras de arte e mobiliário.

Igreja Matriz de Santo Antônio
A atual matriz de Diamantina foi construída entre 1933 e 1940, em substituição à antiga igreja de Santo Antônio do Tejuco. Os destaques ficam por conta dos altares laterais, que remetem ao estilo barroco.

Caminho dos Escravos
Trata-se de uma trilha de 20 km com trechos de calçamentos feitos pelos escravos no século XIX ligando Diamantina ao distrito de Mendanha, que foi utilizado para o transporte de diamantes extraídos no rio Jequitinhonha. Conta com diversos atrativos naturais ao longo do percurso.

Vila de Biribiri
Fotografia de César Rocha 
Situado a 15 km de diamantina, o Parque Estadual do Biribiri se apresenta como um dos principais atrativos naturais de Diamantina. Destacando-se por suas diversas cachoeiras e inúmeras inscrições rupestres.

Na área do parque está localizado um patrimônio histórico: A vila de Biribiri, que foi sede de uma das primeiras comunidades fabris do estado, Criada pelo bispo Dom João Antonio dos Santos.

A igreja e as casas que serviam de residência para os operários da fabrica se encontram conservadas, sendo a vila um importante conjunto arquitetônico tombado pelo IEPHA – Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais.

Cachoeira da Sentinela
Fotografia de Edison Zanatto
A Cachoeira do Sentinela está localizada no Parque Estadual do Biribiri.

Situado a 15 km de diamantina, o Parque Estadual do Biribiri se apresenta como um dos principais atrativos naturais de Diamantina, destacando-se por suas diversas cachoeiras e inúmeras inscrições rupestres.

Na área do parque está localizado um patrimônio histórico: A vila de Biribiri, que foi sede de uma das primeiras comunidades fabris do estado, Criada pelo bispo Dom João Antonio dos Santos. A igreja e as casas que serviam de residência para os operários da fabrica se encontram conservadas, sendo a vila um importante conjunto arquitetônico tombado pelo IEPHA – Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais.

Gruta do Salitre
O relevo rochoso em forma de ruínas, cânion, fendas e paredões de até 80m de altura tornam a Gruta do Salitre um imponente atrativo. O local guarda um sítio arqueológico e sua beleza já foi cenário para gravação de documentários, filmes e minisséries de televisão.

Localizada a 9 km de diamantina e a 1 km do distrito de Curralinho. O conjunto monumental da gruta esculpida em rochas quartzíticas revela uma bela paisagem. A Gruta do Salitre foi região do intenso extrativismo mineral do salitre para produção de pólvora, a ser usada na quebra de rochas para desvio dos cursos dos rios.

O local é muito visitado atualmente, além de ser usado para realização de eventos, principalmente musicais, pela acústica proporcionada pelo local, bem como filmagens e também para prática de atividades ecoturística.

Visita especial: destaca a singularidade do local, aspectos geológicos e histórico-culturais, além da fauna e flora no contexto da Reserva da Biosfere da Serra do Espinhaço.

Visita técnica: Atividade prática de formação complementar destinada aos alunos de ensino técnico e superior dos cursos de Ciências Biológicas, Geografia, Geologia, Gestão Ambiental, Turismo e áreas afins.

Visita lúdico pedagógica: Atividade de interação com a natureza voltada para o público infanto-juvenil e turmas de alunos do ensino básico, fundamental e medio, com objetivo de estimular a percepção e a sensibilidade ambiental.

Práticas esportivas: Caminhadas, boulder, escalada e rapel,

Concertos musicais: Eventos divulgados oportunamente.

Fonte das informações: Site da Prefeitura:http://diamantina.mg.gov.br

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