Conheça Nova Era. Sua história, tradições, cultura e turismo.




O primeiro topônimo foi São José da Lagoa, em homenagem ao Santo do dia (São José, 19 de março) em que os primeiros desbravadores chegaram à margem de uma grande lagoa. Admite-se tenha esse fato ocorrido entre os anos de 1703 e 1705, quando da passagem de Antônio Dias de Oliveira e dos Irmãos Camargos pelas margens auríferas do rio Piracicaba.
A existência, ainda hoje, de montões de cascalhos e de canais de captação de água em vários pontos do município são provas evidentes de que a mineração foi o fator preponderante na fixação dos primeiros moradores.
Posteriormente, seja por exaustão das minas e dos garimpos ou por excessivo rigor fiscal na tributação do trabalho dos faiscadores e garimpeiros, a primitiva ocupação cedeu lugar à lavoura, surgindo várias fazendas. As principais foram as de Rio do Peixe, Figueiras, Perdões, Barra do Ribeirão das Cobras ( “Barra do Prata”), Corrientes, Vargem e Mato Dentro.
A essa altura, no local onde se acha a sede do município de Nova Era, já existia o Arraial de São José da Lagoa, com algumas centenas de habitantes fixos cuidando de comércio, garimpo, ofícios e outros afazeres, abastecida a população pelas fazendas citadas. Em 1750, era capela curada, da freguesia de Rio Piracicaba, depois de ter estado, eclesiasticamente subordinado a Caeté e, posteriormente, a Santa Bárbara. Em 1832, ainda como capela curada, passou a subordinar-se à freguesia de Antônio Dias; finalmente, em outubro de 1848, pela Lei provincial n­º 384, foi criada a paróquia de S. José da Lagoa, sendo seu primeiro Vigário o padre João Álvares Martins da Costa.
Em 1848 foi elevado à categoria de distrito, e em 1938 emancipou-se com o nome de Presidente Vargas, topônimo posteriormente trocado em 1942 por Nova Era, sendo óbvia a influência do poder público na escolha dessas denominações.
Típica cidade mineira, com 308 anos, o município de Nova Era está inteiramente localizado na Bacia do Rio Piracicaba, que tem relevante importância econômica para Minas Gerais.
Com localização geográfica privilegiada, possui área de 364 km2, com 17357 habitantes. Fica entre a Região Metropolitana de Belo Horizonte e o Vale do Aço, sendo cortada pela Rodovia BR 381 e a 20 Km a BR 262, corredores de transação de mercadorias e produtos industrializados entre o sul e o norte do país, além da ferrovia da VALE que é um corredor de exportação para os portos do Espírito Santo, recebendo, portanto, fortes influências econômicas desses importantes pólos de desenvolvimento de Minas Gerais.

Como o povo conta a história da cidade que nasceu de uma promessa

Dois bandeirantes, em exploração das riquezas das Minas Gerais, acabaram por se perder no sertão desconhecido. Lugar inóspido, perdido em imensidão.
Cansados de caminhar, a pele ressequida pelo sol bravio, os pés calejados pelo chão sem fim, a roupa feita em farrapos pelos espinhos e galhos que impediam- lhes a passagem, lábios secos e corpos esgotados.
Totalmente desamparados, com fome e sede, constantemente atacados por insetos, e assustados pelo ruído de animais, por vezes desconhecidos, viam as forças lhes fugirem e pouca perspectiva de salvação.
Entrando em desespero, amparados apenas um no outro, encontraram na fé o único elo de perseverança e lucidez.
Oraram por São José, santo que lhes era conhecido e querido. Pediram forças, vida.., e água.
Prometeram erigir uma cidade, se e onde encontrassem água.
Continuaram andando em meio às orações. De repente, depararam-se em uma clareira, e naquele local, uma bela lagoa de águas cristalinas.
Saciada a sede, ao olharem o espelho d’água, viram ali a imagem refletida do Santo em oração.
Era 19 de Março.
A promessa foi cumprida.
Nasce São José da Lagoa: arraial, distrito, cidade. Nasce Nova Era.

Dados Geográficos

Situada a uma altitude de 526m, às margens do Rio Piracicaba, a cidade de Nova Era tem uma localização geográfica privilegiada. Seu centro urbano fica:
A 3km da Estrada de Ferro Vitória – Minas (EFVM) – Estação de Drumond ( utilizada para carga e descarga pela Vale) e a 15km da Rodovia BR 262, permitindo sua ligação rodo-ferroviária com o porto de Vitória;
A 110km da Rodovia BR116 (Rio-Bahia), fazendo sua ligação com o Rio de Janeiro e Nordeste;
Às margens da BR 381, que viabiliza sua ligação com São Paulo;
A 75km do Aeroporto de Ipatinga e a 150km do aeroporto internacional de Confins;
A 60km da R.M. Vale do Aço;
Ela é cortada pela BR-120 que faz sua ligação com a Zona da Mata e o norte de Minas.


A modernização e o desenvolvimento da cidade



No ano de 1942, um decreto do Governador de Minas mudou o nome de Presidente Vargas. O Governo Estadual acreditava na perspectiva de grande desenvolvimento econômico e social da região. Surgiu assim o nome de Nova Era para o município.
Em 1944, após um trabalho exaustivo de se levar os trilhos de Drumond a Itabira, onde se destacou o trabalho do topógrafo novaerense Mário Carvalho, o primeiro carregamento de minério saiu de trem da Mina do Cauê e chegou até o Porto de Vitória. Como mantinha uma estratégica base operacional e de manutenção na Estação Ferroviária de Drumond, a Companhia Vale do Rio Doce (CVRD), hoje Vale, estreitou suas relações com Nova Era, passando a ter grande importância econômica e social no seu desenvolvimento.
Neste mesmo ano de 1944, aconteceu um fato econômico de grande relevância para a região e para Nova Era: começou a construção de outra grande usina siderúrgica a carvão vegetal, às margens do Rio Piracicaba, na região do Vale do Aço, a apenas 60 Km da cidade: a ACESITA (Aços Especiais de Itabira). Com ela, aumentou muito a produção e o comercio de carvão vegetal em toda a região, o que trazia como consequência o desmatamento descontrolado de nossas florestas. Em 1949, a ACESITA, a maior fabricante de aços inoxidáveis do país, foi inaugurada.
Ao final da II Guerra Mundial, em 1945, o município de Nova Era se consolidava como um importante entreposto comercial para o transporte ferroviário de minério de ferro, madeira, gado e outras mercadorias. Foram instaladas várias pequenas indústrias (móveis, alimentos), e o seu comércio continuou crescendo, próximo a Estação Ferroviária e na Rua do Comércio.
Em 1947, após o fim da Ditadura Vargas e a realização das eleições gerais, tomou posse o primeiro Prefeito eleito de Nova Era, Dr. Leão de Araújo. Foi instalada também a primeira Câmara Municipal. seu primeiro Presidente foi o Dr. Joaquim de Assis Lage, médico que prestou relevantes serviços à comunidade novaerense, por mais de cinquenta anos.
0s anos de 1950 marcaram a história de Nova Era, pois a cidade passou por um grande processo de melhoria da sua infra-estrutura urbana: calçamento das ruas, construção de rede de esgotos e de eletricidade, além da abertura de estradas na zona rural. Foram construídos também a Maternidade Nossa Senhora das Graças, o Ginásio Estadual Nossa Senhora de Fátima e o Hospital São José. Estas três importantes obras foram construídas com verbas públicas conseguidas pelo Deputado Padre Pedro Vidigal, do antigo PSD. Político de grande prestígio na região, Pedro Vidigal tinha o apoio do então Governador de Minas Gerais, e depois presidente da República,Juscelino Kubitschek, de quem era amigo.
No ano de 1951, o Governador Juscelino Kubitschek visitou a cidade para inaugurar a Maternidade Nossa Senhora das Graças. Em 1953, ele retornou à cidade para lançar a pedra fundamental da hoje Escola Estadual Nossa Senhora de Fátima.
Neste mesmo ano de 1953, Nova Era recebeu uma notícia memorável: o IPHAN (Instituto do Patrimônio Hist6rico e Artístico Nacional) fez o tombamento da Igreja da Matriz de São José, que passou a ser considerada oficialmente como um patrimônio do Brasil.
Em 1957, foi inaugurado o Hospital São José de Nova Era, um dos mais modernos da região.
Mas os anos de 1950 foram também muito importante para toda a região da bacia do Rio Piracicaba. Em 1956, foi a criada a Usina Siderúrgica de Minas Gerais(USIMINAS). Em 1958, o Presidente da República Juscelino Kubitscheck fez o lançamento, em Ipatinga, da pedra fundamental daquela que seria a maior siderúrgica do Brasil. Em 1962, começou o funcionamento pleno da USIMINAS.
Se consolidava assim o pólo econômico do Vale do Aço, que teve grande influência em Nova Era. A cidade se beneficiou do grande número de empregos para sua mão de obra na operação do complexo ferroviário Itabira-Drumond-Vitória, na Usina da Belgo-Mineira em João Monlevade e também nos empreendimentos industriais do Vale do Aço.
Nos anos seguintes, a cidade se modernizou e se especializou na prestação de serviço, principalmente o comércio. Na década de 60, Nova Era já tinha uma das melhores infraestruturas urbanas da região do médio Piracicaba, superada apenas por Itabira.
No ano de 1964, Nova Era perdeu o distrito de Bela Vista, que se emancipou por meio de decreto do Governador José de Magalhães Pinto, o que trouxe como consequência uma redução de sua população. Neste mesmo ano, os comerciantes de Nova Era tomam uma importante iniciativa para organizar e melhorar o comércio local: a fundação da Associação Comercial.
Em 1970, a Secretaria Estadual de Educação instalou em Nova Era a Superintendência Regional de Ensino que contribuiu para a melhoria da qualidade do ensino na região e também para reforçar a posição de Nova Era como uma cidade-pólo, na área de prestação de serviços.
Em 1973, o IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) fez o tombamento de todo o Conjunto arquitetônico e paisagístico da Praça da Matriz. Desta forma, toda a Praça, e não apenas a Igreja da Matriz, passou a ser considerada como patrimônio da cultura brasileira. Esta também foi uma conquista da maior importância para a história e tradição da cidade.
Nas décadas de 60 e 70, a CVRD, hoje Vale, cresceu muito e se consolidou como uma das maiores empresas de mineração do mundo. Deste trabalho participou um novaerense ilustre, o Dr. Eliezer Batista da Silva, que chegou inclusive a ser seu presidente. Durante toda a década de 70, a CVRD fez a exploração do minério de ferro em Nova Era, na jazida do Piçarrão, construindo ali uma usina de concentração do minério. Nesse período, esta foi a principal atividade econômica do município.
Na década de 80, exaurida a jazida do Piçarrão, a CVRD, hoje Vale, criou em Nova Era a empresa ELETROVA LE, especializada na produção de ferro silício para o mercado interno e externo. Em 1984, a ELETROVALE mudou seu nome e composição acionária, passando a se chamar NOVA ERA SILICON, mantendo a sua produção na mesma unidade industrial do Piçarrão. Ainda na década de 80, se iniciou de forma mais intensa em Nova Era a exploração de pedras preciosas (esmeraldas, águas marinhas) na jazida de Capoeirana.
Fonte: Atlas Escolar 2005

Nova Era conta com um Distrito Industrial muito bem estruturado que, além de ser dotado de infra-estrutura para a instalação de empreendimentos, possui uma localização geográfica privilegiada. Fica às margens da BR-381, a 2 KM do centro da cidade de Nova Era e a 3 KM da Estação Ferroviária de Drumond. Está às margens do Rio Piracicaba, o que facilita a captação de água para uso industrial e a descarga de efluentes (devidamente tratados). Com a duplicação da BR 381 dentro do município e o asfaltamento da MG 120, Nova Era – Itabira o CDI ganhou em estrutura e valorização. O município oferece facilidade e oportunidades às empresas que desejam ali se instalar.

As principais economias do município de Nova Era são:
- Comércio
- Prestação de serviços
- Agricultura e pecuária de pequeno e médio porte
- Indústrias de pequeno porte
- Transporte ferroviário de minério de ferro e passageiros
- Silvicultura(produção de eucalipto): CENIBRA e NOVA ERA SILICON;
- Geração de Energia elétrica: UHE-GUILMA-AMORIM, no Rio Piracicaba;
- Extração mineral: garimpo de esmeraldas em Capoeirana.
- Produção industrial: 01 empresa de médio porte NOVA ERA SILICON;

Nova Era Silicon S/A: 

A Nova Era Silicon S.A foi fundada em agosto de 1984 e entrou em operação em outubro de 1986 com o objetivo de produzir e fornecer ferro silício de alta pureza para as principais siderúrgicas de todo o mundo.
Está localizada estrategicamente no Vale do Aço, região onde estão os principais fornecedores de matérias-primas e por onde pode-se ter fácil acesso, através da malha rodo-ferroviária, aos principais portos do Brasil. A planta industrial possui uma capacidade nominal de produção de 45.000 toneladas de ferro silício 75 STD ao ano, processada em três fornos elétricos a arco submerso.
Atualmente, o ferro silício produzido na NES é distribuído para clientes no Japão, Brasil, Europa e Ásia.
As matérias-primas utilizadas pela NES, carvão vegetal, quartzo e minério de ferro, passam por rigorosa seleção para garantir os mais baixos níveis de impurezas no processo produtivo. Exemplos disso são as reservas próprias de florestas de eucalipto e os contratos de longo prazo firmados com parceiros que fornecem quartzo e hematita de alta qualidade. Além de outras políticas de sustentabilidade, a NES procura manter os reconhecidos padrões de qualidade com o mínimo de impacto ao meio ambiente. Em atendimento aos requisitos dos órgãos ambientais, ela consome 100% de carvão de origem vegetal e mantém constante controle e monitoramento de todo tipo de emissão realizada na área industrial.

Endereço: Nova Era: Mina de Piçarrão, S/N, Zona Rural , Nova Era/MG, 35920-000
Belo Horizonte: Avenida do Contorno, 6064, 4º, 5º e 6º andares, Funcionários, Belo Horizonte – MG – CEP 30110-926

Telefones para contato: Nova Era (31)3861-2028 / Belo Horizonte – 31-2122-5700

Garimpo de Capoeirana

MINA DE CAPOEIRANA - Localização e vias de acesso

A mina de Capoeirana está situada no local denominado “ Fazenda Capoeirana do Meio”, Distrito e Município de Nova Era, Estado de Minas Gerais, distante em linha reta cerca de 9,0 Km a noroeste da referida cidade.
Situa-se entre as coordenadas geográficas de latitudes sul 19°42’00” e 19°43 30” e longitude Oeste 43°02’30” e 43°04’00”
O acesso principal à área, a partir de Belo Horizonte, é feito através das Rodovias Federais pavimentadas Br-262 e 381 até a cidade de Nova Era, totalizando um percurso de 140 Km. Ao longo ainda da Br 381, no sentido Ipatinga, após 2 Km pela rodovia da cidade de Nova Era, vira-se á esquerda e seque-se por cerca de 5km pela rodovia MG-120 que liga Nova Era a Itabira, até atingir a referida área. Na Fazenda Capoeirana do Meio, 2 Km do povoado Perdões, mais conhecido como Capoeirana.

Breve Histórico

A ocorrência mineral, deu-se por volta de agosto de 1988, na Fazenda “Capoeirana do Meio” , distrito Sede do Município de Nova Era- MG. Essa ocorrência de esmeraldas, foi descoberta, por um grupo de garimpeiros liderados pelo nova-erense o senhor Adair Martins Guerra. As primeiras gemas foram encontradas superficialmente, nos aluviões do córrego “Paiolzinho”.
Assim que o fato foi noticiado, a área foi invadida por garimpeiros oriundos de varias regiões do Brasil. Ainda em 1988, chegaram a concentrar no local um contingente de aproximadamente 2.000 homens, entre mantenedores de serviços (patrocinadores de unidades produtivas), garimpeiros propriamente ditos, comerciantes de pedra e exploradores indiretos desse tipo de atividade. Tudo isso numa área sem qualquer infra-estrutura sanitária.
Nessa época, tramitava no Congresso Nacional projeto de lei para instituição do regime de “Permissão de Lavra Garimpeira”, em substituição ao regime de “ Matricula “ (garimpeiro individual).
Tal projeto acabou por se transformar na lei n° 7.805,de 18 de julho de 1989, publicada no Diário Oficial da União de 20 de julho de 1990, regulamentada pelo decreto n° 98.812, de 09 de janeiro de 1990, publicado no Diário Oficial da União do dia 10 do mesmo mês e ano.
A legislação priorizava o sistema cooperativista, com o objetivo de facilitar o controle por parte dos órgãos oficiais sobre esse tipo de atividade.
Diante do quadro institucional vigente, os trabalhadores locais procuraram se associar sob a forma preconizada na legislação.
Seguindo naturalmente duas correntes de liderança local, foram constituídas duas cooperativas de garimpeiros com o objetivo de postular a “Permissão de Lavra Garimpeira” – São elas a COOPNERA Cooperativa dos Garimpeiros de Nova Era e COOGEMIG Cooperativa Mista dos Garimpeiros do Centro Leste Mineiro.
Em abril de 1993 foram promovidas reuniões na sede do DNPM, em Brasília-DF, com as partes interessadas, para solução do problema de disputa das áreas. Dessas reuniões, lideradas evidentemente pelo DNPM, chegou-se a um acordo sobre a divisão da área para as duas cooperativas. Ficou estabelecido que a Coogemig terá a prioridade sobre uma área de 220,35 há, abrangendo a área mais trabalhada no passado, e a Coopnera uma área de 273,65há.
A formação dessas cooperativas serviu para disciplinar melhor a área da reserva Garimpeira.

Tipo de Atividade 

A atividade Garimpeira é centenária no Brasil, dela vem se ocupando uma fatia significativa da população nacional, com o agravamento da crise econômica do país, cada vez mais pessoas têm se ocupado dessa atividade.
O garimpo de pedras coradas é muito comum na região centro/leste e leste do estado de Minas Gerais, tendo como cidades pólos Itabira/ Santa Maria de Itabira/Nova Era, Governador Valadares/Teófilo Otoni.
A lavra garimpeira conduzida sob forma de cooperativismo é que é uma atividade recente no País. Está surgindo em conseqüência da legislação e não espontaneamente, mesmo porque não existe uma cultura a esse respeito em nosso meio, por conseguinte, esperam-se dificuldades na efetiva implantação do sistema no garimpo de Capoeirana.

Vida Útil da Mina de Capoeirana
É quase impossível prever a duração da Vida Útil da Mina de Capoeirana. Esse tipo de atividade depende muito dos resultados obtidos. Geralmente, quando há notícia do encontro das gemas em maior quantidade, acontece um súbito aumento de serviços, com a reativação de várias frentes de trabalho.
Existem também aqueles persistentes, que raramente paralisam seus serviços, mesmo diante de prolongados insucessos.A vida do empreendimento dependerá portanto, dos resultados da lavra.
Por essas razões, pode-se estimar que essa Lavra Garimpeira deverá durar alguma dezena de anos.


Fonte: Mediopiracicaba.com.br

Fotografias de Elvira Nascimento

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